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Saibam como os malwares atacam o vosso computador

Habitualmente é comum referenciar um programa malicioso como sendo um vírus, embora essa definição não seja totalmente correta! Na verdade, existem vários programas maliciosos, onde o vírus é apenas um deles. Agora, muitos de vós questionam, qual é a diferença entre eles?!

Bem, o intuito deste artigo passa por explicar, de uma forma geral, os tipos de malware mais comuns, como funcionam e o que os difere uns dos outros.


O Word está a ser usado para instalar malware no Windows

A suite de produtividade da Microsoft tem sido usada, ao longo dos anos, para trazer malware e vírus ao Windows. De todas as vezes a Microsoft tratou do problema, mas uma nova falha foi encontrada.

Desta vez é o Word que está a trazer malware para o Windows, e os atacantes estão a explorar ativamente esta falha, infetando as máquinas dos utilizadores.


Malware no macOS está a aumentar e cresceu 744% no último ano

Durante muitos anos foi associado ao macOS uma aura de segurança e imunidade que mais nenhum outro sistema operativo teve. Se nos restantes sistemas os problemas eram periodicamente conhecidos, ao macOS nada parecia afetar.

Esta visão de proteção parece ter caído e agora cada vez mais surgem problemas, mostrando que afinal este é um sistema tão vulnerável como os restantes. A taxa de novos problemas tem crescido e no último ano parece ter batido todos os recordes.

macOS malware


O Skype é agora a porta de entrada de malware no Windows

Os ataques ao Windows tomam as mais variadas formas e são cada vez mais originais. Procuram enganar os utilizadores e assim conseguir infetar as máquinas com malware ou vírus.

A cada tentativa são usadas novas formas e está agora a decorrer mais uma. Usa o Skype e a suposta necessidade de usar o flash para infetar as máquinas.

Skype


DoubleAgent: Antivírus podem ser usados para atacar o Windows

Os antivírus deveriam ser a proteção que os utilizadores têm nas suas máquinas, para as defenderem contra-ataques e todos os tipos de malware. Se no geral conseguem ter essa função, a verdade é que afinal podem ser usados para atacar os utilizadores.

Uma falha recentemente descoberta, o DoubleAgent, veio colocar a nu uma vulnerabilidade que pode levar a que os antivírus sejam controlados remotamente e que possam atacar o Windows.

DoubleAgent