EUA: Mísseis Nucleares controlados por computadores de 1970


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60 Respostas

  1. Khidreal says:

    eu sempre achei que velho é melhor: fiavel, confiavel e seguro. no caso descrito acima isso é uma maneira de segurança enorme. se isso rola com windows 3.1 com certeza nem tem componentes para wireless ou seja, basicamente é impossivel de hackear a meu ver… simplesmente é uma ideia de génio!
    andam aí as pessoas todas a dizer: “mais segurança” “mais desempenho” “mais etc” com esses computadores e sistemas operativos todos xpto, mas como visto acima obsoleto acaba por ser mais seguro do que o recente, depende é para que são utilizados…

    • Nathan says:

      Queres arranjar uma disquete daquelas, onde é que arranjas?

      Queres um especialista em Windows 3.1 onde é que arranjas?

      Isto nem Windows nem Ms-DOS, é de 1970!

      • alex says:

        Arranjas da mesma maneira.. Têm que aprender.. Tão simples quanto isso..

      • Dmca says:

        Eu fui daqueles que tive a minha formação básica em informática nestas tecnologias, ms-dos, windows 3.1, era preciso uma carrada de disquetes para instalar, e disquetes das que aqui são referidas… por isso se precisarem de especialistas eles encontram e de material, e muito simples, mandam fazer… e mais, esqueces que nos EUA está a Microsoft, que não é nada mais nada menos quem criou este se, portanto especialistas não faltam!

      • Zéi says:

        Disquetes dessas é a coisa mais fácil de encontrar, é caro mas não faltam lojas que vendam.

        Especialistas em Windows 3.1 é o que não falta, podem estar meio enferrujados mas muitos dos profissionais com 35/40 Anos de idade trabalharam com windows 3.1

        • Mike says:

          tenho 45 anos e nasci em 1970. Como é possível o que estás a dizer? Especialistas com 35/40 anos? Também posso dizer que no computador da empresa dum familiar se trabalhava com disquetes de 9″ (e não de 8″). Uma para o SO, outra para o programa e a terceira para a base de dados. O windows 3.1 sai com o MSDOS 6.0 (já lá vão uns anos espero não estar errado)

          • Andre says:

            Eu ainda sou do Win 3.1 e 3.11 quando me iniciei aos 14 e sou de 84!!! por isso, eu estou dentro desse lote.

            se eles pagarem bem vou para la!! ainda devo ter la em casa as disketes!

          • Zéi says:

            Isso depende com que idade é que uma pessoa começou a trabalhar com computadores.
            Windows 3.1 saiu em 1993, alguém nascido em 1975 tem agora 40 anos e podia começar a trabalhar com windows 3.1 com 18 anos a quando a entrada na universidade.

            No meu caso e no caso de muito amigos meus começamos a trabalhar com windows/MSDOS com 14 anos.
            Tenho colegas meus que tiraram cursos profissionais de informática em que trabalhavam com MS DOS e Windows 3.1 esse pessoal agora tem 37/38 anos e trabalham na área.

      • Darth says:

        Deve ainda haver empresas a fabricar essas disquetes para o governo, e tecnicos ainda treinados nisso. É so uma questao de dinheiro, as coisas nao se desaprendem so porque si

    • Alisson says:

      Tenho diskete nipponic dupla face de 360kb que ainda funcionam….desde a epoca de trs-80, e xt. Aí tenho cds que nao funcionam mais sem um arranhão sequer.

  2. phex says:

    Nao me parece mau.. O que esperavam, ligaçao à internet e controlo com um android ?

    • Carlos Duarte says:

      A Internet, criada pelo DARPA, tinha essa finalidade, se não tem ligação, é porque não serem 😉

      Quanto aos Android, diria que Linux sim, basicamente grande parte dos sistemas são em Linux.

      • lmx says:

        A Internet não foi criada pela DARPA!

        A interligação de computadores de Rede existia na União Soviética, na Inglaterra, nos EUA, e até em França pelo que tenho lido..muito provavelmente noutros Paises também, como por exemplo o Japão.

        A ARPANET é que foi salvo erro a primeira ou das primeiras a usar o protocolo IP, as outras usavam outros protocolos, por exemplo a Inglesa era muito mais desenvolvida e até operava noutros Países, mas só servia o sistema Bancário, deveria ter custos brutais.

        Aquilo que se pode dizer é que a ARPANET serviu de inspiração a Internet global, mas ao dizeres isto ainda tens que ressalvar que a funcionalidade da rede como hoje a conhecemos só surgiu nos anos 80, por um investigador Ingles, do CERN na suiça, que teorizou sobre a www, e implementou o principio daquilo que conhecemos como protocolo http.

        Isto porque a ARPANET era apenas uma rede comutada de pacotes, tal como as outras, com as suas diferenças entre elas..

        A ideia de que os EUA inventaram a internet, é uma ideia para aumentar o orgulho Americano, e foi crida dos EUA, mas não é a realidade 🙂

        • Tony says:

          DARPA e ARPA é a mesma instuituição, sofreu renomeação, simplesmente isso. A Internet, ou mais propriamente o protocolo TCP IP e outros procolos das várias camadas de layers foi mesmo a DARPA. Computadores em rede não significa Internet

          • lmx says:

            Tony,
            Sim a rede deles parece ter sido a primeira a usar o protocolo ip..

            Mas isso não tem nada a ver com a firmação que foi feita acima de que Inventaram a internet…
            na altura já havia muitos protocolos de comunicação em outras redes pelo mundo..

            A intenet iria acabar por acontecer que usando o protocolo TCP/IP quer usando uma derivação de outro qualquer com http por cima… isto nada tem a ver com os EUA.

      • Miguel says:

        O Android crashava se tivesse mais do que 5 apps instaladas LOLOL

    • lmx says:

      +1

      pois..
      Para o efeito, serve perfeitamente.
      Acredito que haja muitas máquinas com Windows 3,, e dos, mas penso que a maioria destas máquinas de guerra IBM, devem obviamente correr o OS2, que era de longe muito mais estável que o windows, mas custava uma pipa de massa…
      Estamos a falar de controlo de armas nucleares, não acredito de forma alguma que seja feito em Windows..

      • Paco Silva says:

        Não acreditas porque de certa forma nunca tiveste o privilégio de trabalhar para a indústria militar. Sim o windows em versões 3.0 e 3.1 é muito usado, mesmo em Portugal, mas nos States é usado em muita coisa. Nunca vi o OS em maquinas militares… e olha que já vi muitas… Já UNIX… é outra coisa

        • john says:

          As máquinas com windows 3.0 e 3.1 estão num layer diferente, com funções de acesso menos restrito mas também lidam com processos mais mundanos. Agora, quando falamos dos sistema de lançamento, no seu core. Eles estão praticamente isolados do exterior e correm todos UNIX.

        • lmx says:

          Boas Paco,
          Em Portugal sim, porque nunca fomos um País ligado a alta tecnologia..e somos um Pais pobre sem expressão.

          Nos estados unidos é outra coisa, mas não acredito que haja windows machines, a controlar sistemas críticos.
          Nos sistemas menos críticos(aeroportos, ATMs, até centrais nucleares) o OS2 domina o windows 3 com uma perna ás costas…repara trata-se provavelmente do melhor sistema operativo para x86 com ambiente gráfico 🙂 , claro não estou a considerar o todo poderoso QNX, tirando este, a próxima opção seria AIX talvez, mas com ambiente gráfico e algumas “paneleirices” o OS2 é Rei!

          Compreendo perfeitamente a utilização de Windows da nossa parte, foi o SO que tivemos dinheiro para comprar…e tirando bancos e alguns casos especiais, a maioria da nossa realidade assenta em windows, até as nossas ATM’s :D!!

  3. Diniz says:

    Pra quê windows se a meio do lançamento da bomba nuclear aparecia o aviso de actualização?

  4. neok says:

    Funciona, não mexe :P.
    Agora a sério, e então as certificações de segurança? há negócios como por exemplo na banca, que em mesmo nas redes isoladas, é OBRIGATÓRIO (até com auditorias frequentes) a manter tudo actualizado e com medidas de segurança altamente restritivas de modo a prevenir ataques internos. com o windows 3.1 boa sorte a prevenirem um técnico qualquer de roubar segredos ou de sabotar sistemas.

  5. Pedro says:

    E assim é que deve ser. Mas quem é o parolo que, face ao risco potencial, usaria as novas tecnologias? E para quê? para dizer que tem a ultima moda, cara ainda por cima? Eo que fazia de diferente? Lançar um míssil intercontinental com uma app? Andamos a brincar aos meninos?

  6. nulldev says:

    Normal que assim seja….
    As missões Apolo também não foram controladas pela última tecnologia da época…. fiabilidade e segurança é o mais importante…nestes casos

    • lmx says:

      esses pc’s(se é que se podem chamar pcs) é que era 🙂

      Não era só nas missões apolo, os Sovieticos no Buran também tinham grandes limitações ” 819 200 words of 32 bits” ~26Megbytes de memoria, 4mhz era o poder de processamento do Buran 😀

      E fez duas volta aos planeta terra(não tinha memoria para mais). sempre em modo de piloto automático, levantou e aterrou 😀

      O space shutle acho que em 2011 quando terminou a sua actividade ainda usava os mesmos computadores 😀

  7. jgago says:

    Conheço uma empresa com responsabilidades numa área sensivel nacional onde ainda usa OS2, e DOS. São máquinas que estão isoladas do “mundo net” e por isso não estão acessiveis a pirataria e considero em alguns aspetos mais eficientes do que ter lá um windows 7 para cima. Todas as semanas ainda usam disquetes… LOL e tapes DAT.
    O problema é quandos os condensadores das MB vão à vida a ai as dores de cabeça começam….

    • lmx says:

      O Os2 continua a ser um SO a sério!!
      A versão warp 4.0 introduziu a file system do aix a jfs -.-

      São sistemas pa vida 😉
      uma das caracteristicas dos unix’s é na pesquisa e actividades de filesystem, a estabilidade, etc.

      teem a maior disponibilidade que existe!São systemas para outro tipo de coisas..

      O windows 7 é para máquinas de consumo, laptops, etc.
      Os unix’s são para trabalho duro!!

  8. Darth says:

    Ha uns meses deu uma reportagem no programa 60 Minutos da Sic Noticias sobre o arsenal nuclear dos EUA, e achei piada ao facto de serem pc s antigos a controlar… Mas faz sentido, mais seguro

  9. Joao 2348 says:

    Já deveriam ter desmantelados os seus mísseis nucleares.
    Mas claro isto caminha para a destruição completa e ninguém quer ver-se livre das armas nucleares (já para não falar das outras químicas e biológicas que continuam a desenvolver).

    Sistemas antigos serem mais seguros, até certo ponto é verdade… mas lembro-me da tal reportagem no 60 minutos sobre o arsenal nuclear dos EUA onde eles comunicam por telefones analógicos onde nem se percebe o que dizem do outro lado da linha! E esqueçam encriptação e autenticação da segurança da linha :p Os militares lá deveriam ter dinheiro para meter linhas de fibra-óptica de ponto a ponto pelo menos para as comunicações de voz de forma a garantirem a confidencialidade, segurança e autenticidade das comunicações… mas pelos vistos nem para manter a rede telefónica analógica tem dinheiro, ou não querem gastar nisso, vá-se lá compreender as prioridades daquela gente… tanto dinheiro para vigiar os outros e nem conseguem manter os telefones a funcionar bem das bases de lançamento de misseis.

    Claro que poderiam perfeitamente conceber um sistema operativo moderno para equipamento desta era… já que dinheiro para isso não lhes faltaria, e até podiam fazer o equipamento a partir da matéria prima para terem a certeza que é 100% seguro. Não querem estar vulneráveis? Basta fazer um sistema operativo e equipamento físico do zero e totalmente incompatível com tudo o que é conhecido para assim nada poder interagir com o mesmo seja a que nível for e forçarem encriptação e autenticação digital avançada a 100% e manter a rede toda isolada… e claro não aceitar PENS USB, CD’s, DVD’s, BlueRays e por aí em diante… mas somente formas físicas únicas não encontradas e não reproduzidas em mais lado algum.

    • Andre says:

      Analogico funciona em caso de ataque nuclear ou um pulso electromagnectico..

      Os novos sistemas fritavam logo e já não podiam dizer para lançar os misseis…

      Pensa um bocado Joao. não é ter dinheiro, eles são fanáticos no que diz respeito a isto. pensam em todos os aspectos de tudo.

      • Joao 2348 says:

        Só frita se quiserem… isolarem os componentes digitais de impulsos eletromagnéticos é algo perfeitamente normal nos sistemas militares. É só colocarem esse requisito. Nos aviões e embarcações militares tal é um requisito normal… se não eram facilmente postos fora de acção por aqueles que os querem atacar.

        • Napalm Death says:

          És um génio…nem sei pq não estás no NORAD a dar essas ideias brilhantes que eles de certeza nunca se lembraram….mas só nao a colocam e prática pq são preguiçosos…e nao pq não serviria de nada.

        • lmx says:

          Não é bem assim João..
          não é so se quiserem..

          Olha o caso dos Russos continuam a ter uma panóplia brutal de aviões analógicos, sem Fly by Wire, porque uma das primeiras coisas a ser lançadas são bombas electromagnéticas..
          pelo que tenho lido sobre as russas, com menos de 500 gramas de dispositivo garantes uma saturação de 24 horas a uma distancia de 400 metros.

          Agora imagina as bombas a sério…as de tonelagem…

          Estes dispositivos saturam completamente os canais NP dos transistores, de tal forma que ficam inoperacionais durante dias, e isto com extrema sorte, porque este tipo de reacção provoca efeitos altamente destrutivos nos equipamentos como curto circuitos, etc!

          O analogico é “sempre a dar”!! 😉

  10. João Silva says:

    Uau! Isto é pré-microsoft, pré iOS.
    Disquetes de 8 polegadas?
    Tenho uma caixa delas, sobraram do antigo centro de informática da UM.
    Do que soube, na UM, eram usadas no VM-8000 no início dos anos 80.
    Comecei a mexer em computadores lá, no MV-8000, com AOS/VS em 1983, por cima do “espelunca”…

  11. Jorge says:

    Não faz muitos anos, em que um entidade bancária mantinha em paralelo um programa em cobol e outro em Windows. Para quê mudar se o de cobol funcionava bem e sem bugs. Também vi no jornal a pedirem programadores de cobol, cuja remuneração era bem superior a foto nets e companhia. Com a melhoria do hardware, o cobol mexe-se muito rápido. Não sou contra a evolução, mas percebo o porquê da resistência á mudança.

    • Marco says:

      se fores a cgd, à sede, deves ver por lá uns qts dinossauros.

      • lmx says:

        +1000 🙂
        máquinas a sério, dinosauros não 😉

        eu pelo menos ainda não vi nenhum dinosauro por lá…heheh

        Mas maquinas dual core 64 bits dos anos 90, e RISC, tens lá 😛
        Grandes canhões, um puder de processamento tremendo, algumas máquinas estão ligadas ha mais de 20 anos e ainda não tiveram manutenção!!!!

        Mas custaram certamente uma, duas ou 3 fortunas..

        • Pérolas says:

          Tenho ainda 2 ibm daqueles em metal, diquetes das grandes e disco de 10 megabytes. Outro dia estive a limpar o telheiro e lá estavam eleas ai à 6 o 7 anos. Decidi liga-los e voilá. Não falha! prontos a funcionar. Valem o peso 🙂 são do tempo em que se faziam máquinas para durar.

    • Fla says:

      O Cobol continua a ser hoje em dia muito utilizado na banca. Não é só pessoal mais antigo, ainda existem muitas vagas de juniores para Cobol.

      • João Silva says:

        Há sistemas nas autarquias que usam um sistema idêntico em que o ano é contado a partir de 1900. Nesses sistemas o ano 2016 é tratado como 116(+1900).

        • lmx says:

          isso acontecia no Ms Sql Server também…actualmente não sei como está…

          Aqui ha uns tempos nuns clusters de base de dados NOSQL tive o desprazer de apanhar uma limitação idêntica, que depois de investigar o que era…verifiquei ser uma limitação do python 2.x 🙁
          O python 3.x já não a tem..mas o driver usa 2.x

  12. João Marcelino says:

    Ainda trabalhei com disquetes de 8″. O SO era CP/M. O processador era, se não me engano, o Motorola 6800 !!!!!! Controlava braços mecânicos (robots). E funcionava excelente.
    Não estranho o uso de pcs antigos com SOs ‘antigos’.
    Na indústria é comum andar anos atrás do mercado consumidor. A fiabilidade é uma das coisas mais importantes. Quando o comum dos pcs tinham w3.1, os pcs de controlo tinham ms-dos. Por outro lado, em sistema que funciona bem não se mexe!

  13. Dave says:

    teclado mecanico dos anos 70.

  14. David Pintassilgo says:

    Se está a funcionar…. NÃO MEXE!!!!!
    ehehe,… estes levaram a velha máxima ao extremo! 🙂

  15. Omaha-ha says:

    Agora imaginem se o software que controlava o sistema de mísseis fosse o Windows 10!
    Os mísseis já teriam sido lançados sem autorização dos operadores.
    Seria o Apocalipse Nuclear. A III Guerra Mundial já teria acontecido. Ninguém estaria aqui a comentar.

  16. António says:

    Ficava mais preocupado se fossem máquinas recentes com SOs que estão constantemente a ser “hackeados” e com sucessivos updates a dar erros.

  17. Jorge says:

    Talvez aqui, ainda alguém se recorde, do tempo que demorava a carregar o dos numa diskete de 5 1/4, e depois quando os PCs começaram a vir com disco e com o só já instalado. Era uma diferença de tempo brutal.
    O mesmo se passa agora, com o hardware existente e os SOs antigos / linguagens de programação. É a minha convicção.

  18. Jorge says:

    Falam em segurança e têm misseis???
    Para quê que querem misseis???
    Gastar o dinheiro dos impostos em misseis que vergonha!!!

  19. Miguel says:

    Comecei a trabalhar com o windows 3.1 na transição para o windows 95 alias ainda tenho uma VM do pplware com o windows 3.1 no virtualbox. Em relação ao artigo propriamente dito equipa que ganha não se mexe.

  20. Rui Pedro says:

    Ainda vou ver o ENIAC a controlar um missil…. hahahaha

  21. Andy says:

    Amigos até em Portugal, o Banco de Portugal e outros sistemas financeiros importantes correm com software dos anos 80. reduz em 99 por cento a chance de serem atacados.
    Os militares não são parvos nenhuns…se eles escolhem continuar a trabalhar com estes sistemas, é porque sabem que de tão antigos, sáo praticamente inatacáveis.
    quanto a especialistas, eles nao precisam de mandar vir nenhuns de fora…os que necessitarem formam-nos eles dentro dos quadros militares.
    Isto faz-me lembrar há uns anos quando foi aunciada a nova corrida á lua e a Marte pelo presidente Bush filho, a primeira coisa que os cientistas fizeram foi ir ao Museu da NASA e ver como tinha sido feito o módulo da APOLO..porque a maioria dos engenheiros já tinha falecido…

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