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Análise Vasco Translator Q1: a falar é que a gente se entende, independentemente da língua

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Darth says:

    Quando é que as marcas tugas aprendem a não usar nomes tugas nos produtos tecnológicos. Ninguém lá fora quer comprar algo chamado Vasco. Muito menos a esses preços

  2. Zé+Manuel says:

    Tudo o que não seja integrado no telemóvel não é prático.

    • Max says:

      Pois, há de ser difícil bater o smartphone, à partida mais flexível, por permitir usar diversas apps de tradução.
      E há uma funcionalidade que o Vasco não tem – tradução “ao vivo” (em tempo real), apontando a câmara (no iOS, as apps Traduzir, da Apple e Google Tradutor), sem precisar de tirar uma fotografia (tradução por imagem). A tradução ao vivo é contínua (para ler um menu ou um texto, em papel ou no ecrã), a por imagem não e tende a ser mais demorada.
      Os tradutores são especialmente úteis em países com alfabeto próprio (e que não se dignam escrever o nome das ruas, por baixo, em alfabeto latino). “Ah, mas agora há as apps com GPS e mapas ” … pois, mas convém conseguir ler a placa com o nome da rua. Conheço quem tenha ido ao Japão só com um smartphone e entendeu-se.

      • Zé Fonseca A. says:

        Não percebo essa do Japão, há muita gente a falar inglês no Japão, principalmente nos grandes centros urbanos

        • Max says:

          E lê-se perfeitamente o que está escrito em japonês, a começar pelo nome das ruas 😉
          Quem for à Bulgária e falar inglês também não tem qualquer problema (desde que as pessoas sejam de centros urbanos e não sejam idosas). Ler o nome das ruas, em cirílico, é que não se consegue sem tradutor. Tal como no Japão.

        • Ivo says:

          Na minha última viagem ao Japão, em novembro de 2024, a minha experiência foi diferente. Fora do aeroporto e dos hotéis (onde o pessoal da receção costuma falar inglês), encontrei muito poucas pessoas com quem conseguisse comunicar em inglês, mesmo em grandes cidades (Tokyo e Nagoya). Nesses casos, um tradutor automático ou uma boa app de tradução faz bastante diferença. Aliás, entre as apps que já testei, a da Microsoft parece-me mais precisa do que a do Google.

  3. Oraxulo says:

    Quando inventar o tradutor universal em que o chip seja colocado na nossa cabeça, vou ser logo o primeiro a aderir, agora estes monos não quero.

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