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EUA: Ministério da Defesa deixou de usar disquetes para controlar armas nucleares


Fonte: C4ISRNET

Redator

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  1. Pedro says:

    Porra só agora….terá sido por falta de drives ou de disquetes?:)

  2. Redin says:

    E parece que estavam muito avançados. Vejam lá que eu ainda pensava que eram controladas com fogo e pavio…

  3. Samuel says:

    A hipótese de inverno nuclear acabou de aumentar para 70%

  4. Fixo says:

    En-ten-da-mo-nos.
    Estamos a falar do sistema de mísseis balísticos intercontinentais dos EUA.
    Não estamos a falar de PCs com Windows em que pode aparecer o ecrã azul “blue screen of death”.
    Aqui estamos falar de mortos mesmo, na escala dos milhões ou de deixar o planeta Terra para as baratas.
    Esse sistema continua a usar os computadores IBM Série 1, dos anos 60 e 70, de que não há outros ou peças de substituição. Quando há avaria, são reparados por pessoal especializado – com a ajuda de microscópios.
    E usavam disquetes de 8″ que foram agora substituídas por SSD – mas os IBM Série 1 continuam.
    O que conta aqui não é a evolução tecnológica – é a segurança, a 99,999999%
    Não há nada que garanta segurança igual aos IBM série 1, respetivo SO e disquetes? Não se mexe! Enfim, substitui-se a disquetes.

    • Samuel says:

      Cada vez que se mexe em sistemas destes existe um risco de as coisas correm mal e se correr mal então BBBOOOOOOMMMM e COGUMELO.

    • UserX says:

      “Não há nada que garanta segurança igual aos IBM série 1, respetivo SO e disquetes? ” <— esta frase não é verdadeira. É sempre possível aos dias de hoje fazer algo mais seguro, mas fiável e até de operacionalidade superior.
      A questão são os recursos, porque se há algo que funciona bem com uma taxa de mais de 90%, se esse algo é muito complexo, significa que para ter um ganho de imaginemos 7%, os custos seriam enormes. Sistemas críticos são tipicamente feitos como um bloco inteiro, pensado num todo. Não se coaduna com o estilo de desenvolvimento que hoje em dia se vê. E produzir um software com tais características é algo demorado, que precisa de gente muito competente, que ganha muito de salário, já para não falar dos custos de toda a logística.
      Mas seguramente neste momento é possível fazer algo melhor do que existe.

  5. antonio manuel almeida henriques says:

    pronto estou feito…e eu que deves enquanto tenho umas armas nucleares para oferecer…pummmmmmm……vou ser controlado sem disquete…querem ver que e por algum especialista em medecina nuclear-

  6. Simão says:

    As belas disketes de 5 1/4 🙂
    Ainda cá anda uma cx delas em casa e uma palete das de 3.5″

  7. TiagoSM says:

    Por mim ainda devia era ser completamente analógico… segurança acima de tudo, não queremos que o mundo desapareça de um dia para o outro.

  8. Joao Ptt says:

    Se a NSA tem um orçamento quase ilimitado, nada impede o estado de garantir uma pequena parte desse dinheiro para desenvolver algo que substitua aqueles sistemas com décadas e trazê-los para a época actual, mas com as lições do passado aprendidas para garantir por exemplo sistemas de comunicação 100% incompatíveis com tudo o resto existente, para não permitir contaminações cruzadas com facilidade, sistemas de autenticação e cifra completamente diferentes de tudo o resto utilizado no mundo e só utilizado para aquilo e por aí em diante… é necessário compreender que aquilo está ligado a misseis que transportam bombas nucleares capazes de estragar o dia a muita gente, não convêm pouparem nesse tipo de coisas.
    E o mesmo se aplica a todos os outros países que têm sistemas similares ligados aos mísseis nucleares.

  9. ai says:

    Quanto mais simples o equipamento, menor a probabilidade de erro. Nao vejo onde está o problema…

  10. Pérolas says:

    Bom, bom, mesmo é mudarem para equipamentos com hardware fabricado na xina, com processadores intel, SO da Microsoft e tudo ligado ao Azure…. OK, todos os ingredientes reunidos para a coisa correr bem… LOL

  11. Anónimo says:

    Agora é o salve-se quem puder…

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