Quantcast
PplWare Mobile

6 Grandes problemas do Ecossistema da Apple

                                    
                                

Autor: Rui Jorge


  1. Lanterna Vermelha says:

    Bom artigo mais séria mais interessante fazer um pros e contras. Fica a sugestão grátis!

  2. Saldanha says:

    A quinta razão é a principal pelo facto de eu nunca ter aderido aos produtos da Apple. Em “ambiente” Android pratcamente qualquer dispositivo de qualquer marca é intercambiável.

  3. André R. says:

    O meu comentário será como a rubrica da Eurosnews: “No comments”.

  4. Castro says:

    Os carregadores são uma confusão?
    Acho que a confusão é do autor que se põe a falar no carregamento do Apple Watch como se o USB-c fosse usado ou fizesse sequer sentido como porta de entrada nalgum aparelho do género.

    • Oh says:

      Castro, ele tem razão.
      Tens cabos USB-C para ipads, lightining para iphone, outro para macs.. simplesmente é um péssima ideia.
      Uma empresa que diz defender o ambiente não pode fazer estas coisas, e é aqui que vemos a importância destes artigos, para que sejam os utilizadores a decidir o que é melhor e não a internet em si. Sobretudo por aqui no pplware *cough* Vítor *cough*, vês a forma como tornam a Apple quase “god-alike” e isso tem que acabar. Nenhuma empresa é perfeita.

      • Vítor M. says:

        Se hoje sabes mais sobre Apple, deves ao que te ensinei 😉 e apesar desta não ser uma empresa perfeita, o que seria aborrecido, tem estes retalhos naturais numa gigante com 48 anos. Como tal, sim, há coisas confusas, mas não nos podemos esquecer que o Lightning apareceu antes do USB-C e foi uma inovação. Mas há contratos que não se podem deitar ao lixo.

        A Apple contratualizou milhões destes conectores para conseguir um preço baixíssimo no fornecedor. Como tal, terá ainda uns anos com muitos dispositivos a gastar Lightning.

        Depois, a Apple foi uma das empresas que mais contribuiu para a criação do USB-C, por isso, tem de haver motivos muito fortes para não ter avançado nos variados produtos (contratos).

        Além disso, não podemos esquecer que, se por um lado tu falas da causa ambiental dos vários sistemas de cabos, por outro atiraste pedras quando a Apple acabou com os cabos nos auscultadores 😉 decide-te.

        Agora, concordo que num mercado tão competitivo, como atualmente é o dos produtos mobile, a Apple nalguns casos não queira arriscar. Sim, nos dobráveis não é altura de arriscar.

        Para já são de baixa qualidade e duram pouco, pois a tecnologia do ecrã é de outros componentes tem ainda que evoluir (ninguém melhor que a Samsung para o fazer).

        Ainda bem que a Apple não apostou já. Pois é uma área onde outras marcas fabricantes, dominam.

        Também é verdade que o caminho não é o USB-C, porque hoje em dia não precisas de cabos para o iPhone e estar ligado ao Mac, aos AirPods, ao HomePod, ao carregador ou estar emparelhado com uma qualquer TV com AirPlay 2. Nem precisas de cabos para imprimir via AirPrint ou passar conteúdo de conteúdo generoso via AirDrop.

        Para que precisas de cabos no que 95% dos utilizadores usam nestes dispositivos? Nada.

        Claro, os Mac precisam ainda, os iPads também (para carregar) mas a evolução é acabar com cabos. E é nessa direção que a Apple avança.

        No que toca à Siri, concordo. É um departamento que está atrás, bastante, da concorrência, se bem que nos países onde a Siri da suporte ao idioma, funciona bem no essencial. Crítica máxima porque ainda não tem português de Portugal.

        O ser difícil de abandonar o ecossistema tem a ver pela qualidade quer dos equipamentos, quer do software, quer dos serviços.

        Não podemos esquecer que o melhor do Android, está também no iOS (os muitos e bons serviços Google).

        Claro, quem compra um Android de 200 euros (80% dos utilizadores Android) tem uma experiência de usar um telemóvel de mexer com o dedo. E não venham com tretas, para essas pessoas é tudo o que precisam. Estes carolas que aqui comentam são 0,01% do mundo Android que além das chamadas feitas e recebidas, usam as redes sociais, mail, YouTube, jogos casuais, navegador, após bancárias, apps de serviço de terceiros e pouco mais.

        Portanto, quem quiser ter um Apple Watch precisa estar no ecossistema, sim isso é um mecanismo inteligente da Apple para trazer para dentro utilizadores de outras plataformas.

        Depois, pensa lá, tens Android e iOS. Onde estão os outros 😉

        Conversa fiada… tu sabes o resto. Os números de vendas e o poder económico da Apple espelham porque razão as pessoas escolhem Apple e porque outras não escolhem. Um tamanho nunca serviu a todos e ainda bem que já liberdade de escolha.

        Interessante é ver as pessoas, algumas, mais preocupadas com o que os outros fazem, e compram, e criticarem quem compra Apple 😀

        Pronto… são modos de vida .

        Depois, concordo com o resto do artigo.

        • Traveller says:

          Concordo cada um compra o que quer e ninguem tem nada a ver com isso, agora apple ser o modo de vida pronto é com cada um sendo alguem que publica não pode ser cego tem que ser independente, mas ainda há muitos a dizer que os telemoveis nokia são os melhores do mundo.

          • Vítor M. says:

            Pensar que alguém fala de modo independente é ser enganado . Não uses a utopia para explicar a falta de conhecimento.

            Se a pessoas fala com conhecimento de causa, mete a sua preferência e fala com a sua influência 😉

      • Castro says:

        onde é que ele tem razão com o Apple Watch? Conheces algum smartwaatch que carregue por uma porta USB-c?
        quanto aos cabos, será assim tão complicado usar outro cabo usando o mesmo carregador que nem precisa ser da Apple? Acho bem menos confuso poder usar um único carregador para iPad, iPhone e Mac do que a confusão de carregadores entre PCs e smartphones Android, em que não só o mais provável é não teres um carregador compatível com todos mas também em que até os cabos USB-c podem não funcionar da mesma maneira com todos (muitas empresas não seguem os standards de carregamento eléctrico associados ao USBc).

        • Vítor M. says:

          Mas o futuro não contempla cabos. Já escrevi em tempos que a Apple quer acabar com as portas físicas. É mais um chip, é mais um orifício e isso vai acabar. Acho estranho a UE não ter pressionado as marcas a desenvolver as comunicações sem fios e a transferência de energia igualmente sem fios. Isso, sim, era dar um passo forte num futuro sustentável. Hoje, grande parte dos utilizadores não precisam ligar um cabo ao iPhone para o carregar, para ouvir música, para o atualizar, para fazer cópias de segurança locais, para fazer streaming de conteúdos, etc… Passar de lightning para USB-C é apenas um meio passo para a frente. Deveríamos estar a falar em ter total liberdade dos fios 😉

          Pensem nisso.

          • R says:

            O futuro de carregamento deverá ser sem fios, mas julgo que é mais ineficiente, ou seja, menos amigo do ambiente.
            Se estiver enganado, agradeço que me corrijam

          • Vítor M. says:

            A ideia era essa, tornar mais eficiente, com melhores tecnologias. E é uma questão de investigação e investimento. Dado que já existem algumas tecnologias em uso, era essa a importância, melhorar, pois dispensa grande parte dos cabos. Menos lixo electrónico no final de contas.

          • Jose Lapao says:

            Comunicações sem fio são problemáticas em termos de segurança. Sim há muitos protocolos de seguranças, a Apple pode ter muitos sim não digo que não, mas há sempre hipótese de hoje e no futuro se encontrar forma de aceder a esses dados OTA, se for por cabo físico isso é simplesmente impossível.

          • Stanley says:

            Mesmo num hipotético iPhone sem conectores externos, conexões com cabo constinuariam a existir, internamente, mas seria preciso abrir o iPhone em uma autorizada para conectar o cabo.

          • Vítor M. says:

            Mas internamente não é o assunto da atualidade. Falamos de Lightning e USB-C. Portanto, nada a ver.

  5. pedro says:

    Quem fez este artigo não percebe nada do ecossistema Apple. Como Apple Developer e utilizador Apple faço tudo o que faria num Android ou PC como a única diferença de fazer melhor num equipamento Apple. Eu consigo compreender que os profissionais do rato se queixem dos equipamentos Apple, mas qualquer limitação que surja é facilmente ultrapassável. Quanto aos carregadores eu não vejo nenhum problema neles, são todos USB-C. Se se refere às portas do iPhone, do Magic Mouse ou do Magic Keyboard serem Lightning, a solução é simples, um único cabo dá para isso tudo. Prefiro ter um SO seguro e bem construído, nem que para isso tenha que comprar um cabo, do que ter um Android ou Windows que em termos de software mais parece uma sanduíche. Estou 100% dentro do ecossistema Apple e se precisar mudar para Linux, Windows ou Android nos próximos 5 minutos consigo fazê-lo sem problemas e sem perder qualquer informação/funcionalidade necessária. A única coisa que eu considero negativa na Apple é andar um pouco à deriva nas portas dos portáteis. Eu sou daqueles que não quer os portáteis cheios de portas pelo que portas HDMI e de cartões SD desapareciam de vez dos portáteis e preferia um dongle. Quando ao MagSafe foi uma boa decisão o seu regresso embora eu tenha um cabo que faz a mesma coisa que o MagSafe por menos de 20 euros.

    O ecossistema Apple é dos mais seguros que existe e mais agradável de trabalhar.

    Por último, sim são equipamentos sobrevalorizados, mas são-no quer na compra como na venda. Assim, não me vejo a perder dinheiro com esses equipamentos. Na verdade só o facto de me durarem muitos mais anos a trabalhar que nem relógios suíços acho que acabo no final por poupar dinheiro.

    De forma resumida, cada um deve usar o SO que quiser e que satisfaça as suas necessidades. Eu pessoalmente não vejo nada que a Apple não consiga fazer, nem que para isso recorra a uma máquina virtual. Se precisarem de máquinas virtuais com frequência é porque não deviam usar Apple, tão simples quanto isso.

    • Vítor M. says:

      É um artigo de quem usa Apple, Windows, Android, Linux… e tudo o resto, também é programador, ramo das engenharias, um curioso da tecnologia em geral e tem a sua própria opinião. É a liberdade de poder ter a sua opinião e fundamentar porque a tem. 😉

      • pedro says:

        O facto de a ter não quer dizer que esteja certa ou que faça sentido. É a opinião de quem tem uma licenciatura, um mestrado, um doutoramento e um pós-doc na área .

        • Vítor M. says:

          E não quer dizer que a tua esteja certa, mas é a tua, não te quero convencer de nada. Por isso fazes bem ter uma opinião, mas não faz dela, como a minha não faz, a que todos temos de seguir. Ele justificou a sua opinião em 5 ou 6 pontos. Quem não concordar tem a oportunidade de expor a sustentabilidade da sua opinião contrária, por exemplo. E é válida como qualquer outra.

          • pedro says:

            O pressuposto de que as opiniões no sentido genérico do termo são válidas como quaisquer outras não está certo. Uma opinião técnica pode ser válida ou errada, enquanto que uma opinião baseada em pressupostos subjetivos como gostos, design, etc., essa sim, pode ser válida como quaisquer outras. Nas ciências exatas, e à luz do conhecimento atual, não existe certo ou errado. Quando o conhecimento técnico-científico mudar num futuro próximo ou não, então podemos chegar à conclusão que tudo o que sabemos atualmente pode estar errado!

          • Vítor M. says:

            A subjetividade da opinião é tão grande como a vontade de a não entender. Os factos, pelo contrário, apresentam sempre uma base de trabalho, uma investigação, um ato de corroborar com exemplos. E é nesse sentido, com esses exemplos, que este tipo de trabalho é desenvolvido. Não foi ao calhas, obra do acaso. Não, foi por uma observa factual, com toda a abertura para o contraditório. O conhecimento técnico-cientifico é a base do trabalho, pois incorpora a sistematização do utilizador. Assim, tudo o que sabemos nunca está errado, porque foi essa sabedoria que nos trouxe até ao ponto atual, onde a perceção pode ser positiva ou negativa, mas existe sempre perceção. Logo, há sempre um ganho, um conhecimento, uma sabedoria acrescentada.

          • pedro says:

            A Apple, à semelhança de qualquer empresa que tem que dar lucro, toma muitas decisões baseadas no binómio técnico-financeiro e muitos dos pontos apontados neste artigo não dão ênfase a esse aspeto. Todos os produtos tem os seus prós e contras, agora colocar as questões sob o ponto de vista de “problemas” é que me parece correto.

          • Vítor M. says:

            E respondeste a tudo. A Apple, como qualquer empresa, tem de dar lucro. Exatamente. Com quase meio século de vida, o lucro não foi obra do acaso, foi da preferência dos utilizadores, berço de tudo o que a Apple conquistou (assim como muitas outras empresas). Esse ponto é crucial para, do ponto de vista técnico-financeiro, explicar a razão da aceitação como produto válido e de sucesso, na sua maioria, provendo a empresa com esta margem de mercado onde os prós e os contras são, desde logo, aproveitados pela própria marca. Isso esteve sempre no ADN da marca, como nos mostra o facto do CEO ter um dia deixado de o ser e de ter voltado mais tarde para “reconquistar” o mercado. São factos que mostram que nem sempre se está sempre certo, nem nunca se está sempre errado.

          • pedro says:

            *não me parece correto.

          • pedro says:

            Se me permite a sugestão o título do artigo devia ser algo do género “ O que não gosto no ecossistema Apple”!

          • Vítor M. says:

            Não é um artigo de opinião, é de um resumo dos “problemas” encontrados e que para uns são maiores e para outros menores. Mas são factuais. Em todos encontro pontos concretos. Por exemplo, para a UE o facto de legislar para “obrigar” todos a usar cabos USB-C é uma prioridade, para mim é apenas uma forma de pensar pequeno. Se na génese está “uma política de sustentabilidade”, o passo a dar era retirar os cabos todos e desenvolver tecnologias sem fios mais avançadas. O problema existe, mas para uns é menor e para outros é maior. Não é uma opinião.

            A Siri é limitada, não é uma opinião, é um facto, inclusive não está disponível nalguns mercados, como em Portugal. Para uns é um problema menor, para outros é maior. É um facto.

            Os preços e os impostos sobre os produtos Apple. O Brasil é um exemplo que não é uma opinião que este tipo de produtos são carimbados com impostos mais altos. Portugal, além do iva ser maior que em muitos países do globo, ainda acrescenta ao preço do iPhone uma taxa de direitos de autor. Não é opinião, é um facto. Agora, também é um facto que os iPhones têm várias vidas, como, por exemplo, novos, usados e recondicionados. Estes dois últimos sobrevivem à custa dos iPhones. É um facto.

            A proteção do modelo de negócio é um facto. Não é, para grande parte dos utilizadores, um problema. Mas existe e em alguns casos, como nesta ação com um player que fez batota, a Apple tem mão pesada (aliás, a Google fez o mesmo). Mas estes casos são de relevo, muitos outros não se sabem, mas acontecem. Claro, quem quer Spotify de borla porque no Android instala um APK “minado” no iPhone não o pode fazer. Para alguns pode ser um problema. Para a maioria não o será. E são estas limitações que alguns utilizadores não utilizadores iOS apontam como “SO fechado”.

            No caso do hardware, a Apple não arrisca por arriscar. E se nos chips lidera, nas decisões de fundo (como o avançar com o Face ID, o avançar com o fim da porta 3,5mm, o avançar com o anular o carregador, ou com o avançar com o anular com o cartão SIM físico), noutros casos quer esperara para ver o que acontece. Como no caso citado. Dos ecrãs dobráveis. E faz bem, porque ainda é um mercado que não é duradouro, robusto e com falhas técnicas prementes. Mas a Samsung acredita e faz muito bem. Cada um pode seguir o seu rumo.

            A Apple quer comunicações por satélite. Investiu já milhões nisso e vai ter a sua rede para se servir. Arriscou. Nenhuma outra empresa arriscou. Será que está certa ou errada?

            Tudo são factos.

        • owrk says:

          Digo-te já com esses estudos tens uma visão muito limitada… A pensar dessa forma só te estás a enganar a ti próprio…

          Tens de pensar que a opinião dos outros também conta…

          • pedro says:

            Aqui não se trata de opiniões quando se coloca a questão sob a forma de “problemas”! O ecossistema tem problemas, mas nada do que li no artigo aponta para problemas, daí ter sugerido num comentário anterior (à escrita deste comentário ainda não foi tornado público) o seguinte título: “O que não gosto no ecossistema Apple”.

        • gustavo says:

          quando alguém vem criticar um artigo e vem para aqui dizer que tem 20 diplomas, só para dizer que é superior aos outros…quando os grandes chefes das indústrias de tecnologia normalmente não tem mais do que uma licenciatura….
          perdes logo credibilidade…
          o artigo apontou alguns problema para os utilizadores normais, óbvio que para utilizadores mais exigentes a Apple apresenta ainda mais problemas…que o Android não tem…
          convém relembrar que qualquer programador, deve ouvir os clientes, porque por muito tu gostes de “x” os teus utilizadores só querem o “y” e isso dá se no segundo ano da licenciatura…

    • Traveller says:

      Ainda programas no teclado estás velho, mais seguro é para rir essa frase indica logo que é menos seguro porque os utilizadores estao com a falsa sensação de segurança, atualmente os maiors problemas de segurança são os utilizadores.

    • Hugo says:

      Não teres entrada de cartões de memoria e usb foi a pior decisão da apple, só mesmo para vender mais adaptadores. Nem uma entrada jack

  6. Mysta says:

    Bom artigo. Falaram da maçã trincada de forma imparcial. Fico surpreso e agradado ao mesmo tempo.

  7. jotac says:

    só estou a espera que saia o Samsung S23 e bazo logo do iphone 12 que tenho.

  8. Apple on fire says:

    A pessoa que escreveu esse post, muito provavelmente usou um MacBook, e muito provavelmente possui um iPhone. Concordo plenamente com o 5• ponto.

    • IKAROS says:

      O ponto 5 pode ser válido, mas não incomoda ninguém, porque quem fez um esforço para criar um ecossistema Apple no seu lar, sabe o que está a fazer, e geralmente não tem razões para o abandonar.

  9. IKAROS says:

    O ponto 5 não é válido, dado que também é difícil (impossível?) montar um ecossistema de uma única marca Android com o mesmo género de equipamentos que a Apple oferece.

    E para contrapor, também é extremamente difícil criar um ecossistema maioritariamente Apple.
    95% das famílias europeias com um iPhone usam tablets Android e laptops Windows.

    • Vítor M. says:

      Impossível? Não é impossível, mas é frágil. Podes ter smartphone Pixel, com smartwatch Pixel Watch, auscultadores Google Pixel Buds, Chromebook e até Google Home… entre outras coisas! Usar produtos, serviços e software Google. E está dentro do ecossistema Google 😉

    • Bruno Gonçalves says:

      A questão é que para fazer um ecossistema não deveria interessar o hardware. Devias ter standards e tudo conseguir comunicar com tudo.

      Isto não interessa as marcas, por exemplo a Apple com o RCS nos EUA.

      Há mais ecossistemas, Samsung, Huawei, funcionam melhor ou pior? Não interessa, o que o interessa é que agarra clientes e os mantém fiéis.

      Porque é que a maioria tem Windows em casa? Portáteis Windows são mais baratos, muitos miúdos nas escolas/faculdades precisam de instalar apps se calhar diferenciadas, não sei. Empresarial é dominado por Windows, Apple dá para ter gestão empresarial? Nem sei.

      Tablets mais ou menos a mesma coisa, quem é que precisa de um iPad pro? Melhor: quem é que precisa de um tablet superior a 500 euros? Use cases muito específicos.
      Neste momento tenho o S7+ e sinto que aquilo vai durar uns bons anos. Não chegou a 500 euros em promo.

      Ecossistema Samsung está muito bom já agora..não sei se faz mais ou menos que a Apple. Ear buds 2, Galaxy watch 4, A52s 5G, tab s7 plus, Google home, aspirador Xiaomi, lâmpadas Xiaomi, câmara Xiaomi, android TV. Tudo integrado.

      O futuro não são os ecossistemas fechados, são os ecossistemas abertos. ou pelo menos deveriam ser x)

      • IKAROS says:

        Nada contra os ecossistemas abertos, apenas contra a facilidade com que se faz Jailbeak a um Android, ou se pode facilmente fazer sideload de apps.
        Ecossistemas abertos assim, não obrigado. Gosto de segurança.

  10. Art says:

    No meu caso , falo pouco , não ligo nada a fotos , comprei um iPhone SE , depois substituí o PC por um iPad Pro com teclado e Pencil , comprei uma nova impressora que se liga sem fios ao iphone e ao iPad e para terminar uns AirPods Pro ….não considero ter gasto muito , cerca de 2000 já com a impressora e estou bastante satisfeito, não preciso de mais nada , talvez um Apple Watch , mas não sei chateia-me a pouca autonomia que penso ter a bateria…..também tenho de enaltecer o apoio Apple , são bastante úteis especialmente para quem se estava a iniciar no sistema da Apple

  11. José Esteves says:

    Não consigo compreender o ódio que as pessoas têm aos produtos da Apple.

    “Mas a Samsung acredita e faz muito bem.” – esta é que meu vontade de rir.

    “Claro, quem quer Spotify de borla porque no Android instala um APK “minado” no iPhone não o pode fazer. Para alguns pode ser um problema. Para a maioria não o será. E são estas limitações que alguns utilizadores não utilizadores iOS apontam como “SO fechado”. – ora bem, a ver se percebi, quem quer uma aplicação pirata e usar um serviço que devia ser pago de borla, usa android, é isso?

  12. PM says:

    Sim, é verdade que quem usa ecossistema Apple, fica praticamente viciado (sou um deles), mas uma coisa é certa, o ecossistema é fechado, mas seguro. Todos, ou quase todos os dias se vê vírus, malwares e afins, em outros ecosistemas, como o da google, ou outros, isto por serem abertos.

  13. Boss says:

    Em outros, ahahah ai está um grave problema os utilizadores apple pensam que estão seguros quando não estão.

    • IKAROS says:

      Comprei iPhones a toda a família e em quase 8 anos tive de resolver quase zero problemas com os iPhones da família.
      Para mim Apple compensa e não é por pouca margem!

      • Traveller says:

        Comprei Iphones para a esposa porque quer iphone e apple watch e tive quase zero problemas já nos restantes que compro para o resto da família e para mim da samsung tive zero problemas também são da gama de valores do iphone e andei 8 anos a agendar envio de emails dela no meu porque não havia no iphone.

        • IKAROS says:

          A sério? Não faltam email clients no iOS para agendar envio de emails, por ex Spark ou Boomerang.
          Pois, o resto da família mais afastada com Andoids baratos só me têm dado chatices. E como “informático da família” sobra sempre para mim…
          Mas sim, eu sei que Androids topo de gama sejam tão bons como iPhone baratos.

    • Reis says:

      Estão MUITÍSSIMO mais do que os de Android – nem todos são génios de informática ou especialistas em cyber security, e para quem apenas quer um telefone capaz do uso mais simples, redes sociais, e-mail , jogos, etc mas não quer saber de regras de segurança , etc, só o facto de não haver uma opção para “instalar de fontes desconhecidas” é uma gigantesca vantagem de um Apple . Conheço pessoas que foram roubadas (sim depois de uma sequência de asneiras ), porque lhes instalaram uma aplicação maliciosa no telefone. Ninguém está seguro a partir do momento em que está ligado à internet, mas é preciso saber entender que por lapso ninguém consegue instalar uma app vinda de um hacker no seu iPhone … no Android é a coisa mais simples de acontecer

  14. Zem says:

    O ponto 5 é totalmente aplicável ao Apple Watch. Ao fim de quase 5 anos passei do AW3 para um Huawei Watch GT2Pro. Esteticamente mais bonito e com bateria implacável. Mas a integração com o iPhone é aquilo que seria de esperar: muito limitada. Para além dos sensores, que são muito mais fiáveis no WA3. A saída do ecossistema Apple é possível, mas tem “custos”.

  15. Reis says:

    Vi pessoas comentar sobre os “desperdício” (lixo eletronico ) de a Apple usar o Lightning – a Apple usa o Lightning há muito mais anos do que os outros usam usb-c – muito mais lixo foi produzido pelos utilizadores de Androids que agora têm os micro usb prontos para deitar fora … Mas quando se quer falar mal … O artigo aliás é altamente falacioso – dizer que quando queremos deixar a Apple temos de ter em conta as subscrições premium ? Só existem na Apple ? E que os AirPods são um problema ??? Eles funcionam em Android !!! Os iPhones são caros ? Sim, e os Android topo de gama das marcas mais premium , são baratos ?… Pior: o preço dos Android é altíssimo se tivermos em conta que o sistema operativo é da Google e portanto os fabricantes não têm de ter gastos em desenvolvimento, apenas em adaptar para os seus equipamentos… e quando falam do cabo do Apple Watch… ai que me dá uma coisa má porque ou quem escreve o artigo está de má fé ou está muito mal informado pois a Google é dona da Fitbit (que eu uso com o meu iPhone !) e também o Fitbit tem um carregador magnético proprietário !! Sinceramente acho que isto é um enorme conjunto de disparates, não por ser em relação aos iPhones mas porque cada um compra o que quer , e nem os donos de equipamentos são mais inteligentes por os ter nem os outros são menos por preferir Android.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.