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Portugal: PJ ganha Unidade de Combate ao Cibercrime

O Conselho de Ministros aprovou o decreto-lei que cria, na estrutura orgânica da Polícia Judiciária, a Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica, designada por UNC3T, atribuindo-lhe competências e especificando o nível de direcção.

Isto significa que Portugal passa a ter outras condições que permitirão elevar a fasquia qualitativa na resposta e serviços ao cidadão, tanto em matéria de investigação como de prevenção criminal, tanto no espectro nacional como em sede de cooperação internacional.

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Última Hora: 6 pessoas detidas pela PJ por crimes informáticos

De acordo com a informação que agora foi tornada pública, a Polícia Judiciária, através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve três homens e três mulheres, com idades compreendidas entre os 32 e os 60 anos, por fortes indícios da prática continuada de crimes de acesso indevido, violação do dever de sigilo e corrupção passiva no sector privado.

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PJ detém duas pessoas que interceptavam circuitos de pagamento

Os sistemas cujas comunicações se baseias nas redes informáticas são hoje alvo dos mais diversos tipos de ataques.

De acordo com a Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, recentemente foram detidos dois homens, ambos com 35 anos, que praticavam crimes associados à falsidade informática, burla informática e associação criminosa.

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Alerta PJ: Telemóveis são o novo alvo de burlas

Durante anos os alvos principais dos ataques dos hackers estiveram focados nos computadores. Com a generalização dos dispositivos móveis esses alvos estão a mudar e têm um novo destino.

Segundo a Polícia Judiciária, dos 500 inquéritos abertos por ciberataques, uma grande parte está já directamente relacionada com a intrusão nos smartphones.

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PJ detém indivíduos que roubavam viaturas à venda na Internet

A Polícia Judiciária, através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, em articulação com o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, deteve quatro homens, com idades compreendidas entre os 19 e os 38 anos, indiciados pela prática de crimes de roubo com utilização de arma de fogo, burla relativa a seguros e falsificação de documentos.

O grupo criminoso contactava utilizadores que tinham viaturas à venda na Internet, marcavam encontros com as mesmas e depois, nos primeiros encontros, apropriavam-se das mesmas sem efectuar qualquer pagamento.

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