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Comandos Linux para Totós – Tutorial nº18


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. joao L says:

    Muito util e que desconhecia.

    Uma dica no proximo tutorial sempre podem abordar o compilador , mostrar o make…

  2. RickPinto says:

    Porque não instalar o Midnight Commander (apt-get install mc), e temos um inúmero conjunto de tarefas, facilitado?

    Experimentem…

  3. Milhafre says:

    Estou a gostar imenso destes tutoriais para além de já me terem ajudado imenso.
    Obrigado.

  4. Apesar de já conhecer o SSH e FTP (SFTP) mas não conhecia o scp. Bom artigo, continuem

  5. Ryan says:

    Se não tiverem máquina suplente em casa tentem com o vosso iPhone ou iPod Touch. A mim há muito que me ajuda a dar a volta a certas cenas no iPod Touch.

  6. Vitor says:

    Esse eu desconhecia!
    Boa dica pplware!

  7. Já agora, para ficheiros grandes ou árvores de directórios, é preferível o uso do ‘rsync’ (man rsync) que, além de muito mais versátil, permite continuar uma transmissão previamente interrompida em vez de a reiniciar.

    Outro uso muito comum, é na criação e manutenção de cópias (mirrors) de uma árvore de directórios (eventualmente, associado ao cron).

    Exemplo (copia a árvore de directórios ‘/home/carlos/development’ entre um PC remoto e a máquina local):
    /usr/bin/rsync –delete -Cazvu carlos@192.168.1.8:/home/carlos/development /home/carlos/development

  8. lmx says:

    Boas..
    Pedro parabéns por mais este artigo 😉
    conhecia de nome, mas nunca usei, obrigado por mais este artigo.

    ps->presumo que a nivel de velocidades de transferência, seja parecido com sftp?!

    cmps

  9. Guilherme de Sousa says:

    Isto implica saber onde estão os ficheiros e o seu nome exacto. No caso de não se ter a certeza/não se saber, requer então uma ligação de ssh primeiro.

    Neste tipo de situações prefiro então fazer um mount através de sshfs.

    cumps!

    • Pedro Pinto says:

      É outra solução…ou isso ou samba 🙂

    • João Henriques says:

      Mas quem usa scp em 99% das ocasiões está ligado por ssh a trabalhar remotamente. Pelo menos comigo é assim. Muitas vezes estou a correr jobs no servidor a partir de casa e preciso visualizar um ficheiro .xyz para ter a certeza da geometria de uma molécula. É muito raro precisares apenas de ir buscar apenas alguma coisa. Para além disso basta ter o Dropbox na tua pasta local e em casa. Passas coisas dum lado para o outro que é uma maravilha.

      • Guilherme de Sousa says:

        Lá vem o dropbox… parece que hoje em dia se resolve tudo com dropbox. Passando isso a frente:

        Acho que querias dizer é que 99% das vezes CONTIGO é assim; o que não implica que com os outros também o seja.

        Para alem disso, como disseste e bem, é muito raro teres que ir buscar apenas uma coisa, logo ainda menos pratico isto se torna. Ir buscar ficheiros um a um, ou seja, establecer uma ligação de cada vez que se quer transferir um ficheiro e ter que andar a lidar com o scp em vez de fazer operações simples de manipulação do sistema de ficheiros (leia-se cd, mv, cp, rm, etc).

        Ao montar com sshfs tudo isso é mais simples. Faz-se uma vez e depois os dados é como se estivessem localmente na máquina em que estamos.

        cumps

        • João Henriques says:

          “99% das vezes CONTIGO”… Não foi o que disse?… Lê lá outra vez. Relativamente ao sshfs, PARA MIM faz menos sentido do que usar o Dropbox, por motivos de comodidade. A pasta já está partilhada e já, por isso não custa nada usar. Até dá menos trabalho. Obviamente que no meu local de trabalho tenho os discos todos montados. Nem poderia ser doutra maneira. Existem muitas maneiras de fazer a mesma coisa. As pessoas escolhem a que menos trabalho dá. Depois existem os puristas que fazem da maneira correcta. E olha que sou bastante purista no meu trabalho. Simplesmente neste caso não vale a pena. Como dizia um chefe meu em San Francisco, “whatever works.”

          • Guilherme de Sousa says:

            Ao dizeres ‘Mas quem usa’, acabaste por abranger um universo bem maior que a tua pessoa apenas. E fazes isso com o argumento baseado na tua utilização; era ai que queria chegar.

            ‘Whatever works’ é uma realidade; no entanto nem sempre funciona.

            Se quiser transferir ficheiros grandes como deves imaginar o Dropbox não chega (apenas um exemplo). O que quero dizer é que quando queres ter acesso a vários ficheiros, não faz sentido teres que os copiar constantemente para o Drop, não só por poderes não ter espaço, como por não ser pratico. Se tiveres que ir buscar um numero elevado de ficheiros, terás que os copiar primeiramente para o Drop, que fará a transferência para o server, e então por fim depois copiar para a tua máquina local. Podias apenas montar o FS todo localmente e explorar como bem te apeteça, tal como fazes com o teu disco local.

            Só apresentei isto pois neste post falou-se de scp, e como tal, dentro de uma abordagem semelhante pareceu-me melhor o sshfs.

            (PS: Não te esqueças que quando são muitos ficheiros o processo de indexação do dropbox é demorado)

            cumps

  10. Rodrigo says:

    achei muito boa essa informação.
    não tinha o menor conhecimento sobre ela, bem interessante.

  11. Ricardo Neves Correia dos Santos says:

    Uma dúvida

    E se as pastas tirerem permissões, ou seja, se for necessário password de utilizadores.
    como uso o rsync?

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