PplWare Mobile

Está provado que carros elétricos têm menos avarias do que os carros a gasolina ou gasóleo

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Anung says:

    Agora queremos um estudo com média dos preços das reparações.

  2. Mário says:

    BYD é que é bom
    https://www.facebook.com/share/p/1aBbKgCpoG/

    Até atendem bem as reclamações.

  3. HB says:

    Ainda a alimentar farsas? Um carro elétrico quando precisa da reparação tem um custo muitíssimo mais elevado. Não adianta nada ter menos as elas são muito mais dispendiosas. O custo da mão de obra para a reparação de um carro elétrico custa sensivelmente o dobro. O ter menos peças significa que cada uma é muitíssimo mais cara. Não há qualquer vantagem para o consumidor.
    Deixem de alimentar farsas com as vossas notícias falsas ou manipuladoras.
    Os carros elétricos não são solução, são um produto de nicho de mercado que não se adequa para a maioria da população.

  4. Danyyel says:

    Creio que também está mais que provado, que quando avaria, a reparação é caríssima.

  5. marketing? says:

    Não creio que esteja mais que provado, os custos, mas sim uma noticia que peca bastante pela faltas dos custos das peças, não tem correia de distribuição no motor, certo tèm motor a mesma e pecas, Custos ? 🙂 desta forma é uma campanha política….:)

  6. NjsS says:

    Diria para procurarem por exemplo fotos do sistema de arrefecimento do tycan. Bom exemplo da simplicidade da coisa, bonito de se ver, chamada esparguete de plástico

    • JL says:

      Então é colocar uma comparação com o sistema de arrefecimento do 911.

      • NjsS says:

        rofl
        No Taycan, o sistema de arrefecimento é do tipo multiloop, com vários circuitos independentes e interligados. Existem circuitos específicos para a bateria de alta voltagem, para os motores elétricos, para os inversores de potência e para o sistema de climatização. Esses circuitos podem trocar calor entre si através de permutadores e chillers ligados ao ar-condicionado. O sistema utiliza várias bombas elétricas, múltiplas válvulas de comutação e numerosos sensores de temperatura, sendo totalmente gerido por software. Além de arrefecer, o sistema também aquece componentes quando necessário, por exemplo para pré-condicionar a bateria antes de carregamentos rápidos ou condução desportiva. A complexidade é elevada tanto a nível físico (muitos tubos e válvulas) como a nível de controlo eletrónico.

        No Porsche 911 moderno, o sistema de arrefecimento é muito mais simples e tradicional. O motor flat-six é arrefecido principalmente por um único circuito de líquido, composto por uma bomba de água, radiadores, termóstato e mangueiras.

        não tem de que

    • Grunho says:

      E bem. A burguesia exploradora que compra essas coisas está mesmo a pedi-las. E a porsche está prestes a fechar portas.

  7. Lumia says:

    Têm menos avarias, mas talvez quando avariam são algo bem dispendiosas…

    • Grunho says:

      O único carro verdadeiramente ecológico é aquele que não é produzido. O único carro verdadeiramente económico é aquele que já está pago.

      • Realista says:

        Quando chegas ao PPLware e descobres que um carro de €100.000 pago a pronto é mais económico que andar num carro de €4.000 comprado com recurso a crédito…

        • Grunho says:

          Se antes de gastar os 4.000 para comprar carro a crédito o proletário ou assalariado já tinha outro todo pago sim. Comprar carro a crédito é sempre ruína.

          • Realista says:

            Portanto estas a dizer que é mais vantajoso comprar um veículo elétrico a pronto do quer carro a combustão de valor de valor inferior com recurso a crédito…

            Parece-me certo.

          • Realista says:

            Portanto estas a dizer que é mais vantajoso comprar um veículo elétrico a pronto do qualquer carro a combustão de valor de valor inferior com recurso a crédito…

            Parece-me certo.

  8. B@rão Vermelho says:

    Longe vão os tempos dos Toyota Corola, Toyota Dyna, Mercedes 200D ou os 300D, Nissan 120Y e tantos outro modelos, com o desenvolvimento para sensores e mais sensores a fiabilidade caiu por terra.
    é mesmo o caso de se dizer que já não se fazem carros como antigamente. 🙂 🙂 🙂

    • Realista says:

      São carros dos tempos em que fazer uma viagem Porto-Lisboa era um acontecimento da década.

    • JL says:

      Os sensores só trouxeram fiabilidade, porque nessa altura os sensores eram o condutor.

    • Grunho says:

      Ora aí está uma boa razão para manter ao serviço os bons velhos carros, principalmente a gasolina, sem turbos nem sistemas de injeção ultra-sofisticados, pelo menos até que os fabricantes europeus sejam encostados à parede e forçados a produzir simples, barato, fiável e reparável, ou então a fechar portas, que é o que merecem. Viva a cubanização do parque automóvel.

      • Realista says:

        Os bons são os antigos com carburador, sem turbo, simples de reparar e que gastam 1L/10km de gasolina…

        • Grunho says:

          Isso é o que gasta um SUV de 2 toneladas zero kms. E fora o consumo de combustível ainda está fabricado para arruinar o incauto em reparações.

          • Realista says:

            Os carros a gasolina mais económicos da época de 80, gastavam 7L/100km. Por exemplo um Mini 850, dos anos 80 com 34cv tinham consumos de 6L/100km. Uma citroen 2CV tinha consumos de 7L/100km com um motor de 375cc… Se quisesse uma coisa melhor como um Renault 5 TL com um motor de 0.8 já tinhas 41cv e um consumo de 8L/100km.

            Para além disso não nos podemos esquecer que a autonomia destes veículos era mais reduzida, porque os depósitos eram de 25L, ou seja, possuíam autonomia menor que 350km.

            Mesmo se quiser ir para veículos do final do século XX, um Golf 3 1.4 tinha consumos de 8 a 10L/100km. Um Clio 1.2 de 1990 tinha consumos de 7L/100km… e com isso só conseguias autonomias inferiores a 500km nos seus tanques de 40L.

            Para além disso parece-me que para quem é saudoso dos veículos antigos e apela por motores atmosféricos e de injeção indireta não me parece se adeque ao que afirma hoje em dia, isto é, estar a circular sempre a mais de 150km/h e obter consumos económicos…

            … e sobretudo parece um contra-senso para quem diz que necessita de 1000km de autonomia quando os veículos de antigamente nem metade disso tinham capacidade.

            Assim, daquilo que afirma parece que o ideal para si é mesmo um carro elétrico já que possui mecânica simples, possui potência, possui economia e tem uma autonomia que lhe serve para as suas utilizações habituais que claramente são inferiores a 1000km.

            Já dá para entender que quando tiver um carro elétrico vai adorar…

          • Grunho says:

            Na década de 80 tive eu um Uno 45 S fire 1000 que me chegou a fazer 3,75 para Paris. Demorei 3 dias a chegar, era só seguir camiões para cortar o ar e alternar entre ponto a 5.a e o ponto morto de caixa para poupar, mas poupou mesmo. Só que aquilo 710 kgs. Hoje em dia hà motos a pesar mais.

          • Realista says:

            Os consumos médios de um Fiat Uno 45S de 1980 eram de 6 a 7L/100km e existem pessoas nos fóruns de clássicos a confirmar esta informação.

            Por isso, para teres um consumo de 3.5L/100km tiveres de andar devagar e com ajuda de outro veículo para te cortar o vento, o chamado hipermiling e isso está longe do tipo de condução que referes ter e que queres que os outros tenham na estrada…

            Lamento, mas não há milagres… e não te esqueças que de Lisboa a Paris são 1700km, ou seja, se precisaste de 3 dias significa que fizeste 550km por dia e isso está longe dos 1000km por viagem que dizes necessitar.

            Como as coisas mudam e com certeza qualquer dia estas a dizer que adoras o carro elétrico.

            🙂

          • Grunho says:

            O 45 S era de 1985, chegou cá em dezembro. E homologava 4,1 a 90 estabilizados. Abaixo de 90, como eu andei pelas nacionais, e a deslizar em ponto morto quando compensava mais que o corte de injeção, que ele já tinha, gastava ainda menos. Não era milagre, era o facto de pesar metade dos carros actuais.

          • Realista says:

            Os consumos do Uno 45S são de 6 a 7L/100km mesmo em 1985.

            https ://www.ultimatespecs.com/pt/car-specs/Fiat/14807/Fiat-Uno-45S-Fire.html

            https ://portalclassicos.com/foruns/index.php?threads/fiat-uno-45s-evolution-1992.35906/

            O tipo de condução que fazias para obteres poupanças de combustível é precisamente o que os carros atuais fazem, mas fazem-no de forma eletrónica e de forma mais segura. Por exemplo numa descida ao retirares o pé do acelerador de um veículo atual ele já não injeta combustível e ao mesmo tempo torna a condução mais segura porque tens o carro engatado ao contrário do que fazias anteriormente onde tinhas que desengatar o carro e ele ficava livre para além do perigo de o carro ir abaixo ficavas sem travões e de estares a causar mais stress aos travões.

            Os carros atuais fazem atualmente o mesmo que fazias (para além do que tu fazias eu costumava desligar o carro nos semáforos para poupar gota, por exemplo) e hoje em dia isso é chamado de start-stop…

            Os carros atuais apenas fazem o que tu, e eu, fazíamos mas agora fazem-no em segurança e de forma automática, acrescido de mais tecnologia de segurança e de impacto ambiental daí serem mais pesados.

            Não há milagres.

  9. says:

    Eles comparam é um electrico novo, com um combustao com 300 mil km!!! comparar em iguais circunstancias, esta quieto!!! E respectivos preços de reparaçoes, também nunca falam!!! Até existem cabeças que falam que uma bateria dura mais que um motor de combustão com 35 anos.

    • JL says:

      Errado:

      “Os dados relativos aos automóveis registados entre 2020 e 2021 mostram que a ADAC regista apenas 3,8 avarias por cada 1.000 veículos elétricos. Em comparação, os modelos com motor de combustão interna do mesmo ano registam 9,4 incidentes.”

  10. Zé manel says:

    HA a boa velha areia para os olhos, jornalismo de qualidade, ou então pior.

  11. Mendes says:

    Também concordo que as reparações poderão ser mais caras agora no início por variadíssimas razões. Uma delas é continuar a travar o interesse por o veículo elétrico. Mas o futuro vai trazer o interesse, por parte do construtor de automóveis, em que o seu produto vá menos vezes á oficina. Os leitores mais velhos lembraram se que os veículos tinham que fazer revisões,mudanças de óleo aos 3,6,10 mil km. E hoje fazem se revisões com 20,30 e mais mil km.
    Os construtores também irão ter substituíveis eletrônicos tal como peças mecânicas para as reparações serem mais rápidas. Pois alguns componentes eletrônicos também se saturam muito mais rápido e na composição do sistema terá que haver forma de substituir rapidamente esse setor, (tira uma placa eletrónica e mete outra).
    Pois, temos que esperar que a indústria automóvel se vire com tempo. Mas, como se já tem dito, já se fez mais em 10 anos no elétrico (apesar dos contracensos), do que em 100 anos no tradicional.

  12. Vitas says:

    Quem tem eléctrico já não volta atrás…

  13. Zé manel says:

    Vamos la ver não tenho nada contra o automóvel elétrico, agora tenho contra manipulação de opinião, este e outros artigos que já vi como este são claramente produzidos para manipular a opinião do consumidor.

  14. Yamahia says:

    Ahhhh poizé, por isso é q Toyota, Lexus, Subaru…aparecem sempre nos píncaros da fiabilidade e os Teslas, Rivians e outros q tais sempre na lama da fiabilidade.
    Essa ADAC já nem disfarça, está completamente transformada na UVE lá do sítio. 😛

  15. r41m31 says:

    Trabalho num gabinete de contabilidade e posso afirmar, sem dúvidas, que a despesa de um eléctrico é MUITO inferior à de um ICE. Em termos de avaria, só conheci uma numa empresa, e foi na garantia, e já lá vão 3 anos, e não pagou nada nem teve stress (não era Tesla). Posso dizer que a média dos veículos eléctricos do meus clientes andam nos 200.000km (alguns já andam nos 400.000km). Os documentos todos passam-me pelas mãos e por isso sei os valores e os kms. E não acredito que sejam excepção à regra porque já são muitos veículos eléctricos nas empresas, muitos deles até nem são tratados da melhor forma, na utilização e carregamentos, mas esta é a realidade.

  16. says:

    Mais uma vez, se sao tao bons… porque tem tantos incentivos??? Um dia destes vi um tesla de 2020 por 14 mil eur, bateria a 72%… haja coragem para o comprar!!! Boa sorte que são bons!!!

    • JL says:

      Se os a combustão são tão bons, porque têm e tiveram incentivos ?

      Um dia destes vi um Peugeot de 2019, com 90 mil KMS, haja coragem para o comprar.

      Boa sorte que são bons!!!

      • Mário says:

        Não seja mentiroso.
        Porque é preciso andar quase a enfiar os elétricos pela goela abaixo?

        E porque é que a eletricidade é subsidiada? Estava a pensar em si. Já deve ter ido ralhar com o são Pedro, oh então está a passar frio para não ter que comprar á rede.

        • JL says:

          Quem é que anda a enfiar eléctricos pela goela abaixo ? você ? qual tem ?

          Porque é que o combustível é subsidiado ?

          Estou a passar frio porquê ? ainda ontem tive um belo dia de produção que chegou para carregar as baterias, podem estar 4-5 dias completamente nublados que nem preciso de ir à rede.

          • Mário says:

            Desligue a cassete que já enerva. Mas não ligue os ACs que isso gasta e depois tem que comprar energia á rede e isso é pecado.

  17. Valter Antunes says:

    Que génios… Espero que não tenham perdido mais do que 5 minutos a fazer tal “estudo”.
    Só que, talvez por “lapso”, não fizeram a mesma comparação com custos de reparação e como um EV pode ser, a qualquer momento, desativado, sua posição e dados estarem 24/7 a serem transmitidos, para além do interior observado, todas as conversas escutadas por terceiros, sem consentimento ou conhecimento do proprietário.
    “Lapsos”…

  18. Pedro P says:

    A faca da cozinha também tem menos avarias do que uma motoserra

  19. as coisas says:

    Quando aparecem estes títulos já sei que um dia destes vai aparecer o artigo do afinal…. ou para todos, muitos queriam, ninguém esperava, numa coisa que só clicando é que se sabe. E por fim, o típico simples.

  20. Yamahia says:

    https ://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/amp/alverca-sem-luz-ha-mais-de-24-horas
    Cumprimentos

  21. Gouveia says:

    Desculpem lá, mas ha aqui algo que nao bate certo. Ja viram os problemas com os Teslas e com os Polestar…
    Falta colocar aqui de que se trata de uma promoção/ anúncio.

  22. eu says:

    Não sou rico, vou continuar com o meu carro Dieselgate de 2012.
    É a opção mais económica e menos poluente para o meu caso.

    • says:

      Para o seu caso e para a maiora das pessoas, mas insistem que nao!!! O que mais desejo é que comprem muitos muitos EVs para baixarem os preços de belas maquinas a diesel ou gasolina.

      • Yamahia says:

        Infelizmente @Zé, é ao contrário. Apesar de todas as evidências de q tal política penaliza os mais carenciados, sobretudo na distribuição alimentar, construção social, etc, os alucinados continuam a carregar no preço dos combustíveis rodoviários como se não houvesse amanhã. O que verdadeiramente importa é q o gado compre elektros a preços contidos.

  23. argh says:

    Mais uma tentativa de doutrinação. Ninguém está contra os EVs mas tão somente contra os seus preços absurdos. Quando custarem o mesmo que um ICE a questão nem se colocará! A manobra actual parece ser a do encarecimento dos ICE de tal forma que os EVs pareçam acessíveis. Não vai funcionar e o resultado será simplesmente um efeito havana! No final apenas conta o preço de aquisição e utilização, seja ICE, EV ou vapor!

    • JL says:

      O que estão a dizer é o preço é mais baixo, e não absurdos.

      Eles não estão a encarecer, sempre foram mais caros, só na aquisição é que são mais baratos, são tipo impressoras a jacto de tinta, são baratas a comprar, mas caras de operar.

  24. PTO says:

    E novidades?

    Considerando que os EVs não têm a complexidade de um motor de combustão e de toda a mecânica que lhe está associada, mal seria se não fosse assim. No entanto tenho lido relatos de utilizadores de EV’s que as revisões de EV’s nas marcas não ficam assim tão mais baratas quando comparadas com as revisões dos ICE. Quer-me parecer que algumas marcas estão a inventar valores de revisões para compensar a diminuição dos ICE. Ou seja, o consumidor é sempre f*dido na carteira, seja com um ICE ou com um EV.

    • Yamahia says:

      @PTO, na verdade a fiabilidade elektros é uma treta. Essa ADAC já teve melhores dias. Hoje está feita com o terrível lobby elektro.
      A verdade da coisa está aqui, TUV:
      https://www.tuv.com/press/en/press-releases/tuev_report_2026_en.html
      Na faixa 2-3 anos, um Tesla modelo y dá 8,5x’s mais problemas q uma Mazda 2. Nem quero imaginar qdo tiverem 5 ou 6 anos,loool

      • JL says:

        Então quer dizer que quando a tuv confirmar que os eléctricos são mais fiáveis, porque esse só diz mal da Tesla, a Tuv também passa a estar na lista desses lobbies? Quer dizer que agora está em que lobby ?

        • Yamahia says:

          Não fala nada só de Teslas, fala da generalidade dos elektros, simplesmente os Teslas são um FLOP ainda maior q os outros.

          • JL says:

            Onde é que fala na generalidade dos eléctricos ?

            Se fossem flop você não estava preocupado.

          • Yamahia says:

            Fala em 18 elektros e os piores elektros são o model 3 cuja bronca já vem o ano passado e o y que só teve dados este ano.
            Compre a informação para ver dados dos outros.

          • JL says:

            Então não fala na generalidade.

            O a seguir é Toyota.

            Comprar ? Para sustentar um lobby ? Nem morto.

          • JL says:

            Até pelos resumos se vê que você inventa e mente, ah e tal os eléctricos baixam a fiabilidade das marcas, depois vem a tuv falar isto:

            “Small car wins, many electric cars among the best”

            https://www.tuev-nord-group.com/en/fewer-defect-free-vehicles-at-tuev-nord-stations/

          • Yamahia says:

            Não estou a perceber onde VC quer chegar.
            Eu repito a ver se lhe entra nessa cabeça dura:
            “…Na faixa 2-3 anos, um Tesla modelo y dá 8,5x’s mais problemas q um Mazda 2…’ na mesma faixa.

            É evidente q o índice de defeitos da generalidade dos carros aumenta com a idade.
            O modelo y na faixa 2-3 anos já está ao nivel da média de todos os outros carros com 10 anos (aqueles que o governo português considera lixo) . É o que se extrai do artigo que VC foi buscar.
            Nessa perspectiva um modelo y na faixa 2-3 anos é já puro lixo.

            Nem queira imaginar o índice de defeitos qdo houver dados de elektros com 10 anos.

            Em resumo e como se extrai da capa da Bild:
            1⁰_ Tesla=FLOP
            2⁰_Carro barato a combustão=TOP

            Trate-se homem.

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