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França aprova proibição das redes sociais para menores de 15 anos

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. leoni says:

    Domingo presenciei uma mãe comprando cerveja para uma menina de 13 anos. Rede é fichinha perto desse devaneio.

  2. Nuno+Palma says:

    Expliquem-me só como vão fazer isso na prática para eu aplicar cá em casa.

    • Incu says:

      Não sei como é que eles podem resolver isto, mas posso dizer uma forma muito simples que todos os pais deveriam aplicar.

      https://my.nextdns.io/

      Este serviço permite bloquear sites específicos ou categorias inteiras. Incluindo anúncios, embora não seja esse o foco deste comentário.

      Voltando aos bloqueios, é possível criar regras para bloquear redes sociais como TikTok, Instagram e afins.

      Depois, para aplicar essas regras, existem várias opções. Uma delas é ir ao router e alterar o DNS para passar pelo NextDNS. O problema é que isso afeta todos os dispositivos da rede, o que pode não ser o objetivo se existirem outros adultos em casa. Além disso, fora de casa, quando se usam dados móveis, os bloqueios deixam de funcionar.

      Outra opção é alterar o DNS diretamente no telemóvel da criança. No entanto, isto normalmente só funciona em Wi-Fi, o que volta a causar o mesmo problema fora de casa. Acresce ainda o facto de a criança poder eventualmente remover essas configurações de DNS.

      No entanto, o NextDNS permite instalar certificados no telemóvel. Esses certificados funcionam tanto em Wi-Fi como em dados móveis. Depois disso, basta definir uma regra no próprio telemóvel para que a remoção dos certificados exija uma palavra-passe. Se o telemóvel da criança tiver controlo parental ativo, isto faz-se facilmente.

      No final do dia, a criança continua a ter o telemóvel e pode usá-lo normalmente, mas com as redes sociais bloqueadas sem forma simples de contornar, pelo menos nesse dispositivo.

      Eu não sou pai, mas fico incrédulo com a permissividade de muitos pais em relação ao que as crianças fazem nos telemóveis, muitas vezes sem terem qualquer noção do que realmente se passa.

      Antes de dar um telemóvel a uma criança, estas medidas são essenciais, tanto para a segurança dos pais como, sobretudo, para a segurança da própria criança.

      (Lanço o desafio ao pplware para fazer um artigo sobre isto, penso que poderia ser algo util não só para pais com crianças, mas para todos).

  3. Rui Almeida says:

    A minha filha usa TikTok desde os 8 anos e faz imenso dinheiro nas lives. Agora com 16 anos ela a brincar só com lives faz 400-500 euros por semana. Para um jovem estudante não é nada mau

    • Vítor M. says:

      Há malta mentirosa :D, depois aparece tu com a bandeira 😉

    • Rui Tavares says:

      Acreditava se fosse noutra plataforma que não TikTok, talvez OnlyFans?

      Se ela ganha isso, vai lá ver o que a tua filha anda a fazer xD

    • GAMBITO says:

      Aos 18 fará lives no onlyfans e terá um pai orgulhoso.

    • Fusion says:

      No fundo, vês a tua filha como algo que serve apenas para fazer dinheiro, é isso? A saúde mental dela e o desenvolvimento cognitivo pouco importam, desde que ela ganhe dinheiro, certo?

      Não me interpretes mal. Eu, como adulto, adoro ganhar dinheiro. O problema não é ganhar dinheiro. Mas quando falamos de uma criança de 8 anos a ganhar dinheiro pela internet e os pais ficam todos orgulhosos e babados, alguma coisa está errada. E claramente não é com a tua filha.

      Mas enfim, todos sabemos que estás a mentir. Por isso, fica aí com a medalha de pai do ano.

      Spoiler alert, quando ela chegar aos 18 e começar a explorar outras plataformas, aí é que vai ser dinheiro a entrar. Vais ficar em êxtase nessa altura =)

  4. Max says:

    Isto não é nada linear.
    – Em França, desde 2023, que existe legislação (lei 2023-56608/07/2023), publicada a promulgada a 7 de julho em que a “maioridade digital” (abrir contas nas redes sociais sem consentimento dos pais se atingia aos 15 anos). Com consentimento de um dos progenitores podia ser aos 13 ou 14 anos.
    Mas esta lei nunca foi aplicada por não ter sido regulamentada e ter o bloqueio da UE, por potenciais conflitos com a lei dos serviços digitais (DSA) e a lei de proteção de dados.
    – No que toca à criação de contas nas redes sociais, agora já não se fala em consentimento dos pais, por isso a idade mínima passará a ser sempre os 15 anos (na Austrália são 16, também sem possibilidade de ser antes com o consentimento dos pais). Retirar a possibilidade de consentimento parental elimina a obrigação de fazer esse controlo, que deveria ser um dos “busílis” relativamente à lei de proteção de dados, ficando apenas o controlo da idade.
    O governo irá indicar quais são as redes sociais abrangidas (tal como na Austrália, em que algumas, como o YouTube Kids não são), que terão que criar processos, validados por uma entidade oficial, de comprovação de não ter idade inferior a 15 anos. Isso abrange todas as contas já existentes.

  5. John Coleman 300 says:

    Pedi ao chatgpt para criar uma caricatura que representasse os políticos portugueses. Criou a imagem de um porco com fato e gravata.

  6. Sail says:

    Portugal devia seguir o mesmo caminho de Proibir as redes sociais a menores de 15 anos ou que apresentem uma mentalidade equivalente.

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