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Tags: Atmosfera

Em mil milhões de anos a Terra poderá deixar de ter vida por falta de oxigénio

Se há recurso que tomamos por garantido é o oxigénio, porque, na realidade, não temos memória de algum dia ter sido posto em causa. Contudo, no início da história e da vida da Terra, os níveis de oxigénio eram muito baixos.

Como um ciclo, daqui a mil milhões de anos, é possível que esses níveis voltem a baixar a ponto de extinguir a maioria da vida na Terra.

Oxigénio na atmosfera


XPrize: Elon Musk investe $100 milhões em competição para “negatividade do carbono”

Além de ser o CEO de uma das mais icónicas marcas de carros elétricos, Elon Musk nunca escondeu a sua preocupação face às alterações climáticas. Aliás, acredita até que são de tal forma irreversíveis que uma das soluções é povoar Marte, de forma a garantir a sobrevivência da nossa espécie.

Indo ao encontro dessa sua preocupação, Elon Musk vai patrocinar uma competição que pretende descobrir tecnologias capazes de remover dióxido de carbono da atmosfera. Então, o XPrize vai envolver 100 milhões de dólares.

Elon Musk


Lua pode ter afetado a atmosfera da Terra aquando a sua formação

Há 4,5 mil milhões de anos, um corpo celeste do tamanho do planeta Marte colidiu com a Terra. Para muitos cientistas, este fenómeno originou a Lua, o satélite natural que conhecemos hoje. Aliás, esse grande corpo desfez-se e deu origem a uma grande quantidade de detritos.

Tendo sido esse um impacto absurdo, os cientistas descobriram agora que pode ter saído muito caro à Terra.


NASA mostra a realidade triste de Marte. Já foi um planeta habitável, hoje é desolador

Marte está nos planos das agências espaciais para ser visitado por humanos. Contudo, do que se vai conhecendo do planeta vermelho, a realidade é muito desoladora, face ao que, um dia, já foi. Durante a sua história, Marte pode ter sido um planeta habitável, em vez do mundo seco e triste de hoje. Isso pode acontecer, porque, ao longo dos milhões de milhões de anos da sua existência, a atmosfera de Marte esvaziou-se para o espaço.

Para entender melhor o que causou a perda de atmosfera marciana, os cientistas da NASA começaram a mapear as correntes elétricas de Marte na sua atmosfera. Poderão ser estas as responsáveis pela ruína do planeta vermelho.

Imagem de Marte, um planeta seco, sem atmosfera segundo a NASA


Novo buraco do ozono detetado, agora sobre o Ártico!

Vamos recuar ao tempo em que os clorofluorocarbonetos (CFC) foram identificados nos anos 80 como os responsáveis por fazer graves danos na atmosfera do planeta. Em 1985 era descoberto o buraco na camada de ozono. Desde essa altura o fenómeno passou a estar presente entre nós e aumentar significativamente. No entanto, a partir de 2012, o buraco começou a diminuir e foi dado mesmo como fechado há algumas semanas.

As más notícias mostram agora que se está a formar um outro buraco. Desta vez o problema está sobre o Ártico e não no Polo Sul!

Imagem resultado no Artico do buraco do ozono