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A Terra está mais próxima do Sol hoje: é o dia do periélio

Hoje, 2 de janeiro de 2021 pelas 14 horas, a Terra esteve no ponto mais próximo do Sol, o periélio. Assim, o nosso planeta esteve a uma distância de 0,983257060 unidades astronómicas (UA), ou a cerca de 149,6 milhões de quilómetros da sua estrela.

A título de curiosidade, a Terra viaja pelo cosmos a uma velocidade de 30,75 quilómetros por segundo.

Ilustração da distância da Terra em relação ao Sol, o periélio


Via Láctea pode estar cheia de civilizações mortas

A Terra pode ter recebido vida muito depois de outros planetas. Além disso, a vida neste canto da galáxia pode ter sido bafejada pela sorte. Segundo um estudo agora apresentado pela NASA, a grande maioria das civilizações alienígenas que já floresceram na nossa galáxia provavelmente estão mortas.

A nossa galáxia é formada por centenas de milhares de milhões estrelas. Poderão ter alimentado vida inteligente antes da Terra ter vida.

Imagem da Via Láctea, a galáxia da Terra que terá vidas alienígenas mortas


Misterioso sinal de rádio detetado na estrela mais próxima da Terra

Numa galáxia tão grande como aquela em que vivemos e com um espaço enorme maioritariamente desconhecido, seríamos ingénuos se acreditássemos que somos os únicos seres vivos a marcar presença. Assim, existem astrónomos que investigam (e andam mesmo à procura) de elementos que possam confirmar essas civilizações alienígenas.

Assim sendo, um grupo de astrónomos detetou um “sinal intrigante” na direção da Proxima Centauri, o sistema estelar vizinho da Terra.

Telescópio Parkes, na Austrália.


Investigadores dizem que a existência de vida na Terra “foi uma sorte”

A Terra tem vida há mais de 3 mil milhões de anos. Contudo, de lá até agora, ainda há muitas respostas por dar que justifiquem como foi possível manter o planeta habitável. Segundo uma nova perspetiva descrita num estudo da Universidade de Southampton, é quase certo que a vida na Terra se deve, pelo menos em parte, à sorte.

A investigação sugere que a conjugação de elementos, entre eles a sorte, poderá aumentar as hipóteses de se encontrar vida nas chamadas “Terras gémeas” no Universo.

Imagem planetas como a Terra no Universo


A Terra passou 500 milhões de anos a criar e a engolir continentes mortos

Se hoje a Terra é um lugar pacífico para se viver, em termos geológicos e de formação do planeta, nem sempre foi assim. Os primeiros 500 milhões de anos das ciências da Terra foram terríveis. Conforme mostra um novo estudo, na sua juventude, a Terra formou muitos novos continentes – depois engoliu-os a todos, deixando apenas alguns traços para trás.

Há cerca de 4 mil milhões de anos atrás, o nosso planeta era o que imaginamos como um inferno de fogo e destruição. Desse tormento nasceram os continentes, mas não os de hoje.

Ilustração da Terra na formação de continentes