Huawei domina na China, mas este iPhone é o smartphone mais vendido
A Huawei continua a liderar o mercado de smartphones na China, mas foi a Apple que conseguiu o modelo mais vendido no segundo trimestre de 2026. O iPhone 17 Pro Max conquistou 6% das vendas e deixou para trás outros modelos da própria Apple e da Huawei.
O mercado chinês de smartphones continua a ser dominado pelas marcas locais, mas a Apple voltou a conseguir um resultado de destaque.
De acordo com os dados mais recentes da Counterpoint Research, o iPhone 17 Pro Max foi o smartphone mais vendido na China no segundo trimestre de 2026, com uma quota de 6%.
O iPhone 17 ficou logo atrás, com 5%. Na terceira posição aparece o Huawei Enjoy 90 Pro Max, com 4%, seguido pelo iPhone 17 Pro, também com 4%. O Huawei Mate 80 completa o top 5, com 2%.
O resultado ganha ainda mais importância quando se olha para o conjunto do ranking. A Apple colocou três modelos da família iPhone 17 entre os cinco smartphones mais vendidos na China durante o trimestre.
Huawei continua a ser a marca líder
Apesar do desempenho da Apple, os dados da Counterpoint mostram que a Huawei continua a ser a marca líder no mercado chinês.
No segundo trimestre, a marca chinesa alcançou 23% de quota nas vendas de smartphones, o seu valor mais elevado desde o quarto trimestre de 2020. A Apple ficou em segundo lugar, com 18%.
Entretanto, a Huawei registou ainda um crescimento anual de 24% nos seus envios, impulsionado especialmente pelo Enjoy 90 Pro Max.
Apple mantém uma posição forte na China
O desempenho da Apple acontece num mercado que está a enfrentar uma forte pressão sobre os custos. A Counterpoint destaca o aumento dos preços da memória e de outros componentes, situação que está a levar várias fabricantes a aumentar os preços dos smartphones.
Neste contexto, a consultora refere que a Apple cresceu 23% em termos homólogos no segundo trimestre e que os seus preços estáveis se tornaram mais atrativos para os consumidores, enquanto outras marcas aumentaram os preços.
A pressão sobre as fabricantes deverá continuar, com a Counterpoint a prever novos aumentos dos custos de memória e de componentes como os SoC, o que poderá traduzir-se em novos aumentos de preços e numa maior pressão sobre as vendas.






















