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Rolls Royce está a criar o avião elétrico mais rápido do mundo


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Pensamento Positivo says:

    …Há ainda um grande caminho a percorrer… Mas, pensemos assim: Num voo diurno as partes onde o avião vai necessitar de mais energia sem ter de se preocupar com questões meteorológicas é durante o “take-off” e o “landing”. Lá em cima há sempre sol. Se viermos a ter painéis solares eficientes o suficiente para alimentar o “pássaro” lá em cima, então só precisaremos de bateria para para levantar e aterrar!… Reduziremos o peso do “pássaro” e aumentamos a eficácia!… Ainda vai levar o seu tempo. Acredito que a evolução dos motores vá permitir superar os “turboprop” em relativamente pouco tempo. Para se chegar ao jacto falta ainda muito… Mas, os desafios em termos de alimentação dos “pássaros” eléctricos vão mantê-los afastados do ar ainda durante muitos anos!… Acredito que dentro de uns 15 anos poderemos ver os primeiros aviões privados eléctricos bem sucedidos. Os primeiros comerciais de passageiros serão os sucessores dos “turboprop” regionais e não chegarão, IMHO, em menos de uns 40 anos. Veremos!…

  2. LF says:

    Concordo com o acima descrito. Também acredito num futuro mais eléctrico (pelo menos durante o dia). peço perdão pelo meu desconhecimento, mas, como iremos reciclar as bateria? Apesar de fora da base deste assunto, é um tema que me faz “filosofar” um pouco. Obrigado pela vossa ajuda.

  3. Neno says:

    Para além da inovação do motor eléctrico o design lembra o mítico spitfire

  4. Armando Cardoso says:

    Além da poluição atmosférica que elimina, é de louvar a redução da poluição sonora. A Natureza agradecerá. As baterias deverão ser já de flúor ou para lá caminharão o que terá menos impacto negativo na reciclagem.
    É clara a divisão dos objectivos dos seres humanos. Uns dedicam a inteligência ao serviço da malvadez. Outros dedicam-na ao desenvolvimento tecnológico. Claro que a maioria serão “nins”. Servem-se dos resultados dos que os outros logram.

  5. Pedro R. says:

    Soluções para um dos mais graves problemas atuais, o dióxido de carbono, vão surgindo. Faltam soluções para o plástico e o facto de haver demasiada gente a levar-se demasiado a sério.

  6. Rui says:

    Vindo do maior fabricante de motores (a combustível) de sempre no mundo da aviação, eu depósito total confiança nas metas da Rolls Royce: e se deles depende a maior parte dos pássaros feitos pelo homem, então falamos de algo que irá revolucionar a indústria dos ares.

  7. Rui says:

    Vindo do maior fabricante de motores (a combustível) de sempre no mundo da aviação, eu depósito total confiança nas metas da Rolls Royce: e se deles depende a maior parte dos pássaros feitos pelo homem, então falamos de algo que irá revolucionar a indústria dos ares.

  8. Carlos Esteves says:

    Meus caros já existe uma tecnologia eléctrica muito superior e que não tem o inconveniente das baterias. Chama-se nanoflowcell. Investiguem e ficaram surpreendidos.

  9. Pedroquinhas says:

    É quase uma cópia do “Lancair Legacy”

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