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iPhone 13: Características que fugiram ao segredo da Apple

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. ervilhoid says:

    “Este salto considerável na capacidade da bateria deverá permitir que o iPhone série 13 dure visivelmente mais do que a série iPhone 12. A diferença deve ser especialmente visível nas redes 5G e quando os telefones são utilizados com mais empenho.”

    “A série iPhone 13 também apresentará um novo, mais rápido, e mais eficiente modem 5G da Qualcomm. Isto deverá ajudar os próximos iPhones a oferecer velocidades 5G mais rápidas enquanto consomem menos energia da bateria.”

    como ficamos, o 5G consome mais ou menos bateria?

    • Vítor M. says:

      Tens mais bateria para ter mais tempo de utilização com o iPhone a utilizar redes 5G (além de outras melhorias). Não implica que não tenhas um chip 5G igualmente otimizado em vários níveis, quer no campo do consumo de energia, quer de recursos do sistema. Estás a baralhar por desatenção.

  2. Miguel says:

    Sabe-se que não será o 13 e sim o 14

    • Vítor M. says:

      Será iPhone 13. A Apple não é supersticiosa 😉 e terá a cor preta, mas o evento não será numa sexta feira.

      • Tadeu says:

        sinceramente não entendo como é que alguém pode dizer com certezas que vai ser iPhone 13 ou iPhone 14! Ainda não se viu nenhum rumor com provas sobre o nome real.

        • Vítor M. says:

          Ninguém pode dizer nada sobre nada, sabe-se o que se sabe, mas tudo sem ser oficial (só vale se for oficial, mesmo que já se saiba praticamente tudo antes do oficial). No fundo é sobre os factos baseados na “história” e no que algumas fontes supostamente mais próximas da Apple vão revelando. Como sabes a história diz-nos que:

          iPhone (2007–2008)
          iPhone 3G (2008–2010)
          iPhone 3GS (2009–2012)
          iPhone 4 (2010–2013)
          iPhone 4S (2011–2014)
          iPhone 5 (2012–2013)
          iPhone 5C (2013–2015)
          iPhone 5S (2013–2016)
          iPhone 6 (2014–2016)
          iPhone 6 Plus (2014–2016)
          iPhone 6S (2015–2018)
          iPhone 6S Plus (2015–2018)
          iPhone SE (2016) (2016–2018)
          iPhone 7 (2016–2019)
          iPhone 7 Plus (2016–2019)
          iPhone 8 (2017-2020)
          iPhone 8 Plus (2017-2020)
          iPhone X (2017–2018)
          iPhone XR (2018-presente)
          iPhone XS (XS & XS Max) (2018-2019)
          iPhone 11 (2019-presente)
          iPhone 11 Pro (2019-presente)
          iPhone 11 Pro Max (2019-presente)
          iPhone SE (2020) (2020-presente)
          iPhone 12 (2020-presente)
          iPhone 12 Pro (2020-presente)
          iPhone 12 Pro Max (2020-presente)
          iPhone 12 Mini (2020-presente)

          Pode ser iPhone 12S? Se a Apple quiser pode. Mas faz sentido? Em termos de marketing não faz (passa a ideia de um pequeno upgrade, o que na realidade não o será). E pode ser iPhone 2021? Não tem tradição, mas se a Apple quiser, fica iPhone 2021. E Pode ser iPhone 13? Tem lógica ser, não saiu o iPhone 11S nem passou do 11 para o 13, passou para o 12. E iPhone 14? Não faz sentido, mas se a Apple quiser pode. Até pode ser iPhone AC19 se a Apple quiser pode. Mas o que nos diz a lógica? Que será o iPhone 13.

          Mas não saiu o iPhone 9. Pois não, mas a Apple, pelo aniversário do lançamento do iPhone, os 10 anos, terá ignorado o iPhone 9 para lançar a nova geração de iPhones. Uma geração terminou com o iPhone 8 e 8 Plus nesse mesmo ano e começou uma nova geração, a geração do iPhone X (iPhone 10 em comemoração aos 10 anos do dispositivo no mercado). 😉

          • Cadêo2? says:

            Toda a gente fala no 9 e esquece-se do 2

          • Tadeu says:

            Vítor M., não faltam exemplos de modelos que tiveram bons upgrades no hardware e no entanto ficaram com a designação de S! O S não é usado para indicar pequenos upgrades, mas ciclos de design.
            O facto é que ainda ninguém apresentou dados sobre o nome… futurologias qualquer um faz, mas apresentar futurologias como certezas, convenhamos…

          • Vítor M. says:

            Apenas a seguir uma lógica. E se reparares o nome utilizado por analistas que normalmente acompanham as novidades da empresa sempre empregam o nome iPhone 13. Apenas lógica. Mas, claro, até ser mostrado lá no ecrã por trás do Tim, nada é oficial 😉

          • Tadeu says:

            Vitor M. todos empregam o nome iPhone 13 desde que o 12 apareceu, não é porque sabem o nome, é por conveniência para não criar confusão ao discutir o próximo hardware.

          • Vítor M. says:

            Lá está, é conveniente porque segue a série. Tal como referi, não é futurologia. Porque faz sentido.

          • Tadeu says:

            A conveniência seria a mesma com qualquer nome, a conivência é existir um nome que todos usem para discutir, da mesma maneira que todos falam no SoC M1X apesar de ninguém saber se será esse o nome que vai ser dado, sendo quase certo que não será!
            Por mais voltas que dês continuas a fazer futurologia!

          • Vítor M. says:

            Não seria nada, mas OK. Aliás, todos os anos há uma “sugestão” de nome que segue uma lógica. O normal será seguir a lógica e ser iPhone 13. Claro, até ser oficial, é apenas conveniente, chama-lhe futurologia se quiseres. Sobre o M1X, há duas grandes “teorias”, uma é que o salto é pequeno e que não há um salto tecnológico que justifique chamar M2. No entanto, o marketing diz que um M2 tem um impacto maior que um M1X (que soa a aproveitar o M1 e puxar um pouco mais pelo hardware). Bom, aqui qualquer uma destas teorias pode ser acertada e a Apple haverá de a desfazer. Contudo, M2, em termos de marketing, vende bem mais. 😉

          • Tadeu says:

            O JOHN GRUBER (daringfireball.net) sabe mais do que tu, e tem contacto directo com muitas das pessoas que trabalham na Apple, e não partilha dessa tuas “certezas”!

            M1X e M2, são nomes que estão a ser usados para falar de coisas diferentes. M1X para falar dum SoC com mais núcleos de CPU do que o M1, M2 para falar duma nova geração de SoC (paralela ao A14) com o mesmo número de núcleos de CPU que o M1; seriam 2 SoCs para serem usados em computadores diferentes.
            Nomes reais ninguém cá fora sabe, já que todos os rumores até apontam para a Apple ter pelo menos 4 SoC distintos para ser lançados até ao final do próximo ano, por isso não irá haver apenas 1 nome a aparecer.

          • Vítor M. says:

            Hehehe tu és um crente “(daringfireball.net) sabe mais do que tu, e tem contacto directo com muitas das pessoas que trabalham na Apple” certo, e normalmente falha como os demais. E ele não faz futurologia, não, ele é bruxo.

            Depois, o M1X e o M2 são coisas diferentes, pois são, logo à partida nomes diferentes, mas não se sabe, se são ou não a mesma coisa, um nome para um novo SoC. Se A Apple tem o A15 pronto, para que vai lançar um M1X? Então faz como fez com o A14, lançou um M1, com o A15 lança o M2. Viste a Apple a lançar o A14x? Não, verdade? Aliás, até passou no iPad Pro para o M1. Que diga-se está brutal.

          • Tadeu says:

            crente? Não disse nada para se acreditar, pelo contrário, apresentei as dúvidas de alguém com muito mais insight sobre Apple! Algo que põe em causa essa tua crença de saberes a lógica e que sabes o que vai ser!

            ? M1X e M2 são as designações que estão a ser usadas nos rumores e discussões para descrever coisas diferentes, logo não descrevem a mesma coisa – lógica básica! Usarem M1X não significa que seja da mesma geração do M1 (pode ser ou não, não há certezas quanto a isso), mas é a designação estabelecida há vários meses para um SoC com 10/12 núcleos CPU, um tipo de SoC que já vários rumores determinaram que irá aparecer em computadores doutras gamas da Apple. M2 designa apenas uma nova geração dum SoC com 8 núcleos.
            Nomes reais, e outro detalhes só se saberão quando aparecerem, mas o certo é que irá aparecer mais do que 1!

          • Vítor M. says:

            Tu que apregoas o desconhecido do que vai sair, de repente, estás cheio de certezas. É uma no cravo outra na ferradura.

            “? M1X e M2 são as designações que estão a ser usadas nos rumores e discussões para descrever coisas diferentes, logo não descrevem a mesma coisa – lógica básica” Mas não disseste que isso era futurologia? Agora já é lógica. Tá bem abelha.

          • Tadeu says:

            As definições estão feitas por aqueles que criaram as designações… Se as criaram para distinguir SoCs diferentes quando querem falar de produtos futuros, então os termos referem-se a SoCs diferentes… É lógica básica de discurso que nada tem a ver com dizer quais é que vão ser os nomes reais, ou fazer futurologia.

  3. Secádegas says:

    Pronto… Continua com aquela monstruosidade do Notch e a bateria provavelmente consegue durar 20 horas.
    Fantástico.

  4. Rui Miguel says:

    Investir em IPhone já não é boa ideia. A empresa quer espiar os equipamentos privados em nome de uma alegada eventual possibilidade de um utilizador cometer um crime… Os equipamentos podem ser bons, mas a desconfiança já é muito acentuada.

    • Vítor M. says:

      A empresa não quer criminosos, pedófilos e exploração sexual de menores dentro da sua estrutura. Não vai espiar, vai ter a certeza que a sua comunidade está livre de certos cancros da sociedade. É bem visto. Só se preocupa quem tem “telhados de vidro”.

      A Google fará o mesmo, não deve querer compactuar com isso.

      • Ruca says:

        Essa conversa não faz sentido nenhum. Muito menos a nível de publicação de informação.

        • Vítor M. says:

          É a tua opinião, há que respeitar. Se calhar não é a de muita gente que não tem problemas em ter uma máquina a verificar se há ou não material desse género dentro de uma estrutura. Agora, eu sei como tu concordarias. É sempre aquela cena da pimenta no… dos outros. Do tipo, se existisse malware dentro da estrutura que te pudesse roubar a conta e sacar dinheiro, tu ias dizer “claro que concordo que a Apple vasculhe a estrutura para detetar esse material criminoso que me pode roubar dinheiro”, aí já concordavas, porque a cena da pimenta…. mudava…

      • Secádegas says:

        Certo… Não quer esse tipo de gente que referiste, mas faz tudo o que é possível para continuar a fornecer essas mesmas pessoas de total privacidade… A ironia é demasiado gritante. LUCROS GIGANTES ACIMA DE TUDO, eis o verdadeiro slogan da Apple

        • Vítor M. says:

          E o que a Apple propõe, e que outras empresas fazem já há anos, é ter essa vigilância dentro do dispositivo como já tem no iCloud. Com toda a privacidade. Aliás, não duvides que a Google vai atrás, basta ver o que aconteceu com o App Tracking Transparency da Apple. É útil e os outros seguem o trabalho que a Apple está a fazer. Dizer que o slogan da Apple são os lucros, isso é dá mérito a quem é empresário e líder de uma empresa. Só uma mente pequena pensa que as empresas servem para dar prejuízo, isso são as empresas de um estado mal governado.

          Não vejo a Google dar pouco lucro, não vejo a Microsoft dar pouco lucro, não vejo a Samsung dar pouco lucro, não vejo a Huawei dar pouco lucro, ou Amazon dar pouco lucro, não vejo a Tesla dar pouco lucro, não vejo a VW dar pouco lucro, não vejo a Mercedes dar pouco lucro, não vejo a Nestlé dar pouco lucro, não vejo tanta e tantas empresas globais a dar pouco lucro e elas todas trabalham para ter muitos lucros. Mas gerir uma empresa é isso mesmo (porque permitem dar muito emprego e o emprego gera poder de compra e o poder de compra gera receitas, e as receitas geram mais empresa e mais empresa gera mais emprego e mais…. já percebeste verdade?).

          E mais, uma empresa que décadas a fio dá muito lucro é sinal de uma grande gestão, de uma trabalho fenomenal que mantém os seus clientes sempre leais e que conquista mercado a cada período que passa. 🙂

      • PeterJust says:

        Isso dos telhados de vidro é um argumento muito usado quando se defende a monitorização da sociedade em massa, mas primeiro é o telefone, depois é a rua, depois é a casa. Concordas que haja uma camara a monitorizar a tua rua? E a tua casa? Eu não tenho nada a esconder mas não quero isso. Nem quero a minha vida a ser monitorizada dessa maneira sabe-se lá por quem, com o argumento de que é para apanhar criminosos, não pode valer tudo. Infelizmente a sociedade não tem a noção no que se está a meter e eventualmente vamos ser monitorizados como animais, a China já o faz aos Uyghurs e a experiencia é um sucesso. Com o nosso desinteresse e fraca resistência em relação ao assunto, uma questão de tempo até chegar a todo o lado.

  5. RJRP says:

    Não percebo como é um telemóvel de mais de 900€ como será o iPhone 13, possa sequer ser equacionado não vir com um ecrã de alta taxa de atualização.

    • Fulano says:

      Ehehehe !!! Coitado…

    • Karamelo! says:

      n e preciso

    • Vítor M. says:

      Foi uma opção da Apple. Qual seria mais interessante, ter toda a linha com 5G ou ter nos PRO uma taxa de atualização de 120 Hz? A Apple preferiu ter o 5G. Com isso tornou o iPhone no smartphone 5G mais vendido no mundo e tornou o iPhone 12 no smartphone mais vendido da história.

      Fez falta os 120 Hz? Não, a qualidade do ecrã em 90% da sua utilização não carece dos 120 Hz. Aliás, nos smartphones Android que têm ecrã com taxa de atualização de 120 Hz, 99% dos utilizadores nem sabem para que serve e onde tiram proveito. Já o 5G 😉 para quem tem, é outra música.

      Contudo, também é verdade que a Apple poderia bem ter colocado os 120 Hz e o 5G em toda a gama. No entanto, o sacrifício para as baterias dos dispositivos poderia ser maior. Vamos ver no iPhone 13 como se consegue esse equilíbrio com componentes mais otimizados, como o próprio chip 5G e com uma bateria maior. Podemos ter o mesmo equilíbrio, mas com mais opções.

      • RJRP says:

        Caro Vitor M. de todos os utilizadores de um iPhone 12, qual a % que usa o 5G? Dos futuros utilizadores do 13, quantos irão usufruir do 5G durante o próximo ano até surgir novo iPhone? Fica a pergunta.
        Não seria melhor para os utilizadores uma taxa de atualização de 90Hz (não precisa de ser 120). E uma coisa não impediria a outra.
        Se não fez falta os 120Hz como diz o Vitor, porque razão meteram no iPad já há algum tempo? Os telemóveis são cada vez mais usados para jogar e é notória a diferença dos ecrãs.
        Assinado por utilizador Apple (android também), mas não fanboy

        • iDroid says:

          Colocaram nos iPad Pro já há uns anos pois faz a diferença a desenhar.
          Os iphone não têm pencil, por isso a utilidade de um ecrã com refrescamento maior é mais limitada.

        • Vítor M. says:

          Estima-se que o número de assinantes 5G ultrapasse 580 milhões em todo o mundo até o final de 2021. A China ainda estará a liderar este grupo e deverá ter 1,17 mil milhões de utilizadores até 2026. Portanto, com mais de 200 milhões de iPhones 12 vendidos no mundo, seguramente a percentagem de utilizadores do iPhone com 5G será massiva a partir de 2021 em diante (dado que todos os iPhones 12 e seguintes terão 5G).

          Segundo uma estudo da Ericsson, a população 5G global crescendo 1 milhão por dia. Existem mais de 180 operadoras no mundo a comercializar planos 5G https://bit.ly/2VDz67N e segundo os últimos números, o iPhone 12 é líder deste mercado absorvendo uma grande fatia, principalmente no seu mercado principal de milhões, o mercado americano, mas também no mercado asiático e europeu https://bit.ly/37wiIbE

          Estás a querer comprar o ecrã de um iPad Pro para o ecrã de um iPhone? Nem dá para comparar. Não faz qualquer sentido.

          Faz muito mais sentido no ecrã do iPad Pro ter os 120 Hz do que num iPhone. Os conteúdos num iPad Pro derivam no que respeita ao “core” de utilização de um iPhone. Além disso, como referi, as questões de equilíbrio não se aplicam da mesma forma num iPad Pro e no iPhone, os recursos alocados ao 5G num tablet à altura da saída do ecrã 120 Hz no iPad não se colocavam (não havia 5G) e mesmo que passem a colocar, otimização dos chips e o tamanho da bateria absorvem perfeitamente o consumo acrescido dos 120 Hz e do 5G (porque não tem o uso constante de um iPhone).

          É importante sabermos do que falamos para podermos ter um termo de comparação exequível. Assim percebemos as intenções da Apple e percebemos os motivos. As coisas não são “ao calhas”.

          • RJRP says:

            Certamente que não são ao “calhas”, têm a finalidade de maximizar o lucro.
            Ninguém comparou ecrãs. Resumidamente escrevi que “meteram num e não meteram noutro”. É importante saber português para se perceber o que se lê.
            Boa sorte a todos os estimados assinantes 5G

          • Vítor M. says:

            Mas meter num e não meter noutro não faz sentido (mais que ler português é saber o que se está a dizer), como te expliquei. Não se pode comparar. O Apple Watch sem tecnologias que o iPhone não tem mas que pode vir a ter no futuro (umas sim, muitas não). Tudo isto tem de ser visto no plano de ação de cada dispositivo e na estratégia da empresa para maximizar a suas vendas e ser tentacular na oferta. Como referi, 99% das pessoas que têm um smartphone com 120 Hz não sabem ou que o têm ou onde tiram proveito disso. Mas as que têm 5G sabem que têm e como tirar proveito disso. É a questão do equilíbrio e inteligência da tal oferta.

            Agora, se puder ter tudo, quero? Claro, mas com equilíbrio para continuar a ter aquela excelência no que toca à experiência de utilização. Já agora é porreiro 5G em Portugal. Só por curiosidade, claro 😉

  6. Nuno says:

    Sabemos que a apple esta perdida quando um telemovel de 1000€ e dos melhores do mundo ainda está a ser confirmado se vem ou nao com 120hz

    • Vítor M. says:

      Completamente perdida. Não diria outra coisa se não fosse o número de vendas do iPhone no mundo e ao longo destes anos, desde 2007, mais concretamente. E se não fosse a empresa com um dos maiores números no que toca à faturação e a que mais lucro tira do seu negócio no mundo das empresas. Mas completamente perdida.

      Sabes onde tiras proveito dos 120 Hz num ecrã de um smartphone? Só para perceber que sabes do que se trata 😉

      • Abreu says:

        Tás a afirmar que os visitantes deste site comem gelados com a testa?

        • Vítor M. says:

          Não. Isso é uma ilação muito pessoal tua. Os nossos visitantes são pertinentes e interessados. Por isso a comunidade mantém-se e discute-se pontos muito interessantes

        • Maats says:

          Basicamente, mas é o normal vindo de onde vem… ele é que sabe tudo!
          Os outros não percebem nada do assunto, quando confrontas muito não gosta da fruta e apaga todos os comentários que deres… normalíssimo!

      • Nuno says:

        Sei onde tiro proveito ? amigo vou a uma loja pego num telemovel com um ecra de 120 e noutro com 60hz e a diferença de fluidez é abismal é só isso que preciso, já muitos jogos suportam os 120 experimenta jogar um jogo a 60 e depois a 120 e depois falamos. Não me queiras vir com historias da carochinha pegas num pegas noutro e vês a diferença esquece a teoria toda é como pegar num carro de 75 cv e noutro de 300 mas o vendedor do primeiro vem com a coversa “Mas voce sabe mesmo onde é que aproveita os 300cv?” ahahah

        • Vítor M. says:

          Já vi que não consegues perceber a diferença. Pegas num iPhone 12 Pro Max e num Galaxy S21 Ultra e não consegues perceber em grande parte das interfaces qualquer diferença. E mais, estes smartphones têm uma taxa de atualização variável, o que muitas vezes pensas estar a ver uma interface com 120 Hz, ela poderá estar apenas com 60 Hz ou 90 Hz (aliás, poderá haver uma variação entre 10 Hz e 120 Hz, de acordo com o tipo de conteúdo exibido.)

          Mas precisamos de um smartphone com taxa de atualização acima de 60 Hz? Em grosso modo claro que não. Tens já o ROG Phone 3 com uma taxa de 144 Hz (ou até 160 Hz, numa configuração oculta). Mas onde se tira proveito? Nos jogos para ficarem mais fluídos (e pouco mais). Mas isso o iOS sempre teve gráficos fluídos nos jogos.

          O resto que dizes só mostra que não percebes para que servem os 120 Hz.

          • Nuno says:

            Pronto nao vale a pena dizer mais nada quando dizes que não percebes a diferença entre 120 e 60 está tudo dito e ainda sou eu é que nao consigo ahah parece que tou a discutir com uma pedra acho que se fores ao oftalmologista e disseres que não vês a diferença ele fica logo preocupado.
            E by the way podes bloquear para que ele nao ajuste dinamicamente e esteja sempre a 120 o que gasta mais bateria mas claro se estas a ler uma noticia com o ecra parado é uma estupidez estar a 120 mas se tu nem percebes a diferença o que estou eu para aqui a explicar

          • Vítor M. says:

            Não percebes e isso é um facto. Para que te vou estar a explicar mais do que já fiz uma coisa que não percebes? Ecrã parado? 😀 ehehe deixa lá isso, para que estás a inventar? Deixa lá…

          • Nuno says:

            Tu pelos vistos é que nao vês a diferença entra um ecra de 60hz e um de 120 mas deixa la isss é uma doença tua tenho a certeza que quando sair um iphone com 120 ja vais sentir bem a diferença e já vai ser algo incrivel ahah
            sim amigo se tiveres com o ecra estatico a ler uma noticia ele baixa os hz para poupar a bateria é preciso fazer um desenho para tudo.
            O notch tambem não se vê né? com notch ou sem notch para o sindrome de vitor é igual

          • Vítor M. says:

            Estás a ser infantil. Estamos a falar onde os 120 Hz são importantes e tu não percebes nada do assunto e estás a amuar. Não é assim que se conversa. Expliquei-te que muitos dos dispositivos que têm ecrãs com atualização de 120 Hz (e até mais) têm uma taxa de atualização variável. Grande parte das vezes não estão a funcionar com essa taxa (tu nem sabes ver isso sequer). Depois, volto a dizer-te que esta taxa de atualização que dá mais qualidade aos jogos, por exemplo, é mais relevante em Android do que no iOS, porque o iOS sempre foi mais fluído que o Android. Por isso, há vantagens? Há, mas são visíveis no dia a dia? Não. No final de contas, se não houver um bom equilíbrio e uma gestão otimizada da utilização da taxa de atualização, o recurso é mais uma carga na bateria que um benefício ao desempenho do smartphone. Bale? 😉

          • Raul says:

            @Vítor M. Desacordo totalmente e nada tem a ver com a ”guerra” entre Iphone e Android. Ai sim precisamos de um smartphone com taxa de atualização acima dos 60Hz, claro que sim. Pego no meu HTC U-11 60Hz e a seguir pego no meu OnePlus 7 Pro bloqueado por comando adb nos 90Hz para todas as apps e a diferença na fluidez é abismalllllllllllllllll. Não tem nada a ver e não preciso de jogar para ver as diferenças, basta fazer swipe up or down na rom e a diferença é notória, já não era capaz de comprar um smartphone que no mínimo não fosse de 90Hz. E não é só a fluidez, os meus olhos já se habituaram aos 90Hz, adoro o meu HTC U-11 mas quando pego nele, ui, ui…

          • Vítor M. says:

            Aí está. No Android essa diferença nota-se, já entre o Android e o iOS, um iPhone 12 Pro Max que só tem 60 Hz não se nota em praticamente nada essa falta. O iOS só por si é muito fluído e onde a taxa de atualização faz a diferença nos dispositivos Android, no iOS não tem esse impacto.

            Depois, como referi, muitos dispositivos têm taxas de atualização variáveis, as pessoas nem sabem quando estão a ver uma interface com 60 Hz ou com 120 Hz.

            Por não haver essa necessidade de fluidez no iOS, a Apple relegou para segundo plano visto que tinha tecnologia em desenvolvimento para ter variação de frequência com taxas entre os 60 Hz e os 240 Hz https://bit.ly/2O2dNJB Mas tem de haver uma excelente gestão para não comprometer a bateria. Em grande parte do tempo é desnecessário o ecrã ter taxas de atualização de mais de 60 Hz, no limite 90 Hz.

  7. XneloX says:

    Já encomendei o meu no aliexpress, daqui a uns dias confirmo as características

  8. João says:

    Ao menos que venha com um ecrã melhor que o 12 pro que isto é uma vergonha… sem green tint/flickering

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