Blue Origin de Jeff Bezos lançou foguetão com duas naves da NASA com destino a Marte
Assinado pela Blue Origin de Jeff Bezos, um enorme foguetão New Glenn descolou com sucesso, ontem, para colocar duas naves espaciais da NASA em órbita. Posteriormente, estas seguirão para Marte.
Na quinta-feira, a Blue Origin lançou com êxito o seu enorme foguetão New Glenn com duas naves da NASA com destino a Marte. Este foi apenas o segundo voo do foguetão no qual a empresa de Jeff Bezos e a NASA estão a depositar expectativas para, futuramente, transportar pessoas e abastecimentos para a Lua.
Com 98 metros de altura, o New Glenn cruzou o céu, depois de descolar na estação da força espacial de Cabo Canaveral, enviando os gémeos orbitadores de Marte da NASA numa longa viagem até ao planeta vermelho.
A descolagem esteve parada durante quatro dias devido ao mau tempo local e a tempestades solares, que pintaram o céu com auroras até à Florida.
Pela primeira vez na história da empresa, a Blue Origin recuperou o propulsor, após a separação do estágio superior e dos orbitadores de Marte, num passo crucial para reutilizar o equipamento e reduzir custos, de forma semelhante ao funcionamento dos foguetões da SpaceX.
— Jeff Bezos (@JeffBezos) November 13, 2025
Naves rumarão a Marte para estudar o planeta
De nome Escapade, os orbitadores de Marte passarão um ano estacionados a um milhão e meio de quilómetros de distância da Terra. Assim que os dois planetas estiverem idealmente alinhados, os gémeos aproveitarão um impulso gravitacional da Terra para seguir para Marte. A chegada está prevista para 2027.
Uma vez em Marte, as naves da NASA irão mapear a atmosfera superior do planeta e os campos magnéticos dispersos, estudando a forma como estas regiões interagem com o vento solar.
As observações deverão esclarecer os processos que levam à fuga da atmosfera do planeta vermelho, contribuindo para explicar como este passou de húmido e quente para seco e poeirento.
Além disso, os cientistas vão estudar as melhores formas de proteger os astronautas do ambiente de radiação intensa de Marte.
NASA tem planos para voltar à Lua
A agência espacial tem-se apressado para, mais uma vez, conseguir colocar astronautas na superfície lunar até ao final da década. A pressa deve-se à ambição de superar uma missão chinesa com o mesmo objetivo.
A Blue Origin, de Jezz Bezos, fundador da Amazon, detém um contrato da NASA para a terceira alunagem tripulada no âmbito do programa Artemis. A SpaceX de Elon Musk venceu a empresa para as duas primeiras alunagens tripuladas, utilizando o seu foguetão Starship.
Contudo, no mês passado, o administrador interino da agência espacial norte-americana, Sean Duffy, reabriu o contrato para a primeira alunagem tripulada, alegando preocupações com o ritmo de progresso da Starship nos testes de voo realizados no Texas.






















NB: ao segundo voo, foi recuperado o foguetão da Blue Origin, como faz a Space X.
Quanto à missão Artemis 3 para a Lua, não é impossível que seja feita com: o foguetão e nave da NASA (para levar e trazer os astronautas para/da órbita lunar) + foguetão e nave da Blue Origin (para ida de volta de parte dos astronautas da nave da NASA para a superfície lunar) – em vez da Space X. Se quiserem mais detalhes (link). O que está atualmente previsto é que, segundo o orçamento de Trump para a NASA, as viagens à Lua se fiquem pela Artemis 3.
https://pplware.sapo.pt/internet/spacex-lancou-o-plano-starlink-mais-barato-ate-a-data/#comment-3813617
e a Spacex a ficar apra tras
Este foguetão é ligeiramente superior ao faclon 9 que a spacex já recupera e faz missões há anos ahah, a starship é outra liga ahah
A spacex faz isto há mais de 5 anos ahah até um carro já meteram em marte
Rui, o carro não está em marte, está a orbitar o sol.
desde 2014…
O New Glenn é mais próximo do Super Heavy, do que dos Falcon (incluindo o heavy).
A carga, de ontem, foi um extra. A NASA quer testar uma nova forma, de ir até Marte. A ideia era usar o 3 estágio, do Artemis 2, para lançar, as sondas, para Marte. Só que, a missão atrasou-se. Pagar 980 milhões, à SpaceX, para as lançar, com o Falcon Heavy, passava o orçamento. Surgiu a hipótese de serem lançadas, por este, por 65 milhões (não tinham seguro). Com a melhor parte que vão ter 9 meses, para serem testadas e planear coisas, para a Gateway 3 (mesmo que o Trump já a tenha cancelado).
Não, esta missão inicialmente até estava planeada ir juntamente com a missão Psyche da NASA que foi lançada num falcon heavy no entanto esta missão mudou e já não foi possivel irem as 2 juntas então a NASA abriu um concurso para lançar esta e BO ganhou por 20 milhões, nem sei se a spacex fez proposta para esta mas a BO fez uma proposta abaixo do nivel de mercado para ajudar a financiar o New Gleen.
E em relação a comparação o falcon heavy até é mais capaz que new gleen
FH to LEO 63k kg
NG to LEO 45k kg
A vantagem do NG é que o volume é consideravelmente maior e no geral o veiulos sao diferentes porque o falcon heavy a spacex permite desperdiçar 1 ou mesmo os 3 boosters para levar uma payload maior ou mais longe e a BO não está dispostas a desperdiçar o booster devido ao seu valor mais alto no entanto diria que se o preço for o certo a BO desperdiça sem problemas
O New Glenn é superior ao Falcon Heavy.
Esta missão, foi para mostrar que são capazes de recuperar o primeiro estágio, pois as sondas, da NASA, além da missão (só chegam a Marte em 2027), foram planeadas para testar uma nova forma de viajar, para Marte.
O normal é usar a janela, de 23 dias, a cada 800 dias, em que a Terra ultrapassa Marte, no plano orbital. Com a distância, a ser mais reduzida, é a viagem mais rápida. Só que, 23 dias, a cada 800 dias, é um espaço temporal, muito curto, para lançar missões.
A ideia é colocar satélites, naves ou cargueiros, no ponto Lagrange 2 (para quem já ouviu falar, é onde está colocado o James Webb), onde não gastam combustível. O ponto fica a milhão e meio de quilómetros, entre Terra e Marte. Graças a ficarem, numa órbita estável, podem ser lançados, até 18 meses antes, da janela para chegar a Marte.
A ideia é a base da Gateway 3 (nessa localização) e Gateway 4 (Marte). Para ir para a G3, podiam lançar humanos, em qualquer altura. Ao mesmo tempo, enviavam peças, da nave, para a viagem, a Marte. Quando abrisse, a janela mais curta, partiram, dali, para Marte. Pouparia muito combustível e permitia, várias missões e, mais importante, permitiria viagens, de 4 meses, até Marte, podendo aterrar, operar, por 7 a 9 dias, regressando à órbita e viajando de volta, à G3, numa missão de 15 meses.
Se der resultado, já estão planeadas, várias, missões idênticas, incluindo o lançamento da Nexus, que irá recolher, as amostras, do Perseverance, trazendo para a Terra, em 2032.
“” O New Glenn é superior ao Falcon Heavy “”. Diz-me que odeias a SpaceX por causa do Elon, sem mo dizeres directamente. O Bezzos tem muito que arranhar pra chegar ao nivel actual dos falcon 9 ou até mesmo do Falcon Heavy. Enfim, odios de estimação ideológicos.
Ódios – e amores – de estimação ideológicos.
O que não se pode ignorar é que o segundo voo do New Glenn foi um sucesso. A Blue Origin parecia definitivamente arredada da corrida espacial e não está.
Parece-me é que a corrida espacial pode bem acabar, a menos que os chineses piquem Trump para continuar, por receio de a China ultrapassar os EUA.
Vai ultrapassar- é preciso é perceber quando. Tu também adoras o Elonzinho hahahaha. Concorrência é sempre boa, e dinamizadora . Mas convém perceber que a SpaceX foi pioneira em muita coisa e leva varios jogos de avanço. Mas por mim, GO Amazon 🙂
Em termos de carga para orbita o NG é bem inferior ao Heavy e menos versatil a vanatgem que tem é o volum e de carga.
Melhor que o falcon 9, muito igual ao falcon heavy, 10 anos a traz do starship.
Parece que esse foguetão não perde pedaços (placas) pelo caminho.
A SpaceX é líder no trollanço no X.
E lider nos lançamentos mundiais já agora, com o preço mais barato do mercado