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iOS 15.2 permite que os dados do iPhone de pessoas falecidas possam ser acedidos

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Filipe C says:

    Não deixa de ser curioso… Um produto adquirido por alguem, que pode ser alvo de partilhas em falecimentos, ter que se comunicar à Apple o falecimento do ‘dono’ para se poder aceder ao bem… Ou seja uma questão de invasão de privacidade. Porque é que a Apple tem de saber do falecimento de clientes? Um pouco abusiva esta medida e em nada protege a privacidade.
    E repito… Isto era como agora, alguem morrer e a familia nao poder entrar no carro dessa pessoa e ter que pedir à marca do carro acesso ao carro que foi comprado na totalidade a essa marca.
    Há gente que aceita tudo, até pagar por um bem a 100% mas no fundo o bem pertencer a uma empresa e essa empresa decide quem pode ou nao aceder ao mesmo mediante documentos confidenciais

    • Vítor M. says:

      Tal acontece com a Google e Facebook, entre outras empresas. A Apple não tem de saber que a pessoa faleceu, assim como a Apple não tem de entregar dados de terceiros a alguém que pode estar a querer enganar a empresa com a hipotética necessidade de entrar num iPhone. Pior que a Apple saber do falecimento e dar acesso só depois de determinadas premissas é qualquer pessoas ter acesso mesmo com a pessoa ainda viva. A Apple apenas protege os dados dos utilizadores.

      Estás a dizer que é preferível a pessoa ser roubada, dos seus dados e informações privilegiadas, do que haver uma maior segurança da responsabilidade de uma entidade. Neste caso é quem tutela o serviço por trás do armazenamento dos dados.

      Repara que a Apple não dá acesso ao iphone, apenas aos dados que estão partilhados no iCloud. Claro, podem lá estar todos os necessários.

    • Eu sei lá says:

      E por que é que o falecido (antes de falecer) não deu o código de desbloqueio à família?
      Em todo o caso, percebeste mal.
      Se por “bem” entendes o iPhone, que é preciso desbloquear para ser objeto de partilhas (senão não se pode aceder) – a Apple não tem meio de o desbloquear. Não vale a pena dizer-lhe que o ex-proprietário morreu.
      Quanto ao que está no post, relativamente à conta no iCloud, como é que resolves isto de outra forma:
      – Tenho uma conta no iCloud com nome/password que não dou a ninguém. Mas quero que alguém que eu designe tenha acesso a essa conta (através de outro nome/password) se eu morrer. Como é que a Apple cumpre esta condição se não lhe for entregue o comprovativo do óbito?

    • Swappie Guy says:

      E queres ver que se morrer um familiar teu direto não tens de dar conhecimento do óbito a uma série de coisas?

      Vamos supor que o teu familiar direto tem um contrato por 2 anos com a MEO, não tens de lhes dar conhecimento do óbito para eles poderem anular o contrato? Queres ver que eles têm uma bola de cristal?

      Põe essa massa cinzenta a funcionar que ainda pode servir para alguma coisa além de enfeitar.

  2. Eu sei lá says:

    Dados do iPhone – guardados no iCloud, dependendo do que se lá guardar.
    O título dá a entender que o acesso é ao iPhone, mas não é.
    Como ninguém quer pensar que pode morrer – não trata do tal “contacto de legado” e poucos dão o código de desbloqueio a um familiar.
    “Ah, mas por que é que a Apple não desbloqueia o iPhone do falecido?!!”. Da mesma maneira que não desbloqueia o iPhone de S. Bernardino – porque não pode (a dificuldade que tem muita gente em perceber isto, incluindo autores de blogues).

    • Vítor M. says:

      O texto explica muito bem a funcionalidade, até porque é uma necessidade, face ao que tem acontecido em vários casos, como os que estão linkados no texto. Depois explica como ativar o serviço e dá uma panorâmica sobre o que irá aparecer. Aliás, o Google e o Facebook já o fazem há algum tempo.

  3. Bruno Mota says:

    Contacto delegado e não de legado…

  4. Bruno Mota says:

    Seria legado se fosse deixado algo em legado. Estando a falar de contacto, essa mesma pessoa é a delegada do defunto.

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