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Almirante Nakhimov: navio nuclear russo regressa ao mar após quase 30 anos

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. B@rão Vermelho says:

    Mais um para fazer de recife, o Put In afinal ainda pensa na preservação do habitante marinho

    • Eu says:

      Sim, pode ir fazer companhia ao destruído nord stream.
      Foi detido o comandante da unidade militar que fez o ataque.
      Imagina quem mandou? Imagina de que país era aquela unidade?
      Eu não acreditei, vou perguntar ao Rogeiro e ao Milhazes.
      Pensa por um momento, quem afinal tem ganho com esta guerra?
      Sim, entre os envolvidos na mesma, apenas os EUA.

    • narcesudo says:

      Esse navio nem se aproximará da guerra com a Ucrânia e vai apenas servir de bandeira para mostrar aos russos que a Rússia é muito, muito forte!

      Quanto a fazer de recife, que ironia seria ter passado 26 anos em reparação e terem-se esquecido de um rebite…

    • jorgeg says:

      looll mais um ghost of kieve!
      muita cnn ++

  2. Max says:

    “Quanto maior for, maior é a queda”. A Ucrânia afundou o cruzador Moskva, o navio almirante da frota russa do Mar Negro, com mísseis anti-navio R-360 Neptune (e diz-se que usou drones marítimos para criar uma manobra de diversão).
    Uma coisa é certa, este não vai susbstituí-lo – a Turquia, nos termos de um tratado internacional, só deixa passar navios de guerra da Russia e da Ucrânia (países terceiros beligerantes) se estivessem de regresso à sua base no Mar Negro, o que não seria o caso.

    • AlexS says:

      Mesmo que pudessem os Russo nunca iriam levar este monstro para o Mar Negro. Isto é um navio que foi desenhado para atacar porta aviões

      • Max says:

        Atacar – um – porta aviões antes de ser afundado. E depende de quem atacar primeiro.

        • AlexS says:

          Claro. A táctica era para estes navios complementarem os missis lançados de submarinos e aviões contra as TF americanas para um ataque de saturação.

          • Max says:

            Numa guerra com os EUA não serve para nada. É o dobro do Moskva, que foi ao fundo com 2 mísseis anti-navio para o afundar. Este, com 3 ou 4, passava a recife.
            Não serve para nada contra os EUA. Serviria para atacar países como a Ucrânia, como o terror Moskva.

    • Valter Antunes says:

      Tendo em conta que a Russia já afundou 99% da Marinha dos Ucronazis… O Moskva, que por acaso estava dado como ferro velho, foi posto em serviço apenas como medida preventiva.
      Menos CNN Portugal fazia-te bem… Afinal, não queres andar demasiado “informado”

  3. sapoide says:

    Isto é em resposta ao encontro entre Trump e Putin que correu tão bem que até metem logo um navio nuclear em ação LOLOLOL

    A xixolina bem disse…Parece bom demais!!! That’s what she said hahah

    • Max says:

      Há anos que está em reparação, alguma vez havia de ficar pronto.
      Se te estás a referir à propulsão nuclear, os quebra-gelos também a usam. A China tem um navio de transporte de contentores e Hyundai tem projetos de construção.
      Se estás a referir ao armamento nuclear, sabe-se onde está o cruzador e pode ser afundado. Um submarino furtivo é mais ameaçador

  4. Rui says:

    A ideia que tenho é que o navio estava para ser vendido para desmantelar,
    A Russia só tinha o Pedro o Grande, deste tipo, mas depois a Russia ia ficar sem navio cruzador, quando esse fosse para reparos.
    E depois da confusão na Ucrânia desde a década passada, a Russia resolveu traz-lo de volta.

    No entanto, este navio é enorme, é muito dificil defendelo, basta ver que é do tamanho de alguns porta aviões.
    E é um alvo demasiado importante, ao ponto que quem o atacar vai usar todos os seus recursos a faze-lo, pois só tem uma hipótse.

    Ou seja, por uma questão de prestigio, agora a Russia tem 2, onde 1 deles pode ir para reparos e fica sempre outro.
    Eu acho que o futuro da marinha Russa, passa pelas Fragatas Gurshkov, e Super gurshkov com 64 lançadores.
    Ou o projecto lider.

    Estes navios, da classe kirov, são para ataques massivos, e eles sozinhos não sobrevivem, é preciso ter sempre uma porrada de navios a volta, e submarinos.
    Se bem defendidos, são uma arma brutal, mas como sabemos desde 2022, a Russia não defende bem a sua Marinha, dá ideia que “não está lá ninguem”.

    Hoje em dia, é preciso sensores de infravermelhos, de varios tipos, termais,lidar,Radar,Sonar, a 360 Graus e comunicações via satélite, sistemas para processar essa quantidade de dados massiva, a bordo, e capacidade de coordenação remota.
    E um sistema de detecção e resposta automático, e até com IA, capaz de ajudar as equipas, ou caso as equipas socumbam, ainda haver a hipótse de responder pelo modo automático.

    Neste campo de “modos automáticos”, a Russia ainda está atrás da China e dos EUA.

    Eles teem feito progressos estonteantes, que até me deixam de boca aberta desde 2022, mas tinham um grande atraso, não interessa o quão bom são os recursos humanos que possuis, essas coisas levam muito tempo.

    • Max says:

      Foste conferir alguma coisa? De facto há porta-aviões leves (na Espanha e Itália) de 30.000 toneladas, ainda assim maiores que o cruzador do post, de 28.000 toneladas. É certo que que o cruzador do post é o dobro do Moskva – mas só foram precisos 2 mísseis anti-navio para o afundar..
      Outros países, como a França e a Rússia têm porta-aviões de tamanho médio, de 40.000 a 45.000 toneladas. Mas há maiores e muito maiores. Os da clsse Nimitz têm entre 97.000 e 101.000 toneladas.

      • Pedro says:

        O Moskva, pelo que se viu nos videos, foi usado laser, contra os compartimentos onde estavam os P-700 granit, kabum.

        Os proprios misseis do Moskva,a explusão dos mesmos, provocaram danos brutais, e depois quando os Russos estavam a reboca-lo, não tiveram cuidado e deixaram descai-lo demais, caputou, e claro afundou.O mau tempo também contribuiu para isso.

        Mas era importante parar a propaganda e começar a deitar atenção á realidade.
        Os Misseis que o Moskva transporta dos lados, foram atacados por laser, até que rebentaram.
        Os P-700 Granit afundam qualquer coisa que lhes passe pela frente.
        São Alias os misseis antinavio mais temidos da Russia, foram feitos para caçar navios gigantes.

        A Russia comete muitos erros, isto também é um facto.
        Tu nunca colocas este tipo de misseis tão expostos no teu proprio navio.
        E teem que ser cobertos com materias compositos, ceramicos, ou outros que possam aguentar com laser em cima.

        O Laser muito provavelmente foi usado por um dos barcos kamikaze ucranianos, fornecidos pelos Britânicos.
        Mas la está, o navio deve ter metodos de defesa, desde fumo, até um missil pequeno disparado para atacar o barco, guiado pelo proprio laser do barco Kamikaze.

        Este tipo de coisas tem que estar sempre a funcionar, num barco militar, que mais não seja em modo automático.
        Lá está, “Metodos automáticos” que se falou acima.

        • Max says:

          Essa de que o Moskva foi afundado pela explosão dos seus próprios mísseis “incendiados” por lasers desconheço. Eventualmente foi posta a circular por russos para dizer que os ucranianos não fabricam mísseis.
          A versão da Ucrânia, corroborada por observadores independentes, é que o Moskva foi afundado por 2 mísseis ucranianos R-360 Neptune. Se provocaram rebentamentos em explosivos transportados no navio, é o habitual nestes casos.

          • Pedro says:

            Não creio que a noticia seja para dizer que a Ucrânia não fabrica misseis.
            Se queres ter os pés no chão deves tirar conclusões sobre realidade.
            Esquece os ghosts de kiev, as latas de tomate, as pás, e as maquinas de lavar, isso é propaganda.

            Niguém disse que a ucrânia não cria nada, muito pelo contrário, eles teem por exemplo um missil anti tanque, bastante bom.

            Tecnologia basica, com uma facilidade enorme de utilizar.
            E não é preciso estar a apontar o laser ao tanque.
            É melhor que os Russos? não não é, mas é diferente e em muitos aspectos, mais barato, facilidade de utilização, e segurança é melhor sim.

            Os russos estão agora a robotizar a treta dos designadores de alvos a laser, mas é uma adaptação, usando motores nos locais de direcção.
            Eles deviam era miniaturizar aquela porra.
            Andar com 30kg ás costas só para designar alvos, é coisa dos anos 80.
            Sim falo do sistema de guia dos misseis anti-tanque, ou das munições de canhão guiadas.

            Com isto dito, eu já vi videos do laser a furar nos contentores do P700.
            Não tem nada a ver com misseis ucrânianos, foram lasers.

            Se fores ver noticias da altura, eles dizem que um incendio, começou a lavrar na zona dos contentores.
            Na altura dava a entender que alguém tinha ateado fogo, ao navio.

            Mas depois apareceram videos, foram lasers.
            Se foram lasers, acho que não se deve fazer propaganda de que foram misseis ucrânianos.

            Enfim, esquece, tu não percebes o que estou a dizer, és muito miudo para isso.

  5. Rui says:

    É importante ressalvar que as acções da Nato na Ucrânia só tiveram o grande sucesso que tiveram no Mar Negro, porque teem alguns 50 Países a fornecer tecnologia e vigilancia, a mais avançada do mundo.

    Os Ucrânianos sozinhos duravam muito muito menos tempo.
    E não estou a dizer isto para os denegrir, muito pelo contrário, eles são o segundo maior exército na Europa no momento, se eles se virassem contra a Polónia ou Alemanha, lanham-nos num istante.
    Mas só carne não chega.

    1.7M, a caminho dos 2M, e talvez uns 3M de feridos.Nunca pensei que o sonho da EU fosse almejar ser a próxima União Sóviética.
    Cada vez que a Alemanha se encontra com dinheiro, é uma tragédia mundial.

  6. narcesudo says:

    E ainda há quem defenda que a tal de “operação especial” só continua porque a Ucrânia, cheia de teimosos suicidas, não se rende… já que, dizem, na super-híper-mega-potência russa tudo está óptimo e a correr às mil e uma maravilhas numa economia pujantíssima onde há bens de primeira, segunda, terceira e enésima necessidade com fartura para todos… que o apoio do povo é a 200% de tal modo que nem precisam de levar os mercenários do grupo Wagner às escolas para ensinarem as crianças que não se deve prender no queixo o capacete de combate ou ainda poderiam ficar com o pescoço partido… se levassem com um tiro no dito capacete.

    «Mr Nobody Against Putin Trailer»
    https://www.youtube.com/watch?v=TBMBKDCV950
    O mesmo “trailer” aqui:
    https://inv.nadeko.net/watch?__goaway_challenge=cookie&__goaway_id=5e2d5b0956878e3e54c79a87be7eed49&__goaway_referer=https%3A%2F%2Finv.nadeko.net%2F&v=TBMBKDCV950

    Também há quem diga que na Europa devemos ter muito, muito medo da Rússia por esta ter as melhores, mais modernas e mais avançadas armas que só de falar nelas deve, mesmo, provocar nos ocidentais os maiores e mais aterradores pesadelos… e que, por isto mesmo, devemos deixar a Rússia em paz, quer-se dizer, em guerra, quer-se dizer, em paz de guerra ou talvez guerra de paz ou vice-versa, agora com a Ucrânia, amanhã com a Polónia, Geórgia, Lituânia, Letónia, Estónia, Finlândia, Suécia ou outro país que esteja mais à mão.

    Isto de a Rússia ir buscar um navio de sucata e terem-no tido em reparações durante 26 anos… só significa que a tecnologia russa está muito, muito à frente da ocidental. Um país ocidental não se teria atrevido a tão monumental tarefa, teria direccionado tal navio directamente para o ferro-velho e teria começado de novo mas a Rússia, corajosa e voluntariosa nos seus mui nobres desígnios, foi muito mais além: transformou ferrugem em qualquer coisa de verdadeiramente… assustador! Sim, assustador porque esses 26 anos foram certamente o tempo suficiente e necessário para lhe colocarem todas aquelas geringonças que saltam à vista quando olhamos para as suas muito imponentes fotos. E quantas mais geringonças daquelas… mais medo mete, como é óbvio!

    (Não vejam o trailer apenas uma vez e reparem nos pormenores. Por exemplo, no olhar da professora quando o “Sr. Ninguém” – encarregue das filmagens – se dirige, frustrado, aos alunos dizendo “Ela está a ser forçada a dizer-vos o que vos vai dizer.”)

    • B@rão Vermelho says:

      @narcesudo, vai ser acusado de veres propaganda, os avençados do Pu In aqui da página já te vão responder que a Rússia só ainda não ocupou a Ucrânia toda porque têm pena dos Ucranianos e que a economia está de vento em popa, o armamento perdido foi apenas duas lapiseiras e três fisgas.
      A poderosa Rússia, é o único país que faz uma guerra e no final fica com a economia muito mais forte.

    • Alejandro says:

      O pior é que apesar de tudo, não se deve subestimar o inimigo. Quem não se recorda da semana anterior da invasão à Ucrânia, feita pela Rússia, em que aqui na Europa, dizia-se que “Não, o quê? A Rússia invadir a Ucrânia? Seria um suicídio económico e blablabla”! A verdade é que acontece há mais de 3 anos, e mesmo demonstrando atraso tecnológico, eles ainda continuam em vantagem, quanto mais não seja, tendo carne para canhão. Com a ajuda de Trump, amigo de ditadores, a coisa fica ainda mais fácil para a Rússia. Infelizmente, as sanções produzem 0 efeito. Mas ninguém no seu juízo perfeito, quer pagar para ver se o arsenal nuclear russo, está operacional ou não. A Ucrânia no seu povo, dão-nos uma grande lição de precerverança, pois mesmo tendo muitas adversidades, eles resistem, mesmo sendo traídos por um certo país cujo o presidente foi mencionado anteriormente neste comentário. Digo mais: A depender da liderança de Mark Rutte, para defesa contra a Rússia, ele fugiria em 3 tempos, pois demonstra ser um secretário Geral fraquinho fraquinho fraquinho.

      • narcesudo says:

        É verdade, não se deve subestimar um inimigo mas creio que antes da invasão o que a Europa fez não foi tanto subestimar as capacidades da Rússia mas as suas intenções. Claro que agora sabemos todos melhor o quanto a Rússia se vinha preparando ao longo dos anos anteriores e foi subestimada toda essa preparação… ou talvez apenas ignorada porque havia também uns quantos líderes europeus em completa negação e terem de lidar com a realidade iria contra todo o trabalho que andavam a fazer de aproximação à Rússia – ninguém gosta de admitir que está errado ou que todo o seu trabalho é ou foi em vão.
        Mas agora, esse “medo” actual à Rússia já não será bem de se subestimar ou não as suas capacidades… agora, outras razões parecem ser mais fortes e parecem ser mais ideológicas do que estratégicas (ou de cobardia/receio).

        Dizer que a Rússia continua em vantagem… tal como a Ucrânia, também a Rússia tem sido bastante ajudada pelos seus amigos interessados em desestabilizar e fragilizar a Europa/Ocidente e, tanto quanto sei, não impõem limites ao uso das armas que fornecem, logo aqui está uma grande vantagem. Mas mesmo qualquer eventual vantagem da Rússia que subsista, agora já nem será assim tanta pois parece ter vindo a reduzir-se ao longo do tempo. Mesmo a disponibilidade para arrebanharem homens (muitos deles muito jovens), para morrerem na frente de batalha, tem limites – no documentário que referi acima uma das lamentações dos professores era saberem que alunos seus já tinham ido para a guerra e morrido lá, mais tarde ou mais cedo este sentimento irá generalizar-se se a guerra continuar.
        Ao contrário de uma verdadeira vantagem russa, agora, diria também eu, a coisa parece mais… estar cada vez mais perto de um verdadeiro impasse com a Rússia a querer ganhar na secretaria o que não consegue ganhar no terreno.

        A resiliência e sentido de sacrifício dos ucranianos são realmente de louvar mas também não têm grandes alternativas… se a guerra é um período negro e trágico, ficarem novamente sob o domínio russo também não lhes parece ser melhor. E o sonho de liberdade e progresso ao estilo ocidental também lhes acalenta muitas esperanças.

        Quanto ao arsenal nuclear russo com que tantas vezes nos ameaçam, a ser usado, seria um suicídio… mesmo que, por hipótese, não o fosse para a Rússia ou para o próprio Putin, ao menos seria-o para as intenções expansionistas e de um nova era imperial sonhadas por Putin e seus apoiantes internos – só isto, creio, sobrepõe-se a qualquer loucura do uso do nuclear pois seria a auto-destruição das ambições, sonhos e verdadeiros objectivos de vida de alcançarem uma nova CCCP/URSS.

        Trump que tem sido injustiçadamente vilipendiado nas políticas internas merece (aliás, ele e todos os seus conselheiros) as maiores críticas no que se refere à Ucrânia. Aí todo o seu comportamento tem sido, muito infelizmente, uma desilusão atrás de outra e de uma absoluta falta de visão para as consequências catastróficas para a ordem mundial de oferecer a vitória a Putin, inclusive para os EUA. Incompreensível esta cegueira!

        As sanções, ao longo dos anos, também têm sido pouco mais do que uma piada de mau gosto… na leveza com que são pensadas e aplicadas e sempre às pinguinhas. E pensar que banirem meia dúzia de bancos russos do sistema Swift já foi considerado a “bomba atómica” do sistema financeiro!

  7. Nilin says:

    Deve estar cheio de ferrugem. Vai ser outro Titanic.

  8. TiagoC says:

    Mais uma velharia a sair do museu.

  9. freakonaleash says:

    Há drones ucranianos já a babarem-se “Anda aqui à nossa beira”!

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