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Tags: racismo

Tesla ajudou a polícia a identificar um suspeito de crime de ódio

O mundo todo conectado traz uma nova realidade à presença das pessoas nos locais. Com o telefone é possível triangular a sua posição e trajeto de uma pessoa pelas antenas usadas. Com um smartwatch é possível fazer a mesma coisa e com um carro, como um Tesla, as câmaras de segurança são uma videovigilância em qualquer lugar. Assim, as autoridades dos Estados Unidos recorreram ao sistema de segurança da Tesla para o culpado por trás de uma série de crimes de ódio.

O FBI usou as imagens para identificar o autor de vários crimes. O crime de vandalismo foi a chave para ser apanhado.

Imagem sistema de segurança da Tesla ativo


Facebook está a ser investigado por preconceito racial

Há uma vaga de acusações de racismo a estender-se às gigantes do mundo da tecnologia. Depois da Google enfrentar tais acusações, agora parece haver um funcionário negro do Facebook que apresentou uma queixa à Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego (EEOC), alegando discriminação.

A comissão está a investigar alegações de preconceito racial e práticas de contratação no Facebook, uma investigação que a agência classificou como “sistémica”, informou a Reuters.


Algoritmo do Twitter é racista? Há dezenas de testes a correr pela rede para o comprovar

Neste fim de semana o Twitter parece estar a ser alvo de um teste de racismo por parte dos seus utilizadores. Aparentemente, o algoritmo, baseado em machine learning, dá preferência a rostos de cor clara em detrimento de rostos negros.

Este teste vai além de rostos de pessoas. Há testes que tentam comprovar que a rede social é racista com desenhos animados e até com animais.

Algoritmo do Twitter é racista? Há dezenas de testes a correr pela rede para o comprovar


Redes sociais: Facebook e Instagram unem esforços no combate ao racismo

No dia 25 de maio, o mundo assistiu ao assassinato de George Floyd. A morte do afro-americano pelas mãos de um polícia branco espoletou, em todo o mundo, e muito nas redes sociais, um tsunami de revolta. Por isso, o movimento #BlackLivesMatter adquiriu uma força impressionante e foram muitas as demonstrações de desaprovação e de necessidade de mudança de pensamentos.

Apesar das grandes manifestações documentadas, o movimento ganhou enorme visibilidade através das redes sociais. Estas, se até ali não percebiam o seu peso no que concerne a estas questões fraturantes, perceberam-no em maio.

Redes sociais unem-se contra o racismo.


CEO da Netflix doa 120 milhões de dólares para Universidades com maioria de alunos negros

Reed Hastings, cofundador e CEO da Netflix, juntamente com a sua esposa Patty Quillin, vai doar 120 milhões de dólares a Universidades cujos alunos são maioritariamente negros.

O ato de solidariedade acontece depois da morte de George Floyd, provocada por um polícia norte-americano o que por conseguinte gerou uma onde de manifestações em todo o mundo contra o racismo.