Itália planeia oferecer duas marcas Stellantis a fabricantes chinesas, diz jornal italiano
Conforme noticiado pelo jornal Il Sole 24 Ore, Itália planeia oferecer duas marcas Stellantis a fabricantes de automóveis chinesas, incentivando-as a investir no país.
O Governo de Itália está a considerar a possibilidade de oferecer duas empresas extintas a fabricantes chinesas, no sentido de as encorajar a instalar fábricas no país, segundo noticiou o jornal Il Sole 24 Ore.
As marcas Innocenti e Autobianchi, propriedade da Stellantis, foram encerradas no anos 1990, pelo que o Governo da primeira-ministra Giorgia Meloni planeia assumi-las extintas, por decreto.
Conforme recordado pelo Automotive News Europe, a Innocenti ficou conhecida nas décadas de 1960 e 1970 por produzir uma versão italiana do Mini britânico, antes de ser adquirida pela Fiat, atualmente parte da Stellantis. Por sua vez, a antiga unidade da Fiat, Autobianchi, produziu automóveis citadinos de gama alta, como o A112 e o Y10.
Itália pode oferecer marcas a fabricantes chinesas
O Il Sole 24 Ore refere que o Ministro da Indústria de Itália, que disse não estar disponível para comentar o assunto, registou versões das duas marcas no Instituto Nacional de Patentes e Marcas, utilizando grafismos diferentes dos registados pelo Grupo Stellantis.
Por sua vez, a Stellantis revelou, à Reuters, ter visto as notícias sobre o tema, mas não ter sido informada pelo Governo de Itália sobre os planos.
O mesmo órgão de comunicação italiano refere que o Governo pode apropriar-se das duas marcas ao abrigo de uma lei aprovada em dezembro e de um projeto de decreto de execução, em análise pelo Tribunal de Contas, relativo a marcas que não sejam utilizadas há pelo menos cinco anos.
Além disso, a lei dita que, uma vez sob o controlo do Governo, poderão ser entregues a "empresas, incluindo estrangeiras, que pretendam investir em Itália ou transferir para Itália atividades produtivas localizadas no estrangeiro".
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Eles não respeitam os diretos humanos, eles apoiam a Rússia,
eles não defendem a democracia,
eles não se interessam pelo ocidente,
eles não gostam do ocidente,
mas eles entram por aí adentro forte e feio!
Detestam o que nós construimos mas usam o que nós construimos!
Se tal acontecer, duas marcas a não comprar.
Porque? Por ser Chinês?
Só para ficar claro, onde é produzido o tlm ou pc em que está a acessar a internet?
Ele pode até ser projetado fora da china, mas atualmente tudo que usamos tem componentes Chineses, incluindo Iphones, Mac, etc.
Aconselho vivamente que, da próxima vez, para evitar o uso de qualquer produto chinês, envie a sua opinião por correio via CTT para a redação do Pplware. Dessa forma, poderá evitar qualquer produto de origem chinesa.
E é isso mesmo que temos que começar a inverter. Fazer mais no ocidente, comprar menos no oriente.
Estamos reféns do oriente.
Mas você não entende isso, é Brasileiro, é BRICS, andam de rabinho no ar com a China e Russia.
Sem dúvida. O tm é NOKIA, fabricado na China. Mas também já começa a mudar. O PC portátil é de TAIWAN. Os monitores são fabricados, um na China, outro na Roménia, apesar de componentes da China.
Não vá na cantiga da sereia. O panorama começa a mudar, no sentido da desmobilização da China. Portanto, a China só vende, se comprarem, sobretudo marcas chinesas.
é a globalização no sentido que normalmente não ocorria…agora decidam, ou querem globalização ou não querem 😉
Não é globalização, é monopólio. Para mais, por uma autocracia / comunismo. Aliás, comunismo para dentro, capitalismo para fora.
Oh santa ignorância, calai os v/devotos.