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Carros elétricos devem fazer barulho: UE vai obrigar a ter alerta acústico a partir de 2021


Pedro Simões

Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

Destaques PPLWARE

  1. João M. says:

    Algo que , a meu ver, era também uma grande vantagem destes carros agora deixa de ser… a poluição sonora também conta!
    Os peões têm de aprender que antes de atravessar a estrada têm de olhar para os dois lados e não se podem atirar para a estrada. A culpa não é dos carros não fazerem barulho, é dos peões que não sabem ser peões. Desde miudo que aprendi que não se atravessa a estrada até os carros pararem e que devo olhar sempre..
    PAra quem anda em estradas sem passeio, também se aprende que devemos andar do lado de frente para os carros. Se a estrada tem apenas um sentido então aí a coisa complica mas encostar a um lado já ajuda a não levar com um parachoques nos joelhos… Trata-se de saber andar na estrada, não de ruido extra

    • Mário Dias says:

      Tenta ser invisual e depois diz me como “ves” os veículos.

    • ricardo vieira says:

      E as pessoas com dificuldades visuais, como fazem? Ficam em casa?

      • João M. says:

        pessoas com dificuldades visuais não param nas passadeiras porque ouvem os carros a vir. Param porque SABEM que têm de parar. Mesmo que tenham cão guia, o cão vai parar. Se for num semaforo, todos vão parar (ou devem pelo menos).
        Caro, essa “exceção” não faz regra. As pessoas com grandes dificuldades visuais são aquelas que olham para o telemovel a atravessar a estrada. Pessoas com dificuldades médicas visuais ou até cegas, sabem que antes de atravessar, devem parar.

        • Nuno V says:

          Adianta parar um invisual parar se não ouvir um carro a aproximar-se? Lógica da batata a tua.

          • João M. says:

            Fala com um invisual e vais saber como eles se orientam…. Nuno, se pensares bem, pela tua lógica tinhas cegos a atirar-se para a estrada a toda hora..no entanto não tens e não é pelo som dos carros a vir… Vai lá fora, procura um cego e quando o “vires” observa-o e até faz-lhe perguntas.. vais ficar bem esclarecido.
            (claro que agora vais responder que tens um amigo de um primo que é cego e que já sabes isso tudo ^_^)

          • Nuno V says:

            Tendo em conta que tenho uma pessoa invisual na minha família digo-te já que estás a falar diretamente do traseiro.

          • Nuno V says:

            E já agora, não é o meu primo que é invisual, é o meu pai que sofre de glaucoma.

            Mas claro que para ti, visto não seres cego ou possuíres alguém cego na família é mais fácil negar o problema. Lê se faz o favor a opinião de cientistas e associações de cegos, vais ver que eles discordam de ti.

          • Wishmaster says:

            @Nuno V
            Exacto….
            Apesar de qualquer um de nós poder experienciar o que é ser invisual (já vi uma experiência em que colocaram pessoas que podiam ver na situação de uma pessoa invisual, precisamente para entenderem como é) e poder perceber a importância dos sons para as pessoas com tais características, deverão sempre ser ouvidos nestas questões.
            Não se parte de presunções “que param sempre” etc, é preciso perceber a situação específica da pessoa, ouvindo-a.

        • Carlos says:

          Opá, tás a dizer que adivinham quando tem de parar? Será que também adivinham os números do euromilhões?
          Onde é que eu posso arranjar um ceguinho de estimação para jogar no euromilhões?

    • Pedro says:

      Portanto, um cego tem de olhar para os dois lados… Interessante.

      • Pedro Ribeiro says:

        Ou “ver com olhos de ver”. E que tal ter sinalização sonora em TODOS os semáforos.
        Um invisual enfrenta inúmeros obstáculos todos os dias, só para se deslocar de A a B. Carros silenciosos serão o menor dos problemas, caso as infraestruturas estejam devidamente preparadas. Mais uma vez, tentam-se construir casas pelos telhados…

        • Carlos says:

          Muitos semáforos têm sim senhor sinalização sonora. Nunca reparaste naquelas coisinhas que apitam quando o sinal fica verde para os peões? Agora até há que para além de terem um aviso sonoro que está sinal vermelho para os peões, têm um botão que quando se carrega dizem onde estás.

          Mas, já agora, como é que um cego vê “com olhos de ver”?

          • Pedro Ribeiro says:

            A expressão não é minha, mas a questão é que os sentidos em si são secundários. Há sobretudo que aplicar sentido crítico!
            É evidente que há semáforos com avisos sonoros. A questão é que estão longe de ser todos! Apontar para os existentes como eventual solução é equivalente a aceitar que só poderemos atravessar as ruas em locais específicos, mesmo que esses sejam irrelevantes para a nossa vida. Não me parece um pensamento muito inclusivo…

    • maxgiger says:

      O problema não são apenas os peões. Também tens de contar com os animais, pessoas surdas, etc, etc
      O ruído é fundamental para nos ajudar a nos orientar

    • N'uno says:

      Nota-se que nunca apanhaste um susto. Eu dou-te um exemplo: na minha garagem há uma rampa em curva entre os dois pisos, com zero visibilidade. Há um híbrido que gosta de a usar sem fazer barulho, e a verdade é que já quase provocou acidentes complicados por causa disso.
      Quem lida com questões de segurança sabe que o nível de segurança corresponde ao “elo mais fraco”. Usando a tua lógica, por redução ao absurdo, imagina que se decide retirar as portas aos elevadores, pois estas entalam frequentemente as pessoas, apesar de garantirem segurança. Será uma responsabilidade de quem anda no elevador “saber andar de elevador”?

      • Fernando says:

        A 20Km/h, até um carro a combustão , minimamente actual, também passar por nós sem fazer praticamente qualquer som!!!
        Não me parece que seja problema só dos carros eléctricos.

        • maxgiger says:

          Pois, todos os veiculos apenas circulam a 20km/h…

          • Fernando says:

            maxgiger… calma!!!

            Se leres o artigo fala que o sistema proposto é suposto funcionar até aos 20Km/h. O que eu indiquei foi que nesse tipo de velocidades, tens veículos a combustão que praticamente não se ouvem, por isso, a solução que está a ser proposta para os veículos eléctricos não resolve este problema que foi identificado.

            Isto, se é que é por aí que o problema tem de ser resolvido, se é que é que isto é um problema. Isso já não estou a discutir…

        • N'uno says:

          Não é verdade, embora admita que haja alguns menos barulhentos. Os eléctricos só vêm potenciar o perigo.

    • Bruno says:

      Sabes que era interessante leres as notticias até ao fim antes de abrires a boca… Apenas estou a comentar.

    • Paulo Manuel says:

      Estamos na época das minorias condicionarem as maiorias. Em vez de se arranjarem soluções para as minorias prejudica-se as maiorias que ficam rotuladas de intolerantes, fora os outros adjectivos, se não alinharem. Arranjar soluções para minorias não é rentável.

    • FM says:

      Tu deves ser muita totó, ou não sais de casa, para teres noção do mundo que te rodeia, ou então só andas de carro e todo o dia protegido dentro do seu blindado de 1ou mais toneladas. Deves ser daqueles que nunca andaram a pé à beira de uma estrada ou de bicicleta, pra defenderes essas parvoíces. Se o barulho dos carros te incomoda, mete algodão nos buracos, tu sabes quais.

    • Bruh says:

      Como detectar um inteligente que só lê títulos…

    • Antonio Borges says:

      Então, os invisuais para que lado olham

  2. A.M. says:

    Parece me ao contrario do que é sugerido, um mal desnecessário, acho bem agradavel ver passar um carro que não faz barulho, quem tem que ser cauteloso são os condutores.

    • maxgiger says:

      Muito enganado. Todos os outros a sua volta tambem devem ser cautelosos

      • A.M. says:

        “Todos os outros a sua volta tambem devem ser cauteloso” como significa isso que estou muito enganado?

        • maxgiger says:

          Não me digas que quando andas pelas ruas, caminhando, nao tens cautela de nada? simplesmente vais ao sabor do vento? As pessoas tambem devem estar atentas e terem cuidados como caminham pelas estradas, atravessam as mesmas, etc
          E atenção, concordo que é agradável ver um carro que faça pouco barulho. Agora sem barulho algum?

      • A.M. says:

        Qualquer pessoa que já tenha visto passar um carro electrico sabe que embora silenciosos, não são isentos de ruido, tirando as pessoas com dificuldades auditivas para quem esta alteração não beneficia de qualquer forma pouco ruido é ruido suficiente. Quando alguém atravessa uma estrada deve faze-lo com cuidado, e não acredito que exista um invisual no mundo que não tenha isto bem presente.

        • maxgiger says:

          Mas não te podes restringir a apenas as pessoas que atravessa uma estrada. temos de lembrar daquelas pessoas que caminham por estrada onde nao tem passeios, animais tais como cães e gatos.
          E como é que achas que uma pessoa invisual vai ter presente os perigos da estrada apenas usando a visão? esta vai precisar de ouvir o ruído das coisas para se guiar pelo mundo!
          Hoje, caso nao saibas, há semáforos onde lançam um sinal sonoro que avisa quando atravessar a passadeira ou nao.

  3. rui says:

    haja barulho… saudades das ruelas em Veneza

  4. Realista says:

    Actualização 05/2019:

    Vantagens dos carros eléctricos ainda em vigor:

    – Mais económico
    – Menos carga tributária

    Vantagens dos carros eléctricos eliminadas:

    x – menos barulho;
    x – menos poluente;
    x – longevidade.

    • Paulo Manuel says:

      Tudo vai acabar pois caso contrário acaba a galinha de ovos de ouro.

    • ze says:

      Quando eles forem abundantes nas estradas,bais ver a carga tributaria,,,,. Quando a baeria for á vida,,,, manda o abater.. Longevidade? Daqui por 30 anos bamos ver. Poluicao? Oh paaaaa,,,, ainda ha muita energia fos fosseis

  5. Mário Dias says:

    Todo o veiculo electrico deveria fazer algum tipo de barulho fora das vias exclusivas a veiculos. Se assim não for existe uma grande probabilidade de atropelamentos.

  6. mlopes says:

    é ridículo querer impôr-se poluição sonora quando uma das mais valias dos veículos elétricos é também o facto de serem silenciosos.
    uso todos os dias um veículo elétrico na cidade com o som desligado e sem problemas. nota-se que por vezes algumas pessoas não perceberam a aproximação do veículo mas, na minha experiência, esses são os casos dos “palermas” que atravessam a estrada sem sequer olharem, venham ou não caros, ossaltam para as passadeiras como se estivessem protegidos por um muro de betão, aproxime-se que veículo se aproximar, e os idiotas que o fazem ao telemóvel

    • Mário Dias says:

      Não podemos ter uma visão de dentro do carro mas sim do peão, em que muitas vezes a visibilidade não é das melhores ou mesmo pessoas invisuais que com um barulho ajuda a ter noção se um veiculo se aproxima.

      • mlopes says:

        no que diz respeito aos invisuais acho que tens razão.
        também tenho a perspetiva de peão porque também ando a pé muito a pé dentro da cidade.
        por outro lado também admito que esteja particularmente alerta aos veículos elétricos pelo facto de usar um mas a verdade é que nunca tive nenhuma situação problemática nem teno conhecimento de nenhuma tida por outras pessoas que conheço e que também usam elétricos

    • Realista says:

      O problema é os grandes números e não uma sub-especie humana em que possas dizer que é o fulano que veste azul com calças pretas e de boné…

      Todos nós cometemos erros e não os cometemos todos ao mesmo tempo, assim a probabilidade de estares a conduzir e encontrares alguém a errar é levada.

      O som apenas serve para minimizar o erro, até porque atropelamentos, infelizmente, há muitos.

    • Hugo says:

      Se atropelas alguém numa passadeira é muito provável que a culpa seja tua.
      É verdade que há quem não saiba atravessar uma estrada, mas se a atenção dos condutores na estrada fosse a mesma que nas passadeiras andavam sempre a enfiar-se na traseira do carro da frente.

      • mlopes says:

        não tenho por hábito falar sem ter conhecimento do que afirmo. “curiosamente” no código da estrada também há regras para se abordar uma passadeira.
        chamo especial atenção para o número 1 do artigo 101º que era a regra a que me referia quando disse “saltam para as passadeiras como se estivessem protegidos por um muro de betão”:
        “Artigo 101.º
        Atravessamento da faixa de rodagem
        1 – Os peões não podem atravessar a faixa de rodagem sem previamente se certificarem de que, tendo em conta a distância que os separa dos veículos que nela transitam e a respetiva velocidade, o podem fazer sem perigo de acidente.
        2 – O atravessamento da faixa de rodagem deve fazer-se o mais rapidamente possível.
        3 – Os peões só podem atravessar a faixa de rodagem nas passagens especialmente sinalizadas para esse efeito ou, quando nenhuma exista a uma distância inferior a 50 m, perpendicularmente ao eixo da faixa de rodagem.
        4 – Os peões não devem parar na faixa de rodagem ou utilizar os passeios e as bermas de modo a prejudicar ou perturbar o trânsito.
        5 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de (euro) 10 a (euro) 50.”

        • Hugo says:

          Não digo o contrário mlopes, mas já tenho carta há tempo suficiente para ter constatado que na grande maioria das vezes os peões já estão a olhar para mim quando me apercebo da sua presença ou que vão efectivamente atravessar a estrada.

          • Pedro Ribeiro says:

            Nesse caso, o problema já não +e dos peões

          • Hugo says:

            Em lugar algum eu disse que o problema era dos peões.

          • Pedro Ribeiro says:

            Se não percebeste, o problema de quem diz alguma coisa como “na grande maioria das vezes os peões já estão a olhar para mim quando me apercebo da sua presença” é que não devia sequer estar ao volante. Um carro ruidoso não substitui um condutor (que neste caso, é praticamente como se não existisse).

          • Hugo says:

            Nunca te distraíste ao volante?
            Mais humildade sff. Ainda assim conduzo há quase 20 anos e NUNCA bati nem NUNCA estive perto de atropelar alguém, felizmente.
            Se devia ou não estar ao volante não serás certamente tu quem o ditará 🙂
            Apenas assumi que me distraio, como toda a gente.

          • Pedro Ribeiro says:

            Quando conduzimos, não nos podemos dar ao luxo de nos distrairmos. Já agora, “na grande maioria das vezes” não aponta para uma “distracção” isolada, mas para para uma distracção metódica, o que é particularmente grave. Diria mesmo, criminosa!
            Não são medidas como carros barulhentos que irão compensar isso.
            no mínimo, trata-se de prioridades invertidas.

  7. Miguel Duarte says:

    Como não tenho qualquer deficiência visual não opino pois não saberia o que estava a dizer.

  8. TugAzeiteiro says:

    Eu percebo o porquê de quererem por algum tipo de som nos veículos eléctricos… no outro dia vinha um rapaz em uma daquelas scooters eléctricas no meio do transito, e eu na minha moto, conclusão, o que vale é que ando sempre feito “catavento”, por causa dos meninos e meninas que vão a brincar com o telemóvel (mais isso é outra história), quando do nada vejo (não ia vendo nem ouvindo), o rapaz…. Pois!! Se calhar até nem é tão má ideia assim por algum tipo de som….. mas claro o Português na sua infinita sabedoria adora falar sem nunca ter experiência. Quanto às passadeiras… sim há pessoal inconsciente, mas é das duas partes…. os pedestres porque se atiram para a passadeira a pensarem que um carro ou moto pára assim do nada ou porque vêm tão distraídos com o telemóvel que nem têm tempo de pensarem, e os outros que aceleram o carro ou moto para passar à pressa em vez de esperarem 30seg. É como tudo…. agora temos que ver que a audição é um dos principais sentidos que temos!

    • N'uno says:

      Bom comentário 🙂 O problema que se vê por aqui é que muitos não percebem a necessidade de um aviso sonoro de proximidade, particularmente quando a sua ausência pode provocar morte.
      Outro exemplo interessante é o das trotinetas silenciosas nos passeios, embora o impacto de uma colisão não seja tão grave neste caso.

  9. K says:

    Filme “O Dilema” em que tentam adicionar som do motor dum mustang(combustao) num (mustang) eletrico.

  10. Pedro Ribeiro says:

    Weelspin. “Problema” resolvido.

  11. Josh says:

    Ola, não concordo pois os carros elétricos ao não fazerem barulho ajudam contra a poluição sonora. Os peões são quase sempre os que causam atropelamentos. Carros elétricos com som não vai mudar nada e ainda vai ser desvantajoso.

    • Filipe says:

      “Os peões são quase sempre os que causam atropelamentos”.

      Uau… Os condutores são todos um exemplo!

    • Joaquim Alcobia says:

      “Os peões são quase sempre os que causam atropelamentos”
      Vamos por hipótese, aceitar a tua afirmação como verdadeira:

      Podemos inferir que os peões são distraídos.
      Inferimos também que, se são distraídos e carros sem barulho, então mais acidentes.

      Ou seja:
      Ou és a favor do barulho nos carros, OU queres mais acidentes para castigar os peões distraídos.

      SE:
      “queres mais acidentes para castigar os peões distraídos” implies “És uma besta”

      • Pedro Ribeiro says:

        Chama-se selecção natural. Resultado. Deixamos de ter peões distraídos. Acabamos com os acidentes! 😉

        • Hugo says:

          Selecção natural em que o condutor mata uma pessoa que tem prioridade. Boa.
          É como a selecção natural nos atentados…quem os manda não andarem também armados e com bombas? Isto vê-se com cada teoria.

          • Pedro Ribeiro says:

            Ter prioridade não justifica mandarem-se para cima dos carros, motos, seja o que for. Nem sempre é possível parar nesses condições. E sim, quem não entende isso, não anda cá a fazer nada! :p

          • Hugo says:

            Mas quem é que se manda? O facto de vires por exemplo a 60Kmh numa zona de 30 não é culpa dos peões.
            Já o disse e volto a dizer: Há quem não saiba atravessar uma estrada, mas muitos mais há que não têm o mínimo respeito pelos outros quando vão dentro do seu carrinho.
            NUNCA ninguém se atravessou à minha frente como dizem, talvez tenham azar e apanhem suicidas nas passadeiras.

          • Pedro Ribeiro says:

            Não fui eu que falei de “peões distraídos” …

          • Hugo says:

            Não, devo ter sido eu lol

    • Hugo says:

      Em que te baseias para dizer isso?
      Se atropelas alguém numa passadeira a culpa é muito provavelmente tua, assim como se bateres no carro da frente ou provocares um acidente por passar um vermelho.
      Prioridades e olhos abertos.

  12. LA says:

    Acho que devem pedir a opinião a pessoas com deficiências. E só a partir dai tirar conclusões.

    • Nuno V says:

      E já pediram. Isto é um tópico já debruçado e discutido por muitas associações de cegos. Por alguma razão estas têm feito pressão para que exista uma mudança na legislação.

  13. maxgiger says:

    Já o tinha dito a muito tempo! Agora que venham os lindos criticar.
    Estes veículos são um COMPLETO perigo nas estradas. Qualquer veiculo tem de fazer ruido, tudo em defesa das pessoas surdas ou com problemas de audição, animais, etc. No fundo eles tem de anunciar a sua presença.

    Agora o que acho completamente estúpido é afirmarem que “A velocidades mais altas, o ruído dos pneus deve ser suficiente para ouvir os veículos que se aproximam.” DEVE ser suficiente….Nem sei como escrevem isto.
    Agora pergunto, a pessoa que ouviu o barulho dos pneus a alta velocidade não lhe aconteceu nada?
    Já vi carros destes a passar por mim há muito mais que 20km e só me apercebi depois de o ver e nao de o ouvir.
    Temos de entender que um veiculo destes com “velocidade de 20 km/h se este estiver a menos de oito metros de distância. Isso corresponde a um período de um segundo e meio até o impacto”, significa o suficiente para um grave acidente.
    Que sou contra esta modinha? Não sou contra nem a favor, apenas sou a favor que há coisa que poderiam ser melhoradas e na questão dos eléctricos, ainda bem que façam ruído.

    • Fernando says:

      Se calhar sou lindo… mas isso é outra história. 🙂

      Se repares bem, a 20Km7h, até um carro a combustão , minimamente actual, também pode passar por ti sem fazer praticamente qualquer som!!!
      Por isso, parece que não é um problema só dos carros eléctricos.

      • maxgiger says:

        Lê bem o que escrevi. Dou-te uma dica… pessoas surdas ou com problemas de audição.
        Mas faço-te uma pergunta. Achas que os veículos, qualquer que seja, circula sempre a 20km/h para poderes ouvir o som dos pneus?

  14. José Carlos da Silva says:

    Em Espanha vi vários carros (táxis, por acaso) eléctricos e híbridos a circular a baixa velocidade e a emitir um ruído completamente diferente do normal e que obrigavam quase de imediato a olhar para ver o que era. E era um carro. Sendo que esse ruído é exterior e em teoria não incomoda quem vai no habitáculo, além de só acontecer a baixas velocidades.

  15. Vitolas says:

    Bom bom é quando eles estão 3 ou 4 a carregar nos centros comerciais e afins,uma pessoa ainda vem ao longe e já ouve aquele barulho irritante que até faz doer a alma,nem imagino 20 ou 30 todos juntos.

  16. João Pinto says:

    Para quem concorda que os veículos não se devam ouvir, diria então que estes também não se deveriam. De grosso modo, os nossos sentidos não deveriam detectar nem veículos nem situações de perigo eminente, pois só os temos para enfeitar! Quem acha quanto menos alertas devam existir na estrada, seja para peões ou para veículos, não tem noção de que a vida de todos depende de todos, e todos somos responsáveis pelos outros. Se o barulho de um veículo é assim tão incomodativo, que permita por em causa a segurança dos outros, epá, isso é no mínimo estúpido. E estão a falar em barulho até aos 20, 30 km/hora.. eu acho que deveria ser até aos 50km/h. No local onde existem mais atropelamentos é no centro das cidades.. e com carros que fazem barulho.. imaginem agora com eles camuflados acusticamente.

    • João Pinto says:

      não se deveriam. = não se deveriam ver.

    • Pedro Ribeiro says:

      “e com carros que fazem barulho”.
      Logo, não é ese o problema!

      • João Pinto says:

        Talvez o problema seja as pessoas andarem com phones nos ouvidos..

      • João Pinto says:

        Carros 100% silenciosos vão exponenciar o problema. Contudo a base dos atropelamentos é será sempre a mesa, ou seja, pessoal que passa a estrada sem olhar, pessoal que passa a estrada com os semáforos vermelhos, pessoal que não para nas passadeiras, distracção dos condutores, distracção dos peões.. entre outros. Os carros a fazer barulho, quer queiram quer não, é um alerta. Porque é que existem semáforos sonoros em passadeiras? Porque é que existem semáforos sonoros nas passagens de nível? Porque é que existem sinais sonoros em veículos pesados em marcha atrás? Porque é que existem sinais sonoros nas máquinas de construção? Tudo por questões de segurança. Não faz muito sentido não tirarmos proveito de um dos nossos sentidos. Não é necessário ser um som ensurdecedor obviamente, mas algo que consiga pelo menos alertar os peões que um veículo está em andamento e aproximar-se, de forma a que estes lhe dêem a devia atenção. À quem diga, vejam os carros.. eu digo, ouçam-nos.

  17. Marco says:

    Quem já andou de bicicleta sabe que é difícil se fazer perceber aos peões e animais que estão na rua, embora de bicicleta seja mais fácil de evitar (ou comprar uma campainha) , com um carro não é bem assim, por isso sim é uma boa ideia desde que o som não seja demasiado intrusivo e/ou a frequência não cause problemas de audição.

    Outra solução seria a tecnologia de detecção de colisão que muitos construtores já têm nos seus veículos passar a obrigatória em VEs, mas a percentagem de sucesso poderá não ser suficiente.

  18. Zé Duarte says:

    Desde que se possa escolher o barulho do motor tudo bem. Eu metia o som dum Fiat Uno a dar as últimas só pelo gozo.

  19. jakuti says:

    Não eram os Linkin Park que estavam a fazer um som para os carros da Mercedes?
    Ainda registam patente…

  20. Carlos says:

    Já cheguei a ter de buzinar para que alguns “peões” se afastassem do meio da estrada por não ouvirem o meu carro a gasolina a trabalhar ao ralenti…é verdade que estava na cidade, mas mesmo assim…ou o carro é mesmo muito silencioso ou então anda tudo surdo…!Penso que o problema da distração dos peões tem também de ser equacionado.

  21. Wishmaster says:

    Claro que é boa ideia. Nem tem discussão possível…

    Como já aqui falaram – e quem é ciclista sabe disso – os peões nunca se apercebem (ou quase nunca…) da aproximação de uma bicicleta. Se o peão estiver de costas é que nunca dá conta…
    A razão de não se tomarem medidas em relação às bicicletas tem a ver com a reduzida massa da mesma, e perigosidade para os peões. E tem também a ver com o facto da maioria dos ciclistas ter essa noção e já preverem que a pessoa poderá fazer algo imprevisível e passam com mais distância ou abrandam.

    Quanto aos veículos eléctricos, é a mesma coisa, os peões não se apercebem e é mais fácil e eficaz adoptar a medida do ruído do que alertar constantemente os peões para se certificarem de veículos que se possam aproximar.

  22. Thiago Silva says:

    Pq ao invés de poluir os carros com ruído sonoro, não colocam sensores nos cruzamentos que emitem som quando os carros estão circulando?

    Seria mais barato, padronizaria a coisa e não deixaria a cidade barulhenta

  23. Rui Sousa says:

    O carro, quer eléctrico quer “normal” não é natural nem desejável que circule nas localidades. As ruas têm de ser devolvidas a todas as pessoas, especialmente às crianças e idosos.
    Os carros que circulam pelas ruas têm de o fazer com muitas restrições, nas quais está a velocidade máxima que deverá ser de 20 a 30 km/h e onde a prioridade é sempre do peão. Desa forma deixam fazer sentido a existência de passadeiras, que não servem para defender o peão, mas para para dar liberdade aos automóveis de terem prioridade nas ruas.

    Se não existissem automóveis e hoje alguém os inventasse, seriam de certeza proibidos pelo perigo que representam, quer para os seus ocupantes, mas especialmente para os peões.

    • Pedro Ribeiro says:

      Está visto. Temos que começar a empurrar os carros (deixa de haver problemas com o abastecimento de combustível para os mesmos). Não podemos é exceder os 20Km/h

  24. art says:

    Só os carros ? As duas rodas eléctricas sofrem do mesmo problema…..

  25. LA says:

    Existem certos carros a gasolina que, em baixas rotações, fazem muito pouco barulho. O primeiro que saiu com esta característica, foi o Ford Fiesta, mas não me lembro de alguém ter posto em causa, a falta de barulho do mesmo.

  26. Fixo says:

    “O sinal sonoro estará ativado até aos 20 km/h e deverá ser semelhante ao som de um motor convencional.”
    Concordo com o princípio.
    Concordo que seja alterado de até 20 km/h para até 30 km/h.
    Não me lixem com a poluição sonora – se evitar uns tantos atropelamentos vale a pena.

  27. Carlos Moura says:

    Li de cima a baixo os comentários… alguém por acaso se lembrou de pedir que seja a tecnologia tão avançada dos veículos elétricos que, com a ajuda dos radares, câmaras, lidares, e outros a ser ela mesma a acionar um ruido quando deteta a presença de peões ou alvos em movimento no seu raio de ação? talvez assim não tenhamos veículos sempre a fazer ruido quando não é algo que naturalmente fazem, e só o fazerem quando realmente precisam.
    Agora uma coisa concordo, os peões são muitas vezes responsáveis pelos atropelamentos, pelos mais variados motivos assim como muitos condutores que confiam que o peão por medo vai parar…

  28. Diogo says:

    Os eléctricos que vejo passar fazem tanto ou mais barulho que um a combustão. Pelo menos em andamento superior a 50kmh

    É um barulho mais agudo mas fazem…

  29. PauloT says:

    Sou eu que sou ignorante, ou podemos circular na cidades a 50 km/h?

    No meu ver o AVAS devia de estra ativo até 5 km/h acima do limite.

  30. PauloT says:

    Sou eu que sou ignorante, ou podemos circular na cidades a 50 km/h?

    No meu ver o AVAS devia de estra ativo até 5 km/h acima do limite.

  31. Castro says:

    Concordo perfeitamente que os carros elétricos faça barulho, alerta . Se não os atropelamentos vão aumentarem três vezes mais….

  32. Alvega says:

    Depois de ler todos os posts anteriores e sao muitos, vou deixar a minha opiniao:

    1º os carros electricos para este blog sao sinonimo de Tesla, e tesla quase todos tem o “infalivel” autopilot, por isso nao existem, atropelamentos, nao precisam de ruido adicional, a ironia existe…

    2º Se existe a necessidade de colocar ruido, porque somente até aos 20\30 kmh ?
    Deveria sim ser exponencial, pois o perigo aumenta com a velocidade, e todas as opinioes acima, como invisuais, peoes etc, aumentam o risco com o incremento da velocidade ou estou a ver mal (ouvir) a coisa ?

    3º se as pessoas, peoes tivessem o cuidado de cumprir com as suas obrigaçoes enquanto peoes, deixando de lado o “BURRO” do smartphone e o facebook, mas nao só e os “Gamers” , e que tal a malta do “Spotify”, como vao escutar o ruido, se anda permanentemente a escutar musica boa tipo “Connan OSIRSIS”, por vezes até pelos combois sao atropelados e estes fazem ruido suficiente nao ?

    4º como vai ser com os “espertos” que atravessam a passadeira inadvertida e intempestivamente, como se o seu corpo fosse algo que depois de “levar” com um carro em cima se regenerasse automaticamente, e que ao serem questionados sobre o seu comportamento errado, argumentam que estao na passadeira, portanto tem “RAZAO”, como se isso os curasse das mazelas de levar com uma “pantufada” e se sobreviverem bem se ve, por exemplo eu proprio já fiquei com um “cromo” destes em cima do capo do meu carro, e como ainda nao estava satisfeito, veio com a conversa que tinha razao e nao se calava, dei-lhe 2 murros e ficou com eles e com as mazelas, fui-me embora e ainda aqui ando.

    • Vítor M. says:

      Boa noite.

      Vou dar aqui algum feedback ao que escreveste:

      1º os carros electricos para este blog sao sinonimo de Tesla, e tesla quase todos tem o “infalivel” autopilot, por isso nao existem, atropelamentos, nao precisam de ruido adicional, a ironia existe…

      Isso não é verdade. Primeiro porque já se fala aqui neste blog de carros elétricos antes do mundo praticamente conhecer a Tesla. Depois, nem foi a Tesla que primeiro demos a conhecer em termos de alguns sistemas fundamentais: http://bit.ly/2WKv1tV

      Contudo, para quem anda atento, Tesla é quem está a liderar este mercado e por isso “candeia que vai à frente…” 😉 mas há muitos outros e são referidos.

      2º Se existe a necessidade de colocar ruido, porque somente até aos 20\30 kmh ?
      Deveria sim ser exponencial, pois o perigo aumenta com a velocidade, e todas as opinioes acima, como invisuais, peoes etc, aumentam o risco com o incremento da velocidade ou estou a ver mal (ouvir) a coisa ?

      Esta medida tem como base informação recolhida das experiências com pessoas invisuais e com outras necessidades especiais. Não é por acaso. Contudo, como é um cenário “novo” não surpreenderá que as medidas iniciais sejam melhoradas.

      Os limites de velocidade cada vez estão a ser mais exigidos e dentro das localidades, onde se têm de praticar esses limites, o ruído é conjugado dessa forma.

      3º se as pessoas, peoes tivessem o cuidado de cumprir com as suas obrigaçoes enquanto peoes, deixando de lado o “BURRO” do smartphone e o facebook, mas nao só e os “Gamers” , e que tal a malta do “Spotify”, como vao escutar o ruido, se anda permanentemente a escutar musica boa tipo “Connan OSIRSIS”, por vezes até pelos combois sao atropelados e estes fazem ruido suficiente nao ?

      Esta opinião tem coisas certas, sem dúvida. Não se pode colocar o ónus da responsabilidade só num lado.

      4º como vai ser com os “espertos” que atravessam a passadeira inadvertida e intempestivamente, como se o seu corpo fosse algo que depois de “levar” com um carro em cima se regenerasse automaticamente, e que ao serem questionados sobre o seu comportamento errado, argumentam que estao na passadeira, portanto tem “RAZAO”, como se isso os curasse das mazelas de levar com uma “pantufada” e se sobreviverem bem se ve, por exemplo eu proprio já fiquei com um “cromo” destes em cima do capo do meu carro, e como ainda nao estava satisfeito, veio com a conversa que tinha razao e nao se calava, dei-lhe 2 murros e ficou com eles e com as mazelas, fui-me embora e ainda aqui ando.

      Aqui não percebi o “point”.

      Cump.

  33. Jose Lapao says:

    Sei que a minha opinião não conta, mas hoje em dia não se “ouve” um carro eletrico devido a poluição sonora causada por todos os veículos a combustão, não sei oa números, mas vamoa imaginar que ha 2% de carros eletricos a circular numa determinada rua/avenida, os dois carros elétricos não se vão ouvir entre os 98 carros a combustão, mas imagino (e porque um motor elétrico também faz barulho) que quando a maioria, ou todo o parque automóvel for elétrico já ve vai “ouvir” o carro elétrico e aos poucos vamos “educando” os nossos ouvidos para a nova realidade. A questão do barulho dos pneus também é pertinente, pois embora o meu carro seja a combustão (não tenho euros para um eletrico) na cidade onde vivo há varios tipos de pavimento, entre paralelos, e vários tipos de alcatrão, e há alcatrão que gera mais ruído que os próprios paralelos, tanto que se torna incomodativo dentro do habitáculo. A questão da educação na estrada é tanto para peões que não atravessam as passadeiras em segurança pensado que a estrada e deles, ha quem diga que antes de haver carros ja havia pessoas, mas também ha condutores que não respeitam nenhuma regra de circulação, e julgam que as ruas são uma pista de corrida, so tipo autódromo, todos temos de nos habituar, não sou a favor do ruido nos carros, sejam eles eletricos ou não, pois ao viver junto a uma rua movimentada todo e qualquer barulho incomoda, a ausência de barulho seria uma melhoria da qualidade de vida principalmente nas cidades.

    • PauloT says:

      Em parte concordo para que “sinal sonoro” … mas depois de me ter acontecido “olha para esquerda (não vem carros), olha para a direita (não vem carros), olha paraa esquerda (não vem caros), olha para a frente e coloco a pata na passadeira e … passa 1 carro electrico! Já penso duas vezes … pelo menos deurante uns anos devia de ser obrigatório o som depois e ir deixando cair . 🙂

  34. Pereira says:

    é fazer como fazia com a bicicleta quando era puto. colar cartas (de jogar) de maneira a ficar a raspar nos raios das rodas

  35. Sn matter says:

    Se é decibels nao é frequencia mas sim amplitude.

    Não percebi a correlação entre os 1600hz e as pessoas mais velhas. As pessoas mais velhas quanto muito terão dificuldades a ouvir acima dos 16000hz nao dos 1600. E mesmo acima dos 16000hz teria de ser um volume elevado para ser perceptivel na rua ao comum mortal.

  36. Valter Rodrigues says:

    Só estou a contar esta história pq ao passar a estrada numa urbanização sem movimento, vinha um carro eléctrico que por sorte passou por cima de uma tampa de esgoto e aí sim fez algum barulho e ainda me deu tempo de fugir!

  37. Carlos says:

    Em Florença, na Itália, os carros eléctricos já andam a apitar e é uma ideia excelente porque entre o barulho normal da rua, os turistas distraídos, que também fazem eles próprios muito barulho, e o facto de algumas ruas não terem passeios, torna muito mais fácil perceber quando um carro se está a aproximar.

  38. Miguel Angelo says:

    Mas desde quando é que nao fazer barulho é uma vantagem dos carros elétricos. Carros a GPL está 20 anos à frente de todos os outros. Mais económico que o Diesel. Transformação barata. Quase 0 de manutenção do sistema (Elétricos são os falsos 0 manutenção(Bateria)). Possibilidade de adaptar quase todos os carros.

    • Hugo says:

      0 de manutenção? Explica lá isso sff.

      • Pedro Ribeiro says:

        Refere-se certamente à manutenção do sistema de injecção a GPL. A “possibilidade de adaptar quase todos os carros” é que é um pouco fantasista, tendo em conta que a maioria do parque automóvel europeu, e principalmente português, é constituído por fritadeiras, vulgo, carros a Diesel.

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