Venda do TikTok nos EUA vai finalmente acontecer e será oficializada a 22 de janeiro
A posição do TikTok nos EUA tem estado tremida nos últimos anos. A decisão é clara e obrigava à venda desta rede social. Agora, o TikTok pôs fim a uma saga de mais de 5 anos e aceitou vender as suas operações nos EUA para continuar a operar neste país: o anúncio será feito a 22 de janeiro.
Venda do TikTok nos EUA vai finalmente acontecer
Durante mais de 5 anos, o TikTok esteve à beira do colapso nos Estados Unidos, que ameaçavam bani-lo caso a empresa não vendesse as suas operações no país a empresas locais. Finalmente a situação está prestes a ser resolvida de uma vez por todas.
A ByteDance, empresa-mãe da plataforma, chegou a um acordo para formar uma joint-venture nos EUA que será controlada por empresas americanas, de acordo com um documento interno enviado pelo seu CEO, Shawn Chew.
Embora já tenha sido alcançado um acordo entre as partes, este só será finalizado a 22 de janeiro, o que implica que não serão necessárias novas prorrogações para o TikTok continuar a operar nos EUA, evitando a proibição.
No âmbito deste acordo, 45% da joint-venture do TikTok nos EUA será detida pela Oracle, Silver Lake e MGX. As duas primeiras são empresas tecnológicas ou de investimento americanas, enquanto a última está sediada em Abu Dhabi.
Além disso, quase um terço continuará a pertencer aos atuais investidores da ByteDance, enquanto cerca de 20% permanecerão nas mãos do atual proprietário. É importante lembrar que esta mudança não afetará o TikTok fora dos EUA, que continuará a ser gerido pela sua empresa-mãe como antes, sem alterações.
Operação será oficializada a 22 de janeiro
O acordo de princípio já tinha sido anunciado em setembro, após negociações entre os governos da China e dos EUA. O valor é de 14 mil milhões de dólares e com a participação também da empresa Andreessen Horowitz. Este anúncio representa praticamente o toque final numa disputa que já dura há mais de 5 anos.
A saga começou em 2020, nos últimos meses do primeiro mandato de Donald Trump na Casa Branca, quando assinou uma ordem executiva que exigia que a ByteDance vendesse as suas operações no país, especialmente o TikTok, devido aos riscos que acreditava representar para a segurança nacional.
A situação voltou à baila em abril de 2024, ainda com o democrata Joe Biden, quando o Congresso dos EUA aprovou uma lei que estabelecia um prazo para a ByteDance vender o TikTok a um comprador neutro, caso contrário, a plataforma seria proibida.
A ameaça de proibição atingiu o seu auge em janeiro de 2025, quando o Supremo Tribunal rejeitou o último recurso da aplicação e decretou uma suspensão efetiva, o que parecia significar o fim para os utilizadores americanos do TikTok.
No entanto, ao longo de 2025, Donald Trump assinou adiamentos temporários para que as negociações entre a ByteDance e várias empresas americanas continuassem rumo a uma aquisição que está finalmente prestes a concretizar-se.






















looll aos EUA, sejamos honestos foi vendido a Israel (Larry Ellison fanatico Israelita)
anti-semitismo é o racismo moderno. Antigamente não havia informação, hoje em dia têm a informação e educação toda á vossa mão e tornam.se neste tipo de pessoa. É só triste.
Vindo deste jorge, é normal
CNBC: A nova entidade TikTok USDS USDS LLS:
– terá cerca de 80% de participação de investidores, como Oracle, Silver Lake e MGX (de Abu Dhabi) cada um com cerca de 15%, enquanto a ByteDance retém 19,9%
– um conselho de 7 membros, maioritariamente americanos
– com o controlo sobre os dados dos EUA, moderação de conteúdos – e algoritmo retreinado com dados locais.
É este – algoritmo retreinado -, diferente do algoritmo original do TikTok que interessa a Trump & friends e vai ser posto a funcionar já para as eleições intercalares de 2026 para o Congresso. Trump percebeu que o TitTok tinha ajudado na sua eleição e, devidamente afinado, ainda pode ajudar mais os republicanos. Lá parvo não é.