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Comandos Linux para Totós – Tutorial nº3


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Marco Matos says:

    Gostei bastante do tutorial, na minha opinião estão a fazer um excelente trabalho.

    Eu trabalho numa loja de informática, e aos poucos tenho tentado incutir a migração para Linux, porque as pessoas (clientes) elas consomem o que nós incentivarmos, e se começarmos a ter na loja e oferecer suporte a Linux, tenho a certeza que o Open Source veio para ficar.

    Eu apoio o Open Source, e vocês?

    Cumprimentos,
    Marco Matos

  2. eu says:

    Já começo a pensar que no final dos tutoriais já conseguiremos configurar servidores num abrir e fechar de olhos.

  3. Alguem says:

    Este comando não corresponde a imagem
    [pplware@pplware site]# mkdir egitux

    devia ser:
    [pplware@pplware site]# mkdir ppinto

    e os restantes locais onde se usa egitux também estão incorrectos

  4. Visitante says:

    Ou é impressão minha ou…

    Alguns comandos também existem (ou existiam) no MS-DOS 🙂

    Já se tecla alguma coisa 🙂

  5. Rui Saraiva says:

    mkdir -p pplware/site/ppinto pplware/forum
    touch pplware/site/ppinto/{dados,info,xpto} pplware/forum/aabb

  6. Apaxe says:

    Duvida que nunca consegui descobrir:

    Com o comando “df -h” consigo verificar em que directórios as varias partições dos discos estão montadas.
    Perante isto pergunto, existe algum comando que me informe em qual sistema de ficheiros (ext3, ext4, ntfs, etc.) a partição está formatada?

  7. James Bond says:

    @Pedro Pinto,

    Na minha dica falta o essencial: o comando!

    james@darkstar:-$ finger @ftp.kernel.org

  8. Bruno Pinto says:

    Outra forma de criar a estrutura de pastas, muito semelhante ao mkdir -p, é com o comando install -d:

    install -d pplware/{site,site/ppinto,forum}

    Obrigado por esta série de artigos. É um tópico com bastante utilidade.

  9. Valente says:

    Desculpa Pedro Pinto
    Até aqui tem sido o $ agora é o #.
    Era uma dúvida que tinha e já houve um comentador que me informou, mas falta no tuturial como se muda dum para o outro.
    Ou já foi dito e eu ….

    • eu says:

      isso é devido as permissoes se tens # é porque estas com superuilizador (root) basta fazeres exit para saires e ficas com & assim passas ao user normal

      • Valente says:

        Pois mas faltou dizer como se passa a #.

        Fui fazer init ao pc pela Pen Linux e assim aparecem ao cimo as informações “man sudo_root -i” . E pelo man do sudo vi que basta fazer sudo -i para passar a # metendo o nosso password.
        Obrigado

        • eu says:

          para configurares um user basta

          #nano /etc/sudoers

          depois adicionas o teu nickname na config e a frente basta por ALL=(ALL) ALL

          ‘nickname ALL=(ALL) ALL’

    • Gil says:

      Como já devem ter explicado o # indica que o utilizador é o root.
      Deve-se ter em conta que este utilizador consegue executar qualquer comando, sem restrição, pelo que certos comandos podem arrasar completamente o sistema.
      Uma das formas de alterar o utilizador para root é executar a born again shell como super user, para voltar ao utilizador normal basta escrever exit.

      • Valente says:

        Obrigado pela tua boa vontade Gil mas eu estou no início e isso de born again shell não me diz nada, ainda.
        Mas já vi que:
        Se estou em $ faço sudo -i + Password e passo a # root. Daqui saio com exit.
        E curioso após o exit aparece logout, normal. Se entro outra vez com sudo -i já não me pede o password, entro logo em #.
        Este Linux baralha-me.

        • jorge santos says:

          Quando emites o comando, por exemplo:

          $sudo apt-get update

          Vais fazê-lo como “root” somente para esse comando. Se reparares o Terminal continua a indicar que és “user” através do símbolo “$”. O comando “sudo” é usado individualmente e linha a linha, não te dá permissões de “root” até ao final da sessão de terminal.

    • Pedro Pinto says:

      Boas @Valente

      Então relativamente a essa questão temos os 2 cenários:

      # quando estás autenticado com super-user (root)
      $ quando estás autenticado com outro utilizador

      Para passares para root podes por exemplo fazer:
      sudo – i ou
      sudo su ou
      su – e existem mais algumas formas.

      No ubuntu é comum usares um utilizador “normal” e quando necessitas de permissões de super-user então fazer sudo seguido do comando.
      Consegui esclarecer as tuas duvidas?

      Ppinto

      • Valente says:

        Muito bem Pedro
        E aqui os amigos comentadores também têm ajudado. E cá vou brincando no Ubuntu que instalei ontem a partir duma pen. . Mas há pouco tive que fazer init pela pen para tirar uma dúvida. Continuamos…

  10. Paulo cesar says:

    Excelente tutorial mais uma vez!
    Para quem vinha do MS-DOS e queria de alguma forma verificar a quantidade de memória utilizada/disponível era o comando “mem”.
    No Linux, o comando é “free”.
    1. free (sem argumento, padrão será em kB)
    2. free -m (em MB)
    3. free -g (em GB)

    O cálculo para MB e GB será arredondado para o menor inteiro. Se, por exemplo, ao utilizar esse comando com um computador dotado de apenas 512MB de RAM e utilizarmos free -g, será retornado 0!

    Aparece na primeira linha a memória total, a utilizada e livre (essa não é a real uma vez que engloba a memória física e virtual)
    A segunda linha “-/+ buffers/cache” é referente apenas à memória física onde temos a memória usada e livre cujos valores somados devem corresponder aproximadamente (devidos aos arredondamentos na exibição) à memória total da primeira linha.
    A última linha corresponde ao uso de área de troca (swap).

    Uma dica para ver a memória que interessa, utilizando vários comandos do Linux para brincar:

    echo “$(free -m | grep ^-/+ | tr -s [:blank:] | cut -d ” ” -f 3) de $(free -m | grep ^Mem. | tr -s [:blank:] | cut -d ” ” -f 2) MB utilizados”

    Há formas mais simplificadas mas esse já usa echo, free, grep, tr, cut e subcomandos “$( )” tudo com o Pipe (“|”).

    O segredo de qualquer sistema “derivado do Unix” é usar vários comandos, onde cada um realiza uma tarefa e entrega o resultado para o próximo.
    O de cima faz o free entregar o resultado das memórias, o grep seleciona a linha, o tr em especial nesse caso remove os espaços excedentes e o cut só extrair a informação que quero. E tudouso exibo dentro de um echo. 😉

  11. Valente says:

    O Ubuntu não tinha o cmd tree instalado e ensinou como fazer: “apt-get install tree” e ao fim de 20 linhas de texto lá ficou instalado o comando tree.

    • Pedro Pinto says:

      Pois, o ubuntu tornou-se “amigo” do utilizador. Nos últimos tempos tenho andado viciado no Mint 🙂

      • Valente says:

        Aqui há algum tempo instalei o Ubuntu e depois experimentei o Mint. Não gostei muito do grafismo deste prefiro o Ubuntu. Depois desisti por falta de incentivo e por não ter um guia como aprender, mas fiquei com uma Pen que agora me foi útil. E agora apareceu o incentivo. E cá estou a começar do zero (comparando sempre com o DOS). Obrigado

  12. FNP.PT says:

    Tótós? Ena tantos! 🙂

  13. jpng81 says:

    É assim não se assustem pela quantidade de comandos, porque são muitos e decorar aquilo tudo e as opções então deve ser impossível, mas usando o “man” e google facilita muito a vida.
    Mas acreditem que a linha de comandos consegue fazer sempre muito mais que um ambiente gráfico é apenas preciso um pouco de paciência.
    Eu fiquei fascinado a medida que fui aprendendo linux que o ambiente gráfico é apenas uma das maneiras de se conseguir fazer as coisas, o modo consola faz práticamente tudo.
    Eu já cheguei ao ponto de ter o meu servidor ubuntu com apenas um cabo de alimentação e cabo de rede ligados para ter a correr ubuntu server com virtualbox a correr servidores de apache2 (onde tenho páginas alojadas) e tenho alguns windows XP a correr para certos programas…. e a única coisa que preciso para administrar isto tudo é um terminal de SSH 🙂

  14. rodasp says:

    Não tenho seguido os tutoriais ao pormenor… mas a ideia é excelente e vou aproveitar, visto que estou a terminar de instalar o ubuntu no meu eee pc.

  15. eco says:

    alguém aqui tem instalado o LAMP no Linux?? Qual o melhor software linux para criar sites???
    Obrigado

    • jpng81 says:

      eu crio os meus com wordpress ou então tudo á unha com o gedit.

    • César says:

      Não instales LAMP no Linux porque não é necessário..Instala o Apache2 no linux:

      Em Ubuntu/Mint/etc… –> sudo apt-get install apache2

      Depois de instalado vais ao browser e se experimentares “http://localhost” vai-te abrir o index.php normal, tipo xampp/lampp…

      O directório para desenvolveres sites está em /var/www/, aqui podes desenvolver os sites que quiseres e são todos acedidos via browser com o endereço “http://localhost/”..

      Imagina agora que queres criar um site, na linha de comandos cá vão os comandos:

      cd /var/www
      sudo mkdir pplware (esta vai ser a pasta onde vais desenvolver o teu site e por os teus ficheiros php, html, etc)
      sudo chmod 777 -R pplware (dás permissões read-write à pasta, também podes substituir o 777 por a+xw)
      cd pplware

      Agora, uma vez dentro da pasta criada, podes criar os ficheiros que quiseres, por ex: index.php onde vais colocar apenas um `echo “ola”;`

      Se fores ao browser e acederes a “http://localhost/pplware” ele vai abrir uma página a dizer “ola” !

      Espero ter ajudado em alguma coisa, foi um bocado a pressa porque estou na empresa a trabalhar xD Qualquer coisa apita 😉

      PS: para desenvolveres os sites aconselho-te o Geany (sudo apt-get install geany) onde depois podes acrescentar os plugins que quiseres ou via terminal ou via synaptic packager manager. Também não será má (ou talvez muito boa mesmo) utilizares o próprio netbeans para desenvolvimento PHP+HTML+Javascript (com os devidos plugins para netbeans).

      Cumprimentos,
      César Teixeira

  16. Muitoo simples! Galera pra quem nao deu certo… apt-get install tree

  17. Bruno1979 says:

    Estou a usar o terminal da caixa mágica 18 LTS vem com o gnome o meu ambiente de trabalho preferido simples e funcional, mas não consigo instalar o tree presume que seja porque nos repositórios não tenha. Alguém me pode confirmar?
    Abraço

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