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Reino Unido aposta em carregadores sem fio para carros elétricos nas ruas

                                    
                                

Imagem: BMW

Fonte: This is Money

Autor: Vítor M.


  1. Ruy Acquaviva says:

    Um sistema que poderia funcionar bem é o de troca de baterias. Você poderia parar em um posto de abastecimento onde seu conjunto de baterias inteiro seria retirado e substituído por um conjunto de baterias carregadas.
    Isso garantiria um abastecimento rápido, porém exigiria que as baterias fossem padronizadas não apenas em relação aos seus parâmetros elétricos coo também físicos (tamanho, formato, encaixes, contatos). Isso limitaria também a liberdade de design dos veículos, já que qualquer projeto teria que garantir uma troca rápida e segura das baterias.
    É uma pena, duvido que os fabricantes consigam entrar em um acordo para promover um sistema padronizado. Mas talvez seja uma boa solução para ônibus e veículos de transporte leve urbano. Esses serviços poderiam ser padronizados pelas prefeituras e implantados com mais chance de sucesso que os veículos particulares.

    • IonFan says:

      Foi pensado pela Tesla no inicio (https://www.youtube.com/watch?v=H5V0vL3nnHY). No Model 3 já foi completamente posto de parte. As cargas já não demoram assim tanto e os condutores acabam por se “afeiçoar” ao seu pack.

      • Ruy Acquaviva says:

        Se as cargas não demoram tanto assim por que todo mundo reclama do tempo de recarga? E como pode alguém “afeiçoar-se” ao seu pack de baterias? Já viu alguém afeiçoar-se à sua embreagem ou ao sei diferencial? Alguém dizendo “já estou acostumado com o meu tanque de gasolina, não quero trocar”?
        Sei lá, talvez você esteja certo, mas que eu acho estranho alguém afeiçoar-se a uma peça da mecânica do carro. Assessórios e itens de acabamento ou estética sim, eu vejo como é forte o fetiche da mercadoria em relação aos carros, mas não vi isso em relação a peças internas. Nunca vi alguém afeiçoar-se à bateria do seu carro gasolina (todo carro tem uma), por que iriam então afeiçoar-se à bateria do carro elétrico?
        O que eu acho que inviabiliza a troa de baterias é a questão da economia de escala. Não vai funcionar com uma única montadora, tem que ser algo geral para ter esperança de atingir a economia de escala necessária para dar viabilidade econômica ao sistema e para isso as montadoras teriam que padronizar suas baterias, o que não parece possível, principalmente por ser uma área em grande efervecência tecnológica com muitas pesquisas e tecnologias diferentes disputando espaço.

        • Joao Campos says:

          Eu também concordo com o utilizador acima. As pessoas tentam tratar bem o seu pack de baterias, e realmente o model 3 é muito eficiente no aproveitamento da bateria (e rápido a carregar).

          • Backonline says:

            Troca rápida? Então as baterias ocupam o chassis quase todo!!
            Tu agora trocas a tua caixa de velocidades por outra em segunda mão sem saberes o estado dela?

          • Louro says:

            @Backonline,
            Basta pensar um pouco.

            As baterias estao por baixo do carro, basta que sejam desapertadas e saem, se tiveres um robot programado e preparado para tal, consegues trocar a bateria do carro em menos de 1 minuto.

            Há um video da Tesla a fazer isso em palco.

          • IonFan says:

            @Backonline, é ver o video…

          • Ruy Acquaviva says:

            “Tu agora trocas a tua caixa de velocidades por outra em segunda mão sem saberes o estado dela?”
            Acho que existe uma certa confusão aí. No sistema de troca de baterias estas não fazem parte do automóvel, são um serviço, não um produto. Então, você não está trocando o SEU pack de baterias por outro de segunda mão, mas colocando um pack de baterias que está em seu poder até você trocá-lo por outro.
            Os carros podem ser vendidos sem as baterias e nesse caso a propriedade das baterias é do serviço de reabastecimento, ou então entrar no sistema com um pack novo, usando os packs do sistema e recebendo um pack novinho em folha, do mesmo modelo e fabricante daquele que deixou ao entrar no sistema.
            Você estará pagando pela arga recebida e se o pack instalado apresentar qualquer tipo de problema é só trocá-lo por outro no mesmo local onde reabastece. Um controle eletrônico pode registrar em arquivo encriptado o desempenho das baterias e em caso de reclamações o usuário que por acaso estava com uma bateria que apresentou um desempenho insuficiente será ressarcido em relação à carga que havia comprado, assim sendo a empresa que operar o sistema terá todo o interesse em manter todos os packs em condições adequadas.
            Não tem problema nenhum criticar essa ideia de troca de baterias, na verdade eu comentei aqui para ver as reações e opiniões das pessoas, só estou comentando algumas argumentações para suscitar mais debate e esclarecer qual é a ideia, não quer dizer que defendo essa proposta nem que as opiniões colocadas estejam erradas.

        • IonFan says:

          Eu não perco tempo a carregar. Ligo a ficha quando deixo o carro na garagem e no outro dia está pronto a usar novamente. Em viagens, o carro está pronto a arrancar novamente antes de eu estar pronto a voltar à estrada. Talvez existam pessoas que façam paragens mais curtas, mas eu não preciso que o carro carregue mais depressa do que faz actualmente.

          Não vou trocar a minha bateria, que trato com todo o cuidado, por uma outra que não sei como foi tratada.

          A bateria faz parte da estrutura do carro. Desta forma, e tendo em conta que carros diferentes têm estruturas diferentes, é muito difícil haver um padrão.

          • Ruy Acquaviva says:

            Sim acho que a padronização é o principal empecilho dessa ideia. A bateria não precisa fazer parte da estrutura do veículo, mas acaba fazendo por questões de projeto que acredito que as montadoras não tenham interesse em negociar.
            Com relação ao tempo de recara este tópico de discussão trouxe-me uma surpresa. Pelo tanto que se discute o tempo de carregamento aqui pensava que fosse esta uma questão fulcral mas vejo que talvez não seja bem assim. Interessante.

          • Paulo L says:

            @Rui
            O tempo de carga, que em veículos como a tesla pode ser 30 ou 45 minutos por 400 a 600 KM só é um problema para que faz viagens largas por profissão ou mais que as tradicionais férias.
            Uma condutor normal com especialmente se tiver filhos está habituado a parar a cada 2 ou 3 horas (~220 a 400), assim que em cada paragem acaba por carregar.

            Esse problema foi resolvido já á algum tempo mas ficou o mito porque interessa ao lobby do petróleo.

    • António Gonçalves Pereira says:

      As baterias actuais de um automóvel pesam sempre para cima de 150 kgs (o normal até é muito mais do que isso) e estão colocadas de formas que nunca poderão ser de rápida remoção. Talvez em futuras tecnologias, com menores dimensões e peso por watt isso venha a ser possível, para já não.
      Por enquanto, isso é possível em karts, bicicletas e motos, não eu automóveis

  2. Realista says:

    Os Tróleis da STCP começaram a circular em 1959…

  3. King Banido says:

    Se os telemoveis demoram eternidades a carregar, imagino um automovel…

  4. IonFan says:

    É, de facto, mais conveniente, mas é muito ineficiente. Além disso, não sei se gostaria de estar próximo de um campo magnético capaz de induzir vários kW…

  5. RuiSantos says:

    O importante é aumentar os campos magnéticos faz bem a saúde.

    • Jorge Carvalho says:

      Pelo menos a noticia muda , deixa de ser o co2, passa a ser os cancros 😉

      Abc

      • Ruy Acquaviva says:

        Não existem evidências de que campos magnéticos induzam o cancro. Tens ideia da força do campo magnético produzido por uma máquina de ressonância magnético nuclear: E no entanto não existem contra indicações a esse exame como há com a tomografia, que usa raio-x.

        • Joao Ptt says:

          Também não existe provas científicas das torres de telecomunicação fazerem mal à saúde, mas muitos que moram à frente delas, no sentido literal da expressão, começam a sofrer bastante com as mesmas (dores de cabeça, alguns começam a ouvir vozes, e sei lá eu que mais)… a falta de provas não significa nada quanto a não fazer mal, apenas significa que os ditos cientistas ainda são ignorantes no assunto o suficiente para não saberem ou pelo menos não conseguirem afirmar com provas… para as tais provas têm as pessoas que ficar doentes e com os cancros para depois passar a existir provas, e mesmo assim têm de ser aos milhares ou caso contrário dizem que foi mera coincidência.

          • Ruy Acquaviva says:

            Caro João, não quero desmerecer a sua opinião, mas acho que seria interessante você ler o livro “O Mundo Assombrado pelos Demônios” de Carl Sagan. Deve ser muito difícil viver assim, assombrado por forças misteriosas que você não sabe nem se existem, mas teme assim mesmo.
            De qualquer forma o que eu posso garantir é que existem muitas evidências de que fortes campos magnéticos não provoca o cancro e nenhuma evidência de que provoquem então, mesmo que alguém ache prudente não se expor a campos magnéticos por não estar convencido pelas evidências científicas, continua não sendo correto afirmar que campos magnéticos provocam o cancro.
            E vamos torcer para que você não precise nunca fazer um exame de ressonância magnética.

  6. Miguel Luís says:

    Metam isto em toda a estrada e os carros vão estar em constante carregamento… tipo carrinhos de choque, autonomia infinita. 😀

    • Ruy Acquaviva says:

      Existem projetos assim, mas eu acho que o custo seria muito alto. Há especificamente um projlema.eto coreano para carregamento contínuo por indução de ônibus. Nesse caso seria necessário colocar o equipamento sob o pavimento apenas na rota dos ônibus, mesmo assim o custo parece ser um grande problema.
      https: //meiobit.com/136297/coreia-sul-kaist-sistema-oninus-eletricos-olev-carga-inducao-eletromagnetica/

      http: //g1.globo.com/carros/noticia/2015/08/inglaterra-vai-testar-estrada-que-recarrega-carros-eletricos.html

      • Joao Ptt says:

        Andam para aí a gastar dinheiro para ir para a Lua, para Marte… parece-me que existe dinheiro para esbanjar em inutilidades é possível que também se arranje para algo mais útil… depois resta é saber se as ondas magnéticas são ou não prejudiciais à saúde humana e se sim o que pode ser feito para garantir que tal em condições normais de utilização não se verifica.

        • Ruy Acquaviva says:

          Não existem ondas magnéticas, existe campo magnético e ondas eletromagnéticas. As ondas eletromagnéticas sõ o mesmo que a luz. Elas podem sim ser prejudiciais, por exemplo se você ficar tempo em demasia sob sol forte irá queimar sua pele, os raios infravermelhos em excesso podem provocar cancro de pele, raixo-x e raios gama, que são formas extremamente energéticas de ondas eletromagnéticas são prejudiciais aos tecidos vivos, entre outros exemplos possíveis, mas também são fundamentais, não apenas para as plantas, que realizam fotossíntese, mas também para nós, humanos, que precisamos de uma certa quantidade de raios infravermelhos na pele para sintetizar vitamina D.
          Em relação a campos magnéticos, bem, nós vivemos dentro do campo magnético da Terra. Talvez você imagine que o carregamento por indução exija campos magnéticos super potentes, mas não é bem assim. Acredito que o sistema de carregamento por indução tem vários problemas mas não acho que adoecer as pessoas seja um deles. Caso contrário os carregadores de telemóveis por indução deveriam ser proibidos pelas autoridades sanitárias.

  7. José Ricardo says:

    Enquanto que aqui no Brasil, nem temos previsão para carregadores com fio… e na Europa já estão evoluindo para o wireless. Os carros elétricos aqui ainda são inviáveis, pois são caríssimos e postos de carregamento público, só em capitais.

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