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PlayStation 5 vai ser 100 vezes mais rápida do que a PS4, diz a Sony

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. José Rodrigues says:

    Acho que elas são rápidas a ir ao bolso do consumidor. Mas acho bem toca a correr para as compras.

  2. PGomes says:

    É com cada disparate….

  3. Mestre de Direito says:

    Se a Sony faz (hdd vs ssd) x (diferença ram) x (diferença CPU) x (diferença GPU) talvez atinja esse valor lol mas como é óbvio essas contas só as faz o departamento de marketing que nem contas sabe fazer…

  4. Luigi says:

    Mais uma noticia que só serve para alimentar a guerra de fãs entre consolas vs PC…

  5. darth says:

    enfim, sony em plena ofensiva marketing. ja que nao tem o hardware a a altura da concerrencia, esta a dar redea livre aos “spin doctors”

    • Tó Nel says:

      Até acredito que bem optimizada a PS% seja mais rápida que a Xbox, graças À capacidade de carregamento de conteúdo. Basta ver o que é feito na demonstração do Unreal Engine. Na próxima geração, os developers não vão perder tempo a optimizar assets. Vai ser tudo o mesmo que é usado em cinema, e isso requer capacidade de carregamento.

      Quero ver é como vão dar o spin ao microfone integrado no comando.

      Será mais um dispositivo “always listen”, para a nossa conveniência?

      A menor presença do Big Brother na Playstation 4 foi uma das coisas que fez a diferença na proporção de vendas a nível global, no início da competição com a Xbox One.

      • PGomes says:

        A única métrica onde a PS5 ganha à XBSX, é na largura de banda teórica máxima do SSD, de 5.5 GB/s. Quanto mais, poderá significar que a PS5 carrega dados para a memória, um pouco mais depressa. Mas o SSD não processa dados, não calcula nada. Mas mesmo isto não é certo.
        O CPU da XBSX é mais rápido, o GPU tem mais unidades de computação, ROPs, TMUs, cores de ray-tracing e mais largura de banda de memória.

        Mas mesmo no que diz respeito ao SSD isto não significa que a PS5 vai carregar coisas mais depressa. A métrica de largura de banda do SSD, é importante, mas existem duas ainda mais importantes, para o desempenho de um SSD. Uma é a latência e a outra é a quantidade de IOPs. Neste momento, apenas sabemos a largura de banda máxima teórica da PS5. A Sony ainda não divulgou mais nada. Se o controlador da PS5 tiver menos IOPs do que o da SBSX, é garantido que os jogos vão carregar mais depressa na XBSX, do que na PS5.

        Outra coisa a considerar é que a carregar jogos, atualmente, um dos fatores limitativos, é o CPU. Por isso, é que muita gente ao passar de um SSD Sata, para um NVMe não nota quase diferença nenhuma.

        • Tó Nel says:

          > Quanto mais, poderá significar que a PS5 carrega dados para a memória, um pouco mais depressa

          Foi esse o meu ponto exactamete. O restante é feito o culling de objetos não visíveis e teselação para que só sejam processados um número reduzido de triângulos por pixel.

          Acredito na apresentação da Sony que, atualmente, o bottleneck esteja no loading de objetos e texturas. E aí, o disco é que faz a diferença.

          Lembraste do Rage e do Wolfenstein com o motor da idSoft?
          Foi a falta de velocidade de streaming que “matou” esses jogos (e o motor gráfico) na geração da PS3. Os gráficos eram péssimos por causa do pop-in de texturas. No motor Unreal Engine, o problema era a descompressão de LOD, o que fazia alguns objectos aparecerem com pormenor demasiado tarde/perto.

          Não sou fanboy de nenhuma das empresas.
          Fui quase toda a vida jogador de PC, e certamente não comprarei a PS5 enquanto não a despacharem com comandos sem microfone, mas isso não impede de achar que as specs da PS5 sejam mais convincentes.

          Aliás, a Epic Games decidiu fazer a sua demo do UE5 na PS5. Se a PS5 consegue aquilo em 1440p a mais de 30fps, fico satisfeito com essa “performance limitada”. A minha TV é um de 55″ a 1080p e, do sofá (2.5m), até a Playstation 3 tem resolução decente (720p).

          • PGomes says:

            O Rage e Wolfeistein usavam texturas enormes, chamadas megatextures. Isto já não é usado em nenhum jogo. Nem mesmo no Doom Eternal, que saiu recentemente. Mas mesmo nesses jogos, o fator limitativo não era o HDD, mas sim o CPU. As texturas tinham de ser processadas, para serem aplicadas sobre a geometria. No PC, foi possível usar o GPU para fazer o transcoding das texturas. Isto permitiu que fosse reduzido em muito o pop-in das texturas.
            O GPU da PS5 e XBSX são ambos da AMD, Navi 2, e ambos têm novas tecnologias para descartar primitives e geometria no inicio do pipeline de renderização, chamada Mesh Shaders.Mas isto também já existe nas Turing da nVidia.
            Esta tecnologia não depende do SSD, mas sim do GPU.

            O demo do UE5, realmente corria na PS5 a 30 fps e a 1440p, mas com resolution scaling, para reduzir a resolução sempre que a carga no GPU fosse maior, para evitar quebras de desempenho.

            A Epic já confirmou que uma RTX 2080 de laptop, com um Samsung 970 Evo, consegue correr aquele demo a 40 fps, 1440p.
            Isso significa que o GPU da PS5 fica perto do desempenho de uma RTX 2070 (non-super).

          • Tó Nel says:

            O meu ponto principal era:

            mesmo que seja a solução que desbloqueará mais performance (talcez sim, talvez não), enquanto acrescentarem funções indesejadas, a consola não é atrativa.

            A Xbox One falhou por ter tentado forçar a câmara (kinect), DRMs abusivos (p.ex. tentativa de ‘always online’ que arruinou alguns estúdios) e práticas comerciais dúbias (o sistema que acabava com os jogos em segunda mão).

            Mais, mesmo que a PS5 seja inferior, parece que vai ser mais que o suficiente para apresentar performance e requisitos da próxima geração.

            Em relação ao resto:

            > O Rage e Wolfeistein usavam texturas enormes, chamadas megatextures. Isto já não é usado em nenhum jogo.

            O ponto de referir o motor da idSoft era o de mostrar a importância do carregamento de texturas. A própria empresa recomendava SSDs para transições de texturas “seamless”. Isso é largura de banda do disco primeiro, e processamento secundariamente.

            > O GPU da PS5 e XBSX são ambos da AMD, Navi 2, e ambos têm novas tecnologias para descartar primitives e geometria no inicio do pipeline de renderização, chamada Mesh Shaders.

            Quando referi a teselação referi-me a isso. O que isso significa é que a número de unidades a serem processadas vai ter um plateau (acho que a Epic falou de 20 milhões de triangulos por tela 4k).

            Tendo em conta que a quantidade de RAM é minúscula quando comparada com a quantidade de recursos a apresentar e processar, se tiver que apostar a casa num dos cavalos, eu apostaria na largura de banda do disco.

            Os Tflops importam, claro, mas o montante a processar vai ser ter um plateau mais limitado que o montante de dados a carregar continuamente do disco.

            Os loading iniciais vão ser irrelevantes para ambas as consolas. Ninguém vai perder a cabeça se a Xbox demorar mais 0.5 segundos que a consola da Sony.

            O tempo de loading dos recursos dinâmicos é que vai fazer a diferença em mundos abertos com imensos elementos diferentes em cena.

            > Isso significa que o GPU da PS5 fica perto do desempenho de uma RTX 2070 (non-super).

            Impossível de dizer. A apresentação usava V-Sync fixo, mantendo o tempo de intervalo entre quadros (YouTube). Não li o artigo, mas imagino que os 40fps sejam com V-Sync dinâmico, ou seja, com variabilidade de tempo de intervalo entre quadros. A variação da resolução, a resolução excede a do meu monitor, portanto não posso dizer nada. Mas seria necessário ver quantos frames tiveram resoluções abaixo dos 1440p e qual a resolução de cada um desses frames.

            Parece-me impossível de calcular o rácio de potência em relação à 2080m RTX com tantos elementos tão dificeis de determinar dessas apresentações, mas aceito que seja como dizes.

            Verdade é que aqueles gráfico com dois terços da resolução continuariam a ser um verdadeiro upgrade em relação a geração atual. A nível gráfiico, tanto a PS5 como a Xbonex deixarão toda a gente entusiasmada.

  6. Nando says:

    depois só temos jogos com graficos de ps3

    • José says:

      Pois, e essa foi uma questão que me desgostou imenso na PS4. Pensava eu que iria ver alguma coisa de extraordinário e não foi bem assim, troquei a consola inicial pela Ps4Pro e a coisa foi igual fora uma ou outro melhoramento no processamento de imagem. Deve ter sido a geração PlayStation que menos jogos comprei e mesmo assim foi para assistir ao fim de sagas que gostava e pretendia continuar a acompanhar. Isto para quem tem Xbox X é um pouco difícil de aceitar. Pela primeira vez, não irei comprar uma PlayStation e, mesmo a nova X-Box irá esperar um pouco, já que estou super satisfeito com a “X” por enquanto. Desta vez, vou ver primeiro o que dizem os compradores iniciais, já que tenho todos as gerações das consolas anteriores – todas funcionam na perfeição – e não estou muito disposto a aumentar a “colecção de consolas. Já tenho jogos que duvido se os conseguirei terminar com uma vida e meia, como tenho mais do que fazer.. Também há mais onde gastar o dinheiro em tecnologia.

      • Android says:

        > Já tenho jogos que duvido se os conseguirei terminar com uma vida e meia, como tenho mais do que fazer.. Também há mais onde gastar o dinheiro em tecnologia.

        Nem mais. Acho engraçado que estas produtoras de consolas andam a conter-se e a ver se empurram agenda a cada geração e esquecem-se que muitos compradoores têm consolas da geração anterior e estão satisfeitos.

        O flop inicial da PS3 foi devido à quantidade de pessoas que tinha a PS2 (~100 milhões), e mesmo assim os estúdios decidram não aproveitar decentemente os novos recursos que a X360 e a PS3 ofereceram (p.ex. giroscopio para jogos de corridas e “gyro aiming”). Abandoram o 3D estéreoscópico que podia estar em todos os jogos com Unreal Engine. Mais uma vez contiveram-se para vender a experiência 3D na geração seguinte com o VR, enquanto tentaram mudar o foco de atenção para a PlayStation Move, sempre com jogos reles. Como se não basta-se removeram a compatibilidade/emulação com a PS2, com a desculpa do custo, mas um jailbreak restaura essa função.

        Na geração seguinte (PS4 e Xbone), mais uma vez, muitas consolas de jogos da geração anterior no mercado, mas mesmo assim decidiram ser a geração dos remakes. Pouco de jogabilidade original, exceptuando a realidade virtual (VR), uma oportunidade desperdiçada porque não há jogos bons para essa plataforma. Vão dizer, outra vez, que a culpa é do VR e vão abandonar a tecnologia antes de fazer algo de jeito com a coisa. Compatibilidade/emulação com consolas anteriores removida por software.

        Se a Sony e a Microsoft não abandonassem a tecnlogia e fizessem uso de todas as tecnologias das gerações anteriores, toda a gente ficava maravilhada com o que as novas consolas fazem.

        Era bom ver a história a mudar um pouco nesta geração, mas pelo pouco que foi mostrado, não parece que isso vá acontecer. Talvez deva haver mais gente a votar com a carteira e abster-se de comprar estas consolas no periodo inicial.

  7. Alan says:

    Fato é que vou querer o console que tenha exclusivos, porque seja 10 ou 12 TFLOPS isso não será relevante por mais que 2 anos.

    • IDroid says:

      Querer que uma consola tenha jogos exclusivos é muito mau,uma ideia completamente anti-consumidor.

      • Eu says:

        Já pensei assim, até saber dos acordos de feature parity que a Microsoft obriga os estúdios a assinar. O mais público é o de datas de lançamento, mas não é a única limitação.

        https://www.eurogamer.net/articles/2014-10-10-microsofts-indie-parity-clause-exists-so-xbox-one-owners-feel-first-class

        Por isso é que uma diferença enorme entre os gráficos dos exclusivos da Playstation em relação aos third party. Os mesmo bons como os da RockStar são significativamente mais feios na Xbox.

        Além disso, diz-me quantos jogos third party usam as características exclusivas da PlayStation ou da Xbox?

        Concordo que acordos de exclusividade é uma prática comercial asquerosa, mas fazer jogos dedicados a uma plataforma (para explorar os recursos disponíveis) faz algum sentido.

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