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Ninguém quer o Volta, mas portugueses já devolvem mais de 3400 embalagens por minuto

61 Comentários

O sistema de depósito e reembolso Volta está a registar números de adesão “extraordinários”. Em cinco meses de funcionamento, os portugueses já devolveram mais de 305 milhões de garrafas e latas, com o ritmo diário a aproximar-se agora dos cinco milhões de embalagens.

O Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) arrancou em Portugal a 10 de abril, permitindo a qualquer pessoa devolver garrafas e latas de bebidas de uso único em troca do valor do depósito pago no ato da compra.

Nos primeiros dois meses, o sistema tinha reunido 10 milhões de embalagens. Um mês depois, aos três meses de vida, esse número disparou para os 100 milhões.

Agora, completos cinco meses, a contagem chega aos 305 milhões de garrafas e latas devolvidas, o que significa que o volume praticamente triplicou apenas nos últimos dois meses.

Para Leonardo Mathias, presidente da SDR Portugal, entidade gestora do sistema, este é “um marco extraordinário” que comprova “a adesão expressiva dos cidadãos à Volta”.

Mais de 3400 embalagens devolvidas por minuto na rede Volta

Traduzindo os números para o dia a dia, a rede Volta recebe atualmente uma média próxima de cinco milhões de embalagens por dia, o equivalente a mais de 3400 garrafas e latas devolvidas a cada minuto, ou seja, cerca de 57 embalagens a cada segundo em todo o país.

Este crescimento tem sido acompanhado por um alargamento da rede de recolha. Atualmente, existem 3000 Pontos Volta automáticos, as conhecidas máquinas Reverse Vending Machine (RVM), instaladas em supermercados e hipermercados.

A estes juntam-se os Pontos Volta manuais, pensados para lojas de menor dimensão, minimercados ou supermercados de proximidade que não têm espaço ou volume de vendas que justifique uma máquina automática.

Quiosques para grandes quantidades

Para quem precisa de devolver grandes quantidades de embalagens de uma só vez, como pequenos comerciantes ou organizadores de eventos, a SDR criou ainda uma rede de Quiosques.

Neste momento, estão em funcionamento sete unidades, localizadas em Albufeira, Barcelos, Cascais, Funchal, Ponta Delgada, Portimão e Vila Nova de Famalicão.

Entretanto, já foram contratados mais cinco Quiosques, para os municípios de Almada, Aveiro, Mafra, Oeiras e Vila do Conde, atualmente em fase de implementação. O objetivo da SDR é chegar às 50 unidades espalhadas pelo país.

 

Leia também:

Sistema Volta com “dores de crescimento”: as falhas detetadas pelo Governo

 

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  1. Avatar de Gringo Bandido
    Gringo Bandido

    Façam uma lista de possíveis doenças provocadas pelo lixo nas ruas, já faz parte do canon do volta!

  2. Avatar de Armindo Viseu
    Armindo Viseu

    Longa vida ao Volta.
    Espero que rápidamente adicione o vidro à questão de reciclar.
    Já há muito que devia ter sido implementado. Por vários países na Europa onde passei existe e a % de reciclagem é elevada.
    Custa assim tanto evoluir no sentido correto?
    Eu faço a minha parte.

    1. Avatar de Rui Costa
      Rui Costa

      Se o desafio são as pessoas/mentalidade, não precisas do volta para absolutamente nada. Há depositos de reciclagem em muito maior número que essas máquinas. Mais, não preciso de gastar 0,50€ para recuperar 0,10€

      1. Avatar de Ifm
        Ifm

        Acabaram com as garrafas de vidro reutilizáveis… Ainda há mas pouco.

        Quando se comprar um grade de minis e ias devolver a tara.

        Fazia sentido …. Agora saí mais barato comprar minis com tara perdida que com tara ( já tirando o valor da tara como é óbvio)

        Claro todos compram com tara perdida são mais barato

        1. Avatar de Gonçalo
          Gonçalo

          Existem grades de minis com tara geralmente só compro dessas mas depois tambem tens de ter o cuidado de não mandar fora o que numa festa rapidamente acontece.

          1. Avatar de Ifm
            Ifm

            Gonçalo mas as garrafas /grades com tara, geralmente são mais caras que as de tara perdida.

            Pois normalmente há um promoção da Sagres ou da super com preço mais em conta de tara perdida.

            Esse sistema de tara já existe há mais de 30anos quando nem se falava de reciclagem.

            Conseguiram matar um bom sistema amigo do ambiente e introduziram a volta…. É dar 1 passo para a frente e 2 para tras.

            O intuito disto tudo nunca foi o ambiente mas sim interesses económicos.

      2. Avatar de V
        V

        +1
        Uma palhaçada

      3. Avatar de PML
        PML

        O desafio ão precisamente as pessoas e mentalidade. Quantas vezes vou despejar o lixo e vejo garrafas de plástico e vidro no lixo geral com o outro a menos de 5 metros de distância.
        Por exemplo, não me oporia a multas a quem não recicla. Se acham que as mentalidades se mudam só porque sim, estão muito enganados. Só com incentivos ou multas, não há outra formna para a maioria das pessoas.

    2. Avatar de Ifm
      Ifm

      Eu também, volta para uma caixote/saco tudo o resto para outro.

      Antes do volta ainda fazia a reciclagem, também tinha o ecoponto a minha frente de casa.

      Hoje em dia… Não sou acomulador de lixo em casa.

      E as garrafas de plástico ou metal que ainda não são volta vão todas para o volta na mesma… A máquina recusa 2 vezes vai de lance lá para dentro.
      Aquilo apitaaa come a lata ou garrafa.

      Querem complicar… Ok a gente facilita.

      Chama se Albarda se o burro a vontade do dono.

      Isto só dificulta mais a vida de quem realmente era responsável.

      Agora vou ser acomulador porque eles só sabem inventar novas e novas regras… Doídos

      1. Avatar de nuno a
        nuno a

        sempre fiz reciclagem desde puto tinha 3 baldes em casa, lixo comum papel e plastico agora so tenho dois ganhei espaço, tenho o do volta e o de tudo o resto.

      2. Avatar de nuno a
        nuno a

        correção eram 4 baldes não 3, esqueci-me do vidro. a sdr que vasculhe o lixo agora e faça a separação do mesmo

    3. Avatar de Vitor
      Vitor

      Custa assim tanto evoluir no sentido correto?
      Claro que não, mas isto do volta NÃO É O SENTIDO CORRETO.
      Já fazia (faço) a minha parte, todas as garrafas vão para o contentor certo e depois, todas as semanas, a camera passa a recolher…
      Qual era o mal disto?! Já pago esse serviço no saneamento, porque é que tenho que pagar mais 0,10€ por garrafa?!?
      Porque é que não são as empresas que vendem os seus produtos nas garrafinhas a pagarem essa despesa?!
      Este sistema é só para encher de dinheiro os bolsos de alguns iluminados (que se estão a marimbar para o ambiente), para gozar com o pobre portugues, que já anda com o sinto super apertado a ter que trabalharde borla para terceiros, para poderem recuperar alguns € que lhes roubam….
      E o rebalho aplaude e vai atras….
      Tenham noção.

  3. Avatar de Maria
    Maria

    Aqui em casa usavamos simplesmente o ecoponto amarelo. Volta só veio complicar e trazer pouco ou nenhum benefício real

    1. Avatar de Tiago
      Tiago

      Também pensava assim, mas colocar no amarelo ou no volta não é a mesma coisa. No amarelo há muita contaminação o que torna menos eficiênte e mais cara a reciclagem.

      1. Avatar de Gustavo
        Gustavo

        é criar um ecoponto para garrafas de plastico e/ou plasticos limpos

  4. Avatar de J. Pires
    J. Pires

    Porque é que falam sempre apenas em numeros absolutos ? Estão a esconder alguma coisa ?

    1. Avatar de Carlos Fernandes
      Carlos Fernandes

      e por que é que não fazem a comparação dos dados com as reciclagem do ecoponto amarelo, anterior ao volta. É que sempre fiz reciclagem voluntariamente e sempre notei uma grande afluência nos ecopontos.

      1. Avatar de Max
        Max

        São reciclagens diferentes:
        – Volta – da reciclagem de garrafas obtém-se plástico de grau alimentício (food-grade), permitindo voltar a ser utilizado na fabricação de novas garrafas. Do mesmo modo as latas podem ser refundidastem e transformadas em novas latas.
        – Ecoponto amarelo: tal como no Volta também se reciclam garrafas, exigindo maior tratamento de impurezas. Os outros plásticos, como as embalagens de leite são reciclados conforme a sua natureza, transformados em tubos, baldes, sacos de plástico, etc. Os metais, alumínio e ferrosos, são separados e transformados segundo a sua natureza.
        A questão aqui é que a UE definiu metas de reciclagem, Portugal está abaixo da média, e paga-se multas por não cumprir, o que inclui garrafas que vão parar ao lixo comum. Portugal paga à volta de 200 milhões de euros por ano de multa/taxa. Isto é que levou ao Volta – por os ecopontos amarelos não serem suficientes para atingir a percentagem de reciclagem de garrafas de plástico.

        1. Avatar de Anotnio S:
          Anotnio S:

          Esse tiros no pé da própria UE é que têm de deixar de existir.

          Esperemos que venham outros ventos no futuro.

          1. Avatar de Mário
            Mário

            A UE está falida, por isso mais tiro menos tiro…

  5. Avatar de Zec
    Zec

    Vão-nos ao bolso de todas as formas e feitios, se pudermos recuperar algo já é bom.

    1. Avatar de Miguel
      Miguel

      É isso que vejo, mais um imposto. Os portugueses nem 10 cêntimos por garrafa se podem dar ao luxo de gastar por causa da mísera dos salários.

  6. Avatar de Nuno Amorim
    Nuno Amorim

    os ecopontos estão vazios, a diferença esta no sitio onde se colocam as garrafas.

    1. Avatar de David Guerreiro
      David Guerreiro

      Onde eu vivo, estão sempre cheios, muitas vezes a transbordar.

  7. Avatar de VimM
    VimM

    Desde que isso do volta apareceu, deixei de ter trabalho na reciclagem porque não tenho retorno. agora vai tudo para o verdoscas, oleo de cozinha, de motor, cabe tudo

  8. Avatar de Paulo
    Paulo

    Ninguém quer o Volta?
    Continua-se a dar mais valor às minorias ruidosas do que ás maiorias silenciosas.

  9. Avatar de Careca 71
    Careca 71

    A restauração esta a encher o bolso, cobra os 0,10€ e depois vão ao Volta e recebem mais 0,10€ , ainda hoje vi um casal com 3 carrinhos do Lidl cheio de sacos do lixo (dos grandes) a “descarregar” garrafas de agua, certamente não eram um particular.
    Deviam começar a pedir NIF sempre que fossem mais que 10 unidades,

    1. Avatar de Mr. Y
      Mr. Y

      Se cobram 10 cêntimos por uma garrafa que fica no estabelecimento estão a fazê-lo ilegalmente.

    2. Avatar de David Guerreiro
      David Guerreiro

      Se lhe cobram os 10 cêntimos pode levar a garrafa. Se fica lá, não podem cobrar. E se cobram, pode e deve reclamar, é simples.

    3. Avatar de Tiago
      Tiago

      Nunca me cobraram os o,10€, nem podem caso não leves a embalagem.
      Reclamem

    4. Avatar de Max
      Max

      Então:
      – O distribuidor de bebidas já faturou ao comerciante os 10 cêntimos cada garrafa
      – O comerciante, se for take-away fatura a garrafa ao cliente, que a leva, e anula
      – Se for restaurante/café, duas coisas podem acontecer – ou cobra os 10 cêntimos ao cliente (deve discriminar devidamente na fatura os 10 cêntimos) ou não cobra. Se cobra e o cliente leva a garrafa, anulou, se não cobra, tem que ele ir depositar as garrafas para anular.
      A questão é se cobra e o cliente deixa ficar a garrafa, ganha 10 cêntimos. Para evitar ganhar 10 cêntimos, pedia-se o NIF (e impedia-se de receber por mais de 10 garrafas?).
      E o comerciante que não cobra os 10 cêntimos e precisa de depositar as garrafas para anular?
      Além disso, os 10 cêntimos pertencem a qualquer pessoa que deposite a garrafa na máquina.

  10. Avatar de Volta? Really?? P. f. criem um sistema de reciclagem a sėrio!
    Volta? Really?? P. f. criem um sistema de reciclagem a sėrio!

    “Ninguém quer o Volta, mas portugueses já devolvem mais de 3400 embalagens por minuto”. E fazem muito bem em devolver de forma a lhes serem restituídos os 10 cêntimos que lhes são “retirados” como caução indevidamente. Niguėm quer o Volta da forma como foi concebido, obrigando os portugueses a trabalhar e acumular gratuitamente, beneficiando aqueles que recebem apenas o tipo de plástico que lhes interessa na forma de matéria prima. Quantos talōes ficarão por reembolsar por extravio, prazo ultrapassado (pq prazos??), talão estragado, lugar de compra diferente do local da devolução, etc. etc. Para quem (sim, para “quems”) irão todos os milhares de euros (sob a forma de 10 cêntimos) que nunca chegarão a ser devolvidos?
    Quanto ficará por devolver e quem fica com esse valor?

    1. Avatar de David Guerreiro
      David Guerreiro

      Não há talões com prazo ultrapassado porque todos têm um ano de validade, e o Volta só começou em Abril. A grande maioria das pessoas usa o reembolso do depósito de imediato.

    2. Avatar de Carlos Fernandes
      Carlos Fernandes

      nem mais

  11. Avatar de Helder+Coelho
    Helder+Coelho

    Não façam crítica pf, o governo conseguiu finalmente meter os tóxicos todos a trabalhar… Genial!! 😀

  12. Avatar de Pedro
    Pedro

    Os portugueses aderiram ao sistema Volta, pela razão única de que se não o fizerem perdem 0.10€ /garrafa. Pode não parecer muito, mas eu sozinho consumo em média 45 garrafas por mês. São 3,30 euros. Um casal com o mesmo consumo são 6,60 euros mensais, ou 79,2 euros /ano.

    Acreditando que os números da notícia estejam corretos, se os portugueses não devolvessem os mais de 305 milhões de garrafas e latas, seria 30,5 milhões de euros limpinhos para os promotores do sistema, sem trabalho, sem custos, e risco zero.

    O risco para os promotores é sempre zero, porque ou têm as embalagens para reciclar, ou têm os 0.10 /unidade não devolvida.

    1. Avatar de Escolhas
      Escolhas

      Olá, vou-lhe contar um segredo. Garradas de 1L ou menos em aço inoxidável. Abraço

  13. Avatar de Pedro
    Pedro

    Mais um negócio de xico-espertice Tuga. Se estivessem realmente preocupados com o ambiente (e com a SAÚDE), inventavam um sistema semelhante mas com garrafas de vidro. Na verdade nem inventavam nada, porque ele já existiu. O Volta é apenas uma máquina de fazer dinheiro com a desculpa da reciclagem de plástico, cujo processo é ele próprio poluente, gerando emissões atmosféricas e resíduos perigosos.

  14. Avatar de Figueiredo
    Figueiredo

    A maioria do plástico não pode ser reciclado independentemente do estado em que se encontre, existe uma pequena percentagem de plástico que pode ser reciclado mas só o pode ser no máximo até 5 vezes, e sempre que o plástico é reciclado vai perdendo as suas capacidades e a sua toxicidade aumenta.

    Os custos da reciclagem e as consequências no Meio-Ambiente são muito superiores comparadas com a produção de novos plásticos.

    Quase todos os artigos nos supermercados têm plástico na sua embalagem, o mesmo acontece noutros estabelecimentos de diferentes ramos; se você no supermercado ou noutro estabelecimento comprar um saco de plástico vão-lhe cobrar uma taxa – como fazem no esquema «Volta –, agora pare para pensar no seguinte: porquê que o cliente é taxado por comprar um saco de plástico ou uma embalagem de plástico no esquema «Volta» e aqueles que produzem e vendem o plástico não o são?

    Porquê que não obrigam as empresas a engarrafar as bebidas em garrafas de vidro em vez de garrafas de plástico obrigando igualmente os supermercados a vendê-las? Isto não significa proibir as embalagens de plástico mas dar a alternativa ao cliente de escolher o vidro que é um material que verdadeiramente pode ser reciclado ao contrário do plástico.

    O esquema «Volta» não tem qualquer preocupação com o Meio-Ambiente e a reciclagem, é uma forma do regime liberal cobrar mais uma taxa e ainda gozam com os Portugueses – que são dos que mais fazem a reciclagem –, agora em vez de separar as embalagens e amassá-las para caberem e não ocuparem tanto espaço no ecoponto, tornam-se acumuladores de lixo, andam carregados com enormes sacos cheios de embalagens/garrafas que mal lhes podem tocar, depois vão perder muito tempo a colocar as garrafas muito direitinhas e limpas numa máquina que as vai amassar… e no fim de tudo isto – acumular as embalagens/garrafas que têm de estar como novas – recebem 0.10 cêntimos por cada embalagem/garrafa amassada… agora vejamos, para isto valer a pena a nível financeiro quem quisesse fazer 50 euros por dia teria de depositar na máquina 500 embalagens/garrafas por dia, se preferisse ganhar 20 euros por dia teria de depositar 200 embalagens… para bom entendedor meia palavra basta mas infelizmente ainda há Portugueses que não perceberam que estão a ser enganados e levam as embalagens a uma máquina que as amassa, em troca recebem 0.10 cêntimos (que nem dá para um pão ou uma chiclete) e o regime liberal e respectiva oligarquia riem-se desses Portugueses que vão à máquina, enquanto enriquecem às suas custas.

    1. Avatar de Max
      Max

      O que se recicla no Volta são garrafas de água e latas de be3bidas.
      As latas são recicláveis indefinidamente.
      As garrafas de plástico só podiam ser recicladas 5 ou 7 vezes antes de se tornar mais frágeis e de perder o grau de de qualidade alimentar. Por isso, de cada vez que são fundidas é acrescentado plástico virgem. Para resumir o processo:
      – o plástico reciclado (rPET) é altamente descontaminado. Se não tiver qualidade para plástico alimentar é rejeitado e utilizado em plástico não alimentar
      – a atual meta da UE para o fabrico de novas garrafas é que se use no mínimo 25% de plástico reciclado, a subir para 30% até 2030. Em Portugal os fabricantes de bebidas usam atualmente entre 25% e 30% de rPET e 70% a 75% de plástico virgem, mas com o Volta é possível subir a percentagem.

      1. Avatar de Max
        Max

        Garrafas e latas de bebidas de uso único (não apenas garrafas de água)

      2. Avatar de Figueiredo
        Figueiredo

        Está a ver como você não tem argumentos dr. Max, está desesperado ao ver este esquema criminoso e de roubo conhecido como »Volta» a ser exposto.

        Você ou algum familiar ou amigo fazem parte e enriquecem com este esquema criminoso?

        1. Avatar de Max
          Max

          Não. Em casa bebe-se água da EPAL. Garrafas do Volta só uma ou outra, grande, de Coca-Cola, ou de IceTea – que a empregada agora leva. As cervejas são em garrafas de vidro. Pessoalmente não me afeta grande coisa.
          Agora, não há dúvida que se as garrafas de plástico foram parar ao lixo comum os plásticos se convertem em microplásticos altamente poluentes. O ecoponto amarelo não captura a quantidade suficiente – com o Volta, segunda a experiência de outros países, com garrafas pagas, a reciclagem aumenta.
          Nestas coisas aparecem sempre os drs Figueireido a lançar alertas contra seja qual for a alteração. Eu espero para ver as contas, quero lá saber dos drs Figueiredo.

  15. Avatar de consumidor atento
    consumidor atento

    Justo era devolverem 15 centimos pela embalagem. agora estar a entregar a embalagem limpa e perfeita a uma sociedade que nada paga para a receber (e que eu paguei pela mesma ao adquirir o produto, além dos 10 centimos de deposito) não é de todo justo. prefiro perder em favor do estado so 10 centimos como novo “imposto” do que estar a alimentar os amigos da SDR. o contrato estipula que se não atingirem as metas de recolha, são obrigados a devolver metade ao fundo ambiental e metade ao fundo de promoção dos direitos dos consumidores. se atingirem as metas, podem usar o dinheiro para reinvestir no sistema para o ampliar e recebem sem pagar rigorosamente nada as embalagem limpinhas e direitinhas para lucrarem com a reciclagem… bela sociedade SDR sem fins lucrativos….

    1. Avatar de Max
      Max

      A dita sociedade fundação (SDR) é que compra as máquinas e paga a recolha. Tem custos.

      Receitas da SDR = Venda de fardos (PET/alumínio/metais ferrosos) + Taxa cobrada às marcase embaladores (Coca-Cola, Central de Cervejas) + Depósitos não devolvidos (entrega pelas marcas e embaladores do valor facturado e do valor que a SDR pagou pela restituição).

      O que chamas lucrar com a reciclagem é a Venda de fardos às empresas de reciclagem e fábricas. Os preços andam à volta de: Garrafas de plástico – 300 a 600 €/ton; alumínio 1.000 a 1.500 €/ton ;; aço e metais ferrosos 150 a 300 €/ton.
      Só quando a SDR publicar contas anuais é que se pode fazer as contas.

    2. Avatar de Max
      Max

      Acima:
      Depósitos não devolvidos (entrega pelas marcas e embaladores – da diferença entre – o valor facturado e o valor que a SDR pagou na restituição).

  16. Avatar de Rogério
    Rogério

    Claro, levam 10c a cabeça por cada garrafa. E os milhares de outros produtos de plástico? O é só as garrafas e latas que são poluentes?

  17. Avatar de Diego
    Diego

    O projeto Volta (Sistema de Depósito e Reembolso) é uma imposição abusiva que transforma o cidadão consciente em refém de uma burocracia absurda.

    “Ninguém quer o Volta, mas os portugueses já devolvem mais de 3.400 embalagens por minuto”… Pois bem, sem nunca me consultarem — e se tivessem consultado, eu teria dito um **não** categórico —, agora cobram-me mais caro por algo que eu já fazia voluntariamente: sim, eu já separava o meu lixo!

    Mas agora não basta separar. Tenho de separar, cuidar, lavar, armazenar e transportar tudo de volta ao supermercado. Sem a minha anuência, passaram a taxar-me por um hábito que eu já cumpria, impondo a condição de devolverem o meu próprio dinheiro apenas se eu fizer todo o trabalho pesado por eles.

    Assim como o meu dinheiro foi sumariamente sequestrado, sinto-me refém deste sistema ardiloso. Se eu tentar protestar e deixar de levar as embalagens para resgatar o valor, fico num beco sem saída: na melhor das hipóteses, o dinheiro vai para quem se esgueira para dentro dos contentores para recolher as garrafas; na pior, fica no bolso dos maníacos que criaram esta aberração.

    Sem qualquer opção real, sou forçado a acumular embalagens em casa, ocupando espaço útil, para depois as transportar até ao ponto de recolha com o máximo cuidado para não amassar nem rasgar — porque se isso acontecer, a máquina simplesmente rejeita e eu perco o meu dinheiro. É um insulto do início ao fim.

    1. Avatar de Zé Telha
      Zé Telha

      A grande questão é porque e que não colocaram mais um eco ponto exclusivamente para as latas e garrafas do volta. Se a sociedade ponto verde já era responsavel pela reciclagem, porque tivemos necessidade de criar outra empresa, com todos os custos inerentes para algo que estávamos já a fazer supostamente bem. E os números não podem ser vistos do zero, tem de haver uma comparação entre o que a sociedade ponto verde reciclava de embalagens em tonelagem e o que o volta recicla em tonelagem para ternos os números certos. Porque se bem me recordo nem todas as aldeias tem uma maquina de volta.

      1. Avatar de Max
        Max

        Porque vão parar demasiadas garrafas de plástico ao lixo comum, não cumprindo as metas de receciclagem. Assim, pagando 10 cêntimos por cada garrafa e lata de bebida, pode ser que grande parte das que iam para o lixo comum vão parar às máquinas volta para receber os 10 cêntimos.

      2. Avatar de nuno a
        nuno a

        alguem tem de pagar as maquinas e o taxo, ja viste é perfeito o consumidor é que tem de fazer o trabalho todo e se nao o fizer o dinheiro fica lá no bolso deles, se o fizer eles tem sempre a materia prima (plastico) para reciclar e vender . win win . quem se lixa é o consumidor. os 10 centimos deveriam ser um premio nao uma devoluçao .

        1. Avatar de Max
          Max

          “O consumidor” não era um, eram dois. O que leva a garrafa para o ecoponto amarelo fazia o que devia. O outro, que atira a garrafa para o lixo comum é que é o problema. Pode ser que pagando pela a garrafa tenha a preocupação de reaver o dinheiro e a reciclagem aumente.
          Digamos que por causa de uns pagam todos.

    2. Avatar de Figueiredo
      Figueiredo

      O que você muito descreve no seu comentário, este esquema criminoso e de roubo do «Volta», tem um nome: chama-se liberalismo.

      Somente num regime liberal/maçónico é que este tipo de abuso, roubo, e taxas, são possíveis.

  18. Avatar de Eu
    Eu

    Um banco, um sistema de depósito obrigatório á saída das fábricas! Lindo!

    1/10th € per unit produced, if not claimed back.. That’s the VOLTA BANK DEPOSIT DEALS!

    SDR Portugal SA ( Soa Alarmante ) é uma empresa sem fins lucrativos 😀 Tendo lucro 😀

    1. Avatar de Max
      Max

      Não, é uma fundação sem fins lucrativos.

  19. Avatar de nuno a
    nuno a

    o problema do volta é que os 10 centimos por garrafa deveriam ser um prémio/beneficio e não uma devolução, isso sim iria fazer muita gente mudar de atitude. eu mudei para pior deixei de fazer reciclagem agora vai tudo para o mesmo saco eles que façam a separação, para mim ate dá jeito ganhei mais espaço na cozinha, são menos baldes

  20. Avatar de JaEraTempo
    JaEraTempo

    Deviam fazer o mesmo para as beatas,quem fuma devia pagar mais 0,10€ por cigarro e era ver esses fumantes a catarem tudo do chão. O pessoal só percebe assim. Em relação ao volta, é deixar de usar as embalagens que vão para a máquina, fácil.

  21. Avatar de Zec
    Zec

    Em Portugal não deve ser. Sempre que passo por essas máquinas estão às moscas ou fora de serviço.
    Alguém anda a aldrabar os números para ver se o povo vai atrás.

  22. Avatar de Ambd
    Ambd

    Como tenho que pagar tara das garrafas e o ordenado não aumentou deixei de comprar sacos para a reciclagem, hhhaa mas depois recuperas o dinheiro da tara, e não o tenho que deixar lá outra vez quando trago as embalagens cheias? É um dinheiro que só realmente recupero se deixar de comprar, prefiro deixar de gastar com reciclagem, até mesmo porque já é paga de outras formas

  23. Avatar de Filas
    Filas

    Eu ontem fui assaltado custuma ser a carteira ou a vida, ontem o saco das garrafas ou a vida, bem lá foi o saco das garrafas, ao que isto chegou…

  24. Avatar de nome
    nome

    Alguém que me ajude com umas contas, sff.

    305000000 embalagens / 150 dias = 2033333 embalagens por dia, o que é bastante abaixo dos 5 milhões mencionados.

    Mesmo que se esteja a considerar apenas o volume dos últimos dois meses, onde o valor triplicou, as contas não batem certo:

    305000000 (total 5 meses) – 100000000 (total no 2.º mês) = 205000000

    Portanto 205000000 embalagens / 60 dias = 3416667 embalagens por dia, que também continua bastante abaixo dos 5 milhões mencionados.

    Portanto, de onde vem o número de 5 milhões de embalagens por dia e o fantástico número de 57 embalagens por segundo?