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Camada de ozono está a recuperar graças a acordo global iniciado em 1987

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. José Vaqueiro says:

    Uau
    Incrível
    O próximo passo para ficar mesmo incrível é parar de comer carne porque as vacas produzem muito dióxido de carbono ao dar balázios…

  2. xita says:

    Para quando o afinal não está a recuperar e está bem pior do que antes?

  3. Zé Fonseca A. says:

    esta é mais outra mentira dos ambientalistas, quando em 2020 assistimos a um gigante buraco no ozono..
    https://www.copernicus.eu/en/news/news/observer-evolution-ozone-hole-1979-2021
    vejam a verdade

    • Vítor M. says:

      😀 tu leste o artigo que partilhaste? O inglês é dificil para ti está visto:

      The recent relatively large and long-lasting ozone holes, however, do not challenge in any way the fact that the Antarctic ozone layer is recovering, as stated in the quadrennial WMO/UNEP Scientific Assessment of ozone depletion 2022 report. “Recovery of Antarctic stratospheric ozone continues to progress. New results since the 2018 Assessment support the findings reported at that time that the Antarctic ozone hole has generally diminished in size and depth since the year 2000.” The Assessment’s executive summary also mentions the “substantial variability” observed since 2019 in the size, strength and longevity of the ozone hole. “This behaviour is largely dynamically driven, is consistent with our understanding, and does not challenge the evidence for the emergence of recovery,” the report states, while assessing that the Antarctic ozone hole could be completely recovered by the mid-2060s thanks to the collective efforts of the Montreal Protocol.

      Tu és uma personagem… tanto queres contrariar que reforças. 😀 😀 😀

      • To Canelas says:

        O Zé a ser Zé…

      • Zé Fonseca A. says:

        tu é que só leste parte.

        The 2020 ozone hole was the tenth largest, as well as being the longest-lived, on record. In that year, the hole did not close until 28 December. The following year, in 2021, the eighth largest ozone hole was measured, and closed only five days earlier than the previous year, on 23 of December – significantly later than average. was the tenth largest, as well as being the longest-lived, on record. In that year, the hole did not close until 28 December. The following year, in 2021, the eighth largest ozone hole was measured, and closed only five days earlier than the previous year, on 23 of December – significantly later than average.
        Last year, 2022, the ozone hole was the twelfth largest on record. As in the two previous years, the season began in a fairly typical manner, however signs soon indicated that it would also be a long-lasting season, when the maximum ozone hole area was reached at the end of September, slightly later than the average. The hole began a slow decrease in October until late November when the rate of closure increased significantly until it finally closed in mid-December.
        The remaining 12 largest ozone holes all took place in the late 1990s and 2000s when ODS were at their peak values. This means that the duration and relatively large size of the three recent ozone holes might not be determined by chemical causes, but more due to dynamic and thermal conditions in the stratosphere.

        This unusual behaviour has yet to be explained, as there are several factors that may be contributing. The first of these may be the strength and persistence of the polar vortex. Just as the sudden warming of the stratosphere over Antarctica in 2019 caused the ozone hole to break down early, by contrast the isolated and very cold conditions within the polar vortex in the last three years played a major role in the depth and extent of the ozone holes. Based on CAMS and C3S 43-year ozone dataset, the average ozone hole area tends to increase when the polar vortex is stronger (as shown in the left-hand figure below). The right-hand figure shows that lower temperatures in the stratospheric polar vortex tend to be associated with a greater ozone mass deficit.
        It is well documented that climate change has a cooling effect in the middle and upper stratosphere due to the greenhouse effect, which reduces the radiation coming from the Earth’s lower atmosphere. Therefore, the stratospheric cooling trend could be having an effect on the fairly large and long-lasting ozone holes of recent years.
        Finally, for the 2022 ozone hole in particular, the massive eruption of the Hunga Tonga-Hunga Ha’apai volcano on 15 January could have played a role. Research has shown that it caused the largest global perturbation of stratospheric aerosols since the Pinatubo eruption, but the precise role in the ozone hole of this year is still a research question.

        vocês é que só olham para a antartida como se significasse alguma coisa num tudo

        • Vítor M. says:

          Tu de facto insistes 🙂 mas não percebeste o que partilhaste. Vamos lá, a última antes de ir até “Vale de Lençóis”:

          O texto que pastilhaste não contradiz o artigo, apenas acrescenta detalhes mais específicos sobre anos recentes (que estão implícitos no artigo). Fala sobre as causas atmosféricas de alguns buracos de ozono maiores. O essencial mantém-se: a recuperação da camada de ozono continua.

          O que o texto explica, e está claro que, nos últimos anos, alguns buracos de ozono foram relativamente grandes e duraram mais tempo do que o normal:

          -> 2020 – foi o décimo maior buraco de ozono registado e um dos mais duradouros, tendo fechado apenas a 28 de dezembro.
          -> 2021 – foi o oitavo maior e encerrou a 23 de dezembro, também mais tarde do que o habitual.
          -> 2022 – foi o décimo segundo maior, tendo começado de forma normal, mas prolongando-se até meados de dezembro.

          Apesar disso, os 12 maiores buracos de ozono registados ocorreram sobretudo nos anos 1990 e 2000, quando as substâncias destruidoras de ozono estavam no seu pico. E isso é referido no artigo que publiquei. Lê bem 😉

          Então onde está o ponto da “discórdia”? Ou menlhor, que tu entendes ser… de discórdia, mas não é. Se não vejamos:

          Segundo o texto, o tamanho e a duração dos buracos recentes não parecem ser causados por química (CFC), mas sim por condições atmosféricas na estratosfera, como:

          -> um vórtice polar mais forte e persistente
          -> temperaturas muito baixas na estratosfera
          -> possíveis efeitos do arrefecimento da estratosfera associado às alterações climáticas
          -> no caso de 2022, a erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga Ha’apai, que lançou grandes quantidades de aerossóis na atmosfera

          … os recentes! E eu até escrevi sobre isso: lê aqui.

          Portanto, o texto complementa o artigo, explicando porque alguns anos recentes ainda apresentam buracos grandes. Mas não explica como ao longo do tempo, principalmente pós o Protocolo de Montreal, os valores se tornaram constantes.

          Como tal, a ideia central mantém-se: mesmo com variações naturais de ano para ano, a tendência geral continua a indicar recuperação da camada de ozono graças à redução dos CFC após o Protocolo de Montreal.

          Percebeste?

          • Zé Fonseca A. says:

            Lol.. até me insultas, a seguir vais fazer um desenho?

            O ponto de discórdia é simples, o artigo da a entender, tal como os ambientalistas, que a destruição na camada do ozono é man made, sejam CFCs, poluição, etc, quando na verdade a própria natureza se encarrega disso, vulcões, incêndios, eventos atmosféricos, solar flares, até o surgimento de certos organismos marinhos..
            A retórica é sempre a mesma, o homem é o mau actor em tudo o acontece no planeta, a realidade é aquela que não tem identidade partidária, a natureza é quase sempre a única responsável

          • Vítor M. says:

            Não venhas agora com o número da vítima. Eu nunca te insultei nem nunca insultei ninguém. Isto para início de conversa. Por vezes, por falta de argumentos, algumas personalidades começam a fazer-se de vítimas. Não faças isso.

            A tua afirmação parte de uma premissa errada: que a ciência culpa exclusivamente o ser humano e ignora os processos naturais. Na realidade, é precisamente o contrário. A investigação científica reconhece há décadas que existem fenómenos naturais que afetam a camada de ozono, como erupções vulcânicas, incêndios ou variações solares. Esses fatores sempre existiram e fazem parte do equilíbrio natural da atmosfera.

            O problema é que nenhum desses fenómenos naturais explica a rápida degradação da camada de ozono observada a partir da segunda metade do século XX. Foi exatamente isso que levou os cientistas a investigar outras causas. A conclusão, sustentada por medições atmosféricas, química laboratorial e observações por satélite, mostrou que os CFCs libertados por atividades humanas libertam cloro na estratosfera, e cada átomo de cloro pode destruir milhares de moléculas de ozono.

            Há também um facto difícil de ignorar: depois da assinatura do Protocolo de Montreal, em 1987, que proibiu progressivamente os CFCs, a concentração dessas substâncias na atmosfera começou a diminuir e a camada de ozono iniciou um processo lento de recuperação. Se o fenómeno fosse dominado apenas por vulcões, incêndios ou atividade solar, essa recuperação não estaria correlacionada com a redução das emissões humanas.

            Ou seja, a natureza influencia a atmosfera, como sempre influenciou. Mas os dados mostram claramente que a destruição acelerada da camada de ozono nas últimas décadas do século XX foi provocada principalmente por compostos produzidos pelo ser humano. Ignorar esta evidência não é uma posição científica, é apenas uma opinião que contraria aquilo que foi medido, testado e publicado ao longo de mais de 40 anos de investigação.

            Acho que está claro, só não entendes por teimosia. Mas OK!

          • Zé Fonseca A. says:

            vitima eu? serei sempre o bully, não me coloco nessas posições..

            o “insulto” era uma analogia ao descritivo que fizeste de um texto que li, como se fosse burro e não tivesse entendido o que li.

            entendo claramente o efeito dos CFCs, por isso foram banidos, o problema é que continuam a aparecer recorrentemente novos buracos de ozono gigantes em curtos espaço de tempo e os media tendem em converter a retórica em ação humana, tal como o artigo

          • Vítor M. says:

            E para “tentares impor” o teu ponto de vista, tens de ser bully? Isso não é muito nonsense? Eu acho que não tens necessidade.

            Depois, o que eu fiz não foi chamar-te burro. Isso nunca, no limite mostrei-te que estavas distraído porque truncaste uma boa parte dos factos, reduzindo a uma pequeníssima época de eventos, para servir de base à tua argumentação. Não foi não teres entendido o texto, foi não teres percebido que era um truncar de espaço temporal.

            Se o buraco está a fechar, portanto, sistematicamente está a fechar e nota-se a partir das exigências impostas pelo Protocolo de Montreal, eventos como os que falaste aumentam temporariamente pelo efeito desse evento, voltando ao caminho de regressão. Portanto, o que tentaste dizer não é a realidade, é uma causalidade temporal, que volta ao ponto de regressão como são mostrados nos dados. Foi isso que expliquei, foi isso que te expliquei.

          • Grunho says:

            A natureza nunca se encarregou dos CFCs pela simples razão de que essa molécula nunca existiu em estado natural. Foi descoberta em laboratório e produzida em massa em fábricas.

      • says:

        Este tipo, e outros, não percebe nada de coisa nenhuma, mas acha que por ter dedos a internet o torna a última bolacha do pacote. Depois pontifica nas caixas de comentários escrevendo e propalando uma quantidade de disparates, que o tornam “diferente da carneirada”, mas igual a tantos outros.

        • Vítor M. says:

          😀 o Zé quer ir contra a corrente, mas os argumentos que usou não corroboraram a sua intenção. Isto é, está a usar argumentos que estão inseridos nas razões apresentadas. Contudo, o que ele faz é cortar uma parte e usar como um todo.

    • Toni da Adega says:

      Portanto é mentira dos ambientalistas, mas o buraco de ozono existe. Contado ninguem acredita

      • Zé Fonseca A. says:

        a mentira não é existir ou não, é existir por acção humana, a mesma historia das alterações climaticas, do degelo.. DE TUDO

        • Mr. Y says:

          Os cientistas nunca disseram isso! Só tu e outros como tu é que insistem nessa mentira.

          • Zé Fonseca A. says:

            não podem dizer outra coisa, mataram o financiamento de bolsas que explorem o oposto, mataram os documentários que não se cinjam à ação humana em tudo.. ninguém quer saber a verdade, querem só impingir drama porque é o que esquerda consome que é o publico alvo

    • Hugo says:

      “VEJAM A VERDADE” looool Típico.

  4. LMR says:

    Deve estar a recuperar graças às guerras, com os fogos em refinarias e em poços de petróleo e com os gases dos aviões etc.

  5. Factos says:

    Obrigado Greta, salvaste o planeta juntamente com a Aparício e a Mortágua.

  6. Pedro António says:

    Tivemos muita sorte em o Trump não ser presidente na altura!!

  7. says:

    Dizem que esta a recuperar, mas segundo o que dizem tambem a temperatura do planeta continua a aumentar ….. mais ano, menos ano a fraude vai cair!!!! atençao que a fraude é o ser humano ser responsavel pelas alteraçoes climaticas, na realidade sempre existiram e a influencia do ser humano é praticamente nula!!!!

  8. TT says:

    Muito bonito, na realidade não sabem porque motivo abre e fecha esporadicamente como aconteceu no final de 2023! Mas é bom para os apanhados do clima comerem!

  9. VAOpoK says:

    Agora é depressões violentas e secas extremas todos os anos!

  10. Joõa says:

    Só pode ser treta, pois grande parte do resfriamento é devido ao CO2 que se encontra na Mesosfera… mais acima.
    O CO2 ajuda a arrefecer a terra. Exemplo, Wikipédia cito:
    “Dentro da mesosfera, a temperatura diminui com o aumento da altura, devido à diminuição da absorção da radiação solar pela atmosfera
    rarefeita e ao aumento do resfriamento pelas emissões radiativas de CO2. O topo da mesosfera, chamado mesopausa, é a parte mais fria
    da atmosfera da Terra.[8] As temperaturas na mesosfera superior caem em torno de –101 ºC (172 K; –150 ºF),[9] variando de acordo com
    a latitude e a estação.”

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Mesosfera

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