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iOS 27 vai ajudar as aplicações a detetar burlas em tempo real

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. vasco says:

    A Mossad já assumiu o total controlo sobre o iOS há vários anos…
    Não há razão para panico.
    Os Sionistas Nazis têm toda a tua informação (incluindo fotos e videos) sobre controlo.

    • Vítor M. says:

      Totalmente mentira ;); pelo contrário, a Apple está constantemente a monitorizar a atividade das ferramentas para estar sempre um passo à frente. Por alguma razão a versão atual do Pegasus não consegue atuar no iOS mais moderno. Não existe qualquer prova pública de que a versão atual do Pegasus consiga comprometer um iPhone totalmente atualizado com as versões mais recentes do iOS.

      Contudo, o Pegasus não é um único exploit. É uma plataforma de espionagem que depende de cadeias de vulnerabilidades (“exploit chains”). Sempre que a Apple corrige essas falhas, essas cadeias deixam de funcionar e a NSO Group precisa de descobrir ou comprar novas vulnerabilidades. O que tem sido cada vez mais complexo, ao passo que no Android é mais fácil os ataques. E tem uma razão: o maior problema do Android é a fragmentação. Há milhões de dispositivos que continuam a executar versões antigas do sistema operativo ou deixam de receber atualizações de segurança, tornando-os alvos mais fáceis do que um iPhone.

      Deixa-me dar-te aqui duas datas. Nos últimos anos foram descobertas várias campanhas de Pegasus contra iPhones modernos, rapidamente atacados pela Apple e hoje já não funcionam, como, por exemplo:

      -> FORCEDENTRY (2021): Este ataque conseguia infetar iPhones sem qualquer interação do utilizador através do iMessage. A Apple corrigiu a vulnerabilidade no iOS 14.8.
      -> BLASTPASS (2023): Este ataque explorava falhas no PassKit e também era um ataque “zero-click” contra versões então atuais do iOS. Foi corrigido rapidamente pela Apple no iOS 16.6.1.

      Desde então, a Apple reforçou significativamente a segurança do iPhone:

      -> Lockdown Mode, pensado precisamente para utilizadores de alto risco.
      -> Melhor isolamento do iMessage, FaceTime e outros serviços.
      -> Mitigações adicionais contra exploits “zero-click”.
      -> Correções frequentes de vulnerabilidades exploradas ativamente.

      Por isso o iOS é o SO muito seguro.

      • vasco says:

        Por muito que defendas a Apple, a verdade é impossivél de esconder, e completamente diferente da realidade.

        • Vítor M. says:

          Eu não defendo, eu dou-te factos. Tu é que não tens como esgrimir argumentos para sustentar o que dizes. Porque atiraste para o ar uma balela e, mesmo não acreditando nela, tu, para justificar alguma coisa, tentas enganar-te. 😀

          • vasco says:

            Tu dás-me “factos”?
            Nunca pares de me fazer (E outros) de rir…

          • Vítor M. says:

            Era assim o conto:

            A comunidade reunia-se sempre que o tempo exigia decisões. Debatiam-se assuntos urgentes, ponderavam-se caminhos, procurava-se o bem comum. Convocados para a praça estavam os soberanos, os emergentes e o povo em geral. Cada um trazia a sua voz, cada um gradeava as suas ideias, procurando tratar cada questão com a responsabilidade que o momento reclamava.

            Mas, entre todos, havia sempre os tolos.

            Não eram perigosos pela força, nem pela inteligência. Eram-no pela vacuidade. Deflagravam sorrisos insossos, colecionavam apartes sem propósito e exibiam manias de basbaque como se fossem sinais de sabedoria. Riam de tudo antes de compreenderem alguma coisa e, quando nada havia para rir, inventavam motivo para o fazer.

            Enquanto uns construíam, eles distraíam. Enquanto outros procuravam respostas, eles ofereciam apenas ruído. Não acrescentavam soluções, apenas interrupções. Não semeavam ideias, apenas ecos.

            Tu estavas lá… nos que riam… por tudo e por coisa alguma 😉 pensa nisso.

          • Pedro Pendo says:

            Caputadeestouro ó vasco? Ainda deves estar à procura do cerebro%

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