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Conheçam os smartphones de 2018 que mais radiação emitem

Desde que os telefones móveis começaram a chegar ao mercado que existe a dúvida sempre crescente sobre o perigo da radiação e sobre os efeitos que esta tem nos utilizadores.

Todos os anos os equipamentos estão mais protegidos e emitem menos radiações. Ainda assim, alguns estão no topo da lista dos equipamentos com maiores níveis de radiação (SAR). Vamos conhecer os smartphones de 2018 que mais radiação emitem.

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Conheça os 15 smartphones que menos radiação emitem

As preocupações com as radiações emitidas pelos dispositivos que usamos diariamente são reais, por muitos estudos que indiquem que não existem provas de que estas radiações não são nefastas para a nossa saúde.

No mundo dos smartphones a Xiaomi, One Plus e Huawei estão no topo da lista com os smartphones que mais radiações emitem, mas há também aqueles que se distanciam deste ranking. Conheça os 15 smartphones que menos radiação emitem!

Note 8 - box


Saiba se o seu smartphone é dos que emite mais radiação

O Teste de Absorção de Energia, também conhecido por SAR, é o teste responsável por fazer a medição do índice de exposição à radiofrequência de dispositivos electrónicos, principalmente de telemóveis e/ou smartphones.

Hoje damos a conhecer quais os 15 smartphones que mais radiação emitem!


OnePlus 5T no topo da lista dos smartphones com maior radiação

Desde que surgiram, que uma das maiores preocupações associadas aos telefones móveis são os efeitos nocivos das radiações no cérebro. Os estudos sucedem-se, nem sempre com conclusões similares e sempre sem conseguirem ter uma resposta afirmativa.

Uma lista agora publicada veio mostrar quais os smartphones da atualidade que maior radiação emitem. O topo da lista pertence ao bem conhecido OnePlus 5T.

OnePlus 5T


Há ou não risco de cancro no cérebro por uso dos telemóveis?

Desde há mais de duas décadas que as pessoas se perguntam se “usar telemóvel” não trará problemas de saúde uns anos mais tarde. Cancro no cérebro derivado das radiações sempre foi uma “preocupação latente” do uso cada vez maior destas tecnologias, mas nunca se provou cientificamente que tal era verdade.

Agora, investigadores do National Institute of Environmental Health Science (NIH) e do National Toxicology Program (NTP) nos Estados Unidos, apresentaram dois estudos que poderão dissipar muitas dúvidas… e quem sabe, trazer outras!