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Comandos Linux para Totós – Tutorial nº8


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Paulo Barros says:

    Este o nº8, o nº7 foi no dia 18

  2. Valente says:

    É, o nº 7 foi o do “Morte aos processos”. Foi só para ver se os alunos estão com atenção, eh eh eh…

  3. JPedrosa says:

    é 8 é 8 … 🙂

  4. Pedro Pinto says:

    Ora nem mais 🙂 Alterado

  5. eu says:

    O meu runlevel é o 3, no meu pc tenho arch + kde, nem sabia dos runlevels mais uma vez obrigado.

    ps – como tenho um runlevel de 3 se estou neste momento com um abiente gráfico?? será porque, como o arch é configurado a partir de uma linha de comandos e como eu simplesmente adicionei o daemon ‘kdm’ para correr o kde?

    • Filipe says:

      Yap. Nada obriga a que corras o ambiente gráfico num determinado “run level”. Tudo depende do que configuraste.
      (Entendidos em Linux corrijam-me se estiver enganado)

      • eu says:

        Até que ponto o runlevel influencia o sistema

        • Filipe says:

          Os runlevels são utilizados para definir o estado em que o sistema vai estar depois de iniciar. O runlevel em que o sistema inicia define quais são os serviços que vão ser iniciados, se as interfaces de rede vão ou não ser configuradas, etc.
          As configurações de cada runlevel variam muito de sistema para sistema e podem ser configuradas pelo utilizador. Se o runlevel 3 estiver configurado da mesma forma que o runlevel 4 então iniciar no 3 ou no 4 é igual.
          Cada sistema (distribuição) traz as suas configurações que variam muito entre cada um.

        • Filipe says:

          Desculpem o double post. Faltou-me dizer que ter vários run levels diferentes configurados é muito útil para resolver problemas, principalmente que impedem o computador de arrancar. Para quem usa windows, iniciar num run level mais baixo (tipicamente usam-se run levels mais baixos para inciar menos coisas) é parecido a inciar em modo de segurança.
          Como há menos processos a ser inciados à menos probabilidade de o arranque falhar e de conseguirmos resolver o problema.

  6. bcuraboy says:

    o meu está em modo 2-Modo multi-utilizador, sem NFS (Network file system)…
    acham que esta bom assim ou devo fazer correçoes???

  7. cool-mab says:

    Esta explicações são válidas para distribuições baseadas em RedHat/Fedora. No Debian é totalmente diferente.

  8. Serva says:

    Pedro ,

    Boa noite , mais um tópico fantástico , quem tem sistemas baseados em Debian como escreveste os valores são diferentes , é complexo o nosso Linux , mas assim é que dá luta .

    Cumprimentos a todos , estou de ferias , mas não resisto a passar pelo Pplware .

    Serva

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