Um grupo de cientistas diz ter conseguido melhorar as funções específicas do cérebro humano através da utilização de Inteligência Artificial (IA) aliada à estimulação elétrica do cérebro.
O estudo envolveu 12 pacientes submetidos a cirurgia cerebral para epilepsia.
Conforme acompanhamos, a tecnologia associada à Inteligência Artificial (IA) tem conhecido uma evolução singular que, para muitos, pode até ser assustadora. Por isso, o autor do best-seller “Sapiens” avisa que os cérebros humanos poderão vir a ser invadidos se a tecnologia não for regulamentada.
A resposta ao problema estará na cooperação global.
Nunca podemos pensar que estamos seguros com as medidas que, supostamente, foram criadas para nos ajudar. Aliás, a internet todos os dias nos mostra isso. Por exemplo, quer publicar no seu Facebook, ou no seu blog, uma imagem com o seu novo cartão de crédito que tem o símbolo do seu clube lá estampado. Tira a foto, faz um desfocar ou coloca um borrão em cima dos números do cartão e publica. Pois é, mas isso pode ser apenas o princípio da sua dor de cabeça.
Quem diz os números de um cartão, diz o rosto numa fotografia ou um qualquer dado privilegiado. Agora há uma nova técnica, que recorre à aprendizagem automática, que consegue decifrar as imagens desfocadas ou pixelizadas da internet.
Se a ficção dos filmes acaba por nos despertar algum medo, por vezes a realidade consegue ser ainda mais assustadora. Exemplo disso é um drone com inteligência artificial lançado por Israel com o objetivo de assassinar um cientista nuclear iraniano.
A missão foi realizada pela Mossad, em novembro de 2020, e o drone estaria equipado com uma metralhadora, câmaras e diversos softwares de Inteligência Artificial.
Ultimamente, o Facebook não tem tido uma boa imagem. Mesmo depois de investigado, continuam a haver casos ligados ao racismo na empresa. Desta vez, com a Inteligência Artificial (IA).
A IA do Facebook rotulou erradamente um vídeo de homens negros como ‘primatas’ e a empresa chamou-lhe “um erro inaceitável”.