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Centro de dados da Microsoft no Quénia pode obrigar a “desligar metade do país”

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. PGomes says:

    Cambada de parasitas a consumir a energia, água e chips como se não houvesse amanhã.
    E depois temos políticos a dizer que povinho é que tem de poupar o ambiente, enquanto permitem que estas corporações tecnológicas consumam os recursos do planeta desta forma.

  2. B@rão Vermelho says:

    Eles que desliguem as Cloche e deixem de assar castanhas na hora de serviço que assim já chega para todos. 🙂 🙂

  3. Guilherme says:

    Os americanos começaram a pagar água e luz mais cara, agora não os querem na América e começaram a criar leis para isso.

    Os políticos portugueses cheios de esquemas estão a deixar vir estas coisas que não empregam ninguém pois maior parte é trabalho remoto internacional.

    Os Portugueses que se preparem para começar a pagar mais pela electricidade, as escutas telefónicas sobre o último caso em Portugal sobre estes data Centers dizem muito dos políticos que temos!

  4. Pedro P says:

    É apenas o JL a carregar o tesla para mais 2000km de autonomia

  5. CatuSim says:

    Os datacenters de IA vão deixar o mundo às escuras!

  6. Zec says:

    Onde está o problema? Cortem a energia a metade do país então. Aliás, cortem ao país inteiro. O centro de dados é a única coisa que as pessoas precisam.

  7. Byte Bandit says:

    Microslop empresa asquerosa. Infelizmente também vem para Sines um destes datacenters nojentos de AI

  8. Jaime says:

    Gostava de saber quais os preços e garantias dadas pelos politicos aos datacenters.

  9. lala says:

    E em Sines , ou aquilo é tudo ficção ou acontece parecido

  10. TrincaBolotas says:

    Calma que o futuro é o carro elétrico. É penoso ainda haver gente a acreditar nestas patranhas

    • Vítor M. says:

      Mas não tenhas dúvidas. Mais ainda com este controlo sobre as rotas do petróleo, as políticas de eletrificação aceleraram substancialmente. Quando a coisa parecia arrefecer, voltou de novo o problema sobre o preço dos combustíveis fósseis. E, atualmente, onde as empresas e particulares podem poupar ao investir na eletrificação… é de nem olhar para trás.

    • JL says:

      Lá vem outro maluquinho por carros eléctricos, não é futuro, é presente, não entendi o que uma coisa tem a ver com outro.

  11. Max says:

    Então qual é a capacidade potencial de produção de eletricidade de fonte geotérmica do Quénia (é o 7º produtor mundial) e quanto precisa o para o data-center, verde?
    A escala da coisa:
    – A capacidade potencial geotérmica é de 10.000 MW
    – A infraestrutura já instalada de energia geotérmica é de 950 MW
    – A capacidade total instalada, das diferentes fontes é de 3 GW (3.000 MW)
    – O data-center seria escalável de 100 MW a 1 GW (1.000 MW)
    Então a Microsoft, para o seu data center de AI, queria explorar a energia elétrica, barata, do Quénia, mesmo que deixasse o país sem eletricidade? E quer que o governo do Quénia fique obrigado a isso por contratos?
    Não foi isso que estava previsto – o que estava previsto era o aumento da capacidade de produção de energia elétrica geotérmica e a infraestrutura para a transportar para o data-center. Isso está a falhar, assim como o financiamento.
    O que se conclui é que este tipo de projetos não está ao alcance dos países em desenvolvimento (subdesenvolvidos). Se foi o presidente do Quénia que asneirou, se a Microsoft teve a sua quota parte e a empresa dos EAU, são apenas consequências.
    “Ah e tal,, as tecnológicas dos data-centers para IA, são todas iguais, nos EUA, em Portugal ou no Quénia …”. Não é bem assim

  12. Jose F says:

    O Quénia é um país amigável, a população é 5 vezes a de Portugal, não me parece que necessitam do projeto da Microsoft, um monstro norte-americano.

    PPlware em 2015 anunciou que existia 366 trezentos sessenta seis) cabos submarinos, no mundo.

    Em 2026 existe mais de 12 000, com consumo de 103 GW e poderá duplicar até 2030.

    Hoje, Jibuti recebe muitos cabos submarinos, o país é um dos principais “hubs” de conectividade da África Oriental, servindo como uma porta de entrada crucial entre a Ásia, África e Europa e por vários motivos tem apenas 3 Data Centers. 

    Israel a norte de Jibuti tem 66 (sessenta seis) Data Centers,“ Oracle“ construiu um a 50 metros abaixo do chão.

    Verifico que a sul de Jibuti, o Quénia recebe 7 cabos, os previstos. Africa -1 e Daraja ainda não foram ligados.
    O país tem 19 (dezanove) Data Centers, com consumo variável.

    A África do Sul tem 62 Data Centers, 2 centrais nucleares.

    O Estado do Texas, EUA, tem muitos Data Centers, 10% da energia do Estado é nuclear. Este Estado oferece melhores condições para estas instalações devido à energia.

    Na Virgínia tem muitos Data Centers. Dizem que Ashburn é a capital do mundo de Data Centres.

    A Alemanha poderá regressar anterior praticas de energia?

  13. Solarico says:

    O grande apagão IA está em marcha. Em Lake Tahoe, Nevada, irá ser desligado o fornecimento de energia e 49.000 pessoas vão ficar às escuras. Depois das crises da imigração, habitação, será: energetica

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