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Dinamarca proibirá redes sociais para menores de 15 anos: telemóveis estão a “roubar infância”

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. PGomes says:

    Boa medida. Mas se calhar devia ser aos 16 ou 18 anos.

    • Gonçalo says:

      Sim aos 18 anos quando muitos começam a trabalhar ainda não fazem a mínima ideia de como funciona o mundo vai ser giro querem nos proteger tanto que vão acabar por criar adultos burros

      • Mr. Y says:

        Há por aí tanto adulto burro…

      • eu says:

        Cresci ates das redes sociais e acho que sou muito mais inteligente que muitos que cresceram com redes sociais. Aliás, vejo muitos agarrados ao telemóvel em qualquer tempo livre.
        Gostava de perceber como milhares de anos de humanidade conseguiu viver sem redes sociais. Aliás, eram todos burros e ingénuos, coitados.. Claramente, os únicos avanços da humanidade só aconteceram depois das redes sociais.

        • Gonçalo says:

          Pois crescentes mas tambem crescentes antes dos computadores antes de 80% dos trabalhos usarem tecnologia antes dos trabalhos mais bem pagos do mundo são atras de um computador se lhes querem tirar o objeto mais usado no mundo hoje em dia até aos 18 anos vão trabalhor no que ? canalizadores ?

          • Vilna says:

            Ninguém quer tirar nada a ninguém. Na realidade as crianças não têm redes sociais e estas têm nos termos idade mínima. Quando criam contas são falsas, com permissão dos pais que ensinam a mentir. Ou então usam contas dos pais que vai dar +/- ao mesmo.

            Não misturemos emprego com infância. Nenhuma criança com redes sociais com menos de 13 ou mesmo 15 anos vai crescer burro nem muito menos vai estar a trabalhar enquanto se expõe perante os comentários cada vez mais extremado não do bairro mas de todo o mundo. Sim, os tempos são diferentes e estas plataformas alavancam.

            Por fim alguns podiam ser canalizadores, sim, claro e ainda bem. Provavelmente vão ganhar muito dinheiro, é uma profissão digna e que todos nós muito precisamos. Para que saiba cada vez menos existem profissionais qualificados nestas áreas, o que rapidamente vamos perceber que também deles precisamos.

      • B@rão Vermelho says:

        Se necessitas das redes sociais para conhecer o mundo, ok, isso explica muita coisa.

        • Gringo Bandido says:

          Nem todos temos dinheiro para viajar.

          • Raiana says:

            1) Mas tens dinheiro para ler jornais e revistas (impressos ou online) e ir a bibliotecas.

            2) mudas de trabalho, ganhas mais e viajas

          • Gringo Bandido says:

            Não sei que mundo é esse de mudas de trabalho e ganhas o suficiente para viajar nem sei que visão é essa do aprendemos tudo com os livros. viajar é mil vezes melhor mas na impossibilidade é mesmo a internet que vem ao socorro dos pobres, é usar as redes sociais de modo responsável.

          • Zé Fonseca A. says:

            só se não trabalhares e viveres do RSI é que não tens dinheiro para viajar

          • B@rão Vermelho says:

            @Gringo Bandido, não interpretes à letra o que te vou dizer, mas talvez não ganhes o suficiente por isso mesmo, passar muito tempo nas redes sociais.
            Eu felizmente posso viajar e viajo e para quem gosta de viajar como eu não posso dizer que viajo muito.
            Mas para poder viajar faço escolhas, tenho o mesmo tlf, pelo menos 5 anos, o mesmo carro comprado em 2ª mão pelo menos 10 anos, não tenho créditos em que pague juros, muitas vezes é uma questão de escolhas.
            Portugal não é um país de grandes ordenados bem sei, mas se canalizares as tuas opções para viajar vais conseguir nem que seja uma semana, mas vais ter de fazer escolhas / opções difíceis.

        • Gonçalo says:

          O mundo não mas precisares de saber mexer num computador para 80% dos empregos de hoje em dia

      • PGomes says:

        As redes sociais não te ensinam a andar no mundo.
        Bem pelo contrário.

      • RAVEN says:

        Desculpas esfarrapadas. Os benefícios do adiamento do uso destas redes sociais supera largamente as vantagens de um uso prematuro, em que se expõem crianças a ataques pessoais, cyberbullying, sexting, body shaming e outras coisas nocivas! Mesmo com 15 anos, a larga maioria não tem maturidade nem compreende tudo aquilo a que estão expostos!

        • Gringo Bandido says:

          Deixem os miudos livres até cometerem o primeiro crime, se for nas redes sociais melhor ainda porque fica a prova para todos verem, seria importante identificar comportamentos anti-sociais e sádicos logo em novos para existir uma intervenção, as redes sociais podem contribuir para isso mas os adultos não se querem chatear é mais facil banir!

          • RAVEN says:

            Seleção natural? Ok. Ou então responsabilizar os pais (mas só aqueles que permitem tudo e mais alguma coisa, sem limites) quando os filhos fizerem asneira

          • Gringo Bandido says:

            RAVEN se cometem crimes terão que ser processados pela justiça que depois decide se vão para terapia ou não, com as redes sociais ao menos podem ser vigiados.

      • RAVEN says:

        Começam a trabalhar com 18 anos? Tantos, de ceerteza… Então a precisar de ter conhecimentos de RS? Só se for no OF…

  2. MLopes says:

    muito bem dinamarca! muito bem noruega, muito bem austrália! muito bem suécia!
    nós por cá continuamos a discutir isto à custa da ignorância sistémica e pior, da falta de vontade em se aprender

  3. Filipe_TM says:

    Espero que mais países, incluindo Portugal, adotem esta medida.

    • Smartphone4all says:

      Ticktock ensina mais que o average professor tuga, que vai fumar cigarro para o café.

      • Filipe_TM says:

        Nota-se mesmo a tua inteligência de ticktock, força aí.

      • RAVEN says:

        Para dancinhas ridículas, ensina mesmo!

      • Manuel da Rocha says:

        Sim… 95%, dos portugueses, até 25 anos, afirmam terem 2, ou mais, televisões 8k e sound 65000 bits, em casa. Ou que o telemóvel, é capaz de suportar vídeos 4k, durante 10 horas, consecutivas.
        E, acredito, que o valor real é bem mais próximo dos 99,9% (só 0,1% da população sabe, o que é aquilo que escrevi, sem irem fazer 5000000 perguntas ao chatgpt), do que dos 95%.

  4. PM says:

    E só agora é que viram isso???

  5. Figueiredo says:

    Não vai resolver o problema, deveria ser proibido até aos 20 anos.

  6. Lumia says:

    Concordo e é verdade!

  7. Gringo Bandido says:

    Continuam agarrados aos telemoveis e computadores mas agora sem redes sociais, depois o fruto proibidio é o mais apetecido, ainda ficam adultos ainda mais agarrados.

  8. CATw00 says:

    Devia ser até aos 18.

  9. Gringo Bandido says:

    E os miudos introvertidos que acabam por desenvolver ainda mais sentimentos misantropos caso não tenham as redes sociais para aliviar alguma pressão!? nesses ninguem pensa!

    • RAVEN says:

      Há exceções, como são esses casos, mas não se pode nem deve generalizar

    • Fusion says:

      Esta medida vai exatamente ajudar os introvertidos. O miúdo já é por si introvertido e comunica pouco, o que o faz ficar ainda mais introvertido, uma verdadeira bola de neve.

      Tirar as redes das mãos dos garotos faz com que interajam uns com os outros, e esse miúdo introvertido naturalmente vai ter mais exposição a pessoas.

      Vai mudar a personalidade dele? Não, mas pelo menos ganha competências para lidar e comunicar com os outros.

      Se passar o dia todo enfiado no ecrã, pelo simples facto de ser introvertido, quando for adulto não vai saber lidar com o mundo.

      • Gringo Bandido says:

        Simplificastes muito acho eu, ora há miudos que não encaixam muito bem no grupo dos “normais” que andam sempre dizer palavrões e bocas foleiras uns aos outros e a combinar quando vão comprar drogas e quando sair à noite, há miudos mais intelectuais que gostam e sentem mais facilidade em escrever do que estar cara a cara. Os miudos no secundário por exemplo discriminam-se conforme os gostos de música etc e há certos miudos mais sensiveis que precisam de serem acompanhados por um psicólogo senão saem com mazelas no fim do ensino, isto é o que está á vista depois há certos estudos mas isso deixo para especialista.

    • Zé Fonseca A. says:

      terapia ajuda, redes sociais só aprofundam o problema

    • Manuel da Rocha says:

      Bem pelo contrário… são 730000000000 milhões de perfis, em redes sociais, 99,9991% promovem esses pensamentos.
      E são quem mais paga, para publicitar, as ideias.
      Já pensou que se estas medidas, fossem efectivas, 99,99999999%, dos influencers, perdiam 500% do rendimento, actual?

  10. Factos says:

    Agora façam as contas e vejam o delay com que abrem os olhos para estas coisas, nem sequer vamos mencionar a tugolândia. Estamos a desenvolver autênticos vegetais acéfalos, bons para servir de muros de suporte ou para pavimentos de vias. Mas os papás não concordam, são uns visionários e oportunistas, não querem gritaria nem diepender tempo para.

  11. Max says:

    Punhetices. Aprovam a proibição e depois não a conseguem implementar. Ou implementam de forma a que os dados pessoais e documentação para comprovar a idade possam ser roubados.
    Tal como aconteceu recentemente na Discord, em que foram comprometidas identificações – e imagens de documentos usados para verificação da idade na rede social.

  12. Tug@Tek says:

    O fruto proibido é o mais apetecido.
    Não se deve proibir nada, mas sim exigir as plataformas que cumpram as regras para cada faixa etária. Sei que não é simples fazer isto, mas acho que o caminho deva ser por aqui e não por proibir.

    • Hugo says:

      A malta agora resolve tudo com proibição, exclusão e expulsão. (resolvem nas redes sociais, curiosamente, porque vê-los a fazer efetivamente algo tá quieto)

  13. Pai do Tablet says:

    Voltaram as regras antiquadas de pais superprotetores? Comigo não! É tablet, é o que que quiserem. Há sempre alguém pra apontar o dedo… só velhos do restelo que não têm filhos.

  14. GAMBITO says:

    Em Portugal as escolas foram proibidas de permitir telemóveis até certa idade e nenhuma cumpre para não ter crianças a correr e ter que lidar com vontades dos pais.

    • Max says:

      Não proibiram os telemóveis – proibiram os smartphones com internet.

    • Pedro António says:

      O que sabes tu disso, o tuga?

    • Manuel da Rocha says:

      Em 7, com que trabalho, ninguém, do 5 ano, até ao 9 ano, pode usar, o telemóvel, dentro da escola.
      Foi preciso comprar relógios, para pendurar, dentro dos pavilhões (e ensinar 90%, dos alunos, a ver horas analógicas). E não apareceram mais queixas. Até sexta, só havia 2 raparigas, apanhadas a fazer, um vídeo, no balneário, do pavilhão desportivo. Perderam 10 pontos, cada uma. Por isso, nas 2 visitas, fora da escola, não podem participar. Os pais aceitaram e não mais levaram, os telemóveis, para a escola.
      Até se nota, que os alunos, andam mais calmos… e a televisão, do bar, passou a ter 5000% mais pessoas, a ver, nem que sejam 5 minutos, quando podia estar ligada/desligada, que ninguém notava.

  15. Pedro António says:

    Concordo plenamente. As redes sociais são o pior mal da humanidade logo a seguir à ignorância. Os miúdos hoje pouco sabem de informática, formatar um documento, excell, escrever um texto, só sabem jogar e postar nas redes sociais. Estas servem para desinformar, chantagear, alienar. Os jovens são tão alienados que confundem o real com o virtual. Devem sim, jogar futebol, fazer desporto, conversar, escrever, passear, socializar mas cara a cara, sem emojis…

  16. PJA says:

    Excelente, a Dinamarca na dianteira da civilização. Os nórdicos pensam e discutem os assuntos, e tentam resolvê-los. 

  17. Manuel da Rocha says:

    O maior problema, é cumprir essas normas.
    Segundo, as próprias regras, das redes sociais, ninguém, com menos de 16 anos, lá poderia ter conta… são milhões de milhões, de contas, geridas por jovens, entre os 8 e 15 anos. Por isso, esta legislação, só funciona, se alguma criança cometer algum crime, além desse, acaba por levar com a utilização abusiva.

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