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Fabricante de SSD alerta que minerar Chia pode invalidar a garantia dos chips

                                    
                                

Fonte: Wccftech

Autor: Marisa Pinto


  1. EC says:

    Quer dizer… podes comprar, cheirar, mas não podes comer chia. Não sei se conseguem provar num tribunal Europeu que o uso dado aos discos não foi adequado.

    • Liliana says:

      Sim claro, tu é que podes provar isso porque és um grande expert nesta matéria…. de mandar postas de pescada.

    • Samuel MG says:

      Podem provar que usaram o disco para minerar Chia 🙂

    • Elektro says:

      A empresa pode sempre alegar que a única forma de avariar antes do lifespan esperado, tendo em conta a situação atual (lançamento da Chia), deve-se ao facto de ter sido usado para mining, podem ainda alegar que mesmo que o utilizador não saiba tinha um processo Miner instalado (Malware).

      Para além disso não estou a ver alguém chegar com 20 discos á marca e dizer que estavam todos com defeito 😀

  2. Fulano e Cicrano says:

    Já estamos na onda do vale tudo. Daqui a nada tudo vão fazer boicote às criptomoedas.

    • Paulo Martins says:

      Não é uma questão de boicote neste caso, há SSD’s com garantia de 5 ou 10 anos em que o fabricante dá essa garantia com base numa estimativa dos ciclos de escrita para o disco. E se até agora não havia criptomoedas a utilizar o disco é normal que eles nunca tivessem em conta esse tipo de utilização, se os fabricantes forem obrigados a cobrir a garantia mesmo em caso de desgaste por uso de criptomoedas esquece discos com uma garantia superior a dois anos. E se em média um SSD não suportar a mineração durante dois anos então vais ver o preço de SSD’s NVME a disparar e o mercado a ser inundado por SSD’s SATA de grande capacidade que por serem muito mais lentos vou ser os únicos a aguentar o período de garantia.

  3. XneloX says:

    Isto é uma cowboyada, qualquer um cria uma nova moeda, os casinos ainda não se lembraram de criar uma para eles

    • Elektro says:

      Isso é que era, uma boa ideia para os casinos, não há ilegalidade se não existir dinheiro envolvido então supostamente é legal em qualquer país

  4. Atento says:

    Isto não me parece ter fundamento na UE.
    Se o disco tiver níveis de utilização altos (o fabricante NÃO consegue provar que foi a minerar), naturalmente vai degradar-se mais rapidamente.
    O problema é que esta empresa deve estar preocupada com a degradação prematura por conta das altas temperaturas de funcionamento.
    Os conceitos subjectivos de padrão de uso diário, operação atípica e volume excessivo teriam que estar quantificados e descritos nas especificações técnicas.
    Também a cláusula “O direito de interpretação final pertence à empresa.” é inválida e não se aplica na UE.

    • Filipe says:

      A questão é que o fabricante realmente CONSEGUE provar que foi a minerar. O fabricante consegue verificar se o tempo de uso útil do disco foi excedido com base em ciclos em exagero ou feitos com utilização normal. Se até nós, meros utilizadores, conseguimos verificar isso num disco, achas que os fabricantes (que têm ferramentas próprias e mais avançadas) não conseguem?

  5. Sardinha Enlatada says:

    E no caso de nao ter sido por mineracao que o disco fritou, quem e que faz de mediador entre o fabricante e o comprador ? A palavra do fabricante e como a palavra do policia ?

  6. Luís Fonseca says:

    Antes de tudo não podem nem devem provar que o os SSD foram usados para minerar chia ou ser triturado simplesmente pelo uso do Windows ou qualquer outro uso.
    É verdade que estes discos vem com uma multitude de aquisição de dados chamados de “Smart” mas na verdade esses dados são “históricos de uso” ao serviço dos técnicos ou fabricantes para verificar o uso intensivo justamente para limitar a garantia. Pois parece que estes novo lindos discos degradam-se, e essa degradação é por conta do cliente, tanto no uso como na persistência dos dados.
    Talvez deveríamos voltar aos tradicionais e lentos discos rígidos.
    Estas vagas de publicações ocorrido recentemente, vem mexer com os mercados especulativos e assim criar tanto vagas de interesse ou desinteresse que se tornam favoráveis para investidores atentos à flutuação de mercados especulativos ou criar súbitos interesses de consumo em massa que acaba por ser sempre prejudicial para o consumidor convencional.

  7. Ricardo says:

    A lei Portuguesa é muito clara.
    Tudo que é novo tem 2 anos de garantia.

    Vai ser lindo ver as lojas e os fabricantes a tentar limitar os direitos de garantia aos consumidores por causa do uso de discos, sendo que é para isso mesmo que server um disco, para ser escrito e lido.

    Qua grande lol.

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