UE quer um sistema de alerta por satélite para emergências mesmo em casos de apagão total
Reforçada a necessidade de um sistema que permita aos governos e entidades competentes manter contacto permanente com as populações, a Comissão Europeia está a preparar um sistema de comunicação por satélite que permitirá alertar todos os cidadãos do bloco em caso de emergência.
As recentes intempéries mostram de forma clara que a preparação para situações de emergência não pode ser encarada como um exagero ou um cenário distante.
Para além da importância de cada pessoa ter um kit de emergência próprio, uma comunicação atempada e constante entre a população e as entidades competentes pode fazer a diferença entre o pânico e a capacidade de agir com mais serenidade.
O que nos mostram os acontecimentos recentes, em Portugal, é que os próprios países e governos precisam de dispor de meios eficazes e redundantes para comunicar rapidamente com a população, seja através de sistemas de alerta por telemóvel, emissões de rádio dedicadas, sirenes públicas ou plataformas digitais seguras.
Em momentos críticos, informação clara, atempada e acessível salva vidas, coordena esforços e evita a propagação de rumores.
Europa de olho numa solução por satélite
Num debate no Parlamento Europeu sobre fenómenos meteorológicos extremos, em particular em Portugal, sul de Itália, Malta e Grécia, a comissária europeia para a Preparação e a Gestão de Crises, Hadja Lahbib, esclareceu que a Europa quer reforçar a sua preparação.
Extreme weather is hitting Europe harder than ever.
We stand with communities in Spain, Portugal, Italy, Malta & Greece.
Preparedness saves lives.
Europe must step up preparedness, resilience and cooperation to protect people & livelihoods. pic.twitter.com/Fftd8yyFps
— Hadja Lahbib (@hadjalahbib) February 10, 2026
A comissária adiantou que, "através do sistema de satélites Galileu, vai ser possível dentro em breve enviar mensagens a todos os cidadãos da [União Europeia - UE] em caso de emergência, mesmo que haja um apagão total".
Reconhecendo que as políticas atuais já não estão à altura das catástrofes, a comissária admitiu que "precisamos de prevenção, reparação e recuperação, mais instrumentos e mais bem adaptados".
Nesse sentido, em breve, Bruxelas irá apresentar uma estratégia integrada para o clima e uma comunicação sobre combate a incêndios florestais.

O Galileo, o Sistema Mundial de Navegação por Satélite da UE, fornece informações melhoradas sobre navegação, posicionamento e cronometria. Ao contrário de outros sistemas mundiais de navegação por satélite, é um sistema civil, ou seja, foi concebido com o objetivo principal de uma prestação segura de serviços aos utilizadores finais.
No debate de ontem, o executivo comunitário estabeleceu que a UE "não está suficientemente preparada para os impactos" das catástrofes naturais, que colocam "desafios crescentes", defendendo ser "preciso pensar para além da resposta imediata, nas consequências a longo prazo".
Infelizmente, sabemos que estes eventos trágicos em Espanha, Portugal, Malta e Grécia não serão os últimos desta magnitude [pelo que Bruxelas] está a preparar também uma estratégia integrada para a resiliência climática com medidas para as pessoas e as empresas, que traz mais clareza e informação sobre os riscos próprios de cada Estado-membro.
Disse a comissária, adiantando que, perante o risco de incêndios florestais no próximo verão, o executivo comunitário está preparar uma "comunicação sobre o combate aos incêndios e gestão de risco".
Na perspetiva de Hadja Lahbib, "a UE tem de melhorar a preparação, combinar as forças nacionais com a coordenação europeia para melhor responder às necessidades perante fenómenos meteorológicos extremos".





















As coisas que a UE quis e nunca teve são para lá de muitas!
As que quer é a continuação da coisa.
EPahh utilizem o melhor sistema de todos… o SIRESP!!
O tirano, o supremacista, o homem mais malvado da terra “Elon Musk” tem a solução.
E pagar 1700 euros, pelo telemóvel e 90 euros, mensais, para usar isso? Além de que, gasta 300%, mais bateria, do que usar a rede móvel local.
Tudo a comprar telemóveis novos compatíveis com o satélite… e deve funcionar muito bem dentro de casa com paredes grossas e caves.
Invenções que não funcionam na prática. Será sim um complemento do CELL BROADCAST
Já agora, o nosso governo bem podia sugerir à UE o ‘excelente’ SIRESP, aquele sistema que só parece funcionar quando está tudo bem, mas falha precisamente nas grandes catástrofes.
Siresp falhou, no apagão… porque 100%, das operadoras móveis, que vendem serviços, em Portugal, viram 100%, das suas torres, que garantiam durar “pelo menos 72 horas, sem ligação à rede eléctrica”, desligarem-se, ao cabo de 2 horas.
Em 2017, falhou, no centro, pela mesma razão (com o problema de ser zonas serranas, onde é preciso 6000 torres, para cobrir o mesmo espaço de 30, numa cidade).
Desta vez, funcionou. 99,999% dos problemas, foram que, os afectados, pagam 1000 euros, pelo telemóvel, 200 euros (mensais) pelos serviços, meia hora depois, da Kristin passar, os telemóveis valiam, menos do que, pedras.
Sem hipótese de pedir ajuda (torres falharam e nem as chamadas 112 passavam), mesmo que, os quartéis, hospitais e para-médicos, estivessem ligados, não havia pedidos, de ajuda, sem serem presenciais.
As emendas, montadas em 2020, funcionaram. Foi assim que, vários, autarcas, falaram com a comunicação social, mesmo que não tivessem electricidade, e redes, móvel e fixa, só havia, a mais de, 30km, de distância.
Pra ontem já era tarde!
O proprio satélite vai ter de ser bastante resiliente….no mínimo geoestacionario, á prova de solar flare e bem alto para evitar colisões com muita , muita margem de manobra.
a extrema esquerda quer tudo mas nao faz nada
Tu desiludes.
Como é possível, com o tempo livre que tens, ainda só teres repetido “extrema esquerda” 326 vezes?
O teu querido líder mandou-te criar cerca de 500 perfis, para poderes repetir a expressão “extrema esquerda” na ordem das 45000 vezes. Que tens andado a fazer? Qual a razão de não estares a cumprir os objetivos definidos pelo teu querido líder? Isso é que é importante saber, porque se não cumprires, podes ter a certeza que ficas sem o lugar prometido na junta de freguesia de cascos de rolha.
Quase que impõe respeito esta UE, quase.
Isso, só lá para 2050, ou mais tarde.
Mesmo com 27 satélites, em órbita (ou colocar os 100000 Galileu, em órbita), é preciso ter equipamentos, capazes de receber, essas comunicações. E aí surge, outro problema: neste momento a difusão celular, não permite receber, qualquer mensagem, sem ter origem, num protocolo de rede. Para aceitar, uma mensagem satélite, irá precisar de 30 horas, até 600 horas, pois, é preciso reconhecer o aparelho. Não é como os velhinhos rádios, que recebem comunicação, de qualquer origem, à distância. Um telemóvel tem, pouco, alcance. Dentro de casa, não recebe ligação satélite. Dentro carro, é preciso colocar, na janela. Dentro do bolso, também não.
Há outras opções: criar estruturas, que permitam comunicação directa, nos 100km, em redor. Já é feito, pelas rádios locais. Exige muito planeamento e ficará, imensamente, caro; obrigar, as operadoras, a testarem, torres, a cada 2 anos, sendo obrigadas a mudar baterias, caso não aguentem, as 72 horas, sem rede eléctrica.
Por cá, ninguém ligou nenhuma, ao 28 de Abril, de 2025… Kristin mostrou que, nada mudou e, caso algo corra mal, ligações desaparecem, em menos de 2 horas.