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Comandos Linux para Totós – Tutorial nº4


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. moedinha says:

    Bom, ppinto.dat tem permissões de leitura, escrita e execução para todos ,psimoes.doc tem permissões de leitura e escrita para o utilizador, leitura para grupos e mais nada.

    teste é um directório com todas as permissões para o utilizador, e leitura e execução para grupos e outros.

    Agora, como é que se muda as permissões ?

  2. M.Manuelito says:

    Muito bem explicado. Por acaso desta parte ainda me lembrava, pois dei isto nuns maravilhosos cursos de Unix que tirei em Lisboa em 1993. Eram tempos quase pré-históricos, informaticamente falando 🙂

  3. César says:

    Poucas vezes comento embora seja um local onde esteja sempre presente (pplware sempre aberto para ver as novidades xD), mas de facto tenho de comentar estes tópicos…

    Nunca consegui trabalhar muito com linux por falta de tempo e tutoriais de jeito, mas desde que comecei a trabalhar que a minha área é linux e tenho aprendido bastante, mas sem dúvida que se algum dia da minha vida tivesse tido acesso a algum destes tutoriais que estão a surgir, concerteza teria iniciado a minha vida neste mundo de terminais muito mais cedo xD

    Obrigado pelos posts!

  4. Manuel says:

    Ora aqui está lembranças antigas do saudoso Unix.

    Belos tempos à frente desses bons terminais!!!

    Comecei a teclar comandos Unix no ano de 1990 e até hoje guardo-os na memória o vai sendo muito útil na actual aventura Linux.

    Bom trabalho!!

  5. João André Costa says:

    O ficheiro ppinto.dat tem acesso de read, write e execute para todos. O ficheiro psimoes.doc tem acesso de read e write para o user, de read para o group e não é acessível aos others.
    O teste é uma directoria (daí o D antes das permissóes) e acesso de read, write e execute para o user, e read e execute para o group e o others.

  6. JMCS says:

    Resposta: 777 e 640.

  7. gnu/linux ftw says:

    parabéns pplware pelos TUTORIAIS!

    deixo alguns comandos para o (ubuntu)

    $ Apt-get update (Atualiza os repositórios)
    $ Apt-get upgrade (Atualiza o sistema )
    $ Apt-get autoremove (Remove pacotes inutilizáveis)
    $ Apt-get install nome_aplicação ex: Apt-get install firefox
    $ shutdown -h now (desliga o pc)
    $ shutdown -r now (Reinicia o pc )
    $ glxinfo (Informação sobre OpenGl e Glx)
    $ glxinfo | grep (Indica se está activada a aceleração 3D )

  8. Ricardo Ribeiro says:

    “Indica se é ficheiro ou directorio (- ou d )”

    Ha mais casos em que é diferente de “-” ou “d”, links por exemplo.

    De resto, apenas votos de bom trabalho na divulgação deste tipo de artigos!
    Espero que continuem com esta rubrica! 🙂

    Abraços!

  9. mushi says:

    sugiro que se comece a falar sobre os fixeiros de configuracao presentes nas distribuições linux, suas localizacoes e ambito.

    por exemplo, os que estao no /etc , qual o significado deles, exemplo do que se pode configurar em cada um… sugiro uma tabela para sintetizar.

    • Guilherme de Sousa says:

      Isso esta um pouco dependente da distribuição também..
      Para tal ser feito era necessário entrar mais no âmbito de uma distro e não no geral que Linux consegue ser.. penso que esta rubrica seja geral para todas as distros, e a meu ver era bom que assim continuasse.

      cumps

    • João Reis says:

      Isso por acaso até era bem porreiro!!!!!… agora ja sei mais um pouco onde estão as coisas, mas mesmo assim… como uso linux à um ano ainda me falta saber muuuuuuuuito….

  10. Tiago says:

    Atenção que estritamente falando não são bem comandos linux xD

    Bom tutorial 🙂

    Já agora, vais passar pelo tar? Não era má ideia se calhar, e também podias deixar desafios com isso, claro que não valeria fazer batota 😛

    • eu says:

      xD eu tambem posso criar um comando linux, uso o gcc para compilar um printf, movo para a pasta /bin e depois basta invocar o nome que compilei e voila! tenho um comando criado por mim. Que na realidade é um simples programa em c.

      • Tiago says:

        lol estava a querer dizer que estritamente falando linux é o kernel…

        Não precisas de tanta coisa para isso, e na realidade não é um programa em c, c foi apenas a linguagem utilizada para o programar 🙂

        Já para não dizer que não necessita sequer ser um ficheiro binário, podes ter scripts nos /*bin* e podes estar a usa-los sem sequer saber o que são.

    • Pedro Pinto says:

      Sim, o tar está no “programa” 🙂

  11. Carlos Silva says:

    Não esquecer todas as outras permissões. Stickybits, “ficheiros” block, symlinks, character devices…

    visualmente, pode ser qualquer coisa como isto:

    brwSr–r–

    e agora? 😉

  12. Miguel Fonseca says:

    Boas Pedro, excelente artigo e que continue.
    Já agora um artigo que me deixou bastante contente quanto à evolução do Linux, particularmente a Ubuntu.

    http://www.expertreviews.co.uk/general/1286485/ubuntu-11-04-vs-windows-7-vs-os-x-10-7-lion/2

  13. Ryan says:

    Pedro obrigado pelos artigos sobre Linux nao por mim que sou um utilizador intermedio a caminhar para o experiente. Pessoalmente acho que quando se mexe em Linux deveria saber dar uns toques na linha de comandos. Tenho amigos que aparecem por aqui e que agora estao a seguir atentamente esta saga.

  14. Pedro Pinto says:

    Boa noite a todos,
    Como tive de ir dar umas pedaladas à Etapa da Volta a Portugal não tive a possibilidade de acompanhar o artigo e responder as questões 🙂
    Desde já o meu obrigado pelos comentários de incentivo e reconhecimentos do trabalho. Vou entretanto responder às vossas questões.

  15. Valente says:

    Aqui no Phone Android o “ls -l” dá o mesmo que só “l”. (com o Root System Tool)

    • Linus says:

      isso basicamente é um alias, ou seja, está definido que quando escreves “l” ele faz o “ls -l”

      eu normalmente defino o alias “ll = ls -l”

      para definir os alias para ti (para o teu user) é só editares o ficheiro “.bashrc” que se encontra na tua pasta pessoal directório raiz (isto em linux)

      há lá uma secção própria para os alias e é de notar que todas as frases que têm o “#” antes quer dizer que estão comentadas e são ignoradas.

      cumps

      • Valente says:

        Obrigado. Estou a começar o Linux e além do tutorial aproveito todas estas dicas.
        .
        .
        .
        .
        @Pedro Pinto
        Porque é que eu agora não estou a receber os coment. por e.mail? Porque é que em baixo já não há a Gestão da Subscrição dos Comentários? Agradecia um esclarecimento. Obrigado.

        Cumprimentos
        Valente Lopes

  16. Xiko says:

    Excelentes tutoriais sobre Linux.

    Obrigado

  17. ppinto.dat Leitura/Escrita e Execução para Usuário Grupo e Outros e psimoes.doc Leitura/Escrita para Usuário e Leitura para o Grupo… certo?!

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