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Teste à autonomia real de 140 carros: nos elétricos todos mentem, uns mais, outros menos

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Luis Henrique Silva says:

    Algum produto dura o tempo de bateria que a fabricante diz? Enfim, tudo vai do uso que se dá que cada pessoa usa, seja que produto for nunca é real o tempo de duração de carga de bateria.

    • Manuel da Rocha says:

      Problema é que, as marcas cobram 20000 euros, pelos anúncios, dessas capacidades. Em várias marcas, assumem 100000000000km como a vida útil, da bateria. Se é verdade, que depende do utilizador, também é verdade que, a bateria, nunca irá durar 1% do que é anunciado… e, a garantia, acaba aos 3 anos, se não pagar 80000 euros, mais subscrições, pelo carro.

      • Gonçalo says:

        Sabes que para as marcas para anunciarem aqueles valores em WLTP têm de os conseguir fazer consoante as regras certo?
        O WLTP pode não ser a coisa mais real no mundo e pode não transmitir parte de um cenário comum mas as marcas têm de o fazer eles não tiram um numero de um saco e vai esse

  2. Anung says:

    A trindade do mobilidade electrica (JL, Realista e Rui) já vêm a alertar para isso desde há algum tempo.
    Segundo eles, a melhor forma de calcular a autonomia real é acrescentar 150km de autonomia. Qualquer carro dom 400km wltp faz 500km na situação real.

  3. José F says:

    Os anúncios dos fabricantes são sempre superiores.

    O carro elétrico mais avançado do mundo é o BYD.
    Portugal e China fazem negócios desde o início do século XVI.

    Elon Musk tem três nacionalidades, a sua mãe e família adoram Portugal.
    Espero que os seus Teslas sejam apreciados e comprados em Portugal como na Austrália.

    Para recordar https://www.segurancamaxima.pt/11-marcas-de-carros-portugueses/

  4. Pedro says:

    Os fabricantes não mentem (linguagem jornalística deplorável e a evitar, mas pronto), anunciam consoante o standard da região WLTP, NEDC, EPA, etc. Sendo que uns testes são mais apertados do que outros.

    O objetivo é que a autonomia anunciada por todos os fabricantes seja realmente comparável. Se o teste não é apertado suficiente para o uso real, o problema é do teste.

    No entanto, e sendo dono de um carro elétrico, é tudo muito relativo. Se eu fizer só cidade e pouca autoestrada até consigo mais que o anunciado. Fazer um teste de 93 km em baterias que dão 300-600 km também não é um teste muito fiável pois os vários fabricantes têm curvas de carga/descarga diferentes, com margens diferentes e as percentagens que o carro apresenta não são comparáveis entre marcas. Aliás, até dentro do mesmo modelo, se o BMS (sistema de gestão da bateria) tiver uma versão de software diferente, essa curva de carga da bateria poderá ser diferente.

    Conclusão, um teste de 93 km é péssimo para tirar qualquer tipo de conclusões. Muito menos que os fabricantes “mentem”.

    • V says:

      +1
      É o que dá não se perceber o que os testes significam e os critérios com que são aplicados.

    • Julio Mendes says:

      Pois eu acho um teste optimo, pois é basicamente o que eu necessitaria de percorrer diariamente, logo, se fosse comprar um carro eletrico este teste REAL em condições REAIS, seria o que me iria interessar e não o que os fabricantes indiquem, independentemente o standard dos testes.

      • Pedro says:

        Os testes dos standards também são feitos em condições reais, e mais importante que tudo com condições atmosféricas iguais. O importante é ser comparável.

        Fazer um teste de 93 km não é de longe o ideal, dado que o que o tablier indica em termos de percentagem da bateria não é de todo uniformizado nem tem relevância comparativa entre modelos e marcas diferentes.

        Este teste teve, por exemplo, em conta condições atmosféricas exatamente iguais? Temperatura, precipitação, velocidade e direção do vento, etc?

        Há imensas questões que afetam o desempenho de qualquer veículo (não só electricos)..

    • Realista says:

      Como assim, pode-se utilizar criticas e critérios assertivos?!

    • Anung says:

      O incrível que possa parecer, o melhor a anunciar a autonomia real é a Inmetro do Brasil.

    • rui says:

      Tal e qual, o meu tem WLTP de 460km, só AE faz 330km, nacional já faz 420km, só cidade nunca testei…

    • Manuel da Rocha says:

      100%, dos fabricantes, usam modos “secretos únicos”, para criar, os benchmarks, que anunciam.
      Dou-lhe um exemplo simples: os EV, usam um rolamento, que pode provar 500km, em 30 minutos, de condução. Quando fazem, os 11 testes, para fazer, a média. O carro passa a modo económico e com gestão, a 100%, da bateria, caso, o objectivo, seja provar, que a bateria ultrapassa os 500km, de autonomia. Caso queiram mostrar que podem conduzir a 120kmh, por 3 horas, ainda ficando, com bateria disponível, o modo passa a ser gestão de energia, desligando 90% do equipamento.
      É assim que se “manipulam” resultados. Cá fora, ninguém consegue cumprir 50%, dos valores, que são apresentados.

      • Rui says:

        Não sabes do que estás a falar em cidade se tu quiseres até ultrapassas o anunciado é claro é que depois na realidade ninguem anda só em cidade aquelas velocidades

    • Zé da Quinta says:

      Além do mais é preciso realçar que p teste foi realizado noutro continente, com percentagens diferentes de temperatura e humidade das encontradas cá, logo os resultados poderão também ser influenciados por essas condições.

  5. Joaquim M says:

    A questão não mentir ou não mentir, porque nos carros a combustão a situação é a mesma e depende muito da utilização que se dá ao carro.
    No entanto, fica sempre mal a qualquer marca que num determinado percurso igual para todos, que o seu carro apresente valores muito inferiores aos anunciados e outros apresentem valores quase iguais aos anunciados.

  6. JL says:

    Um A3 só consome 21% mais daquilo que anuncia .

    https://realworld.org.au/vehicles/2024-audi-a3/

    • Realista says:

      A Mercedes tinha disparidades superiores a 50%…

      “De um modo geral, todas a marcas de automóveis apresentam grandes assimetrias entre os dois consumos, mas no topo da lista surge a Mercedes que chega a apresentar diferenças superiores a 50% entre o consumo publicitado com base em testes e a quantidade gasta pelos carros nas estradas.”

      https ://observador.pt/2016/12/21/estudo-consumo-de-combustivel-e-superior-ao-anunciado-pelas-marcas/

  7. Yamahia says:

    E, sr. Cliente, não esquecer de um dado muito importante::
    Nunca carregue o seu Elektro acima dos 80%, nem tão pouco o deixe descarregar abaixo dos 20%. Reduz as autonomias desse teste para metade mas tenha paciência, é para um bem maior

    • Rui says:

      Fazes isso se quiseres é um concelho tal como há milhares e milhares para os carros a combutão
      Não andar na redline
      Não puxar muito pelo carro quando está frio
      Não andar com o deposito na reserva
      Não andar com o deposito cheio porque o peso faz o carro gastar mais
      Não desligar logo o carro quando acaba uma viagem longa deixar ao relatim algum tempo
      Deixar o carro ao relantim quando se liga
      Queres mais ?? e no meio destes ainda há outros tantos milhares de mitos que a malta inventa

      • Yamahia says:

        O q é q isso tem a ver com o facto de ter que parar meia-hora (se tiver sorte) de 200 em 200 KMS?

        • Rui says:

          Tu estás a referir a concelhos que a marca propõe para aumentar a vida do carro e estás a dizer isso como se não existisse nos a combustão e estou a dizer te que existe em dobro ou em triplo muitos deles são mitos mas é o que é. Em qualquer dos casos isto são concelhos não precisas de os cumprir
          E ainda me esqueci do periodo de rodagem num carro a combustão compras o carro nos primeiros 15 mil km não podes pisar a fundo.

          200 em 200? para o trabalho só faço 50, 200 dá para a semana toda

    • JL says:

      Isso é mentira.

    • rui says:

      O meu tipicamente é a 90% e muita vez chega aos 15%, ainda a uns dias levei aos 100% para recalibrar o BMS…

    • José F says:

      Yamahia
      Obrigado

      Devemos seguir as instruções atualidadas do fabricante de veículos elétricos com baterias de lítio

  8. Paulo says:

    Quem diria que a Tesla é a mais “honesta” e os chineses MG e BYD os que mais se afastam da realidade

    • Yamahia says:

      Não era a Tesla q andava aí a apregoar que o model y faz 700+ KMS com uma carga?
      https ://auto-drive.pt/2025/01/10/renovado-tesla-model-y-tem-ate-719-km-de-alcance/
      O q é q me está aqui a escapar?

  9. Inculto says:

    O governo da Austrália devia ter vergonha do que fez á uns anos atrás quando proibiu atletas de praticar desportos por aqueles motivos que sabemos… Quando a informação vem desses lados… Eles devem ter feito os estudos no deserto com o AC ligado e vidros abertos

  10. José F says:

    Penso que faltou mencionar que o teste foi em estradas com mais inclinação? Utilizaram ” rural ” para enganar os consumidores ?

    No meu local de trabalho tinhamos um Veículo Elétrico
    Um familiar tem um carro elétrico.

    O resultado dos testes podem ajudar os consumidores como por exemplo o no País de Gales.

    Reiniciei PC para colocar o presente post.

  11. PJA says:

    Nada de espantar, é do conhecimento geral que os fabricantes de ve mentem descaradamente sobre as autonomias.

  12. VAOpoK says:

    Só vem provar mais uma vez que a narrativa elétrica é uma farsa. Quem comprou, arrependeu-se e voltou para carros com motor de combustão interna.

  13. Jorge says:

    Pronto é caso para dizerem em coro, o electrico mais eficiente é o TESLA 🙂 🙂

  14. Fonseca says:

    Isto é o que se chama uma conclusão de treta. Carro nenhum, seja eléctrico ou a combustível, faz o consumo ou tem a autonomia anunciada, por uma razão muito simples: esses valores são dados pelas marcas, obtidos através da condução mais eficiente possível, nas condições perfeitas. Depois um marmelo qualquer pega na viatura e vai para a estrada. Qualquer factor faz diferença: o modo de condução, o tipo de estrada, o relevo do terreno, o tempo, se faz chuva, sol, vento… Num carro a combustível essas diferenças podem ser menores, mas também existem.
    E nesses, até a marca do combustível faz diferença. Eu tenho um eléctrico e um híbrido. Tive um a diesel até há uns meses. O mesmo carro, comigo e na mesma viagem, tem resultados diferentes. Por isso, afirmar que os fabricantes mentem, é apenas fazer parangonas para angariar seguidores, ou apenas para lançar a confusão e ser falado.

    • Zevaz says:

      Importante seria que quem comenta tivesse em atenção a sua própria experiência com carros elétricos para assumir vantagens e desvantagens. Claro que, como muitos referiram, nem todos compram carros elétricos para fazer longas viagens todos os dias. Outro aspecto: Carrega habitualmente em casa com todas as condições de segurança nas montagens dos acessórios? É que carregar cá fora não será muito compensador, salvo se, como no meu caso for situação extraordinária. Em todo o caso, em viagem Castelo Branco ao Porto com tempo actual, nem quente nem muito frio, carrego uma vez para lá, por exemplo na área da Mealhada, onde posso comer uma sandes de leitão, não barata é certo. Para baixo carreguei na área de Antuã e cheguei a casa sem problema. Não carreguei até 100%. Depois há que considerar ter ou não ter pressa, sair ou não sair com tempo, conduzir a 129 ou a 109, etc. Quanto a quem diz que vários compradores de eléctricos se arrependeram, convém referir que há outros que dizem que “devia ter comprado o carro eléctrico há mais tempo”. Pela minha experiência direi que não estou nada arrependido. Já agora, há muito que aprendi a conduzir híbridos simples e até um Ami 8 de outros tempos. Experimentem conduzir com calma e tempo e velam que a diferença de tempo ganho não é substancial. Sempre considerei que, mesmo num carro “atmosférico”, parar de vez em quando, em viagens mais longas é positivo. Bom, sei que há criticas a que vou ser sujeito. Mas repito, cada um tem o seu direito de opinião, de opinião, de preferência se baseada na prática. Há inconvenientes nos eléctricos? Há! Nos atmosféricos também. Sobretudo se nos ludibriarem durante anos com filtros de partículas e dados de CO2 adulterados por software malandro!

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