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Vitória para Amazon! Trabalhadores votaram contra um sindicato

                                    
                                

Autor: Ana Sofia


  1. Ben Hur says:

    Estas supostas polémicas são criadas e alimentadas por gente que apenas e só quer tacho garantido. Temos vários exemplos na Europa onde os sindicatos só servem os interesses pessoais e politicos de quem os dirige.

    • PR says:

      Depende sempre de quem fica a ganhar. E nem precisamos de ir ao estrangeiro.
      Em Portugal os sindicatos já conquistaram o salário mínimo, aumentos de salários, direito a férias, subsídio de férias, 14º mês, direito à liberdade sindical, direito à greve, proibição dos despedimentos sem justa causa, contratação colectiva, entre outros casos particulares.
      Para mim, como trabalhador dependente é bom, para os outros, como eu também. Quem pode considerar tudo isto negativo?

      • scp says:

        Existem desvantagens dos sindicatos e medidas conquistadas que acabaram por ser desfavoráveis aos trabalhadores?

        • José Fonseca Amadeu says:

          Que acabaram por levar a falências ou extinção de postos, dezenas.
          Exemplo da Autoeuropa que não tem maior crescimento em Portugal porque tem sempre o sindicato mandado pelo PC à perna pra não aumentar o trabalho e terem mais dias de descanso.

          • David Guerreiro says:

            Isso um dia acaba. Fecham a Autoeuropa e deslocalizam a produção para outro país. Aí depois é que choram. Já com a Groundforce foi a mesma coisa, na escala de Faro, os sindicatos conseguiram acabar com a operação da empresa lá.

      • Ben Hur says:

        Em Portugal e na empresa em que trabalhei, assim que foi criada uma comissão sindicalista, as pessoas que tanto “lutaram” deixaram de trabalhar para viver do “sindicato” e sempre a fazer com que os colegas perdessem regalias por interesse próprio…

      • José Fonseca Amadeu says:

        E com todas essas medidas cada vez é mais difícil alguma empresa ter vontade de contratar trabalhadores para os quadros, por isso é muito mais preferem recorrer ao outsourcing ou falsos recibos ou trabalho temporário. Facilidade de despedimento serve de igual forma como facilidade de contratação e a economia só tem a ganhar com isso. Veja os EUA que com a pandemia chegaram a números de desemprego altíssimos e logo a seguir recuperaram tudo o que tinham perdido. Cá quando se perdem empregos tipicamente significa que ou não voltam a recuperar ou que a empresa está em processo de insolvência , ainda bem que os nossos direitos são two bons para nos, só nos vejo a enterrar em funcionalismos públicos e sindicalizações e até a altura que tudo estoira como foi em 2010 e depois precisamos de 6 anos para nos levantarmos.

      • Louro says:

        @PR,
        Claro que sim…
        – Salário minimo, que é dos mais baixos da Europa e que e onde as empresas se baseiam para defenir salários, 1 em cada 5 portugueses trabalha pelo salário minimo nacional.
        – Aumentos salariais, que provavelmente já iriam acontecer de qualquer forma, mas que mais uma vez sao colocados como uma esmola.
        – Direito a férias, já era comum.
        – Subsidio de férias, retiram dinheiro do teu salário todos os meses para te dar na altura das férias, uma medida excelente para quem nao sabe gerir o seu dinheiro e vive com a impressao que na altura do verao sao mais ricos que no resto do ano.
        – 14 mes, igual ao subsidio de férias mas para a altura do Natal.
        – Direito a greve, direito esse que muitas vezes é abusado pelos trabalhadores e que já levou muitas empresas a ruina.
        – Proibicao dos despedimentos sem justa causa, que fez com que funcionários já com alguns anos de casa se tornassem um cancro, porque é demasiado caro despedir mas também é caro ficar com eles, levando o patronato a optar por medidas menos éticas para conseguir que o resto dos seus trabalhadores nao sejam contaminados.
        – Contratacao colectiva, nao sei do que falas…

        Sou trabalhador dependente, e considero nao digo que negativo, mas algumas das coisas que falas parvas pois na teoria funcionam muito bem, na prática nao.

        • PR says:

          Também sou trabalhador dependente. Tenho contratação coletiva (devia pesquisar).
          – Salário mínimo é alto, sugiro que vá aos recursos humanos solicitar uma baixa de salário.
          – Quais as empresas que sugerem aumentos salariais por iniciativa própria? – “1 em cada 5 portugueses trabalha pelo salário minimo nacional.”
          – Férias, subsídios era? Quando começou? Quem reivindicou isso?
          – Funcionários “cancro” quem contratou? Também é culpa do sindicato?
          A verdade é que, pelas reivindicações dos sindicatos, muitas empresas cederam e hoje os seus trabalhadores têm melhores condições. Quem não as deseja, está livre de as dispensar.
          Um trabalhador feliz produz muito mais!

        • Louro says:

          @PR,
          Por ordem…

          – Em momento algum disse que o salário minimo era alto, disse que o salário minimo era dos mais baixos da Europa e que só serve para que determinadas funcoes sejam por aí tabeladas.
          – Muitas, depende da área, depende a facilidade de subsituicao do funcionário, se for de fácil subsituicao quer dizer que nao há necessidade de subir o salário, se for dificil de subsituir, significa que haverá necessidade de o fazer.
          – O direito a férias surgiu pela primeira vez em Franca e 1938 se nao me falha a memória, inicialmente pelos sindicatos e depois acabou por ser prática comum em praticamente todo o mundo.
          – Funcionários cancro, pela tua resposta a isto parece que és daqueles que nao concorda com o divorcio, afinal de contas “quem é que decidiu casar?”, agora é para o resto da vida sem possibilidade de achar que afinal já nao dá mais.

          Um mercado livre é um mercado muito melhor que um mercado completamente regulamentado e restrito. 😉

          • PR says:

            Resumidamente: SMN ajuda; Áreas? Qual a relação de pessoas entre as boas e as más?; Férias sim; No casamento errado a culpa é de quem? Registo civil? Igreja?
            O mercado livre é bom para quem trabalha em TI (talvez a maioria dos que por aqui andam), mas Portugal tem mais onde se trabalhar.
            Se pensarmos em trabalhadores do turismo, retalho, transportes, operários industriais e afins já não tem a mesma graça.
            E quando a coisa complica, os únicos que aparecem para ajudar quem trabalha são sempre os mesmos.

      • Pastrilhas says:

        LOL, nem metade disso, foi conquista dos sindicatos…mas pronto.

    • Pedro says:

      Bom era na idade média, não havia sindicatos!
      Os trabalhadores eram propriedade dos Senhores Feudais (empreendedores)!

  2. Vitor says:

    E assim vai andando um País que se diz “paladino” das liberdades e da democracia…e,claro,os “carneiros” que são a maioria nessa mesma sociedade deixam-se comprar por mais 10 ct/hora. Esquecendo que para isso vão ter de dar um rendimento de mais (pelo menos) 1 dólar! Bate mais…que eu gosto!

  3. Xico says:

    Se fosse em Portugal havia 600 sindicatos e a empresa estava na falência

  4. HUS says:

    uma grande vitória para a empresa e para os trabalhadores.

  5. Cláudio Andrade says:

    Os sindicatos deviam acabar.. Só servem para poder ter mais dias de folga.. Acabem com isso….

  6. Samuel MG says:

    Será que não foram ameaçados com despedimento sem votassem no sim!?

    • José Fonseca Amadeu says:

      Não, Alabama tem tradição não unionista pois acreditam na força do trabalho e sabem que os sindicatos só enterram as empresas e com isso lugares de trabalho ou possível crescimento.

  7. Sc says:

    Os sindicatos perderam há muito o seu papel, mas não quer dizer que não sejam necessários. Os trabalhadores não se conseguem rever nas reivindicações muitas vezes irracionais que muitas vezes põem causa o funcionamento e sobrevivência das empresas.
    Tudo na vida tem de ter um equilíbrio.
    Mas pelo artigo apresentado, e ser verdade terá havido algum condicionamento o que não deixa de ser preocupante.

  8. John Doe says:

    Os Sindicatos são absolutamente necessários, senão o Patronato fazia-nos andar a todos a trabalhar de Sol-a-Sol, por bolotas. O problema é que não há Sindicatos. Há correias de transmissão de partidos políticos e organizações de oportunistas que criam um “Sindicato” mas para se proteger principalmente a eles próprios.

    • Louro says:

      Os sindicatos só servem para encher os bolsos aqueles que os dirigem… O que é necessário sao leis que permitam regulamentar o trabalho privado e encontrar o sweet spot entre o beneficio para a empresa e beneficio para o funcionário.

  9. pedro says:

    Os sindicatos só servem para proporcionar uma vida luxuosa e capitalista aos seus lideres e acólitos, tudo sempre em nome dos trabalhadores, e lá de vez em quando conseguem uma medida a favor de quem os elege !!! mas já se sabe que sindicalismo a mais leva as empresas á falência ….

  10. PR says:

    Se os sindicatos são assim tão maus e as suas conquistas levam ao prejuízo nas empresas, o melhor que têm a fazer é passar ainda hoje pelos recursos humanos e dizerem aceitam um salário abaixo do mínimo, rejeitam qualquer aumento futuro, não desejam férias, subsídio de férias ou 14º mês, abdicam do direito ao sindicato, do direito à greve, e da proibição dos despedimentos sem justa causa. A empresa irá crescer e quem o fizer será muito mais feliz!

    • Toni da Adega says:

      O maior problema não é a inexistencia de sindicatos mas sim falta de mercado de trabalho competitivo. Como não existe alternativa as pessoas agarram-se sujeitam-se ao que existe.

      Tenho salário acima da média, possuo 1 semana extra de férias. Flexibilidade de horário.
      Todos os anos possuo aumentos (5% a 10%). Isto tudo numa empresa(s) sem sindicatos.

      • PR says:

        Lá está, se me permite, qual a área? Turismo, retalho, transportes, operário industrial?
        Ou naquelas felizmente privilegiadas onde a exploração é difícil de impor?

        • Toni da Adega says:

          O que é área privilegiada? Já trabalhei em várias áreas incluindo retalho e turismo entre outras e sempre com as condições que queria, se não as tivesse ia para outro lado.
          Transportes e indústria provavelmente é tudo pago por igual, mas no turismo e retalho, é talvez nas áreas privilegiadas (seja lá o que isso é) não é

          • PR says:

            Área privilegiada? TI.
            Turismo como? Fazer camas e limpar quartos de hotel? Retalho como? Caixa ou repositor de supermercado? Sempre nas condições que quis?

  11. Pedro says:

    https ://observador.pt/2017/01/26/25-dias-de-ferias-como-e-no-resto-do-mundo/

  12. Bruno says:

    Bom mesmo, era não existir regulação do mercado de trabalho, imperar a lei da selva. O ideal mesmo é o regressa do trabalho escravo. Deixava de existir desemprego. Paga-se somente para manter o escravo vivo em condições mínimas de saúde para se levantar no dia seguinte e continuar a produzir. Como disse e bem o Pedro (acima) bom mesmo é o regresso à Idade Média. O escravo ou servo é propriedade do Senhor Feudal (desde os atuais multimilionários visionários que só querem o bem da humanidade com as suas empresas “unicórnios”, aos empresários “empreendedores” que só não fazem avançar mais este país para a linha da frente do melhor que se faz no mundo e que poderiam construir para uma sociedade portuguesa ao nível das melhores e mais funcionais democracias nórdicas porque os sindicatos e as comissões de trabalhadores (ah, esses malandros comunas) são um entrave ao processo produtivo e disruptivo desses grandes cérebros, com as suas reivindicações dantestas de exigirem melhores salários e respeito por direitos laborais consagrados na lei, podendo, direta ou indiretamente contribuir para uma política salarial mais equilibrada e uma sociedade um pouco mais justa. Ahhhh, bando de inúteis….

  13. Ka_Oni says:

    Coincidentemente (ou não) ou países com maior taxa de sindicalização são também os países mais desenvolvidos, mas só se olha para o lado negativo não é?
    Claro que vão sempre haver pessoas que só querem entrar nos sindicatos para depois não fazer nada, mas o fulcral a reter é a importância dos Sindicatos na defesa dos trabalhadores.

    » https://www.bancariosbaixada.org.br/index.php/noticias/item/2232-paises-com-maior-indice-de-sindicalizacao-estao-entre-os-mais-desenvolvidos-do-mundo

  14. Mauro C says:

    Se for como em Portugal, é melhor começarem já a pensar em criar uma associação qualquer, que os defenda do sindicato…

  15. Pisca says:

    O Culambismo é carreira para muita gente, e começam cedo

  16. J.P. says:

    O Jeff Bezos até ganhava cabelo se lhe aparece um sindicato pela frente. Lá na Amazon devem estar a fazer boas promoções em luvas.

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