Falha nos puxadores das portas dos Tesla resultou em 15 mortes em 10 anos
A reputação da Tesla, focada na inovação tecnológica e design vanguardista, enfrenta um dos seus momentos de maior tensão. A estética minimalista da marca esconde um problema de segurança que se revelou fatal: uma falha no design dos puxadores das portas resultou em 15 mortes numa década.
Uma investigação aprofundada da Bloomberg expôs dados alarmantes que associam diretamente o funcionamento dos puxadores das portas dos Tesla a, pelo menos, 15 mortes confirmadas. O que preocupa os especialistas não é apenas a gravidade dos incidentes, mas a constatação de que esta falha estrutural tem sido ignorada ou subestimada durante demasiado tempo.
10 anos de problemas com os puxadores das portas
O aspeto mais inquietante desta investigação reside na longevidade do problema. Os dados indicam que esta falha tem estado presente nos veículos da Tesla há 10 anos. Desde 2012 que se registam incidentes onde a inoperacionalidade das portas foi determinante para o desfecho trágico dos ocupantes. Não se trata de um defeito de fabrico isolado, mas sim de uma falha de design que persistiu ao longo dos anos.
A situação atingiu contornos críticos no último ano. A análise revela que mais de metade destas 15 mortes ocorreram desde novembro de 2024. O aumento na sinistralidade sugere uma correlação entre o crescimento da frota da Tesla e a exposição ao perigo deste mecanismo. À medida que os carros envelhecem e o número de utilizadores aumenta, a falha nos puxadores das portas manifesta-se com maior frequência e gravidade.
Falha nos Tesla resultou em motestes de 15 pessoas
O problema encontra-se na dependência quase total do sistema elétrico para operações mecânicas básicas. Ao contrário dos veículos convencionais, que possuem ligações mecânicas diretas, os puxadores da Tesla dependem da bateria de 12 volts. Em colisões violentas, é frequente que o sistema de alta tensão seja cortado por segurança ou que a bateria auxiliar seja danificada, deixando o veículo sem energia.
Neste cenário, o automóvel transforma-se numa autêntica armadilha. Os ocupantes, muitas vezes feridos ou desorientados, deparam-se com a impossibilidade de sair. Embora a marca tenha incluído mecanismos de desbloqueio manual, a sua localização é muitas vezes pouco intuitiva, tornando-os inúteis em situações de pânico.
Para quem tenta prestar socorro a partir do exterior, o desafio é igualmente aterrador. A ausência de puxadores físicos salientes impede a abertura rápida, obrigando as equipas de emergência a partir vidros ou a usar ferramentas pesadas, desperdiçando segundos vitais. Com a NHTSA a apertar o cerco, exige-se agora que a funcionalidade de sobrevivência se sobreponha finalmente à estética.






















Vão aparecer aqui pessoas a dizer que quem fica preso lá dentro é burro e não leu o manual digital do carro …
Mas como escrito no artigo, após um acidente mais grave em que o sistema eléctrico é cortado, e com uma pessoa desorientada o instinto é tentar abrir a porta como normal, ou seja com o botão.
Sempre disse e continuo a dizer, os carros deviam de ter como primeiro e principal mecanismos de abertura um mecanismos totalmente mecânico como todos ou grande maioria tinham até recentemente, depois então ter um alternativo para fazer coisas superfulas, redundantea e show off…..
Não precisa de virem dizer, até o artigo o diz, tivesse lido.
Eu também digo o mesmo, que deve ter manual, e até tem, mas reconheço que nalguns casos, como é o 3 e o Y não faz muito sentido, devia ser como o S que nada altera, o puxador além de eléctrico é também mecânico.
O tema e que te escapa por falta de senso comum, é que num ato de pânico recorremos aos instintos mais básicos e aquilo que é mais intuitivo, se abres a porta sempre de uma forma em momento de pânico pouco pensas e dificilmente te lembras da forma alternativa e escondida (caso das portas de trás demasiado escondidas)… Ou seja por opteram por complicar aquilo que é simples aumentam o perigo….
Daí na minha opinião ter de haver um standard que todos deviam seguir, e mecanismos mecânicos (passando a redundância) aí são sempre melhores….
Curiosamente muitos donos dos 3 e Y dizem que a malta abre mais as portas pela parte mecânica do que pelos botões.
Lololololol
Estás a dizer que puxam o cordão escondido por baixo de um quadrado no interior do porta luvas da porta de trás?!?!?!
AHAHAHAHAHAHAHHAHAHA
Ninguém faz isso, se me dissesses nas portas da frente ainda podia cair, mas agora nas portas de trás?
Para de mentir.
Jorge Luís, fonte que muitos donos de Tesla 3 e Y abrem as portas pela parte mecânica?
Não, estou a dizer que puxam o puxador na porta.
Puxador que não existe ahahahhahh
Para de mentir pah
Jorge Luís, já estás a fugir com o rabinho à seringa. Pergunto novamente: fonte?
Que não existe ? Vem confirmar novamente que não tem nenhum ?
É dificil, até no artigo o mostram.
Quando para abrir uma simples porta é preciso ler previamente um manual, está tudo dito quanto à segurança …
Certo … Mas a falta de senso comum e o fanatismo cega a malta….
Não compre um Ferrari, depois tem de ler o manual para meter piscas e abrir as portas.
Ainda há dias estava a ver no Youtube um teste de uma pessoas que aguentava quase 5 minutos de baixo de água sem respirar e ao fazer um teste controlado dentro de uma piscina em que se simulava um acidente e o carro ficava submerso e o teste era saber se era mais fácil abrir a porta ou tentar partir o vido a pessoa em questão não aguentou um minuto e meio, mesmo sendo simulação controlada o pânico apoderou-se da pessoa, por isso mesmo lendo o manual e sabendo de trás para a frente o manual pode não ser o suficiente, assim como a abertura “normal” de porta mas acredito que seja mais instintivo puxar o puxador do que ir à procura de uma tampa que dá acesso ao puxador.
Eu ia falar mesmo disso – a maioria das pessoas que caem à água dentro de um automóvel entra em pânico e acaba por morrer por não conseguir abrir as portas. E no entanto é tão fácil sobreviver, basta aguardar que suficiente água entre dentro do habitáculo, por forma a equilibrar a pressão, e então abrir a porta calmamente….
A solução é ter uma Desert eagle .50 AE (Action Express)
O que tiver na frente desaparece tudo, seja vidro ou porta…
para quê re-inventar a roda? É para ser um carrinho à pilhas? pois que seja,mas só isso, o resto é melhor manter o que já deu provas de funcionar, ser seguro e fiável.
criar um acessório de moda a pilhas e com rodas…. enfim, tem de haver uma carapuça pra cada cabeça
Estes não são a pilhas, só a toyota e hyundai tem desses.
Há um Ferrari, entre outras marcas que também usam.
Uma bateria não é formada por um conjunto de pilhas?
Não.
Uma pilha não é qualquer dispositivo capaz que transformar energia química em energia eléctrica?
Não.
Então o que é?
Não sabe ? então estude, pode começar por aqui:
https://www.large-battery.com/blog/primary-vs-secondary-batteries/
meu caro, inglês != português.
No entanto, quais são os carros que a toyota , a hyundai e a ferrari têm a pilhas?
Então não sabe traduzir ?
Que carros ? O Mirai e o Nexo.
Eu não disse que a Ferrari não tinha carros a pilhas.
Não meu idiota, nem sempre existem termos com correspondência directa numa outra língua. Pilha é um dos exemplos, que o termo usado em Portugal é mais abrangente que os termos usados em inglês. Mas façamos assim, se naquele artigo que colocaste tem lá a definição de pilha. No Mirai e no Nexo, as células de combustível, quem português são de facto pilhas, são “primary batteries” ou “secondary batteries”? Claro que não é nenhuma delas. Porque os temos não são iguais.
Oh idiota, mas existe sempre, se desconhece é porque é idiota.
Por acaso não é mais abrangente, o seu desconhecimento é que é abrangente.
Vê-se logo pela pergunta, no caso mirai são primary cells, daí o pilha….
Não é? Loool
Portanto a Toyota nem sabe o que tem, nem sabe o nome, ahh ignorância.
“Oh idiota, mas existe sempre, se desconhece é porque é idiota.”
Existe sim meu idiota, tal como eu demonstrei com o caso da pilha, que para ser traduzido é preciso contexto. E esta palavra não é a única.
“Por acaso não é mais abrangente, o seu desconhecimento é que é abrangente.”
É sim, porque em português, pilha, como disse em cima, é qualquer dispositivo capaz que transformar energia química em energia elétrica. Resumindo, em eletrónica, pilha é sinónimo de célula. Ou seja, uma célula primária, secundária, galvânica, eletrolítica, voltaica ou de combustível é tudo pilhas.
“Vê-se logo pela pergunta, no caso mirai são primary cells, daí o pilha….”
Meu caro mentiroso, qual é o título artigo? É “Key Differences Between Primary and Secondary Cells” ou “Key Differences Between Primary and Secondary Batteries”? Eu poupo-te o trabalho, é o segundo. E as células de combustível não são baterias nem primárias nem secundárias, isto porque não são baterias, ponto.
“Portanto a Toyota nem sabe o que tem, nem sabe o nome, ahh ignorância.”
Indica-me onde é que a Toyota diz que o a sua célula de combustível é uma bateria primária. Claro que não vais encontrar nada do género porque a malta que trabalha na Toyota não são autênticos idiotas como tu.
Vê-se o vídeo e pergunta-se – e por que é que não mostrou o puxador da porta interior traseira do Model 3?
Porque até 2025 – não tinha.
A partir de fevereiro de 2025 (gigafactory de Shangai) a Tesla adicionou uma ranhura acessível no fundo do compartimento da porta traseira para puxar o cabo manualmente. Se quem viaja no banco de trás não tiver sido aviso para nada serve. Só vendo é que se acredita – aos 2:00
https://www.youtube.com/watch?v=YFAeMOC18i0
Por acaso já em 2024 tinham isso, e sim é demasiado parvo.
Quando recebi o carro fui logo ver como é que era afinal, e é mesmo ridículo….
E continua na minha, isto nem devia ser permitido
O Model 3 com o puxador no fundo da bolsa é de final de 2024. Durante 7 anos, 1917-2024/2025 não tinha. A Tesla começou a ser pressionada pela falha de segurança que representava e desenrascou essa “solução.”
O que é espantoso é como é que os reguladores aceitaram isso. O chinês, recentemente, abriu os olhos e quer que os puxadores, interiores ou exteriores, sejam à prova de falha de energia elétrica, ou seja, se forem elétricos sejam também mecânicos e que o o exterior se possa agarrar e abrir.
+1
Se os 15 mortos fossem altos dignitários políticos de diversos países e áreas políticas, certamente que as coisas já tinham mudado há muito. Enquanto for o zé povinho, não há problema e a coisa pode ir andando com soluções só para o fabricante poder descartar a responsabilidade criminal… “está lá, se não se lembrou que tinha que naquele modelo fazer de determinada forma é problema da pessoa”.
Se as dezenas de mortos que ocorreram em garagens porque a malta deixa os motores a trabalhar, ou se esquecem das chaves dentro do carro fossem dignitários políticos de diversos países, certamente já tinham feito como nos eléctricos, assim que o condutor sai do carro, o motor é desligado.
Pff, aponta aí os artigos sobre esse tipo de tragédias
Aqui tem:
https://restoredcdc.org/www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/00044617.htm
Tem aqui mais recente, portanto apesar de serem casos velhos e continuarem a verificar-se NINGUÉM FAZ NADA neste mundo, como é possível.
https://www.google.com/amp/s/www.fox13news.com/news/28-deaths-linked-to-carbon-monoxide-poisoning-by-idling-cars-with-keyless-ignitions.amp
Ora vamos fazer umas contas. Sabemos que foram 28 mortes em 12 anos até 2018. Também sabemos que em 2018 os carros a combustão representavam 97,9% do total. Para determinar se os números são comparáveis, vou utilizar o pior cenário possível para os carros a combustão. Vou assumir que a percentagem de veículos a combustão não variou nestes 12 anos, que não é o caso porque antes a percentagem era ainda maior no início. Vou também assumir que todos os veículos eléctricos são da Tesla e que todos eles são afectados por este tipo de abertura de porta em caso de emergência. Ora neste caso seria de esperar que a taxa de mortalidade em 12 anos seria de 0,6 pessoas. Neste caso foram 15 pessoas em 10 anos. Ora o rácio é 30 vezes superior neste cenário. Claro que na realidade é ainda mais alto. Ou seja, as situações não são remotamente comparáveis.
Nem eu disse que era comparável, a diferença é que se faz alguma coisa em relação a uma situação recente e nada em relação a uma situação antiga e recorrente.
Não se esqueça dos primeiros números.
Então porque razão colocaste neste artigo estás ocorrências? És um troll?
Acabei de dizer ? não leu ? afinal o troll é você.
Meu caro troll, que eu saiba, tu trouxeste as mortes por envenenamento de monóxido de carbono em resposta a alguém que tinha escrito isto: “Se os 15 mortos fossem altos dignitários políticos de diversos países e áreas políticas, certamente que as coisas já tinham mudado há muito.” Portanto, ou três uma: És um troll. És um ignorante que estava a comparar um dois como se fossem equiparáveis. És um mentiroso que estavas a comparar os dois, mas como foi demonstrado que não são comparáveis, dizes que afinal não os estavas a comparar. Escolhe.
Então afinal o troll é o Nuno, porque eu trouxe outro problema que também mata pessoas e ninguém fez nada.
Portanto você além de troll é burro, porque ninguém quis comparar nada, e ainda compara mortes.
Tenha vergonha naquilo que escreve e respeite os mortos.
Não meu troll, apenas faz sentido nesta discussão se ambas as ocorrências fossem minimamente equiparáveis. Que não o são. Se não daqui a pouco também vamos proibir as cerejas porque existe quem morra engasgado a comer las.
E eu nunca faltei ao respeito a ninguém. Aliás, foste tu que fizeste uso de morte alheia para tentar menosprezar quem morre por não conseguir sair de um Tesla em caso de urgência.
Mas quem comparou foi o Nuno, daí a burrice.
Se não falta ao respeito não chame nomes as pessoas, eu só me paguei do mesmo.
Não , não fiz seu idiota, eu mostrei algo a alguém que minimiza as mortes, se tivesse tido algum cuidado a ler tinha entendido isso, que não fui eu.
Eu não menosprezei ninguém seu burro.
Não meu idiota, foste tu quem equiparou os eventos ao traze-lo para este tópico como se ambos fossem igualmente relevantes.
“Se não falta ao respeito não chame nomes as pessoas, eu só me paguei do mesmo.”
Estranho, tenho a distinta impressão que foste tu quem abriu as hostilidades ao chamar-me burro. Mas para mim tanto me faz, o meu ego não é frágil que se magoa com palavras que alguém escreveu na internet.
“Não , não fiz seu idiota, eu mostrei algo a alguém que minimiza as mortes, se tivesse tido algum cuidado a ler tinha entendido isso, que não fui eu.”
Bem como pode se pode minimizar mortes se as pessoas não comerem cerejas, uvas, tâmaras,…
“Eu não menosprezei ninguém seu burro.”
Menosprezas sim. Basta olhar para os teus comentários neste artigo, que a maioria são todos a tentar relativizar esta situação, nomeadamente trazendo outro cenário sem a mesma significância para a discussão.
Já agora , só reporto isso porque já estive à beira da morte devido a intoxicação de monóxido de carbono, mas atenção, não foi devido a um carro, mas sim ter entrado numa zona de produção vitivinícola de uma fábrica, onde havia uma grande concentração de CO que não tinha sido detectada.
Isso explica muita coisa…
Não tens nada mais atualizado? Isso já tem mais de 30 anos.
Exato, quer dizer que o problema é velho e continua a acontecer, tal como mostra o último.
“[…] Em colisões violentas, é frequente que o sistema de alta tensão seja cortado por segurança ou que a bateria auxiliar seja danificada, deixando o veículo sem energia”
Em situações assim, chama-se os Bombeiros, ou agora dá pra tirar todo mundo de um carro, todo retorcido em aço só com a maçaneta?
Há casos e casos, graças ao desenvolvimento que existe uma das tentativas é que mesmo em acidentes mais graves a portas continuem funcionais, a Volvo por exemplo teve carros em que fazia questão de demonstrar isso.
Ou seja, quer-se que os mecanismos das portas se mantenham operacionais o máximos possível mesmo quando o impacto é grave…. Podes capotar um carro e não danificar as portas, mas ao menos tempo o carro pode cortar o sistema de 12v – é aí que ter mecanismos mecânicos intuitivos e acessíveis se torna essencial.
Mas sim existem casos em que só com os bombeiros a cortar o carro…
Já agora, mesmo que o sistema de alta tensão seja desligado, o de baixa tensão continua a funcionar.
Mas como escrito no artigo, não deixa abrir as portas…………..
Deixa, porque não depende do de alta tensão, a bateria de 12v e 16v nalguns aguenta essas funções durante algum tempo, talvez algumas horas, depende do consumo.
O corte de corrente no acidente acontece na alta tensão onde tem o fusível pirotécnico. No meu que teve um acidente e foi recuperado foi o que aconteceu, a alta cortou e a baixa continuou a funcionar, até que a bateria de 12v descarregue, porque já não volta a ser carregada.
Já agora , é a bateria de 12v que liga a alta tensão.
Os Renault Zoe também é um filme para abrir as portas traseiras do lado de fora.
A Tesla e as portas é um mistério.
Tipo a mercedes e as suas porta corta dedos ?