Venda de elétricos em 2026: Europa acelera enquanto a China e os EUA perdem fôlego
Um cenário de contrastes globais marca o início do ano para a mobilidade elétrica. As vendas estão a perder o ímpeto que seria esperado, mas com exceções importantes a surgirem. O ano de 2026 arrancou com sinais mistos para a indústria dos carros elétricos, mostrando um cenário de incerteza para o resto do ano .
Venda de elétricos está a abrandar em 2026
Segundo os dados mais recentes da Benchmark Mineral Intelligence, as vendas globais de carros elétricos registaram uma queda de 3% em termos homólogos durante janeiro, totalizando 1,2 milhões de unidades. Este valor representa um recuo significativo de 44% face ao encerramento de 2025, um fenómeno na maioria explicado pela alteração drástica de políticas fiscais e incentivos na China e na América do Norte.
A China, que tem sido o motor indiscutível deste setor, enfrenta agora um período de arrefecimento. Pela primeira vez desde 2014, os carros elétricos no gigante asiático passaram a estar sujeitos a um imposto de compra. Isso, aliado a um programa de retoma de veículos menos generoso, fez com que as vendas caíssem 20% em comparação com o ano anterior.
Este novo paradigma sugere que o mercado chinês está a transitar de um crescimento artificialmente impulsionado pelo Estado para uma dinâmica mais dependente da procura real dos consumidores. Em sentido inverso, a Europa surge como um caso de destaque no mapa global. Com mais de 320 mil unidades vendidas em janeiro, o Velho Continente registou um crescimento homólogo de 24%.
Europa é a exceção e China e EUA perdem força
Este desempenho é sustentado pela pressão contínua sobre os fabricantes para cumprirem as metas de emissões da União Europeia e pela reintrodução de subsídios em mercados-chave. Se 2025 foi o ano do crescimento explosivo, 2026 parece ser um teste de esforço para a resiliência do mercado, referem analistas sobre os dados atuais.
O cenário é mais cinzento nos Estados Unidos, onde as vendas atingiram o nível mensal mais baixo desde o início de 2022. Com o fim dos créditos fiscais federais e uma postura menos punitiva para os combustíveis fósseis, a região viu as vendas caírem 33% em relação a janeiro do ano passado.
Este abrandamento coloca os EUA numa posição de crescente desvantagem face à Europa e até ao resto do mundo, onde mercados emergentes continuam a mostrar uma vitalidade surpreendente. O setor entra agora numa fase de maturação onde a inovação e o preço serão os únicos argumentos capazes de ditar o sucesso dos fabricantes.




















A UE alucinada na crista da onda.
Antes eram os chineses. Looooool
Os chinos nc impuseram BEVs Apenas impuseram NEV’s que abrange uma panóplia de carros muito além dos elektros, pois a maioria dos NEVs anda a combustão.
E os europeus também não.
Que eu saiba a maioria dos nev anda com baterias, senão nem sequer pegam.
Sim e os alucinados da UE tbm já estão a puxar a culatra atrás
Então ? Já viram que a teimosia não compensa e estão a render-se aos eléctricos ?
Ele deve ter medo de comprar um carro. Pensa que vai preso ou que alguem lhe aponta uma arma se nao comprar elektro
No caso, dos EUA, há outro pormenor: as empresas, de aluguer, estão a avançar, para o corte, de 98%, das suas frota eléctricos. Vários grandes grupos, compraram 17 milhões, de carros eléctricos, que, em 2024, começaram a trocar pelos a gasóleo. Em Nova York, quando aterram e vão alugar carro, há uma pergunta, que decide se levam o eléctrico ou outro: “Are you going to drive 50 miles, or more, outside main New York?”. Se responderem sim, não vão gostar dos 8000 dólares, que vos cobram, por levarem o eléctrico… os 270, do “fóssil”, são bem melhores. Se responderem não, o eléctrico fica por 250, mais 2000, em avença de segurança.
Mesmo na Europa, várias empresas alemãs, francesas e italianas, até de tvde, começaram a reduzir, o número de eléctricos, que usam. Quando há problemas, a reparação demora demasiado e os seguros, não compensam. É aqui que os impostos andam a cobrir, essas despesas.
Pagar 2600 euros, de seguro, anual, de um EV, quando acontece um acidente (ou problema mecânico), o seguro dispara para 4500 euros, em cada um, dos 5 anos seguintes. Se reduzem os benefícios fiscais (cá em Portugal pode passar dos 26500 euros!, este ano, para empresas), acabam por ser mais caros, que os outros. Com as falhas energéticas (24%, da Europa, esteve 12h, no mínimo, sem energia eléctrica, em 2025), a coisa piora. Além de que, os preços, da energia eléctrica, continuam, a subir, muito acima da inflação. Depois de a Alemanha ter parado, com o encerramento das centrais nucleares, a França também cancelou, o encerramento de 6 reactores, que deviam acontecer, até 2030. Agora é a vez de Espanha, que a central, de Almaraz, também já é aceite que irá operar, até 2035, pelo menos.
A mim interessa-me zero quais as decisões dos EUA. Se eles querem chupar o tubo de escape (ainda agora o TRUMP cortou a legislação para controlo mínimo de emissões) e ter as cidades a cheirar mal, problemas de pulmões e crianças com muitas doenças, isso é com eles.
A transição para EV é o melhor que se pode fazer, isso porque na europa podemos ter produção própria e independente e se dependermos do petróleo e gás, dependemos sempre dos mercados internacionais e outros países. Além disso localmente não existem emissões ou ruído, além do preço por 100km, se carregarem em casa, sai a menos de 3€/100km, em vez de um diesel a mais do dobro. Logo na oficina o valor também cai pelo <25% do valor habitual.
“…porque na europa podemos ter produção própria e independente e se dependermos do petróleo e gás, dependemos sempre dos mercados internacionais e outros países…”
Gostava de saber o de vais buscar as baterias (veículos e armazenamento ) ?
Já para não falar nos espelhos e ventoinhas…
Qt a gases, as baterias emitem mais na produção e utilização.
Para se ter uma ideia, os Teslas andam todos a trocar de bateria até aos 100k KMS qdo teriam que fazer o dobro para atingirem o break even com as emissões de um combustão semelhante.
Isto em uso regular, pá em resultado de pequenos acidentes o destino de elektros praticamente novos e com poucos kms é a sucata.
Às fábricas que existem na Europa.
Tudo isso tem também fabrico na Europa, apesar de virem muitas de fora.
Outra mentira dos teslas andarem a trocar de bateria aos 100 mil.
Teriam nos seus sonhos.
Onde estão eles na sucata ?
Não é mentira nenhuma.
O BMS 079=bateria pó lixo é o tema do momento no club Tesla. Basta consultar.
Para quem não quer um Tesla andas bem informado…
Então mostre lá que são todos.
Não vão para o lixo, são recondicionadas.
Tema do momento; BMS_a079
Último post: 17-01-2026 – 84 mil KMS
Penúltimo post: 15-06-2025 – 150 mil
São todos. Loooll
Producao electrica pode ser 100% (ou até superior) de origem Nacional ou europeia.
Petróleo e gás, dependemos sempre dos mercados internacionais e outros países.
Isso é um facto que muito que inventem é impossivel negar
Até anda no club Tesla, que supostamente é para donos.
Nada como estar informado para vos descobrir a careca.
Qual careca ? A si é que descobriram aqui a careca, não quer mas anda lá, ainda por cima a passar mentiras.
Quais mentiras? VC é q passa mentiras. Ainda não se falava em BMS079 em PT e já VC dizia q resolvia a cena com um update de SW, seu Pinóquio!
Aquela que disse aqui, que são todos.
Eu nunca disse que era apenas por software, podem ser reparadas sim.
O Pinóquio é você, afinal tenta passar a ideia que está informado, mas não, o que convém é mentir, com que interesse ainda não entendi. Mas havemos de lá chegar.
Deixa ver se o que dizes está bem…
“Gostava de saber o de vais buscar as baterias (veículos e armazenamento )?”
Na Europa já estão a fazer produção e reciclagem, ainda mais porque estão para abrir mais fábricas em espanha e alemanha. E se Portugal deixasse explorar o lítio, ainda teríamos mais.
“… Qt a gases, as baterias emitem mais na produção e utilização…
Para se ter uma ideia, os Teslas andam todos a trocar de bateria até aos 100k KMS”
conto bem… Mentira 1 + Mentira 2.
Mais mentiras, enfim.
Sempre a marcar gerações, pela negativa.
Neste caso pela positiva.
Agora vai ser a vez de Cuba, sem combustíveis…