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Astrónomos descobriram 2 superterras em órbita de uma estrela próxima

Haveremos de encontrar um planeta que possa albergar vida, se não a tiver já. Bom, esta é uma esperança, apesar de não haver nada que nos diga que isso é possível. Contudo, os astrónomos continuam na sua senda de descobertas. Desta vez foram encontrados dois novos mundos, duas superterras de provável abundância mineral rochosa. Estes planetas foram encontrados em órbita de uma estrela próxima do nosso próprio bairro cósmico.

Os dois exoplanetas recentemente descobertos são maiores que a Terra, mas menores que um gigante do gelo. Eles orbitam orbitando uma estrela anã vermelha fresca.

Ilustração de duas superterras descobertas pelo TESS


Planeta recém-descoberto pode ser todo ele um mar de ferro fundido

A tecnologia e o conhecimento adquirido têm permitido encontrar novos mundos que surpreendem pelas características únicas e totalmente afastadas do que vemos na nossa realidade. Por exemplo, um planeta recém-descoberto tem um ano que demora apenas 8 horas e a sua superfície é um mar de ferro fundido.

Este exoplaneta é incrivelmente semelhante a Mercúrio, mas com uma enorme diferença!

Ilustração exoplaneta que é um mar de ferro fundido


Cientistas descobriram um novo planeta infernal, mais quente do que a lava

Um grupo de astrónomos australianos descobriu o planeta TOI-1431b. Este novo astro está localizado a cerca de 490 anos-luz da Terra e impressiona pelo seu tamanho. Os dados dizem que o exoplaneta é três vezes mais massivo do que Júpiter, o maior planeta do nossos Sistema Solar.

Os cientistas descobriram também que este tem outras particulares, que faz dele um novo motivo de interesse.

Imagem do planeta TOI-1431b


TOI 700 d. Finalmente é descoberto um planeta do tamanho da Terra e em zona habitável

2020 fica marcado como um ano muito rico no aspeto astronómico. Várias descobertas relevantes mudaram a perceção humana sobre o Universo. As naves chegaram mais longe e vários exoplanetas descobertos abriram novas hipóteses de haver uma Terra 2.0. Assim, recorrendo às imagens captadas pelo telescópio espacial TESS, alguns dos milhares de planetas descobertos podem albergar vida. Segundo os investigadores, foi agora finalmente descoberto o primeiro planeta “habitável” do tamanho da Terra.

Chama-se TOI-700 d orbita uma estrela anã de categoria M e as condições poderão ser semelhantes às do nosso planeta.

Ilustração do TOI 700 d, um planeta que tem o tamanho da Terra e poderá ser habitável


Astrónomos decifraram o “ritmo cardíaco” de jovens estrelas

Há estrelas que parece ter vida própria. Nascem, crescem, morrem e na sua caminhada pelo universo deixam descendentes. Algumas têm um “batimento cardíaco” que parece mostrar como estão vivas. Assim, este desafio levou uma equipa de astrónomos a resolver o mistério do pulsar de algumas jovens estrelas em rotação. As variáveis Delta Scuti agora podem ser estudadas com mais detalhes.

Segundo os investigadores, através do barulho dos jovens astros, foi revelado o seu funcionamento interno.

Imagem estrelas com pulsação