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Categoria: Ciência

Criado implante para perda de peso que é “alimentado” pelo estômago

Do tamanho de uma moeda de cêntimo, o implante tem apenas um 1 milímetro de espessura. O pequeno dispositivo liga-se à parte externa do estômago e utiliza a energia gerada pelo movimento deste órgão para dar a sensação de fome saciada.

Engenheiros da Universidade de Wisconsin-Madison, dos Estados Unidos, criaram um dispositivo muito engenhoso para controlar o peso.

Imagem Engenheiros criaram dispositivo para perda de peso


Campo magnético da Terra mexeu-se e está a deixar os cientistas preocupados

O campo magnético da Terra está a mexer-se e os geólogos não sabem a razão.

O movimento errático do polo magnético norte força os especialistas a atualizar o modelo que ajuda na navegação global. Afinal, o que está a acontecer com o planeta Terra?


Sonda espacial mostra-nos a Terra, vista a 110 milhões de km

A sonda espacial OSIRIS- REx da agência de exploração espacial norte-americana (NASA), encontra-se neste momento a circundar o asteroide Bennu. O intuito? O mapeamento, recolha de amostras, medições e vários estudos científicos.

Neste momento a sonda espacial já está a orbitar o seu alvo, o supracitado asteroide. Aliás, foi no dia 31 de dezembro de 2018, enquanto nos preparamos para a celebração do ano novo que um novo recorde foi batido.

Sonda espacial mostra-nos a Terra, vista a 110 milhões de km


Teste respiratório que pode revolucionar o diagnóstico de cancro

Foi desenvolvido por investigadores ingleses, um ensaio clínico com recurso a tecnologia de recolha de amostras de respiração das pessoas. Estas amostras servem para analisar a existência de moléculas que podem indicar a presença de cancro num estágio inicial. O teste pode ainda identificar vários tipos de cancro.

Este “bafómetro” de cancro tem o potencial de salvar milhares de vidas e poupar milhões em custos de saúde.

Imagem de teste de respiração para diagnóstico de cancro


Portugal: Em 2018 bateram-se recordes ao nível das Energias Renováveis

Em março de 2018 a produção renovável foi suficiente para satisfazer o consumo total de eletricidade em Portugal Continental, com especial contribuição das tecnologias eólica e hídrica.

Graças aos renováveis foi possível reduzir emissões de 6 milhões de toneladas de CO2 e poupar 1,3 mil milhões de Euros de importações de combustíveis fósseis.