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Categoria: Planeta

Inovação: placas eletrónicas autorreparáveis para combater toneladas de lixo eletrónico

O lixo eletrónico é um dos problemas ambientais que mais cresce à escala global, impulsionado pelo consumo acelerado de tecnologia e pela curta vida útil dos dispositivos. Com apenas 20% destes resíduos a ser reciclado, a necessidade de soluções sustentáveis é urgente. Neste contexto, engenheiros desenvolveram uma nova geração de placas eletrónicas autorreparáveis e recicláveis, que prometem transformar a forma como produzimos, utilizamos e descartamos tecnologia.

Imagem de uma placa eletrónica que se autorrepara para combater o lixo eletrónico


Musk instalou o computador mais potente do mundo, mas esqueceu-se da saúde dos vizinhos

Elon Musk utilizou uma antiga fábrica abandonada nos arredores de Memphis, nos EUA, para instalar o “Colossus”, um supercomputador pensado para levar a inteligência artificial (IA) a novos patamares e moldar o futuro dos carros da Tesla. À primeira vista, parece uma jogada vantajosa para o seu império, não fosse um pormenor essencial: o impacto sobre a população local.


UE anunciou cerca de mil milhões de euros para o hidrogénio renovável

Com 15 projetos em cinco países, a União Europeia (UE) anunciou um investimento de quase mil milhões de euros para a produção de hidrogénio renovável. Maioria das iniciativas é assinada por Espanha e a Noruega.

Hidrogénio verde


Fonte de energia limpa poderá alimentar a Terra durante 170.000 anos

A energia é cada vez mais o calcanhar de Aquiles do nosso planeta. Na procura de solucionar o problema, os cientistas acreditam que existe uma fonte escondida de energia limpa que poderá alimentar a Terra durante 170.000 anos — e já descobriram a “receita” para a encontrar.

Ilustração de mistério sobre esconderijos da energia limpa "eterna"


NOAA detetou metais na atmosfera associados à SpaceX. A Casa Branca encerrou a investigação

A proposta orçamental da Casa Branca, ainda pendente de aprovação no Congresso, visa eliminar o financiamento de dois projetos de investigação fulcrais. Estes centram-se na poluição gerada por foguetões e satélites. Esta medida integra-se nos cortes drásticos que, à semelhança da NASA, afetaram o braço científico da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, originalmente).