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Adeus Sistema Volta? Governo bate o pé e responde à polémica

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Muito mais que isso. says:

    Mas a culpa é da Câmara que, em vez de pagar os serviços gratificados para a PSP andar na rua, limita-se a olhar para o lado e a deixar que a criminalidade prolifere pela cidade. Que o homem tenha juízo! Votaram nele, não foi? Agora quer o quê, medidas à moda das rábula?

    • Nuno25 says:

      Então mas afinal a policia para fazer o trabalho que lhe compete, é preciso ser paga com gratificados? Eu compreendo que estás a olhar para o problema actual e como se desenrasca a situação, mas isso não é solução…. A PSP tem poucas pessoas e tem pouca força. a profissão não é atractiva. tudo o que façam, pode ser utilizado para lhes retiraro ganha pão… ai é que começa o problema. um gratificado é um ben-ur-on… Junto com isso… quanto custa deter um bandido por 7-8 vezes e ser sempre solvo? quando custa a sociedade, alguem que faz 7-8 crimes e por vezes já com suspeistas de dezenas e dezenas, quando custa entre, o dano causado do roubo, os dias e tempo perdido das vitimas e depois o tempo que a policia está a prender, e a gastar recursos, para depois levar ao tribunal, fazer autos, fazer relatorios isso vezes 8 vezes… e depois o juiz diz que essa pessoa tem de ser solta? A justiça tem de ser reformada… a psp tem de ser reformada…. tudo o resto que se faça são paliativos…

      • Muito mais que isso. says:

        O “Policiamento de Proximidade” (Contratos Locais de Segurança): Antes e depois da troika, algumas câmaras municipais celebraram protocolos específicos com o Ministério da Administração Interna para reforçar a presença de polícias da PSP nas ruas (com programas como os “Polícias de Bairro” ou o policiamento de proximidade). Nestes casos especiais, os municípios podiam apoiar na compra de equipamentos, esquadras ou viaturas, mas a remuneração base dos polícias da PSP continuou sempre a ser liquidada pelo Estado Central.

        As Polícias Municipais: Cidades como Lisboa e Porto têm os seus próprios corpos de Polícia Municipal, cujos salários e custos operacionais são pagos pelas respetivas câmaras municipais. No entanto, estes agentes (que em Lisboa e no Porto são maioritariamente polícias requisitados à PSP) exercem funções exclusivas de polícia administrativa e fiscalização (como o trânsito, o estacionamento, o ruído ou o cumprimento de regulamentos camarários). Eles não são órgãos de polícia criminal e não realizam o patrulhamento tradicional de segurança pública

    • Tiago says:

      A polícia prende-os, os tribunais mandam-nos para casa. Também é culpa dele?

  2. What next says:

    Em vez de culparmos apenas o Governo ou os projectos políticos, deveríamos responsabilizar as marcas que inundam o mercado com plástico e nos empurram para este consumo imposto. A verdadeira mudança começa no nosso poder de compra: deixemos de comprar produtos embalados em plástico! Se não existir alternativa ecológica, apresentemos reclamação formal à empresa. A responsabilidade também é nossa, mas a produção tem de mudar.

    • KidsGraça says:

      +1

      Outro pormenor que ninguém fala, é que em país algum onde este sistema (ou semelhante) foi implementado, nunca houve quebra de venda de produtos em garrafas de plástico.

    • Grunho says:

      Andaram os capitalistas durante mais de 70 ou 80 anos a educar os parolos, “o descartável é que é bom, viva o plástico, mais embalagens por favor”, e agora querem voltar ao recuperável? Era só o que faltava.

  3. Filipe says:

    Este governo bate o pé com toda a porcaria que faz e continua a fazê-la. Depois não se queixe!

  4. Nuno25 says:

    44% não representa direcamente adesão dos consumidores. Como toda a gente já viu, existe muitas pessoas que vão despejar caixotes do lixo, há a malta dos restaurantes que fica com as garrafas e tudo isso distorce o que é realmente a adesão das pessoas… Isto é muito mais um tema politico com visão de um tipo de propaganda associada, com imposições pela força (claro que é sempre pelo bem comum, segundo eles… mas é sempre pela força) por parte da união europeia. O nosso estado… claro que por causa da falta de soberania… e querer ir buscar dinheiro e não quer pagar as “multas do bem” teve que avançar com qualquer coisa. Agora claro nunca irá dizer que corre mal… acham mesmo que o governo está procupado que alguem vire os caixotes do lixo ao contrario numa capital à procura de garrafas?

  5. Yamahia says:

    “…demonstrando uma adesão por parte dos consumidores. …”
    Quais consumidores quais carapuça. A grande adesão é dos mineiros do lixo.
    Houve mineiros que estavam quase recuperados e agora voltaram á droga pq voltaram a ter dinheiro para a comprar. Tlz seja a isto que o Moedas se refira quando fala em drama social. O fenómeno não é exclusivo de Lisboa.

  6. GAMBITO says:

    O governo andou a pagar coimas anuais? Então e os governos anteriores não deram conta? É cada estória…
    Vi este sistema na Holanda e na Suiça, o resultado era o mesmo: lixo na rua dos mendigos andarem lá a remexerem, além do aumento do consumo de alcool e drogas entre estes.

  7. TS says:

    Atrasados mentais, a população em grande peso a pedir para mudar o sistema, porque como foi desenhado não faz sentido e os Srs no puleiro acham-se donos da razão.

  8. joao says:

    Claro que vai manter ativo !!! QUEM ACHAM QUE GANHAM COM ISSO ??? Ze povinho certeza que nao !
    VERGONHA

  9. José Agostinho says:

    Eliminei o consumo de garrafas e garrafões plásticos com água instalando na torneira da cozinha um filtro que me custou cerca de 80 euros, traz um cartucho que garanta a filtragem de 600 litros de água. Cada cartucho custa posteriormente entre 22 e 28 euros. Sem desperdício plástico e economizando cerca de 60 euros. Não digo a marca, mas podem investigar. Fácil de instalar (vai na ponta da torneira).

  10. Mr Bean says:

    Usem garrafas de vidro como dantes, melhor para saúde e eco

  11. Filipe says:

    “Outro fator decisivo para a manutenção da medida prende-se com as finanças públicas e as penalizações de Bruxelas. (…) Esse encargo financeiro torna o cancelamento inviável, sustentando a continuidade do modelo.”

    Ora cá está, Portugal está de pés, mãos amarradas e calças para baixo. O Volta só existe por falta de cultura e de civismo. Seria interessante saber o lucro destas Empresas com as garrafas que não são devolvidas por vários motivos. Mas isso nunca se vai saber.

  12. camase says:

    Para mim o sistema Volta não passa de um roubo encapotado ao consumidor, os responsáveis pela reciclagem, deviam ser os produtores dessas mesmas embalagens, seriam produzidas garrafas em vidro sustentáveis, não as produzem pela mama que o sistema Volta lhes proporciona.

  13. Alter says:

    É um governo ditutarial, o povo não interessa, mudem para garrafas de vidro como já foi dito aqui, assim deve dar jeito aos traficantes amigos do governo pois os tóxicos agora voltaram a ter mais dinheiro, e tbm se vê menos arrumadores de carros mudaram de profissão.

  14. Rui Costa says:

    Mas afinal isto é para desentivar o uso de plastico? Proibam-no, nas garrafas, nos sacos de supermercado. Só isto já serviria para poupar o meio ambiente em toneladas de plástico anualmente. Não precisamos de mais impostos ou formas para nos fazer perder tempo e dinheiro.

  15. Anti-volta says:

    Compro uma garrafa d metal ou vidro, compro garrafões de 5 litros e encho várias vezes pois os garrafões ainda vão para o ecoponto e não tenho que fazer como se faz com os sacos de plástico, porque se dão 0.10€ por um saco já não há problema para o meio ambiente, palhaçada

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