O preço real do carro elétrico tem truque: apoios têm prazo e a Europa já faz contas
A Europa continua à procura de formas de acabar com os motores de combustão, defendendo que hoje os carros elétricos são mais baratos. Mas isso não é verdade. Os apoios vão terminar um dia e, quando isso acontecer, ficará evidente toda a estrutura que está por trás.
Voltam a surgir dados que indicam que as vendas de carros elétricos já superam as dos veículos a diesel, sinalizando que se está no caminho que a Europa pretende para transformar completamente o parque automóvel, pelo menos no que diz respeito a países como Portugal.
Bruxelas começa também a mexer no mercado de segunda mão, criando mais obstáculos para que os carros a combustão acabem nos centros de abate, incentivando que este mercado seja alimentado por veículos elétricos.
No entanto, o que parece positivo esconde uma realidade diferente. Comprar um carro elétrico em 2026 tem um preço, mas não é o preço real. A Europa precisa de dar um passo importante na sua estratégia e decidiu intervir diretamente nos preços através de uma rede de subsídios públicos criada pelos governos europeus para acelerar esta transição.
O problema é que ninguém fala do facto de estes apoios terem prazo de validade. Quando desaparecerem, o carro elétrico que hoje parece barato deixará de o ser.
O preço que vê não é o preço que paga
Quando uma marca anuncia um carro elétrico desde 32.000 euros, esse valor já reflete, na maioria dos casos, a expectativa de que o comprador possa beneficiar de apoios estatais ou incentivos fiscais.
Em Portugal, os incentivos à mobilidade elétrica, como os atribuídos pelo Fundo Ambiental, funcionam muitas vezes como um desconto indireto. Apesar de dependerem de candidaturas, limites orçamentais e regras específicas, acabam por influenciar o mercado e a perceção do consumidor, que frequentemente olha para o preço já com esses apoios em mente.
Isto cria duas realidades distintas: o preço real de venda e o preço percebido. A diferença é suportada pelo contribuinte. Um carro que custa 38.000 euros e recebe um apoio de 4.000 euros não passa a custar 34.000 euros. Continua a custar 38.000 euros, sendo que a diferença é financiada por fundos públicos.
O dinheiro tem de vir de algum lado: Alemanha e França como exemplo
A Alemanha foi o primeiro grande aviso e talvez o caso mais revelador dos últimos anos. Em dezembro de 2023, eliminou de forma abrupta os subsídios à compra de carros elétricos devido a uma crise orçamental.
O impacto foi imediato: as vendas de elétricos caíram cerca de 40% nos meses seguintes, um resultado claro e sem margem para dúvidas.
Ficou evidente que o mercado alemão não se sustentava por si próprio, mas sim graças ao apoio público. Quando este desapareceu, os veículos ficaram expostos ao seu preço real, revelando-se pouco competitivos face aos carros a combustão para a maioria dos compradores.
A Alemanha acabou por funcionar como um laboratório involuntário, embora as conclusões não tenham gerado o debate necessário.
Em França, a abordagem foi diferente. O país decidiu condicionar os apoios à origem de fabrico dos veículos, excluindo modelos produzidos fora da Europa. Trata-se de uma medida de caráter protecionista, que transmite uma mensagem clara: os apoios não são ilimitados e a sua distribuição segue critérios que vão além do consumidor individual.
Esta não é uma tendência ocasional, mas sim um sinal de que o modelo não é sustentável a longo prazo. Afinal, o dinheiro tem de vir de algum lado. Bruxelas está a investir dezenas de milhares de milhões de euros em gigafábricas, matérias-primas críticas e cadeias de valor locais para baterias. Esse financiamento sai dos mesmos orçamentos que suportam os apoios à compra.
Financiar simultaneamente a produção e o consumo, na escala exigida pela transição energética, não é sustentável. Algo terá de ceder e tudo indica que os primeiros a desaparecer serão os incentivos ao comprador final.




















Hoje em dia é mais fácil pisar uma bosta de unicórnio albino anão manco e zarolho da vista esquerda que encontrar um carro a diesel. 🙂 🙂 🙂
O preço ser mais baixo dos VE do que os a gasolina até pode ser mais barato mas deve de ser nas categorias superiores, pelo que tenho visto na categorias que penso comprar o meu VE é mais caro ser VE.
Só mais um aparte, aquela solução de carregamento da foto a ideia é boa, mas visto do ponto de vista de alguém que têm um familiar que se desloca de cadeira de rodas não me parece grande ideia, visto assim a vista desarmada, só mesmo quem não tenha alguém muito próximo é que não repara na dificuldade que este tipo de peão encontra no seu dia a dia.
tem sempre que ter um empecilho para as cadeiras de rodas e carrinhos de bebes é sempre a mesma narrativa, o passeio deve ter largura suficiente pra ambos, melhor isso que os carregadores gigantes para 2 carros,
Pois deve ter mas muitas vezes não tem, ou tem e depois tem uma árvore gigante no meio impossibilitando a passagem dos mesmos.
Já há muito tempo que cheguei a uma conclusão: Os detectores dos VE andam com carros subsidiados por mim e os restantes portugueses que andam a combustíveis fosseis. (ponto)
Da minha parte pode estar descansado, não comprei nenhum com apoios.
Não se esqueça que os a combustão também tiveram esses apoios.
Se compraste carros elétricos tiveste e tens sempre qq tipo de apoio.
Quais apoios é que os a combustão têm diga lá sff.
Não, não tive, até porque não chegam para todos.
Agora já têm poucos, mas pode ir aos híbridos.
Antes até os diesel tinham.
Se não tiveste apoio foi porque não quiseste, o que não foi muito inteligente da tua parte.
Apoio aos diesel que deves estar a falar, foi há bastantes anos, e era um incentivo para a renovação de frotas, substituir veículos velhos por novos com menores emissões. Esse apoio acabou em 2010.
Quanto aos restantes veículos com apoios, são apenas hibridos HEV e PHEV. OS HEV tem apenas uma redução de cerca de 40% do ISV. OS PHEV tem uma redução de cerca de 70%. E depois tens o IUC que depende da cilindrada e emissões de CO2.
Portanto resumidamente, os apoios que existem para HEVs e PHEVs, é devido à componente eléctrica, que faz com que tenham menores emissões de CO2.
@André
A tua resposta já disse tudo. Portanto, tal como os diesel tiveram, os electrificados têm apoio por poluirem menos.
Que apoio tem um diesel e que tenha mais de 3 lugares? Nenhum!!!! Nunca teve. Paga IA + IVA + IUC + tributações autónomas se for de uma empresa! É uma mina para o Estado!
Porque não quis não, porque não havia, não sabe que só haviam cerca de 1000 ?
Então afinal havia, e agora é igual, só há apoio se entregar um carro para abate, portanto nada alterou.
Obrigado por confirmar o que eu disse.
Teve dedução de iva e pagaram menos impostos durante muito tempo.
Os electricos a partir de certo valor também pagam tributação autónoma.
JL? Se não sabe o que diz não diga disparates!
Em que parte do país é que um diesel de 4 a 5 lugares pode deduzir IVA? Os únicos que podem deduzir são os Taxis ou de empresas de transportes! Fora esse caso a empresa não deduz nem o IVA do carro nem o IVA das despesas desse carro! ZERINHO!!!!
Ainda paga tributação autónoma dessas despesas todos os anos e no caso de ter prejuízo, essa taxa sobe para o dobro (70%).
Resumidamente, um diesel de 5 lugares de uma empresa, não deduz IVA, nem IA, nem IUC e nenhum IVA das despesas que o carro tiver, desde reparações, combustível, pneus, revisões…… nada!
Não tinham não.
Então mas uma tecnologia disruptiva para vender precisa de apoios? Não vende por si?
Quando havia esses apoios aos diesel, ainda praticamente não existiam 100% elétricos, não tem comparação possível. Novamente, isso acabou em 2010 e por exemplo, o Model S só começou a ser vendido nos EUA em 2012.
Mas eu sei o que digo, por isso não digo disparates.
Em todas as partes, não havia restrições por região.
Mas eu não falei de agora, não sabe ler ?
“Antes até os diesel tinham.”
Qual tecnologia ? os diesel ? sim, tanto que deixaram de ter e as vendas caíram.
André, não tem comparação porquê ?
E o incentivo ao abate era o quê ?
E a redução de IA ?
Mas o que tem uma coisa a ver com outras ? incentivos para veiculos mais verdes já existem há décadas, e claro que desde que apareceram os mais verdes, para os outros acabaram.
E a isenção do IUC?
O realista tbm não me respondeu a questão dos tratores. O que depreendo que quando a conversa não lhe interessa….
O ressabiamento pelos diesel é magnífico.
É idêntico ao seu pelos eléctricos.
O estado na década de 2000 e 2010 deu incentivos para a compra de carro novo a combustão mediante o abate de carro com mais de 10 anos…
Os veículos a gasóleo podem deduzir 50% do IVA.
Os veículos a gasóleo são beneficiados em relação aos veículos a gasolina para efeitos de tributação autónoma.
O governo andou a dar cheques direito para compra de combustível (já se esqueceram do auto-vaucher) ?!?!?!
Basicamente o estado andou a financiar os veículos a gasóleo porque entendia-se que o gasóleo era uma melhor solução.
Estás a deturpar as coisas e a misturar tudo.
Quando a conversa não interessa…
Os que comprei, novos e usados, foram apoiados….pela minha carteira.
Iguais aos meus então.
Os electricos pagam ISV e IUC?
Os diesel tiveram apoio ou redução nos impostos para empresas e no gasoleo mais barato, mas sempre pagaram total ou parcialmente IUC e ISV. Por isso sim, todos os que compram electricos são subsidiados.
E o imposto de circulação não faz sentido nenhum não pagarem. O ISV ainda dou de barato, pois nenhum devia pagar, agora andam na estrada provocam desgaste igual ou superior. Na pratica andam os não electricos a pagarem o desgaste das estradas, que cada vez estão piores, pois ha menos verbas para a sua manutenção
Nem têm de pagar, se o imposto é baseado na poluição que fazem na estrada, pagam 0.
Sim, porque os diesel até são os mais poluidores e nem sempre foram os que pagaram mais.
O imposto de circulação não é por ele circular, é por ele poluir, tanto que incide sobre a cilindrada e poluição. Além disse estejam em circulação ou não, pagam.
Só faltou dizer que as estradas estão piores porque existem cada vez mais eléctricos.
Ha menos verbas ? Como assim se há cada vez mais carros ?
Que resposta sem sentido, então o ISV é baseado na poluição o imposto de circulação e bem é para manutenção de estradas ou devia ser, quem paga a manutenção das estradas nesse caso?
O estado sempre se aproveitou do automovel como galinha dos ovos de ouro.
Neste momento os electricos não contribuem em nada para as estradas e sua manutenção, ou estou errado? Se há mais carros e cada vez mais a % dos que não pagam nada aumenta, qual será o resultado em pouco tempo. Já estão más e a tendencia vai ser piorar
Só faltou dizer que as estradas estão piores porque existem cada vez mais eléctricos.
Melhor não ficaram não e? Se os carros passam a ter o dobro do peso, como não haveriam de prejudicar mais que os ICE?
Mas agora o parque automóvel passou a ser 100% elétrico??
Ela tem sentido se esforçar para a entender, mesmo que discorde.
A aplicação do dinheiro do imposto nada tem a ver com a sua cobrança, o iva também ser para reparar e fazer estradas novas, essa sim é uma resposta sem sentido.
Então porque não se aproveita mais ?
Contribuem com iva e outras taxas. Sim, está errado.
O resultado será que quando não houver mais carros que queiram tirar as estradas por causarem doenças e mortes, vão tributar os outros.
Estão más ou cada vez melhores ? eu não sei onde andam, mas eu vejo as estradas a melhorar, já consigo chegar a casa sem passar em estradas de terra batida.
Vagueante, tens de te esforçar mais a entender. Esse é o problema.
O problema não é a falta de noção do @JL, é ninguem conseguir elevar-se ao seu patamar onde tudo o que escreve passa magicamente a fazer sentido 😀
Já vi que o Pedro também tem dificuldade em entender coisas simples.
é menos dinheiro que sai do país para comprar petroleo
Não sabem ver isso.
Mas pode sair para comprar painéis solares? E inversores? E turbinas a gás?
Nem todos os VE estão abrangidos pelo Fundo Ambiental
Bom dia.
Bem, de ser parcial ninguém o pode acusar, Vítor M.. Dá uma no cravo e outra na ferradura.
Motivar o confronto de ideias é sempre benéfico para todos, porque aprendemos com as experiências uns dos outros.
Há algum setor da sociedade que não receba apoios estatais, sejam eles diretos ou indiretos?
Afinal, qual é o fundamento da coleta de impostos, se não proporcionar melhores condições de vida a todos os seres humanos, sem esquecer o respeito obrigatório pela nossa grande casa?
Para sustentar parasitas políticos e banqueiros não será certamente, apesar de acontecer.
NUNCA 😀 😀 Prova lá 🙂 Eu sempre mantive esta visão do mercado. E não, não “dei uma no cravo e outra na ferradura” 🙂 Mas vamos aos factos 😀
Em primeiro lugar, é verdade que o Estado apoia diversos setores. No entanto, esses apoios não são iguais nem universais. Existem áreas com forte financiamento público, como a saúde ou a agricultura, e outras onde a intervenção é muito mais limitada. Além disso, há diferenças entre apoios diretos e benefícios fiscais, que muitas vezes passam despercebidos.
Depois, a função dos impostos não se resume à atribuição de apoios. Os impostos servem sobretudo para financiar serviços públicos essenciais, garantir alguma redistribuição de rendimento, manter infraestruturas e assegurar o funcionamento do próprio Estado. Os incentivos são apenas uma ferramenta dentro desse conjunto.
No caso específico dos carros elétricos, os apoios têm um objetivo concreto: acelerar uma transição energética e corrigir o facto de estas tecnologias ainda não serem totalmente competitivas por si só. A questão relevante não é a existência do apoio, mas sim perceber se ele é temporário, eficaz e sustentável.
Por fim, a ideia de que os impostos servem essencialmente para sustentar “parasitas” é uma generalização de ignorância. Existem, naturalmente, decisões discutíveis e casos de má gestão, mas a maioria da despesa pública tem enquadramento e destino definidos.
Aliás, quando o gasóleo foi introduzido em Portugal – como já referi há uns anos atrás num comentário também de uma discussão sobre a injustiça dos apoios aos elétricos – passou também a receber incentivos do Estado. Recebeu uma fiscalidade mais baixa, face à gasolina, obteve políticas energéticas que favoreciam combustíveis mais eficientes e recebeu apoios a setores como transportes e agricultura.
Mas o preço actual dos carros eléctricos não é o preço deles amanhã e prevê-se que estes venham a ser bastante mais baixos com o tempo ou pelo menos, podem ser. Se a tecnologia e a complexidade dos eléctricos é menor é só uma questão de tempo até a produção ser muito mais sustentável, aliás os chineses já nos ensinam isso hoje.
…venham a ser bastante mais baixos com o tempo… Quanto mais baixo e daqui a quanto tempo? Sabes? Olha que a UE, ou mesmo os fabricantes, sabem dar essa resposta 😉 E este contexto mundial de guerra voltou a empurrar o mercado mais dois passos atrás. A ver vamos se poderá ser para ganhar lanço 😉
A questão não está na complexidade dos elétrico no momento da venda ou do fabrico. Isso já se percebeu que é mais rentável. Está, acima de tudo, nos milhares de milhões de euros que os fabricantes investiram como um objetivo… e esse objetivo está ainda muito longe. E o bolso que tem segurado este investimento também dá mostras de começar a tremer.
Não, os chineses ainda não ensinaram isso. Aliás, eles próprios estão a cortar incentivos dentro do país. O mercado dos elétricos ainda não é global, e o foco era esta ansiedade da Europa. Até para os chineses, sem a Europa o mercado interno deles fica com uma batata muito quente nas mãos.
Nos EUA sabem que não entram tão cedo. E os outros mercados têm problemas que serão resolvidos em duas ou três décadas. Muito tempo para quem está com o “frango na brasa”.
O mercado sem o consumo dos particulares não ganha tração. As empresas estão a dar uma ajuda, financiadas, claro, mas falta a tração do consumo que traz massificação. E isso estamos a ver que não dispara. Se é a melhor opção? Não tenho dúvidas, ainda mais na Europa que está dependente dos hidrocarbonetos.
Há um foco que deveriam pensar seriamente: energia nuclear. Com energia nuclear a produzir energia elétrica muito barata, as nossas empresas poderiam ser competitivas, os carros seriam mais baratos (mais rápido a amortizar) e as economias ganhariam vida. Assim, com falta de iniciativa, a Europa está refém do gás e petróleo de países que estão em guerra. Pena termos na frente dos desígnios da Europa pessoas frouxas.
O meu comentário era um elogio, mas já percebi que foi compreendido como um ataque.
É pena.
E está visto e respondido como tal 😉
Calma pessoal, as coisas estão a mudar muito rapidamente. O preço das baterias está a cair brutalmente, vai diminuir ainda mais quando começarem a chegar as baterias de sódio. Nessa altura vão estar no mercado carros elétricos com autonomias no mínimo de 400 km e com preços a começar nos 20 k.
é isto mesmo, só tem tendência a melhorar
Até podiam ter autonomia de 1000km e custar 15k o carro. O problema dos elétricos nunca foi esse. O problema é os tempos de carregamentos e nem toda a gente ter onde carregar.
Agora podem dizer “ah mas ter um eléctricos é também sobre mudar hábitos” , acredito que sim, mas no meu caso e aparentemente da maioria, as pessoas não querem mudar de hábitos, eu não quero.
Não quero andar a fazer contas, andar a ver onde tenho que parar, dividir tempos de carregamentos para ter x km e esperar.
Admito que os elétricos até são engraçados e porreiros, mas enquanto os tempos de carregamento não estiverem taco a taco com abastecimento de combustível, para mim é um não aos carros movidos a eletricidade.
Quem sabe daqui a 10 anos tenhamos tecnologia que carregue o carro 0 – 100% em menos de 5 minutos. Então aí sim equaciono um popó a eletricidade.
Fusion, quando vai à estação de abastecimento, colocar os ditos 10 litros para a semana ou para ou atestar o deposito ao fim de semana para a semana ou mês, quanto tempo demora, desde que abastece e paga, já mediu o tempo que demora? Por exemplo, quando vou à bomba e se não estiver muita gente, demoro desde que abasteço pago e arranco com o carro demora mais ou menos 10 minutos, com o elétrico, em modo rápido demoro 12 a 15 minutos para carregar os mesmos 150kms, ups, pronto no fim de semana para atestar e ter uma autonomia perto dos 450km demora 45 minutos o tempo de ir às compras no hipermercado, no diesel até atestar demoro 7 a 8 minutos mais o restante a pagar que deve dar perto de 15 minutos ou mais por vezes, mas depois ainda vou ao hipermercado e demoro mais os tais 45 minutos, é uma questão de hábitos nada mais.
Não está mau, fui 3 dias de Coimbra para Estremoz e arredores, conduzi 11h e carreguei 22mins num sítio e 23mins noutro.
O que mudei de hábito foi deixar de perder tempo com abastecimentos e andar à procura de combustível barato, foi uma grande mudança na minha vida hoje de manhã tenho sempre o “tanque cheio” ao melhor preço possível, sem perdas de tempo.
Eu também não tenho de fazer nada disso, o carro calcula tudo, só tenho de meter lá o destino.
Baixa SE a China quiser.
A China não quer vender, só querem estar quietos.
Querem vender…. Isso mesmo. Mas não querem reparar. Por isso produzir peças tá quieto.
Então qual eléctrico não tem peças ?
A China quer vender mas não vende a matéria prima por si só. (Como estamos habituados com os produtores de petróleo) Dessa forma a China não vende.
Apenas vende se participar no processo produtivo, acrescentar valor e colher know-how.
Sabemos isso desde 2020, muito bem explicado no documentário que os alucinados mandaram a RTP censurar.
Até a NorthVolt que vendia baterias made in UE, eram na realidade baterias made in CN. Eles não brincam
E precisa de vender para quê? Ela existe fora de lá.
Esse documentário não explicava nada disso.
Mas a nothvolt nunca vendeu baterias.
Ah não? Então era para guardar em prateleiras? Lol
BMW, VW, Volvo, Scania, Polestar, pelo menos estes compraram e não foi pouco. E a ambição dos dois 1⁰s era abastecer lá a 100% até porque eram accionistas principais levados ao engano pelos alucinados decisores políticos da UE que tbm enterrou lá uns milhares de milhões dos contribuintes.
https ://www.theguardian.com/environment/2025/feb/26/homegrown-swedish-battery-startup-admits-importing-vital-components
Não compraram nenhuma porque nunca chegaram a produzir, o problema foi esse.
O petroleo só baixa se os USA ou paises arabes quiserem
E os países da América do sul e central? Não contam? E a NO?
A maior reserva é a da Venezuela e há muito no fundo do mar por explorar.
Venezuela já é dos Estados Unidos.
Foi o lobby eléctrico que libertou a Venezuela.
Eh calma lá, o petróleo da Noruega pertence ao lobby eléctrico, não queira esse.
A Venezuela pertence aos EUA desde quando?
Qt à NO está a fazer o correcto, ou seja banir ekektros das cidades.
São louros mas finalmente perceberam.
Desde que a “libertaram”.
E a permitir os a combustão nas cidades ? é isso ?
Isto é falso. O s carros elétricos estão cada vez melhores, mais baratos e as baterias têm evoluído muito.
Em Portugal temos:
Twingo a 20 mil
Renault 5 a 25 mil
Kia EV2 a 30mil
Model 3 a 37 mil
isto sem apoios ou subsidio, o que ja são preços bem competitivos para os dias de hoje. Por isso a maioria da populaçao fica servida com estes veículos, a grande falha são aqueles que percorrem muitos quilometros diariamente e os comerciais, nesse caso o carro elétrico pode não ser uma solução viável.
O Twingo a 20 mil…bastante competitivo, então não! Um carrinho do segmento A a 20 mil!!!
Eu tive que comprar outro carro recentemente. Peguei em menos de 9,5K e comprei uma Skoda Fabia (carrinha) nacional de 2015 com cerca de 35k km comprovados.
Mini Carrinhos elétricos (ou a combustão) por 20K…fique com eles, não obrigado!
De 2015 é um carro recente ? Nem sequer compre as últimas normas de segurança e poluição.
Não não é recente. E…?
Foi o que achei com menos km e a preço mais competitivo. Normas de segurança para proteger quem? Eu e os ocupantes ou quem está na rua? Poluição…deixe-me rir… é um carro a gasolina com motor 1200 90cv eficiente…não é um charuto GTI masturbo a diesel a expelir fuligem como uma central a carvão.
Tanto uns como outros.
Bom, pelo menos não é como o Yamahia, lol.
Sem apoio ou subsidio?
Não pagam ISV nem IUC.
Nem têm de pagar, têm escape e cilindrada ?
Não andam nas estradas, não estragam como os outros?
Que pensamento interessante!!!
Andam, e não pagam impostos devidos e portagens como os outros ?
Não não pagam impostos como os outros.
Os a combustão também pagam portagens.
O que acontece é socialismo caro JL. Pagam uns para os outros. Neste caso combustão para os eletricos.
Não, uns pagam para poluir, os outros não pagam alguns impostos porque não poluem.
Mas ainda acredita que os governos estão a olhar para a poluição? A guerra não polui? Será que pagaram a taxa de CO2 dos misseis?
São mais leves e tudo que os equivalente a combustão quer ver!
Os carros a combustão mais pesados pagam mais que os mais leves ?
Há muitos carros a combustão mais pesados que elétricos.
Areia para olhos…tsk
Vamos lá então comparar pesos de ICE e BEV para carros do mesmo segmento, assim já vale ou ainda tem que dizer?
Sim, vindo de si não se espera outra coisa.
Quando se pagar imposto por peso, podemos falar sobre isso.
Então vamos comparar um Tesla model S com um BMW M5, contente ?
https ://www.carsized.com/en/cars/compare/bmw-5-2017-sedan-m5-vs-tesla-model-s-2021-liftback/
ora vê lá então
LOLOLOL
Insert Surprised Pikachu face
‘…Afinal, o dinheiro tem de vir de algum lado. …”
Enquanto permanecer o roubo sobre os combustíveis que levam os bens de 1ª necessidade aos mercados, podem descansar que haverá sempre uns milhares de milhões para esbanjar nestes delírios alucinados.
Roubo ? ou subsídios ?
Sim, parece que agora o Trump já deu a mostrar os delírios dos alucinados da combustão.
Por isso andámos a dar tarifas garantidas aos produtores eólicos e aos fotovoltaicos durante anos. Isto é o que? Porque não entraram em regime de mercado?
Isso é um incentivo, daí ter crescido a sua produção, com essa idade ainda não sabe distinguir incentivo de subsídio ?
Então o desconto no combustível é um incentivo ao seu consumo ?
Incentivo é o que os liberais gostam de chamar á esmola do estado.
O desconto no combustível é coloca-lo com a carga fiscal justa.
Ah ok, estou a ver, então os impostos que não são colocados nos eléctricos sobre a poluição são uma forma justa.
Entendi.
Os elétricos só têm que ter um imposto equiparado ao IUC, por quilómetros.
Mas vá…fala o sujeito que diz que os carros não desgastam as estradas.
E tens mais que pagar alguem tem que financiar as guerras
Alentejo também ar mais limpo que Lisboa
Alemanha – venda (novas matrículas) de veículos 100% elétricos (BEV).
– 2023: 524.219 (18,4% de quota de mercado)
– 2024: 380.609 (13,5%)
– 2025: 545.142 (19,1%)
O fim abrupto do “bónus ambiental” (subsídio direto à compra de carro),em dezembro de 2023, levou a um aumento de compras neste ano (para o aproveitar) e a uma queda em 2024. Em 2025 as vendas entraram em recuperação.
Mas os subsídio direto não é a única forma de apoio à compra de elétricos. Na Alemanha, para compensar o fim do subsídio, aumentaram os apoios por via fiscal e outros, como seja:
– Na Alemanha não há um “imposto de matrícula” de valor elevado como o nosso ISV [por isso vale a pena importar usados da Alemanha]. Mas há um imposto anual (imposto de circulação) – os elétricos passaram a ter uma isenção por 10 anos
– Os elétricos adquiridos por empresas podem ter uma amortização de 40% logo no primeiro ano
– Podem ser solicitadas matrículas terminadas em E que dão isenção e desconto em parqueamentos municipais e certas vias BUS.
O subsídio à compra está a ser reintroduzido, embora condicionado à potência/peso do carro e para famílias de rendimentos mais baixos.
Apenas 2 pais da UE alucinada cumprem as recomendações da OMS para PM2,5 – 5 microgramas por metro cúbico (µg/m³).
São eles a Estónia e Andorra e nenhum deles prima pelo uso do carro Elektro. Aliás a Estónia é o país Europeu com maior percentagem de carros com mais de 20 anos.
Por curiosidade, no resto do mundo apenas mais uns quantos cumprem a recomendação. Foram eles a Austrália, Barbados, Bermuda, Polinésia Francesa, Granada, Nova Caledónia, Panamá, Porto Rico, Reunião e Ilhas Virgens Americanas. Tbm aqui nenhum deles prima pelo uso do carro Elektro..
Tenho dito!
Enfim, mais umas invenções de números.
Então esses paises têm poucos carros a diesel ?
Fonte EURONEWS
Isso é uma página de quê ?
É um pág de alucinados da UE, só q este tiro saiu-lhes ao lado. Lol
Ah ok, bem me parecia que fazia todo o sentido para si.
Claro toda a gente sabe q a maior fonte de emissões das PM25 são os elektros em circulação sobretudo em cidades e eles tbm. Simplesmente esqueceram-se e fugiu-lhes a boca para a verdade. Acontece, lol
Claro que sabem, só você é que não, por isso inventar tanto.
Mas onde diz na noticia que são os eléctricos ? provavelmente é a malta que não fuma. LOOOOL
+1 quanto mais carros a combustao melhor a qualidade do ar.
Todos eles países ou muito pequenos ou muito grande o caso da Austrália, e todos eles mereciam a visita do B@rão 🙂 🙂 🙂
Confia. É sabido q por km nos ekektros, as emissões dos pneus destes emitem 1000 X’s mais PM2,5 do que os escapes dos carros a combustão. Esse fenómeno tem origem no peso execessivo dos elektros q desgastam mais pneu e Alcatrão
O melhor para a saúde é fugir de lugares com elevada concentração de elektros.
Então os a combustão não usam pneus, usam rodas de ferro ?
Os combustão gastam menos 30% de pneu o que a juntar ao facto dos pneus para elektros precisarem de mais reforços de materiais para aguentarem o peso excessivo, não espanta que emitam sensivelmente o dobro das PM25 por km percorrido a comparar com um combustão semelhante.
Então e quantos são a mais ? se só há cerca de 2% de carros eléctricos no mundo, quer dizer que são os a combustão que mais emitem.
É igual aos a combustão que são mais pesados.
Daí não ser conveniente mudar para elektros.
Onde eles são em extrema minoria o ar ainda é respirável.
Boa tarde a todos. Já tenho dito neste canal e só não vêm porque não fazem contas, o VE não tem imposto antes do IVA, o motor elétrico é muito mais barato construir e todo o sistema é mais simples. As baterias de tração é o motivo das diferenças de preço, mas que para mim não é razão para justificação para os custos do VE.
Vou lendo sobre este assunto e vejo o interesse em continuar a atrasar o processo e um deles é o preço alto.
A nível político e científico é preciso avançar este processo para benefício ambiental, então criaram incentivos para acelerar a mudança.
São estes novos utilizadores que vão mostrar que os VE são melhores, criarem interesse pela procura e fazer baixar os preços.
Deixo novamente o meu pensamento. E ainda vos digo que já utilizo VE. Ao futuro comprador não se deixem motivar pelo luxo, pois só assim os preços descem.
O interesse em abrandar as vendas dos VE é dos próprios construtores de térmicos, mais nada, neste momento tens de alterar as plataformas e as estruturas das fabricas por completo e isso exige tempo e dinheiro e para isso quem está a pagar essa alteração é a malta dos elétricos, ponto.
Não se esqueçam que vivemos numa economia global. Se a Europa quer ter apenas carros chineses daqui a 10 anos, tudo bem, não apoiem a industria automóvel europeia e os consumidores europeus, para que essa industria sobreviva. São carros elétricos, mas podia ser outra coisa qualquer.
Acho muito bem que haja apoios seja para o que for, uma vez que isso é na verdade um investimento a longo prazo que os governos fazem para:
– A sobrevivência da indústria automóvel europeia. (competição VE chineses)
– A diminuição da poluição atmosférica e poupança em despesas de hospitais no tratamento de doenças respiratórias, cancro de pulmão e ataques cardíacos provocados pela poluição sonora.
– Mitigação dos impactos das alterações climáticas.
Mesmo em países onde os incentivos foram terminados, o mercado voltou a recuperar mais tarde. Os VE, como qualquer tecnologia nova (por exemplo os telemóveis), vai acabar por ficar tão ou mais barata que os outros veículos, apenas pelo modo como a indústria funciona naturalmente. Relacionado com a dimensão da produção, etc.
Mas aqui também tem a ver com a grande competição em relação à China. Se a China é um rio de apoios governamentais às suas indústrias, nós não podemos ficar parados a olhar. Não podemos fazer o mesmo, mas temos de fazer alguma coisa.
A Europa não quer carros chineses, se assim fosse não os taxava.
Exacto. Daí os apoios à indústria e consumo de carros europeus, em paralelo com as tarifas. Mas os carros chineses, mesmo com taxas, estão aí à venda e a subir nas vendas.
Também é importante ver que a Europa vende carros para todo o mundo, e está a concorrer com a China na América Latina, Sudoeste Asiático, Austrália, na própria China, etc. Mercados que podem não ter tarifas para os carros chineses, portanto, mais difícil de competirmos nessas regiões. O mercado europeu é apenas uma parte do global.
O problema dos fabricantes europeus até está a ser este, tinham mercado no maior mercado do mundo (China) e estão a perdê-lo.
Entretanto fui pesquisar um pouco o apoio do Fundo Ambiental e estes são os números:
– Apoio de 8.800.000€ para ligeiros de passageiros particulares (2200 incentivos/veículos de 4000€).
– Apoio de 2.500.000€ para ligeiros de passageiros de IPSS, Autoridades de Transportes e Autarquias Locais (500 incentivos/veículos de 5000€).
– Total apoio ligeiros de passageiros: 11.200.000€ (De 20M€ de apoios totais)
– Período apoio: 2025-2026 (Quem tenha comprado carro a partir de 1 de Janeiro de 2025, ainda se pode candidatar dentro deste período).
Nesse período, até agora, entre 1/01/2025 e 28/02/2026, já foram vendidos em Portugal 91276 ligeiros de passageiros 100% elétricos. O total de apoios é para apenas 2700 ligeiros de passageiros (2200+500).
Portanto, apenas 2,96% dos carros vendidos.
Esta percentagem vai diminuir ao longo do ano, pois ainda falta acrescentar quase todas as vendas de 2026.
Se esse apoio simplesmente desaparecesse, afectava uma fracção muito baixa do total de vendas. A ideia de ser insustentável não me parece muito credível. Talvez se a percentagem de apoios fosse de uns 50% dos carros vendidos ou mais, mas não é o caso.
Isto aplica-se apenas a Portugal.
Fonte estatísticas vendas: observatorio.uve.pt
Fonte dados do apoio: fundoambiental.pt
*Total de 11.300.000€
primeiro: “governos” querem um parque electrico, mas nao vejo nenhum deles a andar de EV… tudo montado em maquinas de alta cilindrada……
segundo : por exemplo moro fora da cidade carro fica na rua nao da para carregar a nao ser que durma de janela aberta com uma extensão de 20 metros isto se o vizinho nao parar o carro no meu “lugar” habitual, se isso acontecer teria de usar a extensao de 50metros, trabalho fora da cidade em local que nao da para carregar.. como faço? tal como eu muitos outros vivem nas mesmas condições… condilçoes essas em que o EV nao é viavel….vao se mas é catar o EV nao é nem nunca foi soluçao!
terceiro: nenhum pais do mundo tem rede electrica preparada nem para 50% da populaçao com EV quanto mais para o parque automovel todo, as redes colapsavam, nao haveria produção electrica suficiente para suportar nem 50% dos carros a carga durante a noite…..
Se não vê é porque não quer, é estar atento.
Se mora fora da cidade melhor para carregar o carro.
Lá vem outra vez a mentalidade rebanho, se eu não fizer mais ninguém faz, se ninguém faz eu não vou fazer. Loooool
Como sabe que não chega para 50% ? Mostre lá relatórios sobre isso ?
Lá vão eles passar de 30 KMS por dia para 300 KMS por dia quando tiverem um eléctrico, ou seja, precisam de carregar todos de noite e todos os dias.