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Suíça terá ocultado um estudo que concluiu que mudar para um elétrico pode ser benéfico

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    Citação: “Respondeu o chefe de comunicações do [SFOE]: Na realidade, ninguém vai considerar se deve substituir o seu motor a combustão de cinco anos por um carro elétrico “do ponto de vista climático”. É preciso ter cuidado para não acusar o [SFOE] de fazer “recomendações elitistas” do tipo “se não há pão, então coma bolo” (uma frase atribuída a Maria Antonieta quando lhe disseram que o povo não tinha pão para comer).
    Sensato, o dito chefe de comunicações do SFOE. De facto, substitui-se o carro de combustão por um elétrico – porque sai mais barato, ou por medo das futuras penalizações que, supostamente, vão recair sobre os carros com motor de combustão. É o que fazem os vendedores de carros elétricos e PHEV.

    • jotapesse says:

      “Sensato, o dito chefe de comunicações do SFOE.”
      Não, não é sensato. Ocultar informação de interesse público não sensato de forma nenhuma. Retirar ao público a capacidade de análise de toda a informação e sobre ela decidir em consciência não é sensato de forma alguma. O estudo conclúi que a “mudança de um carro com motor de combustão interna para um veículo elétrico é, na maioria das vezes, benéfica para o ambiente”. Essa conlusão não é uma obrigação, nem sequer uma recomendação, é apenas uma informação face à desinformação existente. Sobre essa decisão certamente ainda serão relevantes muitos outros factores como por exemplo a capacidade finaceira, disponibilidade da infraestrutura e conveniência. Mas retirar essa boa informação ao público sobre qualquer pretexto apenas serve para manter a desinformação existente e assim beneficiar aqueles que beneficiam dessa desinformação. Aqueles que defendem isto só o fazem por dois motivos: ou beneficiam de alguma forma (têm qualquer interesse nisso) ou são de tal forma insconscientes que admitem ser razoável e justo que alguém tenha o direito de lhes ocultar essa informação e de o julgar incompetente para decidir por si e em consciência. Em qualquer dos casos é lamentável, mas não devemos nunca aceitá-lo.

  2. Anung says:

    “Pode” ser benéfico?..Pode?

    Pensava que era a solução definitiva e absoluta para todos os problemas ambientais.

    Entretando o mais benéfico é o que ficar mais barato para os bolsos do povo, sempre assim foi e sempre assim vai ser.

    • rui says:

      Não há nada de novo neste estudo, apenas foi feito por uma entidade ligada a um governo, tipicamente a menos que faça menos de 5 mil km ano, um carro eletrico tipico vai ser mais benefico para o ambiente na sua vida util, sendo que muitos destes estudos nem têm em consideração baterias de LFP que usam menos metais rados ou consideram que alguem que ande tão pouco pode obtar um algo como um Dacia Spring ou BYD Dolphin Surf com baterias muito mais pequenas que reduz significativamente o impacto.

  3. Freaka says:

    A investigação, publicada no final do ano passado, concluiu que substituir mais de 90% dos carros térmicos existentes por veículos elétricos de tamanho equivalente reduziria imediatamente as emissões de CO2, exceto no caso de veículos que quase nunca saem da garagem.

    Os meus filhos menores talvez sejam capazes de chegar a esta conclusão…
    Fdx.

    • Max says:

      E se um te disser:
      – Se tivesses uma carro em fim de vida, para abate, mandavas o teu para a sucata e compravas um elétrico – e passavas a emitir menos CO2. Mas o teu carro ainda está novo, vais vendê-lo ao stand que o vai revender. Vai continuar a circular e a emitir CO2 – não vais reduzir as emissões de CO2.
      Que respondias? É que o estudo falado no post omitiu esta questão.
      E o outro ainda te dizia:
      – E olhas que para teres um carro elétrico novo é emitido muito CO2, no aço (a indústria siderúrgica é das mais poluente, o dito aço verde é uma miragem), no fabrico dos pneus, na bateria (uma de 30 kWh pode gerar cerca de 4.500 kg de CO2 e uma de 100 kWh pode chegar aos 15.000 kg de CO2.
      E o outro ainda te dizia:
      – O melhor é andares de transportes públicos.

  4. Sérgio V. says:

    Deixei de discutir o assunto elétricos. A maioria das pessoas não consegue nem quer ver o outro lado. Simplesmente vêem só o que lhes aptece.

  5. Manel says:

    Eu sou pela redução eficaz de elementos que prejudiquem o clima, simplesmente devem ser todos (ou a grande maioria) os países a cumprir, senão de nada serve. E o ecológico não deve ser mais caro do que o tradicional, senão la’ esta’, não há pão comam bolos.

  6. David Guerreiro says:

    Na Suíça praticamente não usam veículos elétricos.

    • JL says:

      Têm mais ou menos o mesmo numero de vendas que nós Portugueses, uma quota à volta dos 20%.

    • Yamahia says:

      A Suíça vende mais electrificados novos que PT (66,7%)
      BEVs puros são 19.9%
      Nrs de JAN-ABR de 2025
      São menos que nós e compram mais carros novos que nós.
      Nesta matéria tem uma vantagem enorme sobre PT.
      Não importam usados! Somos uns meninos perto deles.

  7. Yamahia says:

    “Suíça terá ocultado um estudo que concluiu que mudar para um elétrico pode ser benéfico”.
    Mas o ‘pode ser’ não significa que seja.

    Aliás, o discurso dominante na Suíça, como em grande parte da Europa Ocidental, é claramente pró-elektro. Políticos, agências públicas e comunicação social comprada e/ou ameaçada alinham-se há anos em torno da narrativa dos alucinados de que os elektros são uma solução ecológica indiscutível. Portanto, se o SFOE optou por não divulgar abertamente essa conclusão, não foi por receio de ir contra o poder, mas talvez por temor de acender um debate mais complexo que poderia pôr a nu algumas verdades incómodas.

    Porque dizer que um elétrico “pode ser mais benéfico” também implica reconhecer que há situações em que não é. Em regiões com mix eléctrico sujo, para utilizadores de baixa quilometragem, ou quando se substituem carros ainda funcionais, a pegada ecológica pode ser agravada, não reduzida. E este tipo de nuance não encaixa bem numa política baseada em metas simplificadas de descarbonização e subsídios massivos à compra, à “descarbonização” etc. Eles pretendem continuar a abater floresta indiscriminadamente e a assassinar animais inocentes impunemente e ainda assim parecerem ficar bem na foto.

    Na realidade, o silêncio institucional não favorece os críticos dos elétricos, antes os limita. São precisamente as posições alternativas, como a de que prolongar a vida útil de um veículo existente é mais sustentável, que raramente encontram eco. Essas vozes são abafadas não por censura direta, mas por omissão estratégica e alinhamento com uma narrativa política hegemónica.

    O contrário já é verdade todos os dias, sobretudo na UE, UK, Califórnia e Noruega, onde o entusiasmo político alucinado em torno do carro elektro se tornou dogmático e hipócrita. Mas esse entusiasmo está a perder força, à medida que surgem fugas de informação, estudos contraditórios e realidades práticas que colocam em cheque a ideia de que os elektros são automaticamente sinónimo de sustentabilidade.

    Foi apenas isso que o SFOE pretendeu evitar. Ruido em torno do tema!

    • Zé Fonseca A. says:

      O elektro é marido da elektra?

    • JL says:

      Sim, o ruído que você também faz.

    • Grunho says:

      Estamos a falar da opção entre produzir carros de combustão novos versus eléctricos novos. Se for para deitar fora carros de combustão já produzidos e a andar para os substituir por eléctricos, isso é sempre um crime ambiental. É o que querem os sem vergonhas do lobby automóvel, que é um negócio de crápulas.

      • Rui says:

        Se fizeres mais que 20k km ano a maioria dos elétricos ao fim de 5 anos ja se pagou em co2 vs usares um carro a gasolina. Ou mesmo diesel…

        • Yamahia says:

          Isso é verdade se estivermos a falar de modelos com baterias de 50 kWh.
          Infelizmente, o que se tem vindo a observar é o aumento de modelos com baterias de 100 kWh e, como se não bastasse, cada vez maiores e mais pesados.

          Depois, a bateria acaba e é substituída por outra igual ou ainda maior, recomeçando o ciclo. Aliás, o ciclo pode até recomeçar antes, tendo em conta os pequenos toques que mandam elektros quase novos diretamente para a sucata.

          Ao abafar este tipo de estudos, o  que se procura evitar é precisamente que se fale deste e de outros temas que colocam em causa o discurso de que o carro elektro é altamente sustentável.

          • JL says:

            Os pequenos toques não mandam para a sucata, e os grandes as baterias são aproveitadas.

            Aos 47 mil KMS já pagaram o CO2 a mais.

          • Yamahia says:

            Várias fontes amplamente difundidas por essa internet fora, que citam várias seguradoras testemunham que sim. Só vc diz que não.

          • JL says:

            Nunca encontrei nenhuma fonte em Portugal para esse efeito, e as que existem dizem ser por falta de mão de obra qualificada, o que parece não ser um problema por cá.

          • Yamahia says:

            Não sei pq. Desaparece-me sempre o post com a fonte em pt. À1ª ainda fiquei naquela. Agora tenho a certeza.

            Deixa cá ver em inglês se isto passa:
            Ahhh espera, lembrei-me agora que o Pplware já tinha falado nisso. Deve ser por isso:
            https://pplware.sapo.pt/motores/este-problema-dos-carros-eletricos-podera-estar-a-encarecer-lhes-o-seguro/
            Agora vai 😀

          • JL says:

            Esse já era conhecido, lá está a confirmação do que disse, falta de mão de obra especializada, sobre as informações, a tesla é uma das que fornece isso de borla, está na página service.tesla.com .

          • JL says:

            Ainda continuo à espera que o seguro agrave, só se está a agravar para os a combustão, porque no meu não motel nada.

          • rui says:

            A maioria dos carros não é 100kwh, mas sim na casa dos 60kwh, tecnicamente falando um eletrico com 100kwh não é algo que compete com um Renault Clio, mas sim algo tipo um Serie 5 que gasta significativamente mais combustivel, para alem disso as baterias são mais de 90% recicladas.
            Em relação aos pequenos toques, não totalmente reparaveis, agora a definição de pequeno toque de um reparador pode não ser a mesma que a tua, por exemplo, se um AirBag rebenta já não é pequeno toque…

  8. Torrão says:

    Eu continuo a dizer que a marcas deviam apostar nos hibridos, são económicos e poluem muito menos, que os 100% a combustão. Os 100% elétricos são uma boa opção, para poucos.
    Agora não é com ISV que temos, em Portugal, que as pessoas vão conseguir mudar para um hibrido. A não ser que as marcas baixem as cilindradas. Porque infelizmente, em Portugal, pagasse mais pela cilindrada, do que pelas emissões de CO2. Já para não falar da ilegalidade do IVA, em cima do ISV.

  9. Max says:

    Há uma coisa que não foi bem explicada – qual era o objeto do estudo. É que, sem esclarecer isso, parece que o departamento suíço quis ocultar um estudo que dizia que os carros elétricos são ambientalmente melhores do que os com motor de combustão. Diz a fonte:
    “A pergunta inicial era simples. Do ponto de vista da proteção climática – quando é que – vale a pena mudar de um carro a gasolina para um carro elétrico? O Departamento Federal de Energia queria esclarecer, pois muitas pessoas acreditam que faz mais sentido conduzir o seu carro de combustão o maior tempo possível antes de comprar um carro elétrico. Por causa da energia que a produção e o desmantelamento consomem.”
    O estudo concluiu que: “Comprar um carro elétrico praticamente sempre vale a pena do ponto de vista da política climática”, independentemente da idade do carro a substituir, com motor de combustão. Ou seja, o estudo “afirma que mais de 90% dos carros a gasolina ou diesel atualmente em circulação, a substituição imediata por um novo carro elétrico do mesmo tamanho resultaria em economia de CO2 – a menos que você quase nunca use o carro.”
    E foi aí que no departamento puseram a questão de como é que a mensagem devia ser passada e surge a frase: “ninguém vai considerar se deve substituir o seu motor a combustão de cinco anos por um carro elétrico “do ponto de vista climático”. É preciso ter cuidado para não acusar o [departamento] de fazer “recomendações elitistas” do tipo “se não há pão, então coma bolo”.
    De facto, se o estudo proteção climática, fosse cá, gostava de ver o governo a publicá-lo e a aceitação que ia ter a notícia: “Governo diz que, de acordo com a sua política de proteção climática, quem tem um carro com motor de combustão, mesmo que seja novo, comprado há menos de um ano, deve vendê-lo e comprar um carro elétrico”. E quem perguntasse, visto que o carro iria ser revendido e continuava a circular, onde é que estava a poupança na emissão de CO.

  10. Grunho says:

    Não tem nada que esconder e não tem nada que saber. A dívida ambiental de um eléctrico grande, tipo model 3, pelo CO2 gasto a produzir a bateria, são 1000 litros de gasóleo, Num par de anos está amortizada, depois é tudo ganho. Se for num pequeno, tipo dacia spring, nem a 500 litros chega. A questão é teres pasta para o comprar e sítio em casa para o carregar.

    • Rui says:

      Estive a ver e um carro tipo spring ou dolphin surf com baterias de 26 e 30 kwh demora poucos meses a amortizar vs gasolina, especialmente quando usam baterias lfp que quase não têm metais raros.

  11. Manuel da Rocha says:

    Na verdade, até cá, em Portugal, houve um estudo, com resultados idênticos. Só não chegou, a ser publicado, pela entidade (privada), por um mero pormenor: Para termos 80%, de EV, Portugal precisava de 800GWh, o que iria fazer, o preço da electricidade, disparar 6000%, a curto prazo e 30000% a médio prazo, pois seria necessário comprar energia e modificar a grelha eléctrica, do país todo.
    Mas, também dava a solução: construir 2 reactores nucleares, conseguíamos cortar 50%, dessa subida, pois, só seria necessário modificar a grelha energética, nos 15 anos, até ter os 2 reactores operacionais.
    A “opção sustentável eram 9300000000 hectares, de painéis solares com 27%, de eficiência, a produzir 363 dias, por ano, a 90%.

    • Paulo Santos says:

      Estudo, por favor?
      Estou curioso para ver esses valores

    • Paulo Santos says:

      Já agora, sabe quantos km quadrados significam essa enormidade de hectares?
      E já agora, sabe quantos milhões (sim, milhões) de Gwh produziam esses hectares?

      • Rui says:

        Já fiz uma vez contas e cheguei a conclusão que para todas as habitações do país e assumindo o fim do gás natural, o equivalente à área da chamusca (concelho) de paneis solares suprimia as necessidades de todos os agregados.

        • Yamahia says:

          @Rui,
          Já por aqui passou uma reportagem da RTP, Floresta de Vidro,  (até ao momento ainda não censurada, ao contrário da outra do Lado Negro das Energias Verdes), onde, a certa altura, uma das responsáveis pela implantação dos painéis solares em Portugal continental deixa escapar que ainda estamos no início. A UE EXIGE muito mais, e o que aí vem é a ocupação do equivalente a três Áreas Metropolitanas de Lisboa com painéis solares.

          Ora, fazendo as contas, isso representa cerca de 10,1% do território continental. (E isto sem contar com as eólicas, que ainda são piores.)

          É arrepiante.

          Desculpem lá, mas não quero isto. E pior, com tão pouco instalado até agora, comparado com o que está planeado, já conseguiram chacinar uma quantidade absurda de animais e devastar floresta sem o mínimo remorso.

          O ar na AML está cada vez mais irrespirável, e são uns mentirosos. Vendem a ideia de que as poeiras vêm do norte de África que agora chegam a toda a hora, mas o vento sopra de norte. Como é que isso faz sentido?

          Estamos entregues à bicharada.

          • JL says:

            Então se não quer painéis solares como vão produzir combustíveis com base em eletricidade ?

            Pode mostrar essa informação onde a UE exige uma área tão grande ?

          • Yamahia says:

            Já se faz electricidade a partir da captura de CO2 (dizem os chineses)

          • JL says:

            É um pouco o contrário, para captura CO2 é preciso electricidade. São só 7 kWh por casa kilo de CO2.

          • Yamahia says:

            Não é preciso. O que é preciso é ainda mais CO2. Venha ele
            https://english.cas.cn/newsroom/cas_media/202506/t20250609_1045239.shtml

            Aliás, este abate indiscriminado de arvoredo não é por acaso.
            Quanto mais abateram, menos árvores a atrapalhar o ciclo e mais concentração de CO2 para fabricar electricidade 😛

          • JL says:

            Ah é uma ideia para Marte , ok, entendi, quando for a Marte logo verifico isso. LOOOOOL

            Então se isso é um problema porque defende a ideia de usar combustíveis que dependem muito mais de eletricidade ?

          • Yamahia says:

            Estou só a avisá-lo q os chineses são tramados. Inventam tudo. Até inventam baterias para 3000 kms q carregam em 5 minutos. O problema é q é sempre para daqui a 5 anos. Daqui a 5anos logo se vê. 😛

          • JL says:

            Pois, essa ideia deve ser idêntica. Lol

      • Yamahia says:

        De uma forma simplista, para conseguir a mesma energia gerada por uma central nuclear, os painéis solares precisam de 100x’s mais território.
        Vale acrescentar que os painéis solares são incapazes de manter inércia na rede.

    • g0tH1c.X says:

      Ou apenas 10 eólicas…Já existem eólicas de 80GWh. E o problema não é a energia, é a mentalidade e a desinformação e o extremismo que surgiu entre ICEs e EVs. Não há quem ainda fume, apesar do mal que faz a si próprio e aos outros?! Estamos todos perdidos…:)

    • JL says:

      Estudo ou você inventou ? O que dão 800 GWh hora num país que consome 52000 GWh ?

      Você diz com cada disparate que mete medo, apesar de usar números inventados e por vezes exagerados, neste caso pensa que usou um número grande.

      https://www.ren.pt/pt-pt/media/noticias/producao-de-energia-eolica-bate-recordes

      A produção diária de eólica é de 112.4 GWh para 2900 eólicas em Portugal.

      Sendo então produzem em média: 112.4 * 365 / 2900 = 14.15.
      Ou seja para produzir o que diz 56 eólicas a mais chegam.

      Ha agora, o mundo não tem os hectares que você diz.

    • Rui says:

      Isso parece demasiada energia necessária…
      Tem os dados do estudo?

  12. Andreas Noack says:

    É raro o dia que o céu não esteja branco fruto das emissões dos aviões, mas o dilema são os carros a combustão.
    O importante é privar o povinho de ter transporte próprio, porque o preço dos carros elétricos não é para bolsos como o do português comum. A menos que faça créditos a 10 anos.

    • JL says:

      Isso é vapor de água, que também é um gás efeito de estufa.

      • Andreas Noack says:

        Vapor de água não é persistente. O dia de hoje é um bom exemplo desse vapor de água.
        Mas contigo já esperava uma resposta do género. A avença a isso obriga. És o tipo de pessoa por quem sinto um repúdio tal, que nem te digo o que te fazia cara a cara. Percebes, ou precisas que te faça desenho? Hã?

        • JL says:

          Só disse um facto, como sempre, e começa logo a ficar picado ? que estranho comportamento.

          Faça os desenhos que quiser, não vai alterar nada.

          • Andreas Noack says:

            Vou-te explicar como a um puto de 5 anos.
            O rumo que querem para a sociedade, dado que a tecnologia já tem capacidade para substituir a classe produtiva, é eliminar de vez os excedentes. Em 20 anos só subsistirão os muito ricos e alguns para os servir de bandeja na mão.
            Tenho pena que essa mesma classe produtiva ande entretida com coisas que não interessam para nada e não vejam a triste realidade, presente e futura. Se o fizessem, não havia buraco nem exército que defendessem esses tais muito ricos.

            Numa coisa concordamos, não há desenhos possíveis para despertar as pessoas para o que as espera. Infelizmente. Para mim tanto se me dá. Antes morrer a lutar do que me vergar. Enquanto cá andar vou-vos dar luta.

          • JL says:

            Não era mais fácil explicar-me como se você fosse um adulto ? é que entendia melhor.

            O rumo que querem para a sociedade sempre foi o mesmo, prosperidade.

            Não sei se sabe, mas a civilização humana já existe há muitos milénios, e sempre houve ricos e pobres.

            É por isso que a tecnologia que depende de menos recursos é importante, assim fazem menos ricos.

            Pois não há, muitas delas continuam agarradas a velhos costumes e têm medo da novidade e da evolução, mas como sempre tudo isso foi sempre ultrapassado, até há quem diga que o ser humano evolui porque tem uma vida limitada…

            Ah bom, o ultimo paragrafo foi bem explicito, afinal luta contra os outros.

        • JL says:

          Já agora, o CO2 também não é persistente, ele é tanto capturado pela água do mar como pelas arvores, o problema é que estamos a lançar mais para a atmosfera que aquele que é retirado.

          • Andreas Noack says:

            Os teus amigos estão a tratar disso com as super evoluídas centrais que capturam o CO2 da atmosfera. Nós pagamos as vossas invenções.
            Quem com ferros mata com ferros morre. A vossa fraternidade, igualdade e liberdade foram forjadas no ódio e na morte. É o que vos espera. É cíclico.

          • JL says:

            As nossas não, as suas, é você que anda aqui com ódios, mais ninguém.

            Então qual foi o último ciclo ?

    • paulo g. says:

      Só em 2ª mão se compram ao mesmo preço.
      Já falta pouco para os preços estarem equiparados. Quando as fábricas de baterias em Portugal e em Espanha estiverem a trabalhar e mais ainda quando existirem baterias de sódio.

  13. Andreas Noack says:

    Não há notícia sobre elétricos em que os cartilheiros não estejam presentes.

    • JL says:

      Tem razão, estão cá todos.

      • Andreas Noack says:

        Tanto de um lado como do outro. As moedas têm sempre duas caras.
        Esquerda direita. Maus bons. Conversa.
        Depois vêm os serventes prender os que pensam fora da caixa e chamam-lhes terroristas. Sem um único ato cometido. Vão roer 8 anos cada sem terem feito nada. Juízes – aventais. Comandos – aventais. Facilitadores – aventais. Julgam-se os maiores por serem poderem trajar de avental. São uma m de gente. Um nojo. Repudio essa gentalha. Ver as lojas todas a arder era uma das minhas maiores alegrias. Aventais!

  14. KingSOL says:

    Gasolina = o vinho dos deuses!

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