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Vendas de carros elétricos em Portugal encostam motores a combustão à parede

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Anung says:

    Portugal é dos melhores países da europa para se ter carro electrico.
    Até eu, arqui-inimigo do JL, admito isso.

    P.s – Estou a brincar JL, um bom ano para ti e para os teus com muita saúde.

    • JL says:

      Temos mudar de país então ?

      Inimigo ? Não tenho inimigos.

      Bom ano, tudo de bom.

    • Grunho says:

      É dos melhores, ou mesmo o melhor país da Europa para ter carro a diesel enquanto ele for fiscalmente subsidiado pelos consumidores de gasolina. Acaba a subsidiação e começa a fiscalidade igual , e o diesel deixa de ser viável. Começa aí a corrida desenfreada aos eléctricos.

      • Anung says:

        E qual o problema? Diesel é o carro do proletariado.
        Gasolina é para capitalistas, ou conheche algum ferrari a gasóleo?

        • Grunho says:

          Diesel é carro para a burguesia exploradora. Não existe em segmentos A e B. A burguesia que tem ferrari sai com ele uma ou duas vezes por ano para o desfile da alta sociedade e na vida real anda de mercedes clase S ou bmw serie 7.

          • Anung says:

            Clio, astra, 308….são carros de capitalistas.
            És como o camarada maduro, querem ver toda a gente miserável.

          • Grunho says:

            Astra e 308 é segmento C. Clio não se vende aqui em diesel, senão custava praticamente o mesmo que um segmento C – acima de 35M euros.

  2. Rui Almeida says:

    Boa piada! Eletricos so na cidade, fora dela não servem muito limitados

    • TugAzeiteiro says:

      LOL…

    • Anung says:

      Exacto, começam logo a soluçar com a falta de transito!

    • JL says:

      Se não servem não compre. Mas já vi que não sabe do que fala.

      • Manuel da Rocha says:

        Eu e 73000 outros sabemos… por isso é que se abandonou, os EV, voltando para os fósseis, assim que foi possível, não perder os 80000 euros, de cada carro, de benefícios fiscais, que a empresa recebeu. É que 430000 euros, em 5 anos, a mais, para seguros, foi uma mocada, que levou, a maioria, da poupança, de não se pagar gasóleo. É que 5000000 milhões, de perfis online, são como você… “600000 euros, de poupança, em 8 anos, se usarem um EV, além de darem 4000 milhões, de ajuda ambiental”, depois, levam com 300%, a mais, no seguro e 500%, no seguro da habitação (para manter a protecção, de incêndio, em caso de carregar EV, em casa). Só que os 500000 milhões, de perfis, não falam disso.

  3. Mário says:

    Daqui a uns meses queixam se que a eletricidade está cara. O omie para início do ano está com uma média alta… Por isso.

    • Vítor M. says:

      Eu diria que, com estas guerras, instabilidades geopoliticas, é urgente darmos mais foco à produção de eletricidade usando os recursos que temos, como o sol, a água e o vento. Deveriam a UE deveria apostar mais na facilitação para a produção de energia ao nível doméstico, fazendo um ajuste direto do que se produz e injeta na rede, descontando 75% no valor no consumo da rede. Isso iria incentivar as pessoas a apostar mais em painéis solares.

      Deveria também ser estimulada a venda de energia solar em modo cooperativa (ou autoconsumo coletivo/comunidades de energia).

      Temos de ter menos dependência do petróleo.

      • TugAzeiteiro says:

        A questão é que a UE passa “a vida” a debater o sexo dos anjos… para alem de que há muitos interesses que fazem com que esse debate seja prioritário face a assuntos realmente importantes! Por isso a UE está como está e só tem tendência a piorar…

        • Vítor M. says:

          Verdade. De facto, e é apenas a minha opinião, a UE e as comissões responsáveis pela avaliação destes assuntos estão excessivamente carregadas de burocratas. Pessoas que transitaram para estes cargos para ganhar salários elevados e emitir pareceres, muitas vezes afastados da realidade prática (não faltam exermplos).

          Especialistas, gestores e investigadores, por não disporem de tempo ou perfil para navegar nos meandros da política, acabam por ficar de fora das estruturas da UE. O resultado é uma organização com muitos recursos financeiros, mas com apostas frequentemente frustradas, quase sempre a correr atás dos problemas, em vez de os antecipar.

          • Zé Fonseca A. says:

            Salários elevados na política?
            Essa foi para rir.
            Os ordenados mesmo em Bruxela são absurdos, ganhavam 4 vezes mais nas duas profissões

          • Vítor M. says:

            Não são bons salários? Claro que são, ganham entre 8 e 10 mil euros mês. Mais ajudas de custo de várias ordens. Se te dá para rir…

          • Zé Fonseca A. says:

            Talvez para os que vão da Europa de leste.
            Cá em Portugal facilmente ganhariam 20k como gestores ou consultores, se formos para outros países ganhavam muito mais.
            Nem precisas de ir mais longe, basta veres rendimentos dos ex gestores e consultores agora a candidatem-se a presidente da república, algum deles precisa da política pelo ordenado? O Cotrim foi para Bruxelas a perder mais de 200k ano face a ter continuado em Portugal com a vida dele.
            Em países mais evoluídos esses valores são ainda superiores, por isso não vejo onde alguém ganhe alguma coisa em ir para a política. Só se tiveres a falar da malta do PS, BE e PCP que nunca tiveram emprego na vida, sempre fizeram de subir às custas da política a sua “profissão”.

      • Rogério says:

        Exatamente, Vítor! A obtenção de capacidade suficiente de energia para as nossas necessidades é um fator primordial para a nossa resiliência nestas situações. Quer queiramos quer não, no caso de Portugal, a eletricidade deve ser a melhor aposta já que não temos recursos naturais para gás, petróleo ou semelhantes.

      • SrBla says:

        Faz-me uma confusão brutal como é que uma pessoa tendo painéis solares a injetar na rede para conseguir receber algum dinheiro tem de fazer 30 por 1 linha….
        devia ser logo um ajuste direto na factura, consumiu X e injetou Y e paga a diferença ou fica com um valor a credito….

        Eu insurjo-me muito contra os carros elétricos, e por razões obvias…. mas concordo que temos de cortar a nossa dependência energética do petróleo vindo sempre dos mesmos. Não tendo reservas, explorações, capacidade de invasão e controlo sobre outras nações como outros fazem, epah sim há que apostar na produção de energia de outra formas (até incluindo a nuclear), mas de tal forma que a opção de utilizar eletricidade me vez de derivados do petróleo gás seja efetivamente mais barata e conveniente para o consumidor.
        E tal como Mário de forma resumida escreve o que se vê é que o preço da eletricidade não para de subir, ainda a semana passada vi na app do galp frota um carregamento que fiz na rua que dá ara sensivelmente 200km ficou em 23€ (e eu sei que há umas taxas que não são cobradas por ser frota), faço as contas (para andar 800km são 92€) e vejo que não fica mais barato que gasóleo e fica quase entre o gasóleo e gasolina…. (entrar com tema de carregar em casa, na minha opinião não é verdadeiramente realista, em viagens longas carregas na rua, para quem não consegue carregar em cas ou de borla no trabalho, carrega na rua)

        • Vítor M. says:

          Sem dúvida. Chega mesmo a ser difícil de compreender e, se alguém souber explicar, agradecia o esclarecimento. Pagamos, por exemplo, o kWh a cerca de 0,16 €, mas quando “vendemos” energia à rede, após um conjunto significativo de burocracias, recebem-se valores na ordem dos 0,04 € por kWh, se não estiver enganado. Confesso que já nem tenho acompanhado o tema com atenção, tendo optado por resolver a situação de outra forma.

          Levanta-se depois outra questão que referiste: o lobby e a falta de respeito pelos consumidores. É evidente que alguém tem de suportar o arranque das tecnologias e os investimentos necessários, mas em Portugal a situação torna-se difícil de justificar. Não faz grande sentido, salvo melhor opinião, é injustificável que um carregamento na via pública possa custar, em termos de autonomia obtida, tanto como um litro de gasóleo. Entre taxas de utilização, taxas de ocupação e o preço do kWh, o valor final é um absurdo.

          • Mário says:

            Vítor, o que acontece é simples, se olharmos para a curva do omie, as horas solares são as mais baratas do dia, logo as comercializadoras não têm interesse em vender a preços altos a essa hora porque há imensa oferta, daí os valores. Além disso, o nosso kWh incorpora além do acesso á rede (+- 0.061€ por kWh) uma série de parcelas como os custos de regulação, mercado, etc.
            A única operadora que ainda fazia um preço razoável era a MEO com a contratação de múltiplos serviços.
            Na vertente física temos zonas com imensa produção solar, e a rede de baixa tensão não está preparada, de uma forma geral, para fluxo inverso de energia. Daí vermos pessoal a queixar se de ter tensões acima dos 240-250V durante o dia em casa (muita produção, pouco consumo). Resumidamente é isto.

          • Vítor M. says:

            Obrigado. Resolvi a questão com 10,2 kWh nas baterias. Mesmo assim no verão ainda faço várias oferendas à rede.

          • Zé Fonseca A. says:

            Na Austrália quem não tem baterias tem de pagar para mandar para a rede devido ao excedente.
            Overall painéis solares é péssima solução para produção de energia residencial, a única vantagem é ser barato.

          • Vítor M. says:

            É pessima solução? Porquê?

          • Zé Fonseca A. says:

            Precisas de muito painel para dar para uma casa de família e de noite não faz nada.
            Desde que meti uma turbina vertical deixei de ter consumos da rede e é uma casa no meio do Alentejo, a eficiência é incomparável à porcaria do solar e os valores não são muito mais elevados. Único arrependimento que tenho são 6 anos de LG chem sempre a dar problemas. Era muito giro no papel, um desastre na realidade, mais 4 anos e troco por enphase.

          • Vítor M. says:

            Não concordo. Num ano, e fazendo uma média, 6 a 10 painéis de 450 Wp já permite uma casa de família tirar muita energia solar e, ao longo de alguns anos, o investimento será amortizado. A partir daí, o valor líquido da energia será muito compensador. Para as noites, 4 baterias permitem ajudar substancialmente. No inverno, energia bi-horária permite já um equilíbrio no consumo.

            A caminho de um ano e, no meu caso, muito compensador.

          • JL says:

            Se tem de pagar, não envia, simples, metem em injeção zero, todos os inversores fazem isso.

      • Grunho says:

        Há mais de 50 ou 60 anos que descobriram essa pólvora. E no entanto continua tudo na mesma, ou até pior: andam os que têm pasta de SUV, outros não, até se endividam, só pelo prazer de gastar mais. Qual será a diferença entre um português e um calhau?

      • Mário says:

        Vítor, é uma boa ideia, o problema é que hoje em dia há zonas sobrecarregadas em termos de autoconsumo, e com as tensões a chegar aos 250, 260v

        • JL says:

          Então existe energia mais ?

          • Manuel da Rocha says:

            Nalguns ramais sim… se tiver 700000000 painéis solares, numa zona, é preciso, que a E-redes, divida, a carga, pela grelha energética de baixa tensão.
            É daí que é complicado montar 800000 milhões de painéis solares, nos Açores, ocupando 100 milhões de hectares, no Atlântico, sem pagar 5000000 milhões, de euros, para criar, ligações, de alta tensão, no fundo do oceano, para trazer, a energia, para o continente.
            O mesmo se passa com montar milhões, de painéis, em localizações remotas, precisam de pagar milhares de milhões, para os ligar, à grelha.
            Ainda pior, algo que as distribuidoras, de energia, andam a fazer: A EDPSU, é a única, que vai pedindo, e confirmando, as cadernetas prediais, para montar contadores. As outras (até a EDP comercial!!!), montam, mesmo sem cadernetas. Basta assinar contrato, e 500 contadores, a 13,8kVa, num ramal para 120 casas, com 6,9kVa… depois acham estranho, ficarem, sem electricidade, enquanto, o vizinho, que não tem 2 EV, 4 placas de indução e forno de 5000w, ainda tem electricidade.

          • JL says:

            Portanto nos Açores há mais área de painéis que área de terra ? interessante.

          • Mário says:

            Em alguns troços da rede sim. Há produção a mais e consumo a menos. Além do tap do transformador nem sempre ser automático.

      • João says:

        Um reator nuclear e muito investimento em painéis solares e baterias para armazenamento resolvia o problema de Portugal, nuclear é a fonte de energia mais limpa!

        • Vítor M. says:

          Exato. Mas, diria eu (não não percebo nada de centrais nucleares), seria mais interessante várias centrais pequenas. Aliás, a China tem 58 distribuídas pelo país. Em vez de uma gigante e mais ameaçadora, era de considerar várias pequenas. Mas o preço deve ser tremendo.

          • Zé Fonseca A. says:

            As pequenas é a nova trend, os US estão a seguir esse modelo, como Portugal é pequeno, os reactores são até 300 MW, com 10 fazias a festa para os próximos 20 anos

    • David Guerreiro says:

      O bom da eletricidade é que é democrática, qualquer país a pode produzir, de uma ou outra forma, ao contrário dos combustíveis fósseis que estão sujeitos à sorte que este ou aquele território tiveram em conter no solo reservas de petróleo ou gás. Enquanto dependermos fortemente nos combustíveis fósseis vamos também estar dependentes dos países que os produzem

    • JL says:

      E não está cara para os a combustão que consomem mais ?

  4. gixxerman says:

    noticia da treta, os consumidores estão a ser empurrados para a electrificação compulsivamente, porque as marcas estão a deixar de ter carros a combustão, algumas marcas já só têm hibridos para venda, quem tem pouco poder de compra vira-se para os usados a combustão. Eu bem vejo o que sofrem os colegas de trabalho com os Peugeot 2008 EV da empresa nas deslocações fora de Lisboa,

    • David Guerreiro says:

      Sim, é verdade. E carros a gasóleo ainda menos. Há pessoas a comprar carros novos a gasolina para fazer muitos km, o que sai caríssimo. Hoje em dia a grande maioria já são híbridos, no entanto acabam por não ser verdadeiros elétricos.

    • JL says:

      A ser empurrados ? Então qual comprou ?

      Quais as marcas que deixaram de ter a combustão ? A Tesla ? A Polestar ?

      Então porque não compraram o Peugeot 2008 a combustão ?

      • B@rão Vermelho says:

        A Smart e a Volvo deixaram de ter a combustão, só para dar dois exemplos deve de haver mais marcas embora a Smart está a voltar com a palavra atrás, mas nem é isso que esta em causa a questão é cada um compra o que pode e que melhor serva as suas necessidades, o “problema” é que parece que ninguém respeita as opções de cada um.

        • JL says:

          A Volvo ainda tem híbridos não recarregáveis, vai ter ao mesmo, a Smart desde 2019 que não tem a combustão.

          O que não faltam são marcas com veículos a combustão, muito mais do que eléctricos.

        • Zé Fonseca A. says:

          O meu volvo riu-se e cuspiu um pouco de gasosa.
          O que a volvo deixou de ter foi diesel, infelizmente.

  5. Inocêncio Coitadinho says:

    Adoro como os dados são apresentados. Dão a entender que são os 100% eletricos que estão a encostar os a combustão à parede, o que não é real. O que está a encostar os combustão á parede, são os de energia alternativas em que combinam eletrico + combustão. Esses sim encostam á parede os a combustão e os 100% elétricos. Muito deste impulso de vendas justifica-se que grande parte dos contrutores automóveis, apenas venderem as opções hibridas e a 100% elétricos.

    • JL says:

      Então quer dizer que os eléctricos encostaram os puramente a combustão à parede.

    • PTO says:

      Tens de aprender a ler para além do título.

      O artigo está bem explícito, pois diz no seu primeiro parágrafo que “O final de 2025 voltou a marcar um momento chave com as vendas de elétricos a estarem a poucas unidades de ultrapassar as vendas dos modelos a gasolina.”

      Se reparares nos gráficos verás que os BEV têm 23,2% e os ICE’s a gasolina já só têm 24,5%, uma diferença de apenas 1,3%.

      E não, eu não tenho nenhum carro elétrico ou híbrido.

  6. says:

    Mais cego é quem nao quer ver, coloquem os mesmo incentivos, mesmos preços e vemos qual é mais comprado!!! Mas isso nunca pode acontecer!!!! Em qualquer produto, apenas se apura qual seja melhor MEDIANTE as mesmas circunstancias!!!!!

    • B@rão Vermelho says:

      Eu acho que ambos os produtos são bons, tens duvidas que um VE para andar dentro da cidade e podendo carregares em casa é a melhor opção, pode ser um pouco mais limitado para alguns condutores devida a pouca autonomia em relação aos a combustão, mas há pessoal que gosta de para para beber um café e há outros que gostão de fazer tudo de seguida.
      Na minha modesta opinião podendo carregares o VE em casa é meio caminho andado para o sucesso.
      Agora o mercado especulativo do petróleo e afins ou começam a querer enriquecer mais calmamente ao daqui há uns tempos vão ter de beber o petróleo a continuar assim a procura pelo mesmo vai ser cada vez menos .

    • JL says:

      Já tiveram os mesmos incentivos.

      Basta ver onde eles custam o mesmo, praticamente não se vendem a combustão.

      • Manuel da Rocha says:

        Para empresas, 823000 milhões de euros, de deduções fiscais anuais.
        Faça uma conta simples e percebe, porque há 142000 TVDE, eléctricos, 100%, no litoral, 100% dentro das grandes metrópoles.
        Só coincidências…

        • JL says:

          Não consegue inventar por ai mais uns milhões ? nem que seja de salário.

          E quantos tvde há fora do litoral ? já agora para contextualizar a coisa.

  7. pH says:

    Era interessante era perceber no meio destes números, aquilo que são compras particulares ou de empresa.
    Dizer que os carros elétricos vendem mais quando a sua grande maioria é comprado por empresas (com beneficios fiscais grandes), dá a sensação de que as pessoas, enquanto particulares, começam a preferir elétricos e a adoptar a suar utilização.

  8. ZePinto1 says:

    Eletrico não o futuro….

  9. Mapril says:

    Mas se menos de 1/4 dos carros vendidos é eléctrico, como é que os eléctricos dominam? Híbridos não são eléctricos, são apenas carros de combustão com motor elétrico auxiliar.

  10. PTO says:

    Dezembro não foi quando o governo informou publicamente que iriam existir ainda mais subsídios para 2026 e que incluíam as compras de EV’s em 2025 também? Nada mais natural do que as compras aumentarem. Experimentem cortar o subsídio do governo e depois então fazemos nova estatística.

    Além disso começa a perceber-se que as viaturas elétricas de algumas marcas ficam MUITO caras a médio prazo, especialmente no caso os EV’s mais baratos. Leiam este artigo e abram o link da tabela Excel feita pela EV Clinic.

    https: //esmola.wordpress.com/2025/12/06/la-reparabilidad-en-el-vehiculo-electrico/

  11. PJA says:

    Veículos elétricos 16%, combustão 84%, ou seja, não mudou nada de substancial.

  12. says:

    A sério? Gostava de saber onde eles andam porque por estas zonas 1 em cada 30 são elétricos.

  13. Rodrigo says:

    Esta malta não sabe do que fala, antes eu era contra os Eletricos. Agora só quero Eletricos.
    Carros a combustão obrigado pelo tempo que passaram comigo
    Manutenção quase nenhuma.
    Poupança de Combustivel

  14. PorcoDoPunjab says:

    Estou a ver que isto vai acabar com o PorcoDoPunjab a ser o único a conduzir máquinas a gasóleo nas estradas tugas.
    Ficam desde já a saber que quando isso acontecer e estiver parado no trânsito vou acelerar de propósito para deixar o pessoal eléctrico lá atrás todo em curto circuito com a fumarada…

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