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ACAP sugere regime de suspensão do pagamento do IUC

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    Só ao fim é que se percebe que a ACAB pede a suspensão do pagamento do IUC – pelos stands, referente aos carros usados em stock – “permitindo que o IUC só fosse pago quando os veículos fossem efetivamente vendidos”.
    Efetivamente, em termos de tesouraria, uma coisa é o stand pagar o IUC de cada carro no mês de matrícula (atualmente), ou pagar de todos em abril, ou abril e outubro, ou abril julho/outubro (a partir de 2028, desconhecendo-se qual é o regime transitório de 2027). Mas contraria o regime atual – todos os veículos usados não abatidos pagam IUC, circulem ou não.

  2. Tiago C says:

    IUC, suposta imposto ÚNICO de circulação. De único, tem pouco.

    Vejamos, pagamos:
    – O próprio IUC anual
    – ISV – Imposto Sobre Veículos pela matricula
    – IVA na compra do carro
    – IVA sobre combustíveis
    – ISP – Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos
    – Portagens/SCUTs, mais IVA
    – IPO – Inspeção Periódica Obrigatória, mais IVA
    – Seguro anual, com Imposto do selo, mais IVA
    – Estacionamento (Principalmente estacionamento de rua)

    Belo imposto único

    • José Maria Oliveira Simões says:

      Venha o guito carago … Paga e não refila, OK. Os portugueses tem bolsos muito fundos e estão cheios dele. Qualquer dia, vamos andar a pé. Faz bem à saúde 😉 Mas o calçado … que se lixe, vamos descalços !!! 😉

    • Jorge says:

      Existem + de 753.000 funcionários “públicos”

      O Estado não produz, não gera riqu€za, o Estado gasta (para umas coisas gasta “bem”, para a maioria das coisas gasta “mal”)

      O dinheiro tem de vir dos tansos do privado.

      • contraditorio says:

        Meu caro…tens que completar a estatística 🙂 Desses 753.000 aí uns 500.000 estão mal colocados onde fazem pouco; Deste 500.000 tens que tirar por aí uns 400.000 que são boys dos partidos do poder (maioritariamente PS) os restantes 100.000 que são os que efectivamente fazem alguma coisa de útil e definitivo no Estado e que, por norma são avaliados abaixo de cão porque se recusam a lamber todas as latas que os chefiam ! Os que sobram 53.000 são os que estão na pré-reforma e concluíram que já não vale a pena cansarem-se !

    • Realista says:

      O IUC chama-se Imposto Único de Circulação porque em 2007 veio substituir o Imposto Municipal Sobre Veículos (IMV) e o Imposto de Selo (IS), daí chamar-se “único”…

      Para além disso:
      O IVA paga-se pela transmissão onerosa de bens/serviços;
      O ISP paga-se por adquirir produtos petroliferos;
      As portagens, IPO, estacionamento e Seguro paga-se pelo serviço prestados.

    • Manuel da Rocha says:

      28,4 milhões de carros, registados.
      25,2 milhões, de carros, pagaram IUC, em 2024.
      Diga lá onde é que se nota, esse problema? Até para viagens, de 10 minutos, a pé, 99,99%, dos portugueses, usam carro próprio.

    • A banana amarelha says:

      Tiago C. e José Maria Oliveira Simões, desculpem mas são visões vossas muito simplistas e ingénuas e em algumas coisas muito por falta de informação.
      – o custo médio por km de rua a construir situa-se nos +- 6 milhões de euros, com necessidade de manutenção a depender do desgaste; em Portugal temos cerca 20600km (17 463 km + 3100 km em autoestradas). É óbvio que é ao longo de décadas, mas falamos de ~120.000 MILHÕES de euros
      – são dezenas de milhar de sinais de trânsito para colocar e manter. Mete pelo menos 50 MILHÕES nisso.

      Todos os impostos servem para pagar várias coisas: saúde, estradas, fiscalização, manutenção, segurança e polícia, e tudo mais. Além do mais grandes “culpadas” são as pessoas com nenhuns ou poucos descontos: na realidade portugal tem uma taxa alta de pessoas que se inserem nisto, o que faz que a nível de custos de saúde, educação e afins, provocam um saldo NEGATIVO. Logo para se conseguir pagar tudo, há que ir buscar dinheiro a quem ganha mais e a quem usa o veículo.

      Atenção que o estado NÃO obriga a ter carro! A pessoa pode usar serviços partilhados (partilhar carro, transporte público ou pedir um serviço de TVDE) e não tem que pagar nada disso. Agora o Tuga-reclamão quer usar e não pagar. Todos querem ter um BMW, mota barulhenta e rápida, direito a baixas, fundo de desemprego, cuidados totais de saúde, direito a segurança e afins, mas querem que o dinheiro para a parte pública caia das árvores. Enfim…mentes limitadas.

      • Tiago C says:

        As pessoas reclaram, mas deves fazer um esforço para tentar perceber qual o motivo dessa reclamação e colocar-te na posição dessa pessoa.

        Vamos por partes:
        1. Falaste em muitos kms e muitos milhares de euros utilizados para manutenção, o problema é que esses valores são maioritariamente gastos em auto-estradas.
        Há locais como uma Estrada Nacional cheia de buracos, onde passam vários veiculos por dia, por isso, onde está a manutenção? Isto acontece em vários locais do país.
        As pessoas querem ver resultados, não números.

        2. Os impostos efetivamente servem para pagar várias situações, e não me importo de os pagar, desde que sejam BEM utilizados, o que nos últimos anos isso não acontece.
        Vejamos a qualidade de saúde atual, a qualidade de justiça, educação cada vez pior, a Habitação cada vez pior, polícia e segurança cada vez com menos autoridade, etc etc.

        3. Verdade que o estado não obriga, é bem verdade, mas as condições de transportes para mover as pessoas pela cidade ou país são a qualidade que são.

        Por isso, desculpa eu, essa é a tua visão e esta é a minha. Impostos a mais (no geral) e pouca qualidade para o que se usufrui.

      • José Maria Oliveira Simões says:

        “Simplista e ingénuas”. Gostei imenso. Faço cerca de 12 Km todos os dias de casa para o trabalho e depois volto para casa, faça sol ou esteja de chuva. E às horas que as faço, não há qualquer transporte, a não ser o meu. De manhã, devo ser o unico, ou dos poucos na estrada, pois a grande maioria ainda está a dormir e o sol ainda não nasceu. Se eu não estiver no trabalho, tenho falta. Por isso, recomendo que não seja “Simplista” e não faça comentários infundados. Resumindo, faço cerca de 3.650 Km anualmente. Ufa, vai, l á vai … a penantes, não é ? Nota final : Adorei o seu nome “A banana amarelha” ! 😉

    • Feliz100Ti says:

      O seguro está isento de IVA, calhorda

      • José Maria Oliveira Simões says:

        A alínea 28) do artigo 9.º do CIVA determina que são isentas de IVA «as operações de seguro e resseguro, bem como as prestações de serviços conexas efetuadas pelos corretores e intermediários de seguro. Em todas as situações se paga IVA, excepto as que referi. No resto, não sei … mas que o guito vai … vai !!!

    • gjvv says:

      se tiveres em circulacao nao tens de pagar eatacionamento.
      Mas entao comcluimos que nao e unico.. mas se nao circular deixa de pagar? nao. entqo tambem nao e de circulacao.

  3. Mendes says:

    Pagar IUC com as estradas perigosas onde se circula? Sem marcação horizontal (excepto por alguns meses quando existem eleições autárquicas…e com tinta manhosa que logo desaparece), sem refletores na via (pequenos quadrados que indicam as curvas e qual o àngulo das mesmas) que auxiliam durante a noite e em situação de chuva?
    Em verdade, a falta de sinalização de qualidade (ide circular em Espanha/França/Alemanha e comparem!!) é um fator de risco….nem o IUC, de todo, se devia pagar pois não é usado para a prevenção rodoviária!

    • Realista says:

      No IUC, embora tipificado que seja para pagar o custo viário e o custo ambiental, o calculo do pagamento apenas incide sobre o custo ambiental e não tens fatores como o custo viário…

      Assim se forem a colocar o custo viário em cima, adicionando por exemplo fatores como o peso do veículo, acabavam todos por ter de se pagar mais imposto.

      • A banana amarelha says:

        O peso é uma medida errada ou então teria que se meter muito mais elementos na fórmula: um veículo ligeiro de 2.5T conduzido a baixa velocidade provoca menos danos no piso que um veículo de 1.8T com alterações de inércia grandes (arranques / travagens e mudanças de direção). Como introduzir esses parâmetros vai provocar um desequilíbrio injusto, não me parece correto. O que fazer:

        – subir as taxas aos transportes pesados e mercadorias
        – aumentar a fiscalização pelas polícias municipais dos incumpridores, as multas aumentariam a ordem e recolha de dinheiro
        – criar zonas de circulação verdes nas grandes cidades e taxa de entrada nelas aos não residentes: obriga veículos velhos e poluentes a ficar fora, e aos de fora da cidade a usarem mais transportes públicos
        – retirar impostos para motociclos elétricos ou até 125cc (11 kW / 15 CV) para fomentar o transporte com motociclos: assim temos menos carros, mais espaço nas cidades e poupam dinheiro. Diariamente >80% dos veículos levam uma pessoa.
        – introduzir inspeções obrigatórias para todos os motociclos: estou cansado de viver numa cidade e escutar as motas barulhentas e alteradas. Quanto vemos muitas motas em que cada uma faz mais barulho que 10 camiões juntos….algo de errado está.

    • Manuel da Rocha says:

      Você é que nunca lá circulou…
      Se quiser testar, dou-lhe a estrada Vilar Formoso – Ciudad Rodrigo. Assim que entra, em Espanha, vai ver sinais azuis, de 90kmh, velocidade aconselhada, seguidos dos vermelhos, 30kmh, 10 metros, à frente. Nas rotundas, chegam a haver 26 sinais, além dos 8-13, de indicação das localidades, em cada saída. Sem falar dos arbustos, que chegam, a invadir as faixas centrais.

  4. jonas says:

    simplificam a forma como os portugueses pagam este imposto!hahhaha

  5. Manuel da Rocha says:

    Portanto, vamos ter stands com 250000 automóveis, isentos de IUC, isentos de seguro e a gastarem 100000 euros, anualmente, cada um, em combustível.
    E, o empresário, faz 120000 milhões, de euros, com os serviços de carros privados, com condutor próprio. Grande poupança.

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