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Google: Carro autónomo Waymo envolvido num aparatoso acidente


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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64 Respostas

  1. Nuno José Almeida says:

    Os carros da Google já sofreram vários acidentes. Afinal já têm milhões de Kms. Sim milhões. Até agora são culpado de um. Riscaram com um espalho, um autocarro.

  2. Hudty says:

    Não tem futuro este caro autónomo. Fake. Fake and Hypo.

    • Vítor M. says:

      Disparate. Seguramente este será o que tem mais testes em cenário real e muito provavelmente é quem vai na dianteira para desenvolver produtos comerciais regulamentados e aprovados.

      • Jorge says:

        Ó Vítor não será muito cedo para dizer que é disparate?

        • Damasio says:

          eu nao consigo entender a lógica destes tipos que vêm para aqui ler uma noticia onde para já estes acidentes em nada se comparam aos acidentes em veículos conduzidos por humanos. pois o dos humanos são aberrantemente horriveis em cada 1 segundo morrem pessoas nas estradas e este título tenta destruir a idea do carro autonomo como se fosse muito perigoso. ainda em fase de testes ok?!!! e sim disparate sobre o que disse o idiota do Hudty, está completamente a precisar de uma par de chapadas.

          • Jorge says:

            Damasio não digas mais nada, quem quer dar chapadas deve precisar de algumas…….

          • Hudty says:

            Vou então responder (para as pessoas que tem IQ não muito desenvolvido e apenas copiam a imprensa international que sem críticas e sem análises aceita carros autónomos ). Apenas um exemplo: o haker de nível baixo pode facilmente entrar no sistema do carro e causar more de pessoas na rua. E culpa será de quem?

          • Hudty says:

            Mais um exemplo para as pessoas que tem pensamento lento:
            Há uma situação no cruzamento e o carro autónomo tem que escolher: ou fazer colisão com bus de crianças ou bater contra um autocarro público. Quem vai decidir? …. È como um “doctor google” (medico) no net: já existe há anos mais não serve mais do que uma curiosidade ineficaz.

          • Costa says:

            Hudty,
            O seu primeiro exemplo, não vou comentar.
            O seu segundo exemplo está errado, logo na sua concepção.
            Numa situação de colisão eminente entre dois tipos de autocarros, como reagirias tu? Provavelmente tu e toda a gente, é instintivo, tenta salvar é a própria vida, depois a dos outros logo se vê.
            A essa pergunta nem tu sérias capaz de dizer para onde ias, e a tua opção era uma de desespero, para te tentares salvar, logo nunca podes dizer sequer que era a melhor, e mesmo para saberes qual era a melhor, terias de ter informações que não tens, e que por acaso um carro munido de sensores e de certo tipo de algoritmos pode optar por uma acção mais informada que tu.

      • Sérgio J says:

        Victor, discordo que a Google vá na dianteira para apresentar produtos regulamentados e aprovados. A Google vai na dianteira em veículos SAE 5, isso é um facto. Mas isto é um mercado evolucionario e não revolucionário. Repara que a Tesla começou por carros que nem SAE 3 e as pessoas já faziam/fazem deles verdadeiras viaturas autónomas. Muitas marcas estão aí prestes a apresentarem viaturas nível 3 e 4. Só mais para a frente estaremos preparados para o nível 5. Aí a Google poderá dar cartas ou já há muito ter desistido.
        Uma coisa é certa com o posicionamento da Google está será uma das últimas a ir para o mercado.

    • JHGouveia says:

      Pode ser que sim pode ser que não, o mais provável é que talvez…

  3. Técnico Meo says:

    Se um carro se mete de frente a nós a poucos metros de distância, nem humano, nem máquina nem o carlos Sainz conseguem evitar o acidente, e se der guinada repentina pode até provocar outros tantos acidentes.

  4. TiagoDM says:

    Prova-se que o futuro está nos carros autónomos, o culpado na grande maioria é o humano que o conduz.

    • Jorge says:

      LOL, já ouviste falar em estatística?
      Faz uma proporção simples e verás que a tua prova é muito pouco cientifica.
      Concordo, no entanto, que se tirar-mos a irracionalidade humana da equação resolvem-se muito problemas. Contudo, a capacidade para reagir dos humanos é surpreendente, Há coisas que nenhum algoritmo dá 😉

      • TiagoDM says:

        Ainda… Mas dará:)

      • Costa says:

        Reagir não significa qualidade, são coisas que não têm nada a ver.
        E o humano é muito susceptível há sua condição de “humano”, ou seja, fica doente, ingere coisas não próprias para a condução, anda chateado ou alegre, atende o telemóvel no carro, fuma no carro, come no carro, lê no carro, etc. Até a música que vai a ouvir no carro influência a maneira de conduzir, e isto já foi testado.
        Posto isto, a capacidade de reagir, só por si, não é uma mais valia garantida, mas estás desvantagens que enunciei, são o que causa a maioria dos acidentes entre condutores humanos.

        • Jorge says:

          Boa Costa, agora fazes uma teses de doutoramento e pronto já está 😉

          Qualidade? Hummm ……..

          Como muito bem sabes não há um valor absoluto para a qualidade 😉

          Quanto ao resto enfim.

          • Costa says:

            Não percebi a tua primeira frase.
            A segunda, uma pergunta do quê? O que não entendeste? Reagir só por si não é mais valia, a qualidade da reacção é o que conta, porque um computador reage sempre primeiro que tu.
            Qualidade não é uma medida exacta, é um conjunto de variáveis que testamos, que inseridas num algoritmo sai um número, que depois é enquadrado numa estatística, e ou é aceitável ou não é.
            Valor absoluto em qualquer processo que envolva AI? Ou que envolva controlo e qualidade? Epa, valores absolutos é noutras áreas da matemática, não em estatística pá.
            Vou relembrar o que tu mesmo disseste, “há coisas que nenhum algoritmo dá”, sim é verdade, há coisas como criatividade, como sentimentos, como humor, mas nada disso é o que precisas numa situação de emergência.
            Portanto, onde está exatamente o teu argumento em relação ao humano responder de forma muito melhor numa situação de colisão eminente? É que ainda não percebi.

          • Costa says:

            E já agora, não sei o que uma proporção simples, podes explicar?
            Já encontrou a taxa de acidentes por kms percorridos com condutores humanos e com máquinas? É que esses números quando forem públicos vão dizer muito da tal capacidade de reacção. Depois, quanto tiver esses números, apareça aqui para falarmos, está bem?
            Não se esqueça da proporção simples, é que nunca ouvi falar de tal bicho.

      • Hugo says:

        Um computador erra menos que um humano. É um facto.
        Caso contrário sistemas de ABS e ESR foram um retrocesso na evolução.

    • Damasio says:

      exactamente. e qualquer acidente nesta fase pode ser normal. pode porque nem mesmo em testes é tão normal acidentes em que a culpa é a inteligência artificial. tambem diziam que um monte de ferro não conseguia voar, até que se provou ao contrário com os irmãos wright

  5. Victor says:

    O homem é que deve controlar a máquina e não o contrário. Dou as boas vindas a toda e qualquer tecnologia mas quando esta depende apenas de si já não acho muita piada.

    Se um carro autónomo atropelar alguém, a culpa é do dono do carro, do fabricante ou a IA do carro é que vai a tribunal?

    • Jorge says:

      Essa é para já umas das questões que, para já, ninguém está preparado para responder

    • PauloPL says:

      Muitas vezes a culpa é do peão.

    • Vitolas says:

      É exactamente o mesmo que ires no teu carro e por qualquer motivo te faltam os travões e atropelas alguém,a culpa foi do carro, neste caso uma falha mecânica,mas o responsável vais ser sempre tu.

    • Costa says:

      Ainda não está definido isso de quem é a culpa, e é uma questão em aberto.
      Agora essa de quem controla quem, já é um erro. Já há muito que o homem em certas tarefas não controla directamente, na prática trabalha em parceria com a máquina.

      • Jorge says:

        Confundes culpa com responsabilidade. Podes ser responsabilizado e não seres culpado. mas já deu para ver outras coisas………..

        • Costa says:

          Não confundo nada, tu é que não sabes o significado de ambas as palavras.
          A tua segunda fase diz isso mesmo, pois se és responsabilizado, a culpa é minha de certeza 🙂

  6. J. Alegre says:

    Ora bem.. um carro dirigido por um humano para fugir a um acidente causado por outro carro dirigido por outro humano sai da sua faixa e entra em faixa contrária batendo de frente num carro autónomo. Deveria o carro autónomo invadir tb ele a faixa contrária? Deveria o carro autónomo afastar-se do perigo eminente que vinha de frente e desviar-se à direita causando outro possivel acidente, se é que se conseguiria desviar?
    Queriam que o carro autónomo saltasse por cima do carro que lhe vinha de frente? 🙂
    Pela descrição não vejo onde o carro autónomo possa ter culpa. Excepto não ter sistema de eject pelo tejadilho tipo avião ou um sistema de propulsão 😉

    • stealth says:

      eu fazia o mesmo que o carro automono, ate porque se te desviares de alguem que fez merda e tiveres um acidente por causa disso a culpa e tua e nao do idiota que fez a merda primeiro.. como claramente aconteceu neste caso.. a culpa e do condutor que estava em contra-mao porque se desviou de alguem que fez merda

    • Costa says:

      É mais fácil dizer o óbvio, há acidentes que não se consegue evitar, e isto é algo que as pessoas tendem a pensar o contrário. Lá por ter um computador a analisar dados isso não implica de todo total previsibilidade. Há sempre alturas em que o acidente vai ser inevitável, e neste caso, a questão será o que é esperado de um humano fazer? Será que qualquer acção do humano é desculpável para se salvar? E se for uma máquina a tomar a mesma opção, já não tem o mesmo valor?

      • Marco Fontes says:

        A grande vantagem será quando todos os carros forem autónomos, aí podem comunicar uns com os outros e antecipar estas colisões, que agora são inevitáveis.

        • Costa says:

          Isso ainda vai demorar um bocadinho. Mas sim, nessa altura o número de acidentes será muito menor que agora, e o tempo que agora levamos a ir do ponto A ao ponto B, será reduzido. Mas até lá, ainda vai um longo caminho. Já não estarei cá para ver tal coisa.

    • Pedro Cavaleiro says:

      Enquanto houver factor humano irá sempre haver acidentes e o problema é que esse factor nunca vai ser eliminado pelo simples facto que são humanos a programar os carros mas quando for 100% carros autónomos a quantidade de acidentes deverá reduzir assumindo que todos os carros estão devidamente testados a nível de software

  7. Filipe says:

    Fiquei “parvo” com esta afirmação: “foi mais o susto”… O carro que aparece em baixo na foto com a frente
    desfeita vai ter grande susto, sim, mas é quando for a reparar a viatura. É muito cedo para carros autónomos. Toda a malta anda a querer correr atrás desta nova moda sem realizar os devidos testes para se certificar que estas coisas não aconteçam… Já para não falar que as estradas também não estão preparadas para este tipo de experiências. Como exemplo, num dos últimos acidentes com um tesla, as marcas separadoras das faixas pintadas na estrada não existiam num dos lados (ou por não estarem mesmo pintadas, ou por desgaste), e a IA dos carros estava preparada para se seguir por elas.

  8. luis santos says:

    De quem foi a culpa ….Se foi o carro do condutor o carro autónomo nunca consegue evitar o choque ..

  9. Antonio João says:

    Pelas fotos e pela noticia em cima, interpreto que o Honda passou um traço continuo, passando para a faixa contrária. Mesmo que diga que a culpa é de um terceiro carro. Para mim o condutor do Honda é o causador do acidente.
    Ao se desviar, passou ele a ser a ser o culpado. Para a próxima, não se desvie, já não será ele ou outro condutor na mesma situação.

  10. Filipe says:

    A mim não interessa de quem é a culpa, não melhor sensação de conduzir um carro ou mota. Por isso está fora de questão ser conduzido por um carro autónomo.

  11. Fábio says:

    Existe uma linha da qual não deveremos passar, essa linha chama-se “humanidade descartável”. Não gosto de ter conversa aborrecida ou fazer analogias a qualquer assunto, no entanto, este é um tópico sobre o qual já refleti algumas vezes, tal todos nós o devemos fazer, incluindo as brilhantes mentes tecnológicas por de trás da inteligência artificial. Creio que todos concordamos que cada vez o número de seres humanos a viver à superfície do planeta Terra e maior e a crescer, calculo que todos temos a percepção de que, embora haja cada vez mais postos de trabalho, também estes são substituídos por robótica e I.A a um ritmo cada vez maior. Tendo colocado os factos e tentando enquadrar-me no tema, o Ser Humano, nós, somos perfeitos a nível biológico,com muitas imperfeições de lógica e de decisão sobre o que é o melhor para nós mesmos, para além de que,de forma gradual estamos a retirar nós mesmo da equação, o que para mim é estranho… Claro que haverá mais acidentes, mortos, feridos connosco atrás do volante mas será suposto deixarmos máquinas “perfeitas” decidir por nós? Onde ficamos nós, os que gostam de conduzir manualmente, aqueles que podem não aceitar essa evolução com alguma perigosidade como a IA? Obviamente que não estou com isto a dizer que os carros podem vir a assassinar alguém mas alguém sabe dizer qual é a fronteira em que um organismo criado por nós pode desenvolver vontade própria? Ou até que ponto a IA está desenvolvida neste momento?… Pelo que percebo, o que parte da humanidade impõe, os restantes têm forçosamente de aceitar mas basta uma pequena parte de humanidade criar algo que nos pode vir a causar maiores problemas do que aqueles que já temos, falando dos acidentes na estrada e outros… Não estou a falar de filmes porque esses são ficção, já estamos a falar de uma realidade bem presente e avançada que pode ser muito benéfica como muito maléfica, dependendo de como é usada futuramente por aqueles que dentro do bom senso ou ganância financeira a vão explorar dentro do desconhecido.
    Foi apenas um desabafo uma vez que nem é meu costume comentar seja o que for que esteja online.
    Obrigado

  12. Paulo Mendez says:

    Os carros autónomos vão evitar acidentes, o problema é que a fase de testes é feito em nível 3 (totalmente autónomo), no nível 1 ou 2, não deixa o carro sair da estrada e alerta o condutor para colocar as mãos no volante, protege do sono, é de um eventual despiste.

  13. joao terra says:

    Estão a dar tiros nos pés…. Nem quero pensar quando estes carros andarem por ai e matarem milhares de pessoas, aliás estes carros a nivel de segurança são alvos fáceis e qualquer “mal intencionado, hacker” pode entrar facilmente no sistema, ao ponto de o conseguir conduzir à distancia como um carro telecomandado

    • Nuno Monteiro says:

      isso ja existe a mais de 5 anos.. informa-te! obviamente por detrás de uma grande IA System tem um grande “anti-virus” se assim o quisermos chamar… Ou achavas mesmo que empresas bilionárias se iam esquecer de algo assim tao básico ? Em relação ao conduzir a distancia ( ja ouve acidentes e vitimas , pelo menos que eu saiba, na America.. Onde um “hacker” controlava carros e cometia “crimes” onde por fim os espetava contra algo matando o condutor. E tudo o que usava era um simples malware instalado no radio.

  14. Mike says:

    Todas as questões aqui debatidas deixam de ser um problema quando todos os carros comunicarem entre si e forem autónomos. Não será mais necessário semáforos e sinais. Se a IA for desenvolvida para preservar a vida humana, em caso de eminente atropelamento, o carro autónomo irá evitar ou minimizar o mesmo, comunicado a sua decisão aos outros carros autónomos (e estes por sua vez também comunicam as suas decisões) alterando rotas para evitar ou minimizar acidentes. Creio que o futuro será o homem a não depender de dinheiro (que foi criado pelo homem e que é o causador de quase todo o ódio/guerras entre humanos) para viver, tendo toda a robótica a trabalhar sem se cansar para nos sustentar… Mas só o futuro (longínquo?) o dirá… Talvez o Exterminador Implacável não era assim tanta ficção científica… Lol… 😛

  15. Hughz says:

    Eu não percebo como há condutores que podem achar eficaz e relaxante ter de estar constantemente atento ao que o carro vai fazer quando está em modo autónomo, para o corrigir ou tomar o comando caso seja necessário. Para mim é como ter de estar constantemente a tentar adivinhar o que o carro vai fazer a seguir para perceber se pode ser necessário corrigi-lo ou tomar o comando no caso de a AI errar ou não ser capaz de responder a uma determinada situação (extremamente cansativo)… E, sim, é isto que tem de se fazer quando se está num carro em modo autónomo. Não pensem que podem dormir, ou estar no Facebook, ou responder a emails, etc., etc., tem de se continuar a fazer uma condução mental e “premonitória” (mais uma vez, extremamente cansativo).

    Mas este é o rumo que estas empresas de condução autónoma estão a tentar dar à industria automóvel. Na minha opinião os propósitos são outros que não o conforto ou a segurança, mas a ver vamos…

    Eu acho muito mais relaxante, menos cansativo e seguro ser eu a conduzir e ter a AI do carro a monitorizar-me, avisar-me de possiveis perigos e corrigir-me caso seja mesmo necessário; e este foi o caminho que a industria automóvel vinha a seguir há muitos anos com grande eficácia no aumento da segurança dos veículos e que parece estar agora a abandonar.

  16. falcaobranco says:

    Sinceramente carros autonomos para mim… não… em todos os sentidos!

    Não oferecem segurança no sentido da rapidez para evitar seja o que fôr, até porque acidentes com estes carros já aconteceram um pouco de tudo, desde menos violentos a mais violentos, inclusivé atropelamentos… não quero dizer com isto que o Humano consegue evitar mas para mim, não ter controlo naquilo que estou a viajar… é mau…

    É quase como viajarmos de avião…não somos nós a pilotar mas a nossa vida está nas mãos do piloto e, para mim, é sempre pouco o ordenado que eles ganham, mas isto é outro assunto…

    E por fim… não acho piada nenhuma ir sentado no lugar do condutor, sem ter controlo de nada, o carro fazer tudo por mim e não fazer aquilo que, como muitos, gosto mais de fazer…conduzir!

  17. Aj says:

    Olhando para as fotos… Mal-empregado Civic coupe 6 geração :-((

  18. iurie solomon says:

    os carros a petroleo tb mto provavelmente causavam bastantes acidentes, especialmente qd apareceram os k têm mais cilindradas

  19. Gustavo Dezen says:

    O erro não foi do carro, falha humana no honda, triste.

  20. Helena Silva says:

    . Dois humanos falham ,um humano e uma máquina falham…. E será que qd tudo for máquinas haverá acidentes? Afinal o erro de humano na condução é qs sempre uma distração…. Máquinas analisam e não se distraem

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