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Sem fusões, Renault e Stellantis juntam-se para “lutar pelo futuro dos carros pequenos”

                                    
                                

Imagem: Le Figaro

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Mus says:

    Espero que tenham sucesso. Pois experiência não lhes falta e nem todos queremos (ou precisamos) de “mastodontes” para circular nas ruas e estradas.

    • Jose says:

      O meu caso é um deles. Uso pouco o carro, na verdade, onde faço mais km é nas férias. De resto, farei 50 por semana e quando faço, pois muitas vezes, é a minha esposa quem os faz, unca tivemos necessidade em ter outro automóvel. Não há logica alguma para automóveis gigantes, onde se consomem enormes quantidades de materia-prima (os supostos activistas nunca referem isto) e combustível, para apenas uma pessoa utilizar. O meu carro actual tem 16 anos e 92.000 km muitos destes feitos, como disse, em férias. Cheguei a dar a volta à Peninsula Ibérica um ano, só para fazer mais quilómetros, fora deste espaço. se precisar é claro, alugo pontualmente. Faz todo sentido ter automóveis bons e mais pequenos que estes paquidermes da estrada. A excepção serão as famílias grandes, mas aonde andam elas?

    • AlexS says:

      Acordaram tarde.

      Impossível, os reguladores obrigam a carros maiores.
      Notar ainda que mais carros de grandes dimensões retrai os que poderiam comprar carros pequenos.

      • Mr. Y says:

        Onde é que os reguladores obrigaram a aumentar a dimensão dos carros?
        Os clientes é que se apaixonaram pelos SUV e nos EUA a febre é ainda maior.

  2. Yamahia says:

    A pouco e pouco, lá vão reconhecendo que foi um erro inviabilizar, com normas estúpidas e caras, o TDI manco e, consequentemente, todos os carros pequenos que o utilizavam, e que consumiam apenas 2 a 3 litros aos 100 km.

  3. Test User says:

    Parceria, não é primeira, nem vai ser ultima.
    Um exemplo como Citroen (C1), Peugeot(107) e Toyoya (aygo)

    • Quem pode, pode says:

      Grande 107, citadino, estradista e server para aquilo que é feito = andar.
      Na minha opinião os carros hoje em dia vendem estética e tecnologia. De ressaltar que o conforto é muito importante, porém investir 40000€ para fazer percursos em cidade parece disparate, esse dinheiro dá para muitos bilhetes de metro, comboio e até táxi e autocarro quando os dois primeiros estão em greve. Se Lisboa, que pelos vistos é a única cidade do país a beneficiar dos impostos do país inteiro, como ficam as outras cidades que todas junstas têm mais habitantes que Lisboa. Por isso turo e mais um par de botas tenho um panda e um 107 que vão acompanhar e até ultrapassam grandes carr hum hum “Tesla, etc” quando vão na autoestrada a 80 porque a bateria se está a acabar. Hei, granda confusão mas acho que percebem o que quis dizer

  4. Mário says:

    Espero que a Renault não queime o nome a usar motores 3 cilindros destes tipos.

    • Aziado says:

      Pode haver que goste de motores de 3 cilindros. Eu pessoalmente não gosto, porque são descompensados. Um gajo está parado na fila de trânsito e o carro está a tremer por todos os lados. Faz-me lembrar os motores, de rega.

    • Grunho says:

      Nenhuma marca faz motores com menos de 1000 cc de 4 cilindros.

  5. Fernando Durão says:

    Tudo menos a Renault usar os motores Stellantis. Pode ser que a Renault os ensine a fazer motores a sério e fiáveis.

  6. Lourenco says:

    Visão lógica, o excelente é inimigo do Bom. Temos carros mais velhos a circular porque não há condições económicas para trocar. As dimensões são outro ponto, os carros estão grande e pesados. Logo vão consumir mais e poluir mais. Excelente iniciativa

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