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Empresas chinesas de carros elétricos dominam vendas globais

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. mamba says:

    Claro. Mesmo na Europa, as marcas europeias focam-se e sempre se focaram no mercado de luxo no que toca a EVs.. mas esquecem-se que muito do povo também gostava de ter um EV mas não pode pagar o que pedem. Aí chegam as marcas asiáticas: KIA, Hundai, BYD, entre outros. São muito melhor negócio para o comum dos mortais, para além de melhor apoio pós-venda e garantias de 7 anos ou mais. (sim BMW, estou a olhar para ti..)

    Se pudesse comprar um EV, era para aí que ía.

  2. Max says:

    Continua a trapalhada com o que é que são os “carros elétricos”. Para o ICCT, citado no post, os ZEV (veículos de emissões zero) são os BEV (100% elétricos) e os FCEV (Fuel Cell Electric Vehicle – Veículo Elétrico com Célula de Combustível, “que é um tipo de veículo elétrico que utiliza células de combustível de hidrogénio para gerar eletricidade, a qual alimenta um motor elétrico responsável pela propulsão do veículo”.) Nada contra, a que lhes chamem ZEV, como faz o ICCT, ou “veículos elétricos” juntando os elétricos a bateria e os elétricos a hidrogénio.
    Já o post diz que: “empresas como a Geely e a SAIC já atingiram 50% da quota de vendas de veículos elétricos – onde se incluem os elétricos a bateria [BEV] e os híbridos plug-in [PHEV]”, que não tem nada a ver com o que escreve o ICCT.

    • Citando, “Geely and SAIC reached 50% EV (BEV and PHEV) sales shares before applying our adjustment factors for PHEVs and both met their 50% EV by 2025 target 1 year ahead of schedule.”.

      • Max says:

        Citando o relatório (link por baixo da 1ª foto: “Esta terceira edição do relatório Global Automaker Rating da ICCT avalia como as maiores montadoras do mundo se comparam na transição para ZEVs – ou seja, veículos elétricos a bateria (BEVs) e veículos elétricos de célula de combustível (FCEVs).”
        No resto do relatório põem sempre os PHEV fora dos ZEV.
        Mas verdade seja dita, outras fontes incluem os PHEV nos ZEV, é cada cor seu paladar, como no que é que são carros elétricos.
        Quanto ao ajustamento de que fala o ICTT, dos PHEV da Geely e da SAIC, não é somá-los para obter o número de NEV – é atribuir-lhes um factor de ajustamento (ponderação) para poder comparar com as empresas que só produzem NEV (BEV+FCEV).

      • Yamahia says:

        Era importante saber qts % EREV e quantos % PHEV além de dos BEV.

        • Max says:

          Se somassem os EREV aos BEV não vinha daí mal ao mundo – porque a tração é sempre elétrica, o motor de combustão serve apenas para dar mais alguma autonomia, para não se ter que andar com o coração nas mãos. Já juntar PHEV e BEV e chamar-lhes carros elétricos (ou NEV) é uma aldrabice, que o ICTT não faz.

          • Yamahia says:

            Max, não estamos a falar do velhinho I3 REX que tinha um extensor de ≈ 8 litros de gasolina.
            Estamos a falar de mastodontes com depósitos com capacidade para 60 e 70litros. O motor ligado às rodas até pode ser eléctrico mas esse facto não muda nada ao nível dos consumos de combustível rodoviário.
            Para produzir 20 kWh (suficiente para 100 kms a andar com cuidado) um ERVE mama ≈9litros (considerando as perdas no carregamento).
            São piores que os PHEV.

          • Max says:

            Pois, os EREV são mais uma trapalhada, Uns somam-nos aos BEV e outros aos PHEV.

  3. Yamahia says:

    “…destacam-se pela utilização de aço verde…”
    Quando pensas q já nada te vai surpreender, eis que… o greenwashing ganha mais uma medalha de criatividade.

    • Anung says:

      A “causa verde” já atingiu níveis de estupidez magaliticos.
      Será que ainda veremos melhor que o dito “aço verde”?

      • Alpoim Calvao says:

        Mas vocês sabem o que é o aço verde? Pois faz sentido apoiar a utilização de energias renováveis no processo de produção do aço, uma vez que se trata de uma indústria altamente energética e poluente. Como vemos em muitos lugares, o uso de hidrogénio e outras fontes de energia limpa já é possível.

        Só para informação: a indústria do aço é responsável por cerca de 7% a 10% das emissões globais de CO₂.

    • Max says:

      Pois, isto do aço verde tem que se lhe diga. O aço verde é produzido:
      – usando energia elétrica renovável (eólica e fotovoltaica solar) para aquecer os fornos, em vez de carvão (coque)
      – usando hidrogénio, obtido por eletrólise da água, usando energia elétrica renovável, para esse aquecimento
      – ou, no caso do Brasil, usando carvão vegetal, de eucaliptos plantados e que capturam CO2 do ar (ou seja, a siderurgia é neutra quanto à emissão de CO2).
      É verdade que no aquecimento de fornos elétricos ou na produção de hidrogénio, não há garantias de que a a eletricidade utilizada veio totalmente de fontes renováveis (e se tiver sido, visto que nenhum país garante a 100% a produção de electricidade com energias renováveis, quer dizer que obrigou a aumentar o consumo proveniente de outras fontes noutro lado). Mas, se o aço verde não reduz totalmente as emissões de CO2 reduz grande parte.

      • Yamahia says:

        A Mercedes fez muito barulho com o Classe EQXX a usar aço verde da H2 Green Steel. Sabes quantos EQXX andam por aí? Zero à venda. Protótipo.
        Isto é a mesma conversa das baterias. Pode haver umas quantas para um nicho mas é só para botar no relatório do greenwashing.

  4. Scarlos says:

    E ate serem proibidos como vai acontecer nos USA a partir de 2028 nenhum carro chinês pode circular desde que tenha software chinês a europa vai ser logo a seguir.

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